terça-feira, 15 de julho de 2014

E por falar em livros: mais leituras edificantes do submundo do crime - Romeu Tuma Jr 2.0

Tuma Jr vem aí com Assassinato de Reputações II

 Depois de vender 100 mil livros, o ex-secretário nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior, resolveu escrever Assassinato de Reputações II. Ele quer fazer o lançamento às vésperas das eleições de outubro. Ele prometeu revelações ainda mais bombásticas sobre os bastidores do governo Lula.

Como não foi processado por ninguém e como também Câmara e Senado não quiseram ouvir suas revelações, ele avisou que o que reservava para Justiça e Congresso irá para o novo livro.


Tuma Júnior também desistiu de disputar uma cadeira de deputado Federal pelo PTN, mas prometeu apoiar que se comprometer a apoiar a proposta de acabar com o uso da polícia em atos de perseguição política. 

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Carlos Newton

O jornalista Polibio Braga, um dos blogueiros mais influentes do Rio Grande do Sul, anuncia que, depois de vender 100 mil livros, o ex-secretário nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior, está mesmo escrevendo “Assassinato de Reputações II”.

Ainda segundo Polibio Braga, o delegado aposentado da Polícia Federal “quer fazer o lançamento às vésperas das eleições de outubro, e prometeu revelações ainda mais bombásticas sobre os bastidores do governo Lula”.

O fato é que, em seu primeiro volume, Tuma Jr. deixou o PT, o governo e o ex-presidente Lula totalmente na defensiva. Fez denúncias pesadas sobre perseguições do governo a políticos de oposição, com preparação de dossiês fraudulentos. E culminou a série de acusações dizendo que Lula era informante do DOPS, com o codinome “Barba”, e operava diretamente com o pai dele, o célebre delegado Romeu Tuma, depois eleito deputado e senador.

SILÊNCIO ABSOLUTO

Como não foi processado por ninguém e como também Câmara e Senado não quiseram ouvir suas revelações, com a base aliada impedindo sua convocação pelas comissões temáticas, Tuma Jr. avisou que as denúncias que reservara para Justiça e Congresso irão para o novo livro.

Nesse ínterim, o delegado deu uma bombástica entrevista no programa Roda Viva. Reafirmou  ter provas de tudo, inclusive do envolvimento de Lula com a ditadura. E anunciou que iria escrever a continuação do livro, sob o título “Assassinato de Reputações II”, anexando as provas.

De lá para cá, com os escândalos da Petrobras e com a realização da Copa do Mundo, o assunto de Tuma Jr. ficou adormecido, somente voltando agora ao noticiário.

Bem, se o livro for lançado antes das eleições, como é a intenção, com toda certeza fará um grande estrago na campanha do PT. Vamos aguardar,

Venezuela: ditadura chavista aprofunda a repressao politica

Chego a sentir vergonha pelo Mercosul, pelo meu país...

Paulo Roberto de Almeida  


América Latina

Venezuela: ex-deputada é acusada de incentivar violência 

Com mandato cassado, opositora María Corina Machado não pode deixar o país

A ex-deputada venezuelana María Corina Machado
A ex-deputada venezuelana María Corina Machado (Sérgio Lima/Folhapress)
A ex-deputada opositora María Corina Machado afirmou nesta segunda-feira que foi acusada pelo Ministério Público da Venezuela de instigação à violência durante os protestos que estouraram no país em fevereiro.A acusação foi divulgada depois que a política compareceu ao Palácio da Justiça, em Caracas, para conhecer as razões de ter sido proibida pela Justiça de deixar o país, medida imposta no final de junho. 
O Judiciário, controlado pelo Executivo chavista, já usou o mesmo tipo de acusação para intimidar e prender o opositor Leopoldo López, outra figura destacada entre os adversário so chavismo. A imputação desse tipo de crime para silenciar a oposição já provocou protestos de organizações de defesa dos direitos humanos, como a Anistia Internacional. 
Logo depois de divulgar o caso em sua conta no Twitter, María Corina acusou o presidente da Assembleia Nacional, o chavista Diosdado Cabello, de estar por trás do seu indiciamento e da proibição de viajar. Foi justamente Cabello que divulgou publicamente no final de junho que a ex-deputada não poderia deixar o país por causa de investigações relacionadas ao protesto de 12 de fevereiro, o primeiro da onda que sacudiu a Venezuela pelos meses seguintes. 
Nesta segunda-feira, Corina voltou a apontar que a divulgação do inquérito por parte de Cabello foi "ilegal e inconstitucional", já que esse tipo de investigação é sigilosa. Sua defesa disse ainda que o presidente da Casa soube da decisão antes mesmo da notificação dos interessados. A ex-deputada também disse que não existe nenhum risco de ela fugir do país. 
Um dos homens fortes do chavismo, Cabello já havia articulado a cassação da deputada, em abril, após María Corina ter tentado proferir um discurso na sede da Organização dos Estados Americanos (OEA) em que denunciaria as violações de direitos humanos na Venezuela. Os chavistas também já acusaram a ex-deputada de participação em um plano mirabolante paraassassinar o presidente do país, Nicolás Maduro.

Os estragos do chavismo na Venezuela

Hugo Chávez chegou ao poder na Venezuela em fevereiro de 1999 e, ao longo de catorze anos, criou gigantescos desequilíbrios econômicos, acabou com a independência das instituições e deixou um legado problemático para seu sucessor. Nicolás Maduro assumiu o poder em 2013 e está dando continuidade aos erros do coronel. Confira:

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Criminalidade alta

A criminalidade disparou na Venezuela ao longo dos 14 anos de governo Chávez. Em 1999, quando se elegeu, o país registrava cerca de 6 000 mortes por ano, a uma taxa de 25 por 100 000 habitantes, maior que a do Iraque e semelhante à do Brasil, que já é considerada elevada. Segundo a ONG Observatório Venezuelano de Violência (OVV), em 2011, foram cometidos 20 000 assassinatos do país, em um índice de 67 homicídios por 100.000 habitantes. Em 2013, foram mortas na Venezuela quase 25 000 pessoas, cinco vezes mais do que em 1998, quando Hugo Chávez foi eleito. 
Apesar de rica em petróleo, a Venezuela é o país com a terceira maior taxa de homicídios do mundo, atrás de Honduras e El Salvador. Entre as razões para tanto está a baixa proporção de criminosos presos. Enquanto no Brasil a média é de 274 presos para cada 100 000 habitantes, na Venezuela o índice está em 161. De acordo com uma ONG que promove os direitos humanos na Venezuela, a Cofavic, em 96% dos casos de homicídio os responsáveis pelos crimes não são condenados. 

Eleicoes 2014: o povo cansou, quer outra coisa - Reinaldo Azevedo

O brado retumbante

O povo que pôs fim à ditadura, que depôs um presidente na lei e na ordem e que venceu a inflação, convivendo com duas moedas, merece uma Seleção melhor, um governo melhor, uma classe política melhor e um futuro melhor.

Já chegou a hora de aposentar a tese de que “todo povo tem o governo que merece”. A população brasileira já passou, e passa ainda, poucas e boas. Ainda assim, acredita no futuro, recebe bem quem vem de fora, luta — a esmagadora maioria ao menos — para ganhar a vida honestamente. Merece ser governado por uma classe política mais decente.

Esse povo está cansado, sim, de empulhação, de roubalheira, de um Estado que não funciona. Quando pede “escola e saúde padrão Fifa”, está despertando para o fato de que é um dos maiores pagadores de impostos diretos e indiretos do mundo, sem que o Poder Público lhe dê o devido retorno.

A resposta para isso, e claro!,, não é a tal democracia direta dos conselhos populares, como agora ameaçam os petistas. Essa democracia direta é justamente o contrário do que querem milhões de pessoas: o que se pede é uma República dos Iguais, não uma República dos Diferentes —porque ligados a um partido, a um sindicato ou pertencentes a uma classe.

O governo petista está batendo cabeça para tentar entender o que se passa e não consegue porque se apega à ortodoxia de esquerda, dos movimentos organizados, o que levou Gilberto Carvalho, por exemplo, a negociar com criminosos, já que confessou ter se encontrado várias vezes com black blocs.

Qualquer que seja o resultado nas urnas neste 2014, vença o governo de turno ou a oposição, é preciso que o Estado se abra mais para ouvir a sociedade, não entregando a administração pública a minorias, a conselhos e a sovietes. Precisamos é de indivíduos mais livres para empreender, dentro das regras do jogo. Vença Dilma, Aécio ou Campos, quem não entender o “brado retumbante” corre o risco, numa situação econômica não muito favorável que vem pela frente, de ter sérios problemas com a governabilidade.

O brado retumbante pede governantes mais sérios. O brado retumbante quer um governo melhor, uma seleção melhor, uma escola melhor, uma saúde melhor. A razão é simples: o povo paga caro por isso tudo. E não recebe a mercadoria. Está cansado de ser vítima de uma espécie de estelionato da cidadania.


Vargas Llosa: cai a mascara do corrupto regime autoritario-populista no Brasil

Grato, como sempre a meu amigo e colega blogueiro Orlando Tambosi
Paulo Roberto de Almeida 

Em artigo publicado no El País, o escritor e Prêmio Nobel de Literatura Mario Vargas Llosa se diz envergonhado com a acachapante derrota brasileira diante da Alemanha, mas não culpa apenas o técnico Scolari. Trata-se da manifestação, no plano esportivo, de algo que começou com Lula e representa todo o Brasil: "viver uma ficção que é brutalmente desmentida por uma realidade profunda." Reproduzo o texto "A máscara do gigante":


Fiquei muito envergonhado com a cataclísmica derrota do Brasil frente à Alemanha na semifinal da Copa do Mundo, mas confesso que não me surpreendeu tanto. De um tempo para cá, a famosa seleção Canarinho se parecia cada vez menos com o que havia sido a mítica esquadra brasileira que deslumbrou a minha juventude, e essa impressão se confirmou para mim em suas primeiras apresentações neste campeonato mundial, onde a equipe brasileira ofereceu uma pobre figura, com esforços desesperados para não ser o que foi no passado, mas para jogar um futebol de fria eficiência, à maneira europeia.

Nada funcionava bem; havia algo forçado, artificial e antinatural nesse esforço, que se traduzia em um rendimento sem graça de toda a equipe, incluído o de sua estrela máxima, Neymar. Todos os jogadores pareciam sob rédeas. O velho estilo – o de um Pelé, Sócrates, Garrincha, Tostão, Zico – seduzia porque estimulava o brilho e a criatividade de cada um, e disso resultava que a equipe brasileira, além de fazer gols, brindava um espetáculo soberbo, no qual o futebol transcendia a si mesmo e se transformava em arte: coreografia, dança, circo, balé.

Os críticos esportivos despejaram impropérios contra Luiz Felipe Scolari, o treinador brasileiro, a quem responsabilizaram pela humilhante derrota, por ter imposto à seleção brasileira uma metodologia de jogo de conjunto que traía sua rica tradição e a privava do brilhantismo e iniciativa que antes eram inseparáveis de sua eficácia, transformando seus jogadores em meras peças de uma estratégia, quase em autômatos.

Não houve nenhum milagre nos anos de Lula, e sim uma miragem que agora começa a se dissipar

Contudo, eu acredito que a culpa de Scolari não é somente sua, mas, talvez, uma manifestação no âmbito esportivo de um fenômeno que, já há algum tempo, representa todo o Brasil: viver uma ficção que é brutalmente desmentida por uma realidade profunda.

Tudo nasce com o governo de Luis Inácio 'Lula' da Silva (2003-2010), que, segundo o mito universalmente aceito, deu o impulso decisivo para o desenvolvimento econômico do Brasil, despertando assim esse gigante adormecido e posicionando-o na direção das grandes potências. As formidáveis estatísticas que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística difundia eram aceitas por toda a parte: de 49 milhões os pobres passaram a ser somente 16 milhões nesse período, e a classe média aumentou de 66 para 113 milhões. Não é de se estranhar que, com essas credenciais, Dilma Rousseff, companheira e discípula de Lula, ganhasse as eleições com tanta facilidade. Agora que quer se reeleger e a verdade sobre a condição da economia brasileira parece assumir o lugar do mito, muitos a responsabilizam pelo declínio veloz e pedem uma volta ao lulismo, o governo que semeou, com suas políticas mercantilistas e corruptas, as sementes da catástrofe.

A verdade é que não houve nenhum milagre naqueles anos, e sim uma miragem que só agora começa a se esvair, como ocorreu com o futebol brasileiro. Uma política populista como a que Lula praticou durante seus governos pôde produzir a ilusão de um progresso social e econômico que nada mais era do que um fugaz fogo de artifício. O endividamento que financiava os custosos programas sociais era, com frequência, uma cortina de fumaça para tráficos delituosos que levaram muitos ministros e altos funcionários daqueles anos (e dos atuais) à prisão e ao banco dos réus.

As alianças mercantilistas entre Governo e empresas privadas enriqueceram um bom número de funcionários públicos e empresários, mas criaram um sistema tão endiabradamente burocrático que incentivava a corrupção e foi desestimulando o investimento. Por outro lado, o Estado embarcou muitas vezes em operações faraônicas e irresponsáveis, das quais os gastos empreendidos tendo como propósito a Copa do Mundo de futebol são um formidável exemplo.

O governo brasileiro disse que não havia dinheiro público nos 13 bilhões que investiria na Copa do Mundo. Era mentira. O BNDES (Banco Brasileiro de Desenvolvimento Econômico e Social) financiou quase todas as empresas que receberam os contratos para obras de infraestrutura e, todas elas, subsidiavam o Partido dos Trabalhadores, atualmente no poder. (Calcula-se que para cada dólar doado tenham obtido entre 15 e 30 em contratos).

As obras da Copa foram um caso flagrante de delírio e irresponsabilidade

As obras em si constituíam um caso flagrante de delírio messiânico e fantástica irresponsabilidade. Dos 12 estádios preparados, só oito seriam necessários, segundo alertou a própria FIFA, e o planejamento foi tão tosco que a metade das reformas da infraestrutura urbana e de transportes teve de ser cancelada ou só será concluída depois do campeonato. Não é de se estranhar que o protesto popular diante de semelhante esbanjamento, motivado por razões publicitárias e eleitoreiras, levasse milhares e milhares de brasileiros às ruas e mexesse com todo o Brasil.

As cifras que os órgãos internacionais, como o Banco Mundial, dão na atualidade sobre o futuro imediato do país são bastante alarmantes. Para este ano, calcula-se que a economia crescerá apenas 1,5%, uma queda de meio ponto em relação aos dois últimos anos, nos quais somente roçou os 2%. As perspectivas de investimento privado são muito escassas, pela desconfiança que surgiu ante o que se acreditava ser um modelo original e resultou ser nada mais do que uma perigosa aliança de populismo com mercantilismo, e pela teia burocrática e intervencionista que asfixia a atividade empresarial e propaga as práticas mafiosas.

Apesar de um horizonte tão preocupante, o Estado continua crescendo de maneira imoderada – já gasta 40% do produto bruto – e multiplica os impostos ao mesmo tempo que as “correções” do mercado, o que fez com que se espalhasse a insegurança entre empresários e investidores. Apesar disso, segundo as pesquisas, Dilma Rousseff ganhará as próximas eleições de outubro, e continuará governando inspirada nas realizações e logros de Lula.

Se assim é, não só o povo brasileiro estará lavrando a própria ruína, e mais cedo do que tarde descobrirá que o mito sobre o qual está fundado o modelo brasileiro é uma ficção tão pouco séria como a da equipe de futebol que a Alemanha aniquilou. E descobrirá também que é muito mais difícil reconstruir um país do que destruí-lo. E que, em todos esses anos, primeiro com Lula e depois com Dilma, viveu uma mentira que seus filhos e seus netos irão pagar, quando tiverem de começar a reedificar a partir das raízes uma sociedade que aquelas políticas afundaram ainda mais no subdesenvolvimento. É verdade que o Brasil tinha sido um gigante que começava a despertar nos anos em que governou Fernando Henrique Cardoso, que pôs suas finanças em ordem, deu firmeza à sua moeda e estabeleceu as bases de uma verdadeira democracia e uma genuína economia de mercado. Mas seus sucessores, em lugar de perseverar e aprofundar aquelas reformas, as foram desnaturalizando e fazendo o país retornar às velhas práticas daninhas.

Não só os brasileiros foram vítimas da miragem fabricada por Lula da Silva, também o restante dos latino-americanos. Por que a política externa do Brasil em todos esses anos tem sido de cumplicidade e apoio descarado à política venezuelana do comandante Chávez e de Nicolás Maduro, e de uma vergonhosa “neutralidade” perante Cuba, negando toda forma de apoio nos organismos internacionais aos corajosos dissidentes que em ambos os países lutam por recuperar a democracia e a liberdade. Ao mesmo tempo, os governos populistas de Evo Morales na Bolívia, do comandante Ortega na Nicarágua e de Correa no Equador – as mais imperfeitas formas de governos representativos em toda a América Latina – tiveram no Brasil seu mais ativo protetor.

Por isso, quanto mais cedo cair a máscara desse suposto gigante no qual Lula transformou o Brasil, melhor para os brasileiros. O mito da seleção Canarinho nos fazia sonhar belos sonhos. Mas no futebol, como na política, é ruim viver sonhando, e sempre é preferível – embora seja doloroso – ater-se à verdade.

Internet: para quando um dominio .books ?

Talvez até já exista, mas eu desconheço. Em todo caso, com essa mania de ampliação e diversificação de domínios, eu moveria todos os meus sites e blogs (e eles são muitos) para lá. 
Paulo Roberto de Almeida 

Scotland set for new internet domain

Last updated 7 hours ago

Image of laptops and the Earth
The domain is intended for people who live and work in Scotland and for the Scottish diaspora worldwide

A new top-level internet domain for Scotland is set to be launched, allowing people to choose a .scot web or email address for the first time.

About 50 sites run by "launch pioneers" are expected to go live on Tuesday.

Among those who have signed up for a new domain are the Scottish government, referendum campaigners Yes Scotland and Better Together, WWF Scotland, NHS Scotland and Scouts Scotland.

International pioneers include the Louisiana Scots and the Clan Wallace.

The .scot domain is one of a number of new top-level domains that are becoming available this year, such as .wales, .london, .berlin and .NYC.

It is being launched after not-for-profit company Dot Scot Registry agreed terms with international regulators to operate the new domain.

Deputy First Minister Nicola Sturgeon welcomed the launch.

"It is entirely right that Scotland should have its own distinctive and recognisable internet domain - in particular, one that will resonate internationally, helping to promote Scottish business and culture throughout the world," she said.

"I am confident that the .scot domain name will prove to be a real asset to the people of Scotland and to the worldwide family of Scots.

"I am looking forward to the Scottish government being able to make use of this new domain and to having www.gov.scot up and running before the end of the year, as well as our pioneer domains including www.welcome.scot, which go live today."

Dot Scot Registry director Gavin McCutcheon described it as a "fantastic day for Scotland online".

"Owning a .scot domain will allow people and organisations a new unique way to express their identity online," he said.

Dot Scot Registry director Gavin McCutcheon
Dot Scot Registry director Gavin McCutcheon said it was a "fantastic day for Scotland online"

"It's a community domain intended for everybody who lives and works in Scotland - and for the 50 million people around the globe who are part of Scotland's diaspora.

"After such a long campaign to secure the new .scot domain, we're delighted that we can launch when the eyes of the world are on Scotland, with the Commonwealth Games coming to Glasgow next week."

For the next 60 days, only launch pioneers will be allowed to use the .scot domain, but others are being invited to register interest via http://nic.scot. After 23 September, the domain will be open to all.

Richard Stevenson, of domain name registrar 1&1 Internet Ltd, said there had been strong demand for .scot reservations.

"Across history, Scotland has been synonymous with ambitious, truly innovative and impactful technology," he added.

"For Scottish businesses and citizens alike, the .scot domain is the opportunity to strengthen their web and email identity, optimise the way in which their websites are found and, importantly, leverage the enormously valuable brand that Scotland holds worldwide."

BBC © 2014

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Meus blogs em eleições presidenciais Paulo Roberto de Almeida, diplomata, professor. Primeira informação sobre meus blogs eleitorais. Destin...