Eu havia acabado de ler o livro de Liaquat Ahamad: Lords of Finance, sobre os banqueiros centrais dos anos 1920 e início dos 30, que provocaram, por ação ou omissão, a terrível depressão -- não a crise, pois esta "independeu" deles -- provocada por políticas erradas. Soube, então, que os pagamentos por reparações deveriam ter ido, se não fosse pela interrupção do Hitler, até os anos 1980, e num esquema de renegociação ulterior, até o ano 2000. Depois tudo ficou parado.
A história completa segue abaixo...
Paulo Roberto de Almeida
Legacy of Versailles
Germany Closes Book on World War I With Final Reparations Payment
By David Crossland
Der Spiegel, Tuesday, September 28, 2010
Germany will make its last reparations payment for World War I on Oct. 3, settling its outstanding debt from the 1919 Versailles Treaty and quietly closing the final chapter of the conflict that shaped the 20th century.
Oct. 3, the 20th anniversary of German unification, will also mark the completion of the final chapter of World War I with the end of reparations payments 92 years after the country's defeat.
The German government will pay the last instalment of interest on foreign bonds it issued in 1924 and 1930 to raise cash to fulfil the enormous reparations demands the victorious Allies made after World War I.
The reparations bankrupted Germany in the 1920s and the fledgling Nazi party seized on the resulting public resentment against the terms of the Versailles Treaty.
The sum was initially set at 269 billion gold marks, around 96,000 tons of gold, before being reduced to 112 billion gold marks by 1929, payable over a period of 59 years.
Germany suspended annual payments in 1931 during the global financial crisis and Adolf Hitler unsurprisingly declined to resume them when he came to power in 1933.
But in 1953, West Germany agreed at an international conference in London to service its international bond obligations from before World War II. In the years that followed it repaid the principal on the bonds, which had been issued to private and institutional investors in countries including the United States.
Under the terms of the London accord, Germany was allowed to wait until it unified before paying some €125 million in outstanding interest that had accrued on its foreign debt in the years 1945 to 1952. After the Berlin Wall fell and West and East Germany united in 1990, the country dutifully paid that interest off in annual instalments, the last of which comes due on Oct. 3.
"Germany's pre-war foreign debt was paid back by the start of the 1980s, it mainly consisted of foreign bonds. This also applied to the debt of the German Reich, which largely consisted of bonds issued in connection with German reparations debt from World War I," the German Finance Ministry said in a statement.
The Federal Office for Central Services and Unresolved Property Issues, which is in charge of managing outstanding debt, said the payment period covering outstanding interest would expire on Oct. 3.
Hitler Tapped into Sense of Injustice
"It's a historical curiosity that the Versailles Treaty should continue to have a financial impact to this day," Professor Gerd Krumeich, a German historian who has specialized in the World War I, told SPIEGEL ONLINE.
He said Hitler's rise to power had its roots in Germany's deep sense of injustice at the 1919 treaty that gave Germany sole responsibility for the war and forced it to make crippling payments.
"The central factor behind Hitler's seizure of power was his promise 'I'll win this war in the end, I will undo this injustice and tear up this treaty and restore Germany to its old greatness,'" Krumeich said.
"There was tremendous frustration in Germany in the 1920s -- this conflict that cost 2 million lives and left 4 or 5 million wounded is supposed to have been in vain, and it was all our fault? The reparations payments compounded everything. Not only was Germany given the moral blame, it was also supposed to pay an outlandish sum that most people had never even heard of."
France and Britain needed the reparations to repay their own debts. Both countries had borrowed vast sums from the US during the war. Germany only settled about an eighth of its treaty obligations by the time it suspended payments
Temas de relações internacionais, de política externa e de diplomacia brasileira, com ênfase em políticas econômicas, viagens, livros e cultura em geral. Um quilombo de resistência intelectual em defesa da racionalidade, da inteligência e das liberdades democráticas. Ver também minha página: www.pralmeida.net (em construção).
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Rolex, Lolex, Lorex: nao confundir, por favor...
Primeiro a nota de chamada, antes mesmo de ler a matéria:
El rolex que tenía jefe de FARC “Mono Jojoy” es auténtico y vale 13.000 dólares
El reloj Rolex que las autoridades colombianas encontraron en la muñeca izquierda del abatido jefe guerrillero de las FARC alias “Mono Jojoy”, es una pieza auténtica valorada en unos 13.000 dólares, informó el noticiero de televisión Noticias Uno.
Comento agora (PRA):
Bem, pelo menos evidencia o bom gosto e o culto do original, do autêntico, pelo chefe militar de um bando narco-traficante e terrorista (esse pessoal sempre gosta de se exibir).
Não é uma cópia desses "Lolex" que se vendem nas calçadas de Shanghai por 15 dólares, alguns até re-denominados Lorex, que talvez seja uma marca chinesa de prestígio, dentro de mais ou menos 15 anos...
Como os legítimos traficantes de droga, o chefe terrorista usava um Rolex autêntico, desses que os chineses compram nas boutiques de Shanghai por 10 ou 15 mil dólares.
Lorex, ou Lolex, a 15 doláres, ficam para os turistas ocidentais, nas ruas.
O meu Calvin Klein, "Swiss Made", custou 120 yuan, ou seja, 20 dólares, numa lojinha de Suzhou...
Assim, é a vida: vou ter de esperar uma reencarnação como traficante para poder comprar um Rolex legítimo...
Paulo Roberto de Almeida
El rolex que tenía jefe de FARC “Mono Jojoy” es auténtico y vale 13.000 dólares
El reloj Rolex que las autoridades colombianas encontraron en la muñeca izquierda del abatido jefe guerrillero de las FARC alias “Mono Jojoy”, es una pieza auténtica valorada en unos 13.000 dólares, informó el noticiero de televisión Noticias Uno.
Comento agora (PRA):
Bem, pelo menos evidencia o bom gosto e o culto do original, do autêntico, pelo chefe militar de um bando narco-traficante e terrorista (esse pessoal sempre gosta de se exibir).
Não é uma cópia desses "Lolex" que se vendem nas calçadas de Shanghai por 15 dólares, alguns até re-denominados Lorex, que talvez seja uma marca chinesa de prestígio, dentro de mais ou menos 15 anos...
Como os legítimos traficantes de droga, o chefe terrorista usava um Rolex autêntico, desses que os chineses compram nas boutiques de Shanghai por 10 ou 15 mil dólares.
Lorex, ou Lolex, a 15 doláres, ficam para os turistas ocidentais, nas ruas.
O meu Calvin Klein, "Swiss Made", custou 120 yuan, ou seja, 20 dólares, numa lojinha de Suzhou...
Assim, é a vida: vou ter de esperar uma reencarnação como traficante para poder comprar um Rolex legítimo...
Paulo Roberto de Almeida
Corujas produtivas (em Nova York)
Não sou executivo e não vivo em Nova York, mas costumo também ser mais produtivo a noite. No entanto, prefiro trabalhar de forma solitária, acompanhado de Carmen Lícia, que também é uma coruja norturna (e que lê muito mais do que eu...).
Penso melhor na solidão da noite, sem apelos externos, sem demandas extras...
Paulo Roberto de Almeida
TENDÊNCIAS MUNDIAIS
'Corujas' produtivas se unem na noite de NY
Grupo promove colaboração "high-tech" na madrugada
Por JENNA WORTHAM
The New York Times, 2 de agosto de 2010 (FSP)
Os Nightowls (corujas noturnas) de Nova York são uma espécie de grupo de estudos para empresários, profissionais independentes e desenvolvedores de software que se reúnem todas as terças-feiras das 22h às 4h em busca de ideias criativas e espíritos similares.
"O objetivo é vir, inspirar-se, conhecer novas pessoas e trabalhar", disse Amber Lambke, consultora criativa que formou o grupo em abril com Allan Grinshtein, diretor de design de produtos no site de vídeo Blip.tv.
"São seis horas de um período produtivo e ininterrupto em que você está cercado de outras pessoas criativas fazendo coisas incríveis", acrescentou Lambke.
O conceito está pegando. Grupos já se formaram em quase uma dúzia de cidades, como San Francisco, Boston, Estocolmo (Suécia) e Melbourne (Austrália).
Johan Hedberg, consultor de relações públicas de 33 anos de Estocolmo, se interessou por coordenar uma versão local depois que ele viu uma publicação sobre o grupo na internet.
"Tenho muitos amigos e colegas que escrevem livros e trabalham em projetos da web e que ficam sozinhos em casa", disse. "Há muito a ganhar trabalhando com outras pessoas."
Mas trabalhar à noite pode ir além da necessidade de fugir das distrações. Algumas pessoas são "programadas" para ter um melhor desempenho durante a noite, disse Michael Thorpy, diretor do Centro de Distúrbios do Sono e Vigília no Centro Médico Montefiore, no Bronx, em Nova York.
"Nosso ritmo circadiano de sono é afetado pela genética, e todas as pessoas são diferentes", ele disse. Em Nova York, cerca de duas dúzias de pessoas armadas de notebooks e bebidas cafeinadas se reúnem semanalmente na cobertura de um prédio de escritórios em Chinatown. Alguns, como Grinshtein, trabalham em projetos preferidos e empreitadas colaterais. A maioria passa o tempo mergulhada em pensamentos sobre uma tela reluzente.
Os participantes dizem que um espírito de colaboração e camaradagem se infiltra durante a noite, o que pode ser difícil de conseguir durante as horas de trabalho normais.
"Eu não codifico muito bem, e um desenvolvedor trabalhando aqui poderia ser capaz de resolver em 30 segundos um problema que para mim levaria três horas", disse Jonathan Wegener, que cria aplicativos para celulares. "É muito mais fácil conseguir a ajuda de alguém neste ambiente, e é realmente valioso."
O grupo começou em uma noite de abril passado, quando Grinshtein enviou uma mensagem para o Twitter perguntando se alguém queria formar um grupo de trabalho informal. "Em casa eu durmo, fico adiando as coisas e não faço nada", disse. "Eu pensei: 'Deve haver alguém aí fazendo a mesma coisa'."
Lambke, que não conhecia Grinshtein, ficou imediatamente interessada. "Eu vi o 'tuite' e pensei: 'É exatamente do que eu preciso'", ela disse. Uma semana e vários e-mails depois, estava formado o New York Nightowls.
As reuniões são gratuitas, e Lambke e Grinshtein tentam limitar o tamanho do grupo a cerca de 30 pessoas. Eles pedem que os participantes marquem uma visita por meio do Meetup, um serviço que organiza eventos.
Tony Bacigalupo, que dirige um espaço de trabalho compartilhado chamado New Work City, que atende a profissionais autônomos e outros tipos de personalidades independentes, se ofereceu para deixar os Nightowls usarem o escritório sem custo.
"Já existe uma cultura de realizar trabalhos aqui", disse Bacigalupo. "Podemos colocar a música em volume um pouco mais alto à noite, abrir algumas cervejas, mas acho que as pessoas sabem que vêm aqui para se concentrar e produzir coisas."
E há menos distrações do que durante o dia. Até a web fica tranquila. As pessoas se sentem menos instigadas a verificar o Twitter, o Facebook ou as mensagens instantâneas.
"Quando você não tem seus colegas constantemente a interrompê-lo e menos amigos entediados no trabalho e no MSN é mais fácil fazer as coisas", disse Montana Low, o principal cientista da RescueTime, que faz software para produtividade.
"Muita gente tem problemas com esse tipo de distração, e todo o mundo procura maneiras de produzir um pouco mais durante um dia."
Em uma jornada de trabalho média no escritório, a maioria das pessoas visita cerca de 40 websites, que vão de redes sociais a portais de compras e entretenimento, segundo a RescueTime, que estuda os hábitos de 200 mil pessoas que baixaram seu software.
A frequência com que as pessoas saltitam na internet desacelera quase pela metade durante as primeiras horas da manhã, disse Low. Segundo Thorpy, muitas pessoas experimentam surtos de atividade duas ou três horas antes de dormir.
"Se isso combinar com seu estilo de vida, pode dar muito certo", ele disse. "Uma grande parte do início do dia para elas é quando as coisas se acalmam."
As sessões dos Nightowls duram enquanto houver pessoas trabalhando. "Ficamos abertos até eu me cansar", disse Grinshtein.
Lambke, que admite que na maioria das semanas não fica além de 1h ou 2h da manhã, disse que qualquer pessoa que precisar de um cochilo rápido pode se retirar para uma cadeira-saco muito confortável. "Talvez sejamos meio louco", ela disse. "Mas é divertido."
"Somos nova-iorquinos", acrescentou Grinshtein. "De qualquer jeito não dormimos muito."
Penso melhor na solidão da noite, sem apelos externos, sem demandas extras...
Paulo Roberto de Almeida
TENDÊNCIAS MUNDIAIS
'Corujas' produtivas se unem na noite de NY
Grupo promove colaboração "high-tech" na madrugada
Por JENNA WORTHAM
The New York Times, 2 de agosto de 2010 (FSP)
Os Nightowls (corujas noturnas) de Nova York são uma espécie de grupo de estudos para empresários, profissionais independentes e desenvolvedores de software que se reúnem todas as terças-feiras das 22h às 4h em busca de ideias criativas e espíritos similares.
"O objetivo é vir, inspirar-se, conhecer novas pessoas e trabalhar", disse Amber Lambke, consultora criativa que formou o grupo em abril com Allan Grinshtein, diretor de design de produtos no site de vídeo Blip.tv.
"São seis horas de um período produtivo e ininterrupto em que você está cercado de outras pessoas criativas fazendo coisas incríveis", acrescentou Lambke.
O conceito está pegando. Grupos já se formaram em quase uma dúzia de cidades, como San Francisco, Boston, Estocolmo (Suécia) e Melbourne (Austrália).
Johan Hedberg, consultor de relações públicas de 33 anos de Estocolmo, se interessou por coordenar uma versão local depois que ele viu uma publicação sobre o grupo na internet.
"Tenho muitos amigos e colegas que escrevem livros e trabalham em projetos da web e que ficam sozinhos em casa", disse. "Há muito a ganhar trabalhando com outras pessoas."
Mas trabalhar à noite pode ir além da necessidade de fugir das distrações. Algumas pessoas são "programadas" para ter um melhor desempenho durante a noite, disse Michael Thorpy, diretor do Centro de Distúrbios do Sono e Vigília no Centro Médico Montefiore, no Bronx, em Nova York.
"Nosso ritmo circadiano de sono é afetado pela genética, e todas as pessoas são diferentes", ele disse. Em Nova York, cerca de duas dúzias de pessoas armadas de notebooks e bebidas cafeinadas se reúnem semanalmente na cobertura de um prédio de escritórios em Chinatown. Alguns, como Grinshtein, trabalham em projetos preferidos e empreitadas colaterais. A maioria passa o tempo mergulhada em pensamentos sobre uma tela reluzente.
Os participantes dizem que um espírito de colaboração e camaradagem se infiltra durante a noite, o que pode ser difícil de conseguir durante as horas de trabalho normais.
"Eu não codifico muito bem, e um desenvolvedor trabalhando aqui poderia ser capaz de resolver em 30 segundos um problema que para mim levaria três horas", disse Jonathan Wegener, que cria aplicativos para celulares. "É muito mais fácil conseguir a ajuda de alguém neste ambiente, e é realmente valioso."
O grupo começou em uma noite de abril passado, quando Grinshtein enviou uma mensagem para o Twitter perguntando se alguém queria formar um grupo de trabalho informal. "Em casa eu durmo, fico adiando as coisas e não faço nada", disse. "Eu pensei: 'Deve haver alguém aí fazendo a mesma coisa'."
Lambke, que não conhecia Grinshtein, ficou imediatamente interessada. "Eu vi o 'tuite' e pensei: 'É exatamente do que eu preciso'", ela disse. Uma semana e vários e-mails depois, estava formado o New York Nightowls.
As reuniões são gratuitas, e Lambke e Grinshtein tentam limitar o tamanho do grupo a cerca de 30 pessoas. Eles pedem que os participantes marquem uma visita por meio do Meetup, um serviço que organiza eventos.
Tony Bacigalupo, que dirige um espaço de trabalho compartilhado chamado New Work City, que atende a profissionais autônomos e outros tipos de personalidades independentes, se ofereceu para deixar os Nightowls usarem o escritório sem custo.
"Já existe uma cultura de realizar trabalhos aqui", disse Bacigalupo. "Podemos colocar a música em volume um pouco mais alto à noite, abrir algumas cervejas, mas acho que as pessoas sabem que vêm aqui para se concentrar e produzir coisas."
E há menos distrações do que durante o dia. Até a web fica tranquila. As pessoas se sentem menos instigadas a verificar o Twitter, o Facebook ou as mensagens instantâneas.
"Quando você não tem seus colegas constantemente a interrompê-lo e menos amigos entediados no trabalho e no MSN é mais fácil fazer as coisas", disse Montana Low, o principal cientista da RescueTime, que faz software para produtividade.
"Muita gente tem problemas com esse tipo de distração, e todo o mundo procura maneiras de produzir um pouco mais durante um dia."
Em uma jornada de trabalho média no escritório, a maioria das pessoas visita cerca de 40 websites, que vão de redes sociais a portais de compras e entretenimento, segundo a RescueTime, que estuda os hábitos de 200 mil pessoas que baixaram seu software.
A frequência com que as pessoas saltitam na internet desacelera quase pela metade durante as primeiras horas da manhã, disse Low. Segundo Thorpy, muitas pessoas experimentam surtos de atividade duas ou três horas antes de dormir.
"Se isso combinar com seu estilo de vida, pode dar muito certo", ele disse. "Uma grande parte do início do dia para elas é quando as coisas se acalmam."
As sessões dos Nightowls duram enquanto houver pessoas trabalhando. "Ficamos abertos até eu me cansar", disse Grinshtein.
Lambke, que admite que na maioria das semanas não fica além de 1h ou 2h da manhã, disse que qualquer pessoa que precisar de um cochilo rápido pode se retirar para uma cadeira-saco muito confortável. "Talvez sejamos meio louco", ela disse. "Mas é divertido."
"Somos nova-iorquinos", acrescentou Grinshtein. "De qualquer jeito não dormimos muito."
E por falar em Venezuela: la economia al reves...
Sempre me surpreendo com as "lições de economia" do Professor Chávez.
Os chineses fizeram o que se poderia chamar de "negócio da China".
Deuda con China sacrificará $6.000 millones en 2011
Emprestaram, de forma condicional, 20 bilhões de dólares (na verdade, yuans) aos venezuelanos, e vão receber quantidades crescentes de petróleo, nos próximos vinte anos. Tem também minério de ferro.
Se o Chávez não falhar na entrega do petróleo, os chineses fizeram o melhor negócio que poderiam esperar...
Essa economia da Venezuela só pode ir para o brejo...
Paulo Roberto de Almeida
Deuda con China sacrificará $6.000 millones en 2011
Guia.Com.Ve, 29/09.2010
El Gobierno deberá sacrificar 6.000 millones de dólares en ingresos fiscales, correspondientes al ejercicio 2011, para comenzar a pagar el préstamo de 20.000 millones de dólares que se acordó con la República Popular China, denunció el director de la Escuela de Economía de la Universidad Central de Venezuela (UCV), José Guerra.
El economista manifestó que el cálculo se basa en que Venezuela deberá suministrar 250.000 barriles diarios de petróleo a la nación asiática, como parte de pago, durante el año que viene.
Si se toma como referencia un precio promedio de 70 dólares por barril, que es una expectativa my factible según el economista, Venezuela dejará de obtener la cifra mencionada.
Como el convenio con China establece un suministro de petróleo incremental en el tiempo, de acuerdo con los cálculos de Guerra, con el mismo precio petrolero de referencia, Venezuela dejará de percibir 7.000 millones de dólares en 2012.
Lo anterior se deriva de que los envíos de crudo a la potencia asiática deberán elevarse a 300.000 barriles por día.
En consecuencia, Guerra estima, que Venezuela pagará 13.000 millones de dólares a China, en solo dos años, período en el cual solamente habrá recibido el 50% del préstamo acordado por 20.000 de dólares. Esto significa que al cierre de 2012 Venezuela habrá pagado 3.000 millones de dólares excedentarios.
A juicio de Guerra, comprometer la producción petrolera de esta manera configura un claro daño al patrimonio de la República, porque los Chinos hicieron el mejor negocio a costa de las insaciables necesidades fiscales del gobierno venezolano.
Condiciones del acuerdo
El acuerdo entre ambas naciones, firmado el pasado 10 de septiembre en Beijing, contempla que Pdvsa se obliga a venderle petróleo a China National United Oil hasta el 2012, con un tope de 300.000 barriles diarios para esa fecha. Mientras que para 2011 se estiman envíos de crudo por el orden de 250.000 barriles por día. Actualmente, según datos oficiales, Venezuela suministra cerca de 200.000 barriles diarios.
El acuerdo corresponde a dos líneas de créditos, una por 10.000 millones de dólares y otra por 70.000 millones de Yuan (10.200 millones de dólares).
El presidente Hugo Chávez anunció la semana pasada que de este préstamo fueron ya depositados por China 4.000 millones de dólares, destinados ya al 'reimpulso y aceleración de una serie de obras (públicas) y el inicio de otras', añadió sin más detalles.
Analistas del entorno petróleo aseguran que no está muy claro de donde provendrán los hidrocarburos que se requieren para honrar el compromiso con los asiáticos, toda vez que la decaída producción petrolera no muestra síntomas de recuperación, pese a las múltiples asociaciones que ha logrado la estatal petrolera venezolana para materializar proyectos en la Faja del Orinoco, que no logran despegar.
¿Qué hacer con los Yuanes?
Una de las condiciones del acuerdo que más preocupa al director de la escuela de economía de la UCV es que el 50% de la erogación se hará en Yuanes (moneda de curso legal en China), toda vez que esta es una moneda no convertible en cualquier país del mundo, según Guerra, por lo tanto los 10.000 millones de dólares que el gobierno chino entregará en yuanes sólo podrán gastarse en la adquisición de productos del país asiático.
El académico coloca como ejemplo la reciente compra de electrodomésticos a la empresa China Haier, que constituyó un excelente negocio para una economía que está buscando mercados para colocar sus crecientes volúmenes de producción industrial.
Guerra insiste en que pedir prestado para importar bienes y servicios sólo contribuye a reactivar las economías de otros países, pues la inflación y la sobrevaluación del bolívar atentan contra a competitividad de la economía nacional, haciendo imposible producir bienes locales.
===============
WISCO and Venezuela agree iron ore contract price for 2010
Steel Orbis, Wednesday, 21 July 2010
At the end of June this year, Venezuela sent a delegation to China to carry out negotiations regarding iron ore contracts with Hubei Province-based Chinese steelmaker Wuhan Iron and Steel Co. (WISCO). The WISCO and Venezuelan representatives have lately reached agreement on contract iron ore prices for the whole of 2010. Compared with the iron ore price Japan and South Korea contracted with Vale, the price agreed by WISCO and Venezuela is $20 lower. This means that WISCO could save up to RMB 400 million (about $59 million) by importing iron ore from Venezuela in 2010.
Compared with Brazilian iron ore, Venezuela's iron ore is of a high grade. In October 2009, International Economic and Trading Corporation, a subsidiary of WISCO signed a seven-year contract with the CVG mining company of Venezuela, for a total volume of 40 million mt of iron ore. In December 2009, WISCO received priority from CVG as regards iron ore purchases.
The Venezuelan contract reduces the pressure on WISCO from the three main mining giants - Vale, BHP Billiton and Rio Tinto - and also eases the pressure on the Brazilian ship route.
Os chineses fizeram o que se poderia chamar de "negócio da China".
Deuda con China sacrificará $6.000 millones en 2011
Emprestaram, de forma condicional, 20 bilhões de dólares (na verdade, yuans) aos venezuelanos, e vão receber quantidades crescentes de petróleo, nos próximos vinte anos. Tem também minério de ferro.
Se o Chávez não falhar na entrega do petróleo, os chineses fizeram o melhor negócio que poderiam esperar...
Essa economia da Venezuela só pode ir para o brejo...
Paulo Roberto de Almeida
Deuda con China sacrificará $6.000 millones en 2011
Guia.Com.Ve, 29/09.2010
El Gobierno deberá sacrificar 6.000 millones de dólares en ingresos fiscales, correspondientes al ejercicio 2011, para comenzar a pagar el préstamo de 20.000 millones de dólares que se acordó con la República Popular China, denunció el director de la Escuela de Economía de la Universidad Central de Venezuela (UCV), José Guerra.
El economista manifestó que el cálculo se basa en que Venezuela deberá suministrar 250.000 barriles diarios de petróleo a la nación asiática, como parte de pago, durante el año que viene.
Si se toma como referencia un precio promedio de 70 dólares por barril, que es una expectativa my factible según el economista, Venezuela dejará de obtener la cifra mencionada.
Como el convenio con China establece un suministro de petróleo incremental en el tiempo, de acuerdo con los cálculos de Guerra, con el mismo precio petrolero de referencia, Venezuela dejará de percibir 7.000 millones de dólares en 2012.
Lo anterior se deriva de que los envíos de crudo a la potencia asiática deberán elevarse a 300.000 barriles por día.
En consecuencia, Guerra estima, que Venezuela pagará 13.000 millones de dólares a China, en solo dos años, período en el cual solamente habrá recibido el 50% del préstamo acordado por 20.000 de dólares. Esto significa que al cierre de 2012 Venezuela habrá pagado 3.000 millones de dólares excedentarios.
A juicio de Guerra, comprometer la producción petrolera de esta manera configura un claro daño al patrimonio de la República, porque los Chinos hicieron el mejor negocio a costa de las insaciables necesidades fiscales del gobierno venezolano.
Condiciones del acuerdo
El acuerdo entre ambas naciones, firmado el pasado 10 de septiembre en Beijing, contempla que Pdvsa se obliga a venderle petróleo a China National United Oil hasta el 2012, con un tope de 300.000 barriles diarios para esa fecha. Mientras que para 2011 se estiman envíos de crudo por el orden de 250.000 barriles por día. Actualmente, según datos oficiales, Venezuela suministra cerca de 200.000 barriles diarios.
El acuerdo corresponde a dos líneas de créditos, una por 10.000 millones de dólares y otra por 70.000 millones de Yuan (10.200 millones de dólares).
El presidente Hugo Chávez anunció la semana pasada que de este préstamo fueron ya depositados por China 4.000 millones de dólares, destinados ya al 'reimpulso y aceleración de una serie de obras (públicas) y el inicio de otras', añadió sin más detalles.
Analistas del entorno petróleo aseguran que no está muy claro de donde provendrán los hidrocarburos que se requieren para honrar el compromiso con los asiáticos, toda vez que la decaída producción petrolera no muestra síntomas de recuperación, pese a las múltiples asociaciones que ha logrado la estatal petrolera venezolana para materializar proyectos en la Faja del Orinoco, que no logran despegar.
¿Qué hacer con los Yuanes?
Una de las condiciones del acuerdo que más preocupa al director de la escuela de economía de la UCV es que el 50% de la erogación se hará en Yuanes (moneda de curso legal en China), toda vez que esta es una moneda no convertible en cualquier país del mundo, según Guerra, por lo tanto los 10.000 millones de dólares que el gobierno chino entregará en yuanes sólo podrán gastarse en la adquisición de productos del país asiático.
El académico coloca como ejemplo la reciente compra de electrodomésticos a la empresa China Haier, que constituyó un excelente negocio para una economía que está buscando mercados para colocar sus crecientes volúmenes de producción industrial.
Guerra insiste en que pedir prestado para importar bienes y servicios sólo contribuye a reactivar las economías de otros países, pues la inflación y la sobrevaluación del bolívar atentan contra a competitividad de la economía nacional, haciendo imposible producir bienes locales.
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WISCO and Venezuela agree iron ore contract price for 2010
Steel Orbis, Wednesday, 21 July 2010
At the end of June this year, Venezuela sent a delegation to China to carry out negotiations regarding iron ore contracts with Hubei Province-based Chinese steelmaker Wuhan Iron and Steel Co. (WISCO). The WISCO and Venezuelan representatives have lately reached agreement on contract iron ore prices for the whole of 2010. Compared with the iron ore price Japan and South Korea contracted with Vale, the price agreed by WISCO and Venezuela is $20 lower. This means that WISCO could save up to RMB 400 million (about $59 million) by importing iron ore from Venezuela in 2010.
Compared with Brazilian iron ore, Venezuela's iron ore is of a high grade. In October 2009, International Economic and Trading Corporation, a subsidiary of WISCO signed a seven-year contract with the CVG mining company of Venezuela, for a total volume of 40 million mt of iron ore. In December 2009, WISCO received priority from CVG as regards iron ore purchases.
The Venezuelan contract reduces the pressure on WISCO from the three main mining giants - Vale, BHP Billiton and Rio Tinto - and also eases the pressure on the Brazilian ship route.
terça-feira, 28 de setembro de 2010
E por falar em eleicoes manipuladas... (Venezuela, por supuesto)
Chávez se atraganta con su ley electoral
El País, 28/09/10
Caracas - Hugo Chávez está enfadado, muy enfadado. Los resultados electorales del domingo le han torcido el gesto. No tanto por la resurrección de la oposición -que logró 65 diputados de los 165 en juego-, ni siquiera porque los 98 obtenidos por su partido no son suficientes para legislar a su antojo, sino porque la forma de ganar, mediante una ley electoral diseñada a su medida hace solo un año, ha dejado al descubierto su particular manera de usar la democracia. El enfado de Chávez se desató en la tarde del lunes, ante una pregunta de una periodista venezolana.
Más que una pregunta, era “la” pregunta: “La diferencia entre los votos obtenidos por su partido, el Partido Socialista Unido de Venezuela (PSUV), y los que ha logrado la Mesa de la Unidad Democrática (MUD) es de apenas 100.000. Y es difícil de entender que habiendo obtenido casi el mismo número de votos, la oposición haya alcanzado 37 escaños menos que el PSUV [finalmente sería de 33 la diferencia]. Me pregunto si se estaría confirmando la tesis de la oposición que sostiene que la redistribución de los circuitos electorales se hizo con la intención de favorecer al PSUV o que quizá el voto del PSUV vale por dos…”. ¿Qué le respondió Chávez? Nada. No supo que responderle y, fiel a su estilo, arremetió contra ella.
La acusó de no conocer la Constitución, de pertenecer a un medio que difunde mentiras, de no prestar atención y formular “preguntas gelatinosas que no tienen fundamentación lógica”, de vivir en la Luna, de manipular… Entre exabrupto y exabrupto -coreado por parte de los miembros de su gobierno y de los periodistas del régimen que le ríen las gracias-, Hugo Chávez intentaba responder, cambiaba papeles de sitio, se removía en su silla, agarraba un lápiz o invitaba a Andreína Flores, la periodista, a tomarse el café que le acababan de servir…
Pero el comandante presidente no hallaba una respuesta lógica… y al final decidió tirar por lo alto: acusó a quienes formulan esas preguntas de obedecer a oscuros intereses desestabilizadores que “lo que buscan es quitarle el petróleo a Venezuela para entregárselo a los yanquis…”. Pero no respondió. Tal vez porque no había forma de hacerlo: con la ley anterior y estos mismos resultados, el PSUV y la Mesa de la Unidad hubiesen empatado a 80 diputados. Pero él reformó la ley de tal forma que en las zonas más proclives a su gestión un diputado valga menos votos que en las demarcaciones donde nunca ganó. El resultado no puede ser más claro: una victoria de 98 a 65 con el mismo número de votos.
Lo cierto es que el presidente, que estuvo 24 horas en silencio digiriendo en la intimidad el mal resultado, está dispuesto a utilizar los meses que le quedan hasta enero -fecha en que se constituirá la nueva Asamblea Nacional- para aprovechar la mayoría absoluta que todavía tiene. El jefe del comando Bolívar y diputado Aristóbulo Istúriz se lo advirtió así a la oposición: “Vamos a legislar hasta el último día, así que prepárense”. Y Chávez, una vez se iba reponiendo del mal trago, desafiaba a la oposición a que convocara un referéndum para revocar su mandato: “Como son mayoría y ya yo cumplí tres años de este periodo, yo les hago un reto: ¡convoquen ya un revocatorio! ¿Para qué van a esperar dos años para sacarme? Dentro de dos años será más difícil, porque lo que viene es joropo, así que vayan comprando alpargatas”.
El País, 28/09/10
Caracas - Hugo Chávez está enfadado, muy enfadado. Los resultados electorales del domingo le han torcido el gesto. No tanto por la resurrección de la oposición -que logró 65 diputados de los 165 en juego-, ni siquiera porque los 98 obtenidos por su partido no son suficientes para legislar a su antojo, sino porque la forma de ganar, mediante una ley electoral diseñada a su medida hace solo un año, ha dejado al descubierto su particular manera de usar la democracia. El enfado de Chávez se desató en la tarde del lunes, ante una pregunta de una periodista venezolana.
Más que una pregunta, era “la” pregunta: “La diferencia entre los votos obtenidos por su partido, el Partido Socialista Unido de Venezuela (PSUV), y los que ha logrado la Mesa de la Unidad Democrática (MUD) es de apenas 100.000. Y es difícil de entender que habiendo obtenido casi el mismo número de votos, la oposición haya alcanzado 37 escaños menos que el PSUV [finalmente sería de 33 la diferencia]. Me pregunto si se estaría confirmando la tesis de la oposición que sostiene que la redistribución de los circuitos electorales se hizo con la intención de favorecer al PSUV o que quizá el voto del PSUV vale por dos…”. ¿Qué le respondió Chávez? Nada. No supo que responderle y, fiel a su estilo, arremetió contra ella.
La acusó de no conocer la Constitución, de pertenecer a un medio que difunde mentiras, de no prestar atención y formular “preguntas gelatinosas que no tienen fundamentación lógica”, de vivir en la Luna, de manipular… Entre exabrupto y exabrupto -coreado por parte de los miembros de su gobierno y de los periodistas del régimen que le ríen las gracias-, Hugo Chávez intentaba responder, cambiaba papeles de sitio, se removía en su silla, agarraba un lápiz o invitaba a Andreína Flores, la periodista, a tomarse el café que le acababan de servir…
Pero el comandante presidente no hallaba una respuesta lógica… y al final decidió tirar por lo alto: acusó a quienes formulan esas preguntas de obedecer a oscuros intereses desestabilizadores que “lo que buscan es quitarle el petróleo a Venezuela para entregárselo a los yanquis…”. Pero no respondió. Tal vez porque no había forma de hacerlo: con la ley anterior y estos mismos resultados, el PSUV y la Mesa de la Unidad hubiesen empatado a 80 diputados. Pero él reformó la ley de tal forma que en las zonas más proclives a su gestión un diputado valga menos votos que en las demarcaciones donde nunca ganó. El resultado no puede ser más claro: una victoria de 98 a 65 con el mismo número de votos.
Lo cierto es que el presidente, que estuvo 24 horas en silencio digiriendo en la intimidad el mal resultado, está dispuesto a utilizar los meses que le quedan hasta enero -fecha en que se constituirá la nueva Asamblea Nacional- para aprovechar la mayoría absoluta que todavía tiene. El jefe del comando Bolívar y diputado Aristóbulo Istúriz se lo advirtió así a la oposición: “Vamos a legislar hasta el último día, así que prepárense”. Y Chávez, una vez se iba reponiendo del mal trago, desafiaba a la oposición a que convocara un referéndum para revocar su mandato: “Como son mayoría y ya yo cumplí tres años de este periodo, yo les hago un reto: ¡convoquen ya un revocatorio! ¿Para qué van a esperar dos años para sacarme? Dentro de dos años será más difícil, porque lo que viene es joropo, así que vayan comprando alpargatas”.
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