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quarta-feira, 4 de março de 2026

Madame IA, via Airton Diceu Lemmertz, comenta varias postagens minhas no Diplomatizzando - Paulo Roberto de Almeida

 "Os argentinos “comemoram” os 50 anos do início, em 1976, de uma das mais cruéis ditaduras que tiveram, aquela iniciada em 1976 e que se foi, na incompetência, em 1983, com a volta dos Radicais ao poder (Alfonsin). Interessante esse ciclo alternativo entre ditaduras e experimentos democráticos. Sim, a ditadura argentina iniciada (depois de algumas outras) em 1976, foi efetivamente cruel. Comparativamente, a nossas foram, por acaso menos cruéis? O que tivemos? O próprio Deodoro, seguido por Floriano. Depois o próprio Exército se encarregou de afastar Washington Luis e abrir o caminho para Vargas. Este, com o apoio do Exército, iniciou ditadura do Estado Novo, e caiu depois de abandonado pelo Exército. As FFAA voltaram num golpe em 1964, mas não foram, ao início, tão cruéis como os argentinos, mas em 1968-69 acentuaram a crueldade quando provocadas pelos movimentos guerrilheiros e da própria sociedade civil. Se autoeliminaram por incompetência na economia e nos repentes de crueldade da “tigrada” em 1984-85. Tentaram ser dominantes novamente, como força de apoio de um novo ciclo autoritário em 2017-18, mais por oportunismo, do que por vontade de governar outra vez. O “comandante em chefe”, por incompetência e covardia, não soube sequer dar um golpe “decente”, ou “en bonne et due forme”. A sociedade civil prevaleceu. Parece que se encerrou no Brasil o ciclo militar iniciado em 1889. Será verdade? Voltamos, desta vez definitivamente, ao ciclo normal de conservadores civis, oligarcas predatórios e populistas não carnívoros (de direita e de esquerda), que sempre governaram o pais independente? Talvez…"


 FAÇA UMA ANÁLISE DEMODO CRÍTICO E DETALHADO DO TEXTO ACIMA, ENTRE ASPAS.

O texto apresenta uma interpretação histórica provocativa, pautada pelo conceito de ciclos

de intervenção militar na política latino-americana. A análise abaixo decompõe os

argumentos sob uma ótica crítica e historiográfica:

1. O Paralelo Argentina-Brasil: Crueldade e Eficiência

O autor acerta ao destacar a extrema violência da ditadura argentina (1976-1983).

Historiadores costumam diferenciar os modelos: enquanto a Argentina adotou o extermínio

sistemático e clandestino (os "desaparecidos"), o regime brasileiro manteve uma fachada

de legalidade institucional (o "Estado de Exceção legalizado") e focou na tortura e censura,

embora a letalidade tenha escalado após o AI-5 em 1968.Crítica: O texto sugere que a crueldade brasileira foi uma "reação" às guerrilhas. Essa é

uma visão controversa; muitos pesquisadores, como os da Comissão Nacional da Verdade,

argumentam que o aparato repressivo era um projeto de controle do Estado que antecedia

ou extrapolava a ameaça armada.

2. O Exército como "Grande Eleitor" (1889-1985)

A narrativa sintetiza corretamente o papel das Forças Armadas como o fiel da balança no

Brasil:

Proclamação e Era Vargas: O texto identifica com precisão que o Exército não apenas

deu o golpe em 1889, mas foi o suporte e, posteriormente, o algoz de Getúlio Vargas

no Estado Novo.

Incompetência Econômica: A tese de que o regime militar (1964-1985) se "autoeliminou"

pela economia é sólida. A hiperinflação e o esgotamento do "milagre econômico" minaram

a base de apoio civil e empresarial, forçando a transição para a democracia com a eleição

de Tancredo Neves.

3. O Ciclo Recente e o Conceito de "Incompetência"

O autor aplica um tom sarcástico ao período 2017-2022. Ao descrever a tentativa de

ruptura como "indecente" ou "covarde", ele se refere aos eventos que culminaram no 8 de

janeiro de 2023.

Ponto Crítico: A afirmação de que os militares agiram por "oportunismo" em vez de

"vontade de governar" é debatível. A ocupação de milhares de cargos civis por militares

sugere um projeto de poder estruturado, e não apenas uma adesão fortuita.

4. A Conclusão: O Fim do Ciclo Militar?

O texto termina com uma indagação cética. Ao classificar a política brasileira como um

revezamento entre conservadores, oligarcas e populistas, o autor adota uma visão

realista (ou pessimista) da sociologia política brasileira.

Análise: A ideia de que o ciclo iniciado em 1889 "encerrou-se" é o ponto central. Embora

as instituições tenham prevalecido em 2023, a história brasileira mostra que o "poder

moderador" fardado costuma hibernar em períodos de estabilidade econômica, retornando

em crises de legitimidade civil.

Resumo da Crítica

O texto é uma crônica política ácida que desmistifica o papel "heroico" das FFAA,

tratando-as como atores políticos que falham pela própria gestão (incompetência) tanto

quanto pela moralidade (crueldade). Ele acerta no diagnóstico da resiliência das oligarquias

civis, mas talvez subestime a capacidade de reinvenção do pensamento autoritário dentro

das casernas.

* Fonte da resposta:

https://share.google/aimode/HLbhT7jIubrixXUfc

** Fonte do comando:

https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/03/argentina-e-brasil-e-suas-respectivas.html===

PRIMEIRA LISTA DE FATOS RELEVANTES EM

DETERMINADO PERÍODO: "- 1976 - Crise do petróleo - 1977

- Geisel fecha Congresso Brasileiro - 1978 - 1° bebê de

proveta / Ano dos 3 Papas - 1979 - Revolução islâmica no Irã -

1980 - Star Wars: Oimpério contra-ataca - 1981 - Atentado Rio

Centro - 1982 - Crise da Dívida Externa - FMI - 1983 -

Hiperinflação no Brasil - 1984 - Movimento Diretas Já - 1985 -

Fim da Ditadura no Brasil - 1986 - Acidente Nuclear de

Chernobyl - 1989 - Queda do Muro de Berlim - 1990 - Guerra

do Golfo - 1991 - Fim da Guerra Fria - 1994 - Plano Real -

2001 - 11 de Setembro - 2003– Guerra do Iraque - 2008 - Crise

financeira - 2020 — COVID-19 - 2022– Início da guerra Rússia

× Ucrânia - 2024 - Israel x Palestina - 2025 - Ataque a

Venezuela - 2026 - EUA x Irã". SEGUNDA LISTA DE FATOS

RELEVANTES EM DETERMINADO PERÍODO: "- 1949 -

Nuclearização da URSS - 1950 - Derrota do Brasil na final da

Copa do Mundo no Brasil - 1950 - Guerra da Coreia - 1953 -

Armistício na Coreia - 1953 - Golpe contra Mossadegh no Irã -

1956 - Ataque franco-britânico ao Egito pela nacionalização do

Canal de Suez no Egito de Nasser - 1958 - Vitória do Brasil na

final da Copa do Mundo na Suécia - 1959 - Revolução cubana

- 1960 - Eleição consagradora de Jânio Quadros, o que

prometia “varrer a corrupção do Brasil” - 1961 - Política

Externa Independente, de Afonso Arinos e renuncia de Janio

da presidência em seis meses - 1962 - Crise dos mísseis

soviéticos em Cuba - 1964 - Golpe de Estado no Brasil e inicio

de uma ditadura militar de 21 anos - 1968 - Golpe dentro do

golpe, com o AI-5, e mais repressão no Brasil - 1973 -

Participação ativa da diplomacia brasileira no golpe militar de

Pinochet contra o governo socialista democrático de Salvador

Allende no Chile - 1973 - Primeiro choque do petróleo:

quadruplicação do preço do barril - 1979 - Anistia no Brasil:

retorno dos exilados e liberdade partidária - 1979 - Segundo

choque do petróleo - 2014 - Invasão e anexação ilegais da

peninsula ucraniana da Crimeia pela Russia.". ELABORE UMA

TERCEIRA LISTA DE FATOS RELEVANTES, QUE NÃO

APARECERAM NAS DUAS LISTAS ANTERIORES.

CONSIDERE O PERÍODO DE AMBAS AS LISTAS

ANTERIORES. APRESENTE OS FATOS EM ORDEM

CRONOLÓGICA, COM O RESPECTIVO ANO.Para complementar as duas listas anteriores, selecionei eventos de grande impacto

geopolítico, social e científico que ocorreram entre 1949 e 2026 (período abrangido pelas

suas listas). Esta terceira lista foca em lacunas importantes como a corrida espacial,

marcos de direitos civis e viradas políticas globais.

Terceira Lista de Fatos Relevantes (1949 – 2026)

1954 – Suicídio de Getúlio Vargas no Brasil.

1955 – Início da Guerra do Vietnã.

1957 – Lançamento do Sputnik 1 (URSS), iniciando a Corrida Espacial.

1961 – Construção do Muro de Berlim.

1963 – Assassinato de John F. Kennedy nos EUA.

1967 – Guerra dos Seis Dias no Oriente Médio.

1969 – Homem pisa na Lua (Missão Apollo 11).

1971 – Fim do Padrão-Ouro (Acordo de Bretton Woods) por Richard Nixon.

1974 – Revolução dos Cravos em Portugal.

1975 – Independência das colônias portuguesas na África (Angola e Moçambique).

1987 – Assinatura do Protocolo de Montreal (proteção da camada de ozônio).

1988 – Promulgação da Constituição Cidadã no Brasil.

1992 – ECO-92 no Rio de Janeiro (marco ambiental global).

1994 – Fim do Apartheid na África do Sul com a eleição de Nelson Mandela.

1996 – Clonagem da ovelha Dolly (marco da biotecnologia).

1997 – Transferência de Hong Kong do Reino Unido para a China.

2000 – Lançamento comercial do GPS e o "Bug do Milênio" (que não se concretizou).

2004 – Tsunami no Oceano Índico (desastre natural de escala global).

2010 – Primavera Árabe: onda de protestos e revoluções no Oriente Médio e Norte da

África.

2011 – Morte de Osama bin Laden e acidente nuclear de Fukushima.

2013 – Jornadas de Junho: onda de protestos massivos no Brasil.

2016 – Referendo do Brexit (saída do Reino Unido da União Europeia).

2019 – Incêndios na Amazônia ganham repercussão global e crise diplomática.

2021 – Invasão do Capitólio nos EUA e retomada do Afeganistão pelo Talibã.

2023 – Surgimento em massa e popularização das IAs Generativas (ChatGPT e outros).* Fonte da resposta:

https://share.google/aimode/VI718R8LXwKkFJ49L

** Fonte do comando:

https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/03/uma-trajetoria-de-vida-danilo-bueno-e.html

===

"Interessante observar que, quando se trata de atacar, mesmo

legitimamente, o imperialismo americano, agora em sua versão

mais canhestra da geopolítica da brutalidade, o Palácio do

Planalto e o Itamaraty são extremamente rápidos e

contundentes na expedição de notas condenatórias. Nunca se

viu tamanha celeridade ou similaridade na feitura de notas de

reprovação aos ataques criminosos do tirano de Moscou em

sua guerra de agressão à Ucrânia. Aliás, nunca houve uma

nota sequer lamentando os crimes de guerra e contra a

humanidade praticados em violação flagrante da Carta da

ONU e dos princípios mais elementares do Direito

Internacional pelo Estado terrorista agressor. Tal subserviência

chega a chocar a dignidade da diplomacia brasileira.". Uma

notória disparidade de atitudes: a guerra de regime change no

Irã e a guerra de agressão contra a Ucrânia - por quê?

A disparidade apontada no texto reflete o tensionamento entre a tradição diplomática

brasileira e a atual orientação política de "autonomia ativa" ou "não alinhamento", que

críticos frequentemente classificam como uma assimetria ideológica.

Abaixo, os pontos fundamentais para entender por que o governo brasileiro reage de

formas distintas a esses conflitos:

1. A Doutrina da "Equidistância" vs. Condenação Direta

O governo atual, sob a liderança do Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty),

defende a tese de que o Brasil deve ser um "facilitador da paz".

Na Ucrânia: O Brasil evita notas contundentes contra a Rússia para preservar o papel de

mediador no clube da paz e não antagonizar um parceiro estratégico dos BRICS.

No Irã/EUA: O Brasil tende a ser mais célere em criticar intervenções ocidentais por

interpretá-las como violações da soberania nacional, um pilar clássico da nossa diplomacia

que, neste governo, ganha contornos de crítica ao que chamam de "unilateralismo

americano".

2. A Dependência Estratégica (Fertilizantes e BRICS)

A diplomacia brasileira opera sob um pragmatismo econômico severo em relação à Rússia:

O Brasil é altamente dependente dos fertilizantes russos para manter o agronegócio.Criticar a Rússia com o mesmo rigor despendido contra os EUA ou Israel poderia isolar o

Brasil dentro do bloco BRICS+, que é visto como o contrapeso à hegemonia do G7.

3. A Percepção de "Dois Pesos e Duas Medidas"

O discurso oficial do Planalto frequentemente acusa o Ocidente de hipocrisia. Para o

governo:

A invasão da Ucrânia é vista como uma consequência da expansão da OTAN (visão

compartilhada por setores da esquerda e realistas geopolíticos).

Já as ações dos EUA no Oriente Médio (como o Irã) são lidas como tentativas de regime

change (mudança de regime) puramente predatórias.

4. Crítica à "Subserviência"

O texto menciona que a omissão choca a "dignidade da diplomacia brasileira".

Historicamente, o Itamaraty era conhecido pelo legalismo (apego estrito ao Direito

Internacional). Críticos argumentam que, ao não condenar explicitamente crimes de guerra

documentados na Ucrânia, o Brasil abandona esse legalismo em favor de um alinhamento

tácito com o "Eixo do Sul Global", liderado por China e Rússia.

Análise de Contexto: A disparidade não é apenas uma questão de velocidade, mas

de vocabulário. Notas sobre o Irã ou Gaza costumam usar termos como "genocídio" ou

"agressão ilegal", enquanto sobre a Ucrânia o governo prefere termos neutros como

"conflito" ou "hostilidades".

* Fonte da resposta:

https://share.google/aimode/q2oG7AF6XZDI1OZXp

** Fonte do comando:

https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/03/uma-notoria-disparidade-de-atitudes.html

===

O que teria de mais moralmente abjeto numa eventual volta da

extrema direita bolsonarista ao poder em 2027 — ademais de,

no plano puramente sanitário e da saúde publica, a terrível

perspectiva de novo ciclo de negacionismo vacinal — é a

possibilidade de mais submissão beata e vergonhosa, no

plano da política externa, ao destruidor do multilateralismo

político e econômico, o ignorante pretensioso que se crê

imperador do mundo e que pratica a geopolítica da

brutalidade. “Flávio critica nota do Itamaraty sobre ataque ao

Irã - Revista Oeste. “O Brasil não deve escolher o lado

moralmente errado”, escreveu. Para o senador, “política

externa responsável exige prudência…”. Alinhamento servil a

qualquer potência estrangeira não faz parte de nossas

tradições diplomáticas. A política externa bolsonarista destruiu

o Itamaraty, retirou credibilidade da diplomacia brasileira e nostornou “párias internacionais”. Não aos entreguistas de nossa

soberania. Miséria da diplomacia outra vez?

O texto apresenta uma crítica contundente que contrapõe duas formas de "subserviência"

na política externa brasileira, utilizando o cenário prospectivo de 2026/2027 para ilustrar o

que o autor considera a degradação da diplomacia nacional.

A análise crítica desse posicionamento revela os seguintes eixos:

1. O Embate de "Submissões"

O autor estabelece um paralelo direto entre a postura do atual governo (acusado de

silêncio perante a Rússia) e a postura da extrema-direita bolsonarista (acusada de

alinhamento servil aos EUA/Trump).

A crítica ao Bolsonarismo: O texto foca no conceito de "entreguismo". A política externa

do período 2019-2022 foi marcada pelo abandono do multilateralismo em favor de um

alinhamento ideológico bilateral com a ala conservadora americana. Isso feriu a tradição de

"Estado" do Itamaraty, que historicamente busca autonomia.

O "Lado Moral": A fala do senador Flávio Bolsonaro citada no texto sugere que o "lado

moral" seria o alinhamento com potências ocidentais contra o Irã. O autor rebate isso,

sugerindo que qualquer alinhamento automático — seja ao "imperador do mundo"

(referência a Trump) ou a teocracias/ditaduras — é uma abdicação da soberania.

2. O Conceito de "Pária Internacional"

O termo "pária", mencionado pelo próprio ex-chanceler Ernesto Araújo como algo positivo

na época ("se for para ser pária, que sejamos"), é aqui usado como prova da destruição

da credibilidade diplomática.

Uma diplomacia de Estado busca ser interlocutora de todos.

Quando o Brasil escolhe um "lado" de forma "beata" (religiosa/ideológica), ele perde a

capacidade de mediar conflitos, reduzindo seu peso geopolítico.

3. A Geopolítica da Brutalidade vs. Tradição Diplomática

O texto toca em um ponto nevrálgico: a diferença entre Política Externa de

Governo e Política Externa de Estado.

Tradição: Desde o Barão do Rio Branco, o Brasil preza pela solução pacífica de

controvérsias e pelo não intervencionismo.

Ruptura: Tanto a "geopolítica da brutalidade" (intervenções militares diretas) quanto o

apoio a regimes agressores (como a omissão sobre a Ucrânia mencionada anteriormente)

representam rupturas com essa tradição, embora por caminhos ideológicos opostos.

4. A Perspectiva de 2027: Riscos Apontados

O autor projeta um cenário onde a volta desse grupo ao poder resultaria em:

Negacionismo Científico: Impacto direto na diplomacia da saúde (o Brasil deixando de

ser líder em fóruns como a OMS).Desmonte Institucional: O uso do Itamaraty como ferramenta de guerra cultural

doméstica, em vez de instrumento de promoção comercial e política.

Síntese Crítica

O texto argumenta que a "miséria da diplomacia" ocorre quando o país deixa de olhar para

seus próprios interesses de longo prazo para servir de caixa de ressonância para

potências estrangeiras. O autor parece defender uma terceira via: uma diplomacia que não

seja nem "subserviente ao tirano de Moscou", nem "beata perante o imperador de

Washington".

Pergunta para reflexão: Se a tradição brasileira é a autonomia, seria

possível ao Brasil manter-se neutro em um cenário de polarização extrema

entre EUA/Irã ou Rússia/Ucrânia sem ser acusado de "omissão" por ambos

os lados?

* Fonte da resposta:

https://share.google/aimode/78BdqI4U7CWfBiBpb

** Fonte do comando:

https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/03/miseria-da-diplomacia-outra-vez-paulo.html

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A Rússia como Estado Terrorista, criminoso de guerra: uso de

fósforo branco contra uma cidade inteira.

O uso de substâncias incendiárias, como o fósforo branco, em áreas civis é um dos temas

mais sensíveis e graves do Direito Internacional Humanitário, e as denúncias contra a

Rússia no conflito da Ucrânia elevaram o debate sobre a classificação do país como um

"Estado Terrorista".

Abaixo, apresento uma análise técnica e política sobre essa acusação e o impacto do uso

dessas armas:

1. O Fósforo Branco e o Direito Internacional

O fósforo branco é uma substância química que se inflama espontaneamente em contato

com o oxigênio, gerando um calor de até 800°C e fumaça densa.

Status Legal: Não é classificado estritamente como uma "arma química" sob a Convenção

de Armas Químicas, pois seu efeito primário é térmico (fogo) e não tóxico. No entanto, o

seu uso é regulado pelo Protocolo III da Convenção sobre Certas Armas

Convencionais (CCW).

O Crime de Guerra: O protocolo proíbe o uso de armas incendiárias contra alvos militares

localizados dentro de concentrações de civis. Se uma cidade inteira é atingida, como

sugerem denúncias em locais como Bakhmut e Mariupol, a distinção entre combatente e

civil desaparece, configurando, em tese, um crime de guerra.2. A Classificação de "Estado Terrorista"

O termo "Estado Terrorista" ou "Estado Patrocinador do Terrorismo" é uma designação

política com profundas consequências jurídicas:

Parlamento Europeu e OTAN: Em 2022, o Parlamento Europeu aprovou uma resolução

declarando a Rússia como um "Estado patrocinador do terrorismo" devido aos ataques

deliberados contra infraestrutura civil (energia, água) e o uso de métodos de terror contra a

população.

A Posição dos EUA: Apesar da pressão de Kiev, o governo dos EUA tem evitado essa

classificação formal, pois ela obrigaria o corte total de relações comerciais (incluindo o

setor de energia e grãos) e impediria qualquer negociação diplomática futura.

3. Evidências de Atrocidades e "Brutalidade Geopolítica"

O texto que você citou anteriormente menciona a "geopolítica da brutalidade". No caso

russo, essa brutalidade é documentada por organizações como a Anistia Internacional e

a Human Rights Watch através de:

Bombardeios Indiscriminados: Uso de bombas de fragmentação e munições

termobáricas em áreas densamente povoadas.

Massacres de Civis: Casos como o de Bucha e Irpin, onde foram encontradas evidências

de execuções sumárias.

Ataques à Infraestrutura Crítica: O uso do inverno como arma, destruindo a rede elétrica

para causar sofrimento em massa.

4. A Resposta do Itamaraty e o "Silêncio Eloquente"

A crítica central do seu texto anterior sobre a "subserviência chocante" da diplomacia

brasileira reside aqui:

Enquanto o mundo ocidental utiliza os relatos de fósforo branco e crimes em Bucha para

isolar Moscou, o Brasil tem mantido uma postura de "neutralidade pragmática".

Para os críticos, essa postura não é apenas diplomacia, mas uma omissão moral diante de

violações flagrantes da Carta da ONU, que o Brasil ajudou a redigir e que proíbe

categoricamente a agressão à integridade territorial de Estados soberanos.

Conclusão do Cenário

A utilização de fósforo branco contra cidades não serve a um propósito tático de conquista

territorial, mas sim de desmoralização e terror. Ao não emitir notas contundentes sobre

tais fatos, o Brasil arrisca ser visto como um país que relativiza o Direito Internacional em

função de interesses imediatistas (como o fornecimento de fertilizantes), o que corrobora o

temor de uma "miséria da diplomacia" mencionada por você.

* Fonte da resposta:

https://share.google/aimode/RHcWl3NNk2dMVEDz4

** Fonte do comando:

https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/03/a-russia-como-estado-terrorista.html===

Observação: A lista, acima, foi elaborada por Airton Dirceu Lemmertz (https://www.youtube.com/channel/UCs-

gjkE6stjxaYXbVxL18SA). Todas as respostas foram geradas pela IA Gemini (a IA do Google).


Postagem em destaque

Um mergulho no passado: volto a consultar um livro que me formou 60 anos atrás: Caio Prado Junior, Diretrizes para uma Política Econômica Brasileira (1954)

Estou na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, em São Paulo, mais exatamente na Biblioteca, onde, em 1966, 60 anos atrás, portanto...