Temas de relações internacionais, de política externa e de diplomacia brasileira, com ênfase em políticas econômicas, viagens, livros e cultura em geral. Um quilombo de resistência intelectual em defesa da racionalidade, da inteligência e das liberdades democráticas. Ver também minha página: www.pralmeida.net (em construção).
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
A frase de sempre: Theodor Adorno
Para um homem que já não possui uma pátria, a escrita converte-se num lugar onde viver.
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2 comentários:
Gosta do Adorno, caro Paulo?
Um abraço.
Não especialmente. Com o Horkheimer, eles tentavam ser marxistas não stalinistas, nos anos 1930, até que tiveram de se mudar para os EUA nos anos 1930. Voltaram para uma Alemanha diferente e continuaram no seu "austro-marxismo" sociológico que nem foi especialmente danoso para as Ciências Sociais, nem particularmente brilhante. Sou indiferente a esse povo da escola de Frankfurt ou da New School of Social Research de NY, mas eles pelo menos liam e eram cultos, ao passo que muitos dos seus seguidores nem leem, nem são cultos.
A frase, em todo caso, é brilhante, e acho que se aplica a mim mesmo...
Contra as pátrias, aliás, que só provocam guerras.
Paulo Roberto de Almeida
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