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Há 27 minutos
Quinta, 5 de novembro de 2026 às 22:36
s͏o͏r͏S͏t͏o͏d͏e͏p͏n͏1͏4͏3͏i͏9͏8͏a͏g͏l͏1͏u͏8͏4͏7͏f͏6͏0͏0͏0͏5͏ ͏1͏t͏1͏f͏m͏4͏h͏4͏2͏2͏h͏c͏a͏7͏i͏0͏i͏m͏g͏6͏h͏3͏g͏0͏n͏2͏0͏9͏9͏ ·Que maravilha!!! O ignorante achou que o NYT engoliria todas as suas mentiras?
há 2 horas
Quinta, 5 de novembro de 2026 às 20:43
s͏o͏r͏S͏t͏o͏d͏e͏p͏n͏1͏4͏3͏i͏9͏8͏a͏g͏l͏1͏u͏8͏4͏7͏f͏6͏0͏0͏0͏5͏ ͏1͏t͏1͏f͏h͏4͏h͏4͏8͏2͏h͏c͏a͏7͏i͏0͏3͏m͏g͏2͏h͏3͏g͏0͏h͏2͏0͏9͏9͏ ·
W / Brasil (Chama o síndico) · Jorge Ben Jor ·Flávio Bolsonaro concedeu 75 minutos de entrevista à jornalista Ana Ionova, em Miami. Os bolsonaristas anunciaram um grande trunfo. Mas o senador flopou. O jornal não se limitou a ouvi-lo. Confrontou suas declarações com evidências.
1. A FUGA
Flávio: “Não houve ajuda de absolutamente ninguém, de nenhum governo.”
NYT: segundo autoridades americanas, um funcionário da Casa Branca providenciou o jato que o levou a Miami, e Trump autorizou pessoalmente sua entrada.
Flávio: “Como cheguei aqui, vou levar isso comigo para o túmulo.”
2. OS IRMÃOS FORAGIDOS
O jornal usa o verbo fugir para descrever a saída de Flávio e também a de Eduardo Bolsonaro do Brasil. Registra, porém, que Flávio ainda não havia sido formalmente acusado de crime.
3. A FRAUDE ELEITORAL
Flávio: a vitória de Lula foi “matematicamente impossível”.
NYT: ele não apresentou provas. Seu próprio partido reconheceu o resultado, e observadores internacionais atestaram a integridade da eleição.
4. A MATEMÁTICA
Flávio acusa a prorrogação da votação de favorecer Lula.
NYT: ambos os candidatos solicitaram a medida. A prorrogação envolveu cerca de 34 mil votos. Lula venceu por 4,4 milhões!
5. A DERROTA
Flávio: “Perdi para o sistema.”
NYT: não foram encontradas evidências de fraude que sustentassem sua contestação.
6. A PERSEGUIÇÃO
Flávio: “Já sei que o desfecho será a minha prisão.”
NYT: contextualiza a declaração com as investigações em andamento e a ordem de entrega dos passaportes.
7. A POLÍTICA A DISTÂNCIA
Flávio pretende continuar influenciando o Brasil dos Estados Unidos, mas evitou responder se pediria novas pressões de Trump contra o país.
E AQUI VAI MINHA REFLEXÃO.
Como historiadora, aprendi que personagens políticos podem contar a história que quiserem sobre si mesmos. Mas suas narrativas precisam resistir ao confronto com os documentos.
O jornalismo também tem essa obrigação: não apenas ouvir, mas investigar, contextualizar e confrontar.
A história pode ser disputada. Mas os fatos não podem ser simplesmente inventados. Vergonha alheia é como chama?
Fonte: The New York Times, Ana Ionova, 5/11/2026.
Comentário de Vera do Val Galante:
Eu li a reportagem! Será que eles pensam que todo mundo é burro? Que ninguém vai checar as mentiras? O que ele fala é um insulto à inteligência.
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