segunda-feira, 9 de abril de 2018

Relacoes internacionais e politica externa do Brasil: primeira edicao quase esgotada

Este meu livro:
Relações internacionais e política externa do Brasil: a diplomacia brasileira no contexto da globalização
(Rio de Janeiro: Editora LTC, 2012, xx+307 p.; ISBN: 978-85-216-2001-3), 
já vendeu quase toda a edição, segundo demonstrativo que acabo de receber da Editora LTC (Grupo Editorial Nacional): 

Demonstrativo da movimentação da obra:
Na edição: 1.500
Vendas acumuladas (até apuração Set/2017): 1.160
Vendas entre Out/2017 e Mar/2018: 10
Saldo atual: 188

Mais um pouco preciso pensar em fazer uma nova edição.
Paulo Roberto de Almeida 

Relações internacionais e política externa do Brasil: a diplomacia brasileira no contexto da globalização
(Rio de Janeiro: Editora LTC, 2012, xx+307 p.; ISBN: 978-85-216-2001-3)

Paulo Roberto de Almeida

Sumário

Parte I: Metodologia das relações internacionais
1. Introdução ao estudo das relações internacionais do Brasil  
2. Historiografia brasileira de relações internacionais  
Parte II: O Brasil no contexto da economia global
3. Diplomacia comercial: de Bretton Woods e Havana aos impasses da OMC  
4. Os acordos regionais e o sistema multilateral de comércio
5. Diplomacia financeira: o Brasil e o FMI, de 1944 a 2011
6. As crises financeiras internacionais e o Brasil, desde 1928
Parte III: A ordem global e a política externa do Brasil
7. A ordem política e econômica mundial do início do século 21
8. A diplomacia brasileira no contexto da governança global
9. A sociologia institucional do multilateralismo brasileiro (1815-2011) 
Bibliografia de relações internacionais e de política externa do Brasil

Um livro é como uma garrafa jogada ao mar...
Esta aqui foi lançada pela primeira vez em 1998 e novamente atirada ao largo
em 2004. Ao que parece, encontrou pela frente muitas ilhas acolhedoras, algumas
enseadas intelectuais, vários portos, talvez um ou dois continentes acadêmicos, tanto
que terminou por desaparecer…
A garrafa que é agora lançada, com novo rótulo e um conteúdo algo modificado
(espero que para melhor, ou pelo menos mais amadurecido), está destinada a navegar
por mais alguns anos, a caminho da minha Ítaca dos livros, uma meta intelectual inatingível...
                Parte I: Metodologia das relações internacionais
1. Introdução ao estudo das relações internacionais do Brasil      3
1.1. O tema        4
1.2. Os conceitos        8
1.3. Os métodos        12
1.4. As fontes        15
1.5. Periodização temática    18

2. Historiografia brasileira de relações internacionais      24
2.1. Relações internacionais do Brasil: da diplomacia à academia    25
2.2. Pandiá Calógeras: o Clausewitz da política externa    27
2.3. Hélio Vianna: as elites bem comportadas    34
2.4. Delgado de Carvalho: o fatual de qualidade    38
2.5. A reorientação dos estudos de relações internacionais    42
2.6. Cervo e Bueno: o ideal desenvolvimentista    47
2.7. José Honório Rodrigues: a recuperação da história diplomática    52
2.8. Novas etapas: da academia de volta à diplomacia?    55
2.9. Produção recente: acadêmicos e diplomatas em constante diálogo    59

                Parte II: O Brasil no contexto da economia global
3. Diplomacia comercial: de Bretton Woods e Havana aos impasses da OMC      71
31. A reconstrução econômica do pós-guerra: entre protecionismo e liberalismo     72
3.2. De Bretton Woods a Havana    74
3.3. OIC: a primeira organização para o comércio mundial    75
3.4. O GATT e as rodadas de negociações tarifárias    77
3.5. Comércio desigual: os países em desenvolvimento    79
3.6. A Rodada Uruguai: os novos temas e a agricultura    80
3.7. O surgimento de uma nova organização para o comércio: a OMC    82
3.8. Uma nova configuração para o comércio internacional     84
3.9. A Organização Mundial do Comércio: a última das três irmãs    87
3.10. A OMC: mais democrática que as instituições de Bretton Woods?    89
3.11. A longa agonia da Rodada Doha: a OMC em crise institucional?    92
3.12. O fim de Bretton Woods?: um sistema aparentemente mais justo    94

4. Os acordos regionais e o sistema multilateral de comércio    99
4.1. História: blocos políticos, regionalismo, integração econômica    99
4.2. Evolução da integração econômica: um itinerário com altos e baixos    100
4.3. O regionalismo: fenômeno político, processo econômico    105
4.4. Tendências da integração regional: suposições em tons de cinza    112
4.5. Perigos do regionalismo comercial: o minilateralismo como ameaça    117
4.6. Protecionismo na prática: industrialização à la List    119
4.7. O minilateralismo entra em cena: regionalização e globalização    121
4.8. Minilateralismo regional: estratégias de liberalização comercial    122
4.9. O futuro do minilateralismo: uma agenda em aberto    123

5. Diplomacia financeira: o Brasil e o FMI, de 1944 a 2011    125
5.1. Os dois conceitos de Bretton Woods: instituições e políticas    126
5.2. O sistema monetário internacional desde a conferência de Bretton Woods    127
5.3. A crise do sistema monetário internacional e o “não-sistema” pós-1973    128
5.4. Condicionalidades econômicas e soberania: o modelo de Bretton Woods    129
5.5. O “modelo de Bretton Woods” e a arquitetura financeira internacional    130
5.6. O Brasil em Bretton Woods: sem a dimensão do desenvolvimento    132
5.7. O FMI em sua primeira fase: inconsistências sistêmicas    133
5.8. Juscelino Kubitschek dá inicio à demonização do FMI    134
5.9. O regime militar e o FMI: boas relações, sem dependência    134
5.10. O Brasil redemocratizado e o FMI: más relações, com dependência    137
5.11. Encontros e desencontros dos anos 1990: o FMI e as crises financeiras    138
5.12. Outubro-dezembro de 1998: o Brasil volta ao FMI    139
5.13. Crise argentina e efeito Lula: o Brasil torna-se o maior cliente do FMI    140
5.14. O Brasil enfrenta as crises financeiras do novo milênio    142
Anexos: Acordos e relações do Brasil com o FMI, 1944-2011    146
    
Quadro 5.1: Brasil: histórico do relacionamento com o FMI, 1944-2011    146
    
Quadro 5.2: Brasil: acordos formais estabelecidos com o FMI, 1958-2010    148

6. As crises financeiras internacionais e o Brasil, desde 1928    150
6.1. Questões sistêmicas relativas às crises financeiras    151
6.2. A “mãe” de todas crises financeiras: 1928-1939    153
6.3. A crise de Bretton Woods e seus efeitos sistêmicos: 1965-1975    155
6.4. O centro adoece, a periferia entra em colapso: 1979-1989    155
6.5. Globalização financeira, desequilíbrios cambiais: 1994-2002    156
6.6. O centro tropeça, os emergentes deslancham: 2005-2011    158
6.7. Elementos comuns às crises financeiras nas economias de mercado    161
    
Quadro 6.1: Características comuns às crises financeiras    161
6.8. O debate político sobre os requerimentos da estabilidade financeira    162
    
Quadro 6.2: Ideias e princípios em confronto no terreno econômico-financeiro    163
6.9. O Brasil e a globalização financeira    164
    
Quadro 6.3: Esquema estilizado das crises financeiras internacionais, 1929-1975    167
    
Quadro 6.4: Esquema estilizado das crises financeiras internacionais, 1982-2011    168

                Parte III: A ordem global e a política externa do Brasil
7. A ordem política e econômica mundial do início do século 21    171
7.1. A ordem política mundial: novos problemas, velhas soluções?     171
7.1.1. Segurança estratégica    173
7.1.2. Relações entre as grandes potências    178
7.1.3. Conflitos regionais    180
7.1.4. Cooperação política e militar nos hot-spots    180
7.2. A ordem econômica mundial: velhos problemas, novas soluções?     186
7.2.1. Regulação cooperativa das relações econômicas internacionais    188
7.2.2. Assimetrias de desenvolvimento    189
7.2.3. Cooperação multilateral e Objetivos do Milênio    190
7.3. A ordem política e econômica mundial e a diplomacia brasileira    192
7.3.1. Crescimento econômico    193
7.3.2. Investimentos    194
7.3.3. Acesso a mercados    195
7.3.4. Integração regional    196
7.3.5. Recursos energéticos    197
7.3.6. Segurança e estabilidade    198

8. O Brasil no contexto da governança global    200
8.1. A governança global em transição    200
8.2. O Brasil no contexto da governança formal    203
8.2.1. Segurança e estabilidade    203
8.2.2. Funcionamento da economia mundial    204
8.2.3. Cooperação política em favor do desenvolvimento    206
8.2.4. Instrumentos regionais de cooperação e de integração    207
8.3. A construção de uma governança alternativa    207
8.4. Possibilidades de reorganização institucional    210

9. A sociologia institucional do multilateralismo brasileiro (1815-2011)     213
9.1. A diplomacia econômica do Brasil no contexto mundial    213
9.2. As relações internacionais do ponto de vista da diplomacia econômica    216
9.3. Relações econômicas internacionais do Brasil em perspectiva histórica    219
9.4. As novas bases da diplomacia econômica multilateral    221
9.5. O Brasil no sistema econômico internacional; rupturas e continuidades    223
9.6. Acordos multilaterais e instituições internacionais de 1815 a 2011    226
9.6.1. Instituições de cooperação Universal    228
9.6.2. Organização do comércio e da produção    233
9.6.3. Moeda, finanças e investimentos    252
9.6.4. Contratos, pagamentos, solução de controvérsias    257
9.6.5. Gestão de recursos comuns e proteção do meio ambiente    261
9.6.6. Acordos de natureza militar (com impacto econômico)    266
9.6.7. Acordos de cunho humanitário e social (com impacto econômico)    269
9.7. Perfil institucional do multilateralismo econômico do Brasil, 1856-2011    270
9.8. As relações econômicas internacionais do Brasil na era da globalização    278

Bibliografia de relações internacionais e de política externa do Brasil    280
Índice , 298
Editora LTC - Grupo GEN
Web page: 
www.grupogen.com.br

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