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quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

24 pecados da vida política brasileira examinados por Madame IA - Paulo Roberto de Almeida e Airton Dirceu Lemmertz

 Madame IA (que ainda é uma Lady, mas deve logo logo virar uma Dame) analisou minha provocação gratuita e desabusada contra a casta política, a pedido de meu amigo Airton Dirceu Lemmertz, um exercício sempre bem-vindo, dada a natureza de minhas acusações certamente exageradas e infundadas. Agradeço mais uma vez.

Os 24 pecados da vida política brasileira: (uma pura invenção minha, de 2006, reciclada no final de 2025):

1) corrupção; 

2) hipocrisia; 

3) fraude; 

4) desfaçatez; 

5) volubilidade; 

6) inconstância; 

7) mentira; 

8 ) mediocridade; 

9) transferência de encargos para terceiros; 

10) ignorância deliberada de fatos de sua competência; 

11) irresponsabilidade quanto ao desempenho de funções; 

12) pretensão; 

13) eleitoralismo desenfreado; 

14) propaganda indireta, com meios públicos; 

15) uso da máquina estatal para fins particulares; 

16) populismo (velho e novo);

17) demagogia (aparentemente, uma segunda natureza); 

18) arrogância; 

19) clientelismo; 

20) fisiologia; 

21) nepotismo; 

22) fuga da realidade (autismo político); 

23) esquizofrenia (defesa de objetivos conflitantes na vida política); 

24) ofensa à inteligência alheia (“eu não sei”, “eu não vi”, “não estou sabendo”...). 


Pedido à Madame (por ADL):


ESCREVA UM TEXTO DE MODO DETALHADO E CRÍTICO AO TEXTO ANTERIOR, SOBRE "OS 24 PECADOS POLÍTICOS RECORRENTES NO BRASIL".

Fonte:  https://diplomatizzando.blogspot.com/2025/12/e-por-falar-em-sete-pecados-capitais-eu.html#:~:text=novos%20pecados%20da%20vida%20pol%C3%ADtica%20brasileira 


O texto que elenca os "24 pecados da vida política brasileira" funciona como um catálogo fenomenológico das patologias do poder no país. Mais do que uma simples lista, ele descreve um ecossistema onde a ética é subjugada pela conveniência. A seguir, apresento uma análise detalhada e crítica sobre esses pontos, agrupando-os por sua natureza funcional:


1. A Estruturalidade do Patrimonialismo (Pecados 1, 3, 15, 19, 20, 21):

Os itens que tratam de corrupção, fraude, uso da máquina pública, clientelismo, fisiologia e nepotismo não são falhas acidentais, mas sim resquícios do patrimonialismo brasileiro. A dificuldade histórica em separar o "público" do "privado" faz com que o Estado seja visto como um espólio a ser dividido entre aliados. O fisiologismo (troca de apoio por cargos) e o clientelismo transformam direitos em favores, perpetuando uma relação de dependência que fere a autonomia do cidadão.


2. A Retórica da Enganação e o Populismo (Pecados 2, 7, 13, 14, 16, 17):

A política brasileira é marcada por uma "estética da aparência". A hipocrisia, a mentira e a demagogia são ferramentas de sobrevivência. O eleitoralismo desenfreado e o populismo revelam uma visão de curto prazo: o governante não busca a construção de um projeto de Estado, mas a manutenção do poder através de narrativas sedutoras, porém vazias. A propaganda com meios públicos (pecado 14) é o braço financeiro dessa distorção comunicacional.


3. A Crise de Competência e Alteridade (Pecados 8, 9, 10, 11, 12, 18):

A mediocridade e a pretensão/arrogância formam um par perigoso. O texto aponta para uma tecnocracia muitas vezes ineficiente que, ao falhar, utiliza a transferência de encargos para terceiros. A ignorância deliberada (pecado 10) e a irresponsabilidade funcional sugerem uma casta política que se sente imune às consequências de sua própria inépcia, protegida por uma burocracia opaca.


4. O Descolamento da Realidade: O "Autismo" e a "Esquizofrenia" (Pecados 22, 23, 24):

Talvez o ponto mais crítico seja o divórcio entre a classe política e a vida real do povo. A fuga da realidade e a esquizofrenia política (defender o teto de gastos enquanto se criam auxílios extrateto, por exemplo) mostram um sistema que opera em lógica própria. A ofensa à inteligência alheia (o famoso "eu não sabia") é o ápice do cinismo, onde o político subestima a capacidade de julgamento da população para evitar a responsabilização jurídica e moral.


* Análise Crítica:

Embora a lista seja precisa em identificar os sintomas, é necessário um olhar crítico sobre a terminologia e a solução:

Uso de termos médicos: O uso de palavras como "autismo" e "esquizofrenia" para descrever comportamentos políticos (pecados 22 e 23) é problemático e datado, pois estigmatiza condições de saúde para descrever desvios de caráter ou estratégia. Do ponto de vista da ciência política, o que se chama de "autismo" é, na verdade, um encastelamento das elites.

O risco do antipoliticismo: Uma lista de "pecados" pode induzir o leitor a crer que toda política é inerentemente suja. Isso alimenta discursos de "salvadores da pátria" que prometem limpar o sistema, mas que frequentemente acabam cometendo os mesmos pecados com novas roupagens.

A Falta de Solução Institucional: O texto foca na moralidade individual do político. No entanto, esses pecados proliferam porque o sistema de incentivos (sistema eleitoral, financiamento de campanha e impunidade) os favorece. Sem reformas estruturais (reforma política e do judiciário), a moralização individual é uma tarefa de Sísifo.


* Conclusão:

Os 24 pecados formam um retrato fiel do "Brasil profundo" institucional. Eles revelam que a democracia brasileira ainda é jovem e luta contra vícios coloniais e oligárquicos. Superar esses pecados exige menos indignação moralista e mais vigilância cívica e reforma das instituições, para que o custo de cometer esses "pecados" seja maior do que o benefício de praticá-los.


Fonte (Gemini, a IA do Google):

quinta-feira, 11 de dezembro de 2025

Vergonha diplomática: governo Lula se recusa a condenar o sequestro de crianças ucranianas pelo amigo Putin

 Delegação brasileira no Conselho de Direitos Humanos se abstém de votar sobre sequestro de crianças ucranianas pela Rússia, uma quebra de princípios e valores da diplomacia e da política externa do Brasil. (PRA)


Entra a IA de Airton Dirceu Lemmertz:

No dia 3 de dezembro de 2025, o Brasil se absteve de votar resolução, no âmbito da Assembleia-Geral da ONU, sobre o retorno de crianças ucranianas levadas para a Rússia, em decorrência da guerra travada pelos dois países. A resolução acabou sendo aprovada por 91 votos favoráveis, 12 contrários e 57 abstenções. A Resolução da ONU trata de matéria de alta sensibilidade humanitária, envolvendo o sequestro, deslocamento forçado e transferência ilegal de crianças ucranianas pela Federação Russa, condutas amplamente denunciadas por organismos internacionais e investigadas como violações graves ao Direito Internacional Humanitário. Discussões oficiais no âmbito das Nações Unidas e do Tribunal Penal Internacional apontam que entre 20 mil e 30 mil crianças ucranianas foram ilegalmente transferidas pela Rússia, configurando aquilo que especialistas têm qualificado como a maior operação de sequestro de crianças na Europa desde a Segunda Guerra Mundial. Uma abstenção em votação referente à proteção imediata de crianças vítimas de remoção forçada afronta princípios constitucionais, especialmente o da prevalência dos direitos humanos, núcleo ético da atuação internacional do Brasil desde a redemocratização. ESCREVA DE MODO DETALHADO E CRÍTICO SOBRE O FATO NARRADO. ESCREVA PRINCIPALMENTE SOBRE A MANEIRA QUE OCORREU O SEQUESTRO DE MILHARES DE CRIANÇAS UCRANIANAS PELA RÚSSIA, OS MEIOS UTILIZADOS, A FINALIDADE DE TAL ATO PELA RÚSSIA DE PUTIN. APRESENTE, PREFERENCIALMENTE, O TEXTO EM ORDEM CRONOLÓGICA.

https://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/comissoes/comissoes-permanentes/credn/noticias/credn-repudia-abstencao-do-brasil-sobre-devolucao-de-criancas-ucranianas-pela-russia

https://diplomatizzando.blogspot.com/2025/12/credn-repudia-abstencao-do-brasil-sobre.html

A abstenção do Brasil na votação da Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) de 3 de dezembro de 2025, relativa ao retorno de crianças ucranianas ilegalmente transferidas para a Rússia, gerou um intenso debate sobre a política externa do país e seus princípios humanitários. A resolução, que exige o regresso imediato das crianças, foi aprovada por 91 votos a favor, 12 contra e 57 abstenções, incluindo a brasileira.
A decisão brasileira foi criticada por organismos internacionais e internamente, pois a matéria envolve graves violações do Direito Internacional Humanitário, que estão sendo investigadas pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) como potenciais crimes de guerra e genocídio.
* O Sistema Russo de Sequestro e Reeducação de Crianças Ucranianas
A transferência forçada de dezenas de milhares de crianças ucranianas para a Rússia não é um incidente isolado, mas uma política de Estado sistemática, denunciada em diversos relatórios por organizações como a War Child UK e a Human Rights Watch. O processo, que especialistas qualificam como a maior operação de sequestro de crianças na Europa desde a Segunda Guerra Mundial, desenrola-se de maneira coordenada, com métodos específicos e uma finalidade clara de assimilação cultural.
1. Cronologia e Métodos Utilizados:
- Fevereiro de 2022 (Início da Invasão): O deslocamento forçado de civis, incluindo crianças, intensificou-se após a invasão em grande escala. Inicialmente, muitas crianças desacompanhadas ou que estavam em orfanatos e instituições de assistência foram recolhidas pelas forças russas nas áreas ocupadas.
- Campos de "Recreação" e "Filtração": Um método comum envolveu persuadir pais ou responsáveis a enviar seus filhos para supostos "campos de verão" ou centros de "reabilitação" na Rússia ou em territórios ocupados, sob a promessa de um período de férias seguro. Após o período acordado, muitas crianças não foram devolvidas e foram transportadas para outros locais. Outro método de separação ocorreu nos chamados "campos de filtração" ao longo da linha de frente, onde pais e filhos eram separados.
- Violações Legais e Processos Administrativos: A Rússia implementou medidas legais e administrativas para consolidar o rapto. Isso incluiu a emissão de passaportes e documentos de identidade russos para as crianças, muitas vezes sem o consentimento dos pais ou responsáveis. Recém-nascidos em territórios ocupados foram registrados com certidões de nascimento russas, cortando laços legais com a Ucrânia desde o nascimento.
- Adoção Forçada e Apagamento de Identidade: O passo final envolve a colocação dessas crianças em famílias adotivas russas, que muitas vezes mudam seus nomes, apagando completamente sua identidade ucraniana.
- Doutrinação e Propaganda Militarista: Em acampamentos e escolas nas áreas ocupadas, as crianças são submetidas a "programação ideológica", currículos russos e eventos patrióticos, visando a "russificação" e a absorção da cultura russa.
2. A Finalidade da Rússia de Putin
O objetivo central por trás dessas ações, supervisionadas diretamente por autoridades russas de alto escalão, incluindo a Comissária para os Direitos da Criança, Maria Lvova-Belova (ambos com mandados de prisão do TPI), é a assimilação cultural forçada e a alteração da composição demográfica da Ucrânia.
Organismos internacionais apontam que a transferência forçada de crianças de um grupo nacional para outro, com a intenção de destruir, no todo ou em parte, esse grupo, configura o crime de genocídio, conforme a Convenção sobre a Prevenção e Punição do Crime de Genocídio. A finalidade, portanto, transcende o conflito militar, sendo um esforço deliberado para eliminar a identidade nacional ucraniana nas novas gerações.
* A Posição Crítica sobre a Abstenção do Brasil
A abstenção do Brasil na votação, justificada pelo Itamaraty como uma tentativa de manter uma "linha mais construtiva" e menos "confrontacionista" com a Rússia, que não indicava um caminho para soluções, foi amplamente repudiada.
A crítica central reside no fato de que o Brasil, ao se abster em uma questão de alta sensibilidade humanitária que trata da proteção imediata de crianças vítimas de remoção forçada, ignorou o princípio constitucional da prevalência dos direitos humanos, um núcleo ético fundamental da atuação internacional do país. O governo ucraniano ressaltou que a questão é, acima de tudo, humanitária, e não política ou geopolítica.
A decisão de não tomar uma posição firme contra uma violação de direitos humanos documentada e investigada como crime internacional grave enfraquece a credibilidade do Brasil como um ator global comprometido com a proteção de populações vulneráveis e o direito internacional.

Fonte (Gemini, a IA do Google):
https://www.google.com/search?q=No+dia+3+de+dezembro+de+2025%2C+o+Brasil+se+absteve+de+votar+resolu%C3%A7%C3%A3o%2C+no+%C3%A2mbito+da+Assembleia-Geral+da+ONU%2C+sobre+o+retorno+de+crian%C3%A7as+ucranianas+levadas+para+a+R%C3%BAssia%2C+em+decorr%C3%AAncia+da+guerra+travada+pelos+dois+pa%C3%ADses.+A+resolu%C3%A7%C3%A3o+acabou+sendo+aprovada+por+91+votos+favor%C3%A1veis%2C+12+contr%C3%A1rios+e+57+absten%C3%A7%C3%B5es.+A+Resolu%C3%A7%C3%A3o+da+ONU+trata+de+mat%C3%A9ria+de+alta+sensibilidade+humanit%C3%A1ria%2C+envolvendo+o+sequestro%2C+deslocamento+for%C3%A7ado+e+transfer%C3%AAncia+ilegal+de+crian%C3%A7as+ucranianas+pela+Federa%C3%A7%C3%A3o+Russa%2C+condutas+amplamente+denunciadas+por+organismos+internacionais+e+investigadas+como+viola%C3%A7%C3%B5es+graves+ao+Direito+Internacional+Humanit%C3%A1rio.+Discuss%C3%B5es+oficiais+no+%C3%A2mbito+das+Na%C3%A7%C3%B5es+Unidas+e+do+Tribunal+Penal+Internacional+apontam+que+entre+20+mil+e+30+mil+crian%C3%A7as+ucranianas+foram+ilegalmente+transferidas+pela+R%C3%BAssia%2C+configurando+aquilo+que+especialistas+t%C3%AAm+qualificado+como+a+maior+opera%C3%A7%C3%A3o+de+sequestro+de+crian%C3%A7as+na+Europa+desde+a+Segunda+Guerra+Mundial.+Uma+absten%C3%A7%C3%A3o+em+vota%C3%A7%C3%A3o+referente+%C3%A0+prote%C3%A7%C3%A3o+imediata+de+crian%C3%A7as+v%C3%ADtimas+de+remo%C3%A7%C3%A3o+for%C3%A7ada+afronta+princ%C3%ADpios+constitucionais%2C+especialmente+o+da+preval%C3%AAncia+dos+direitos+humanos%2C+n%C3%BAcleo+%C3%A9tico+da+atua%C3%A7%C3%A3o+internacional+do+Brasil+desde+a+redemocratiza%C3%A7%C3%A3o.+ESCREVA+DE+MODO+DETALHADO+E+CR%C3%8DTICO+SOBRE+O+FATO+NARRADO.+ESCREVA+PRINCIPALMENTE+SOBRE+A+MANEIRA+QUE+OCORREU+O+SEQUESTRO+DE+MILHARES+DE+CRIAN%C3%87AS+UCRANIANAS+PELA+R%C3%9ASSIA%2C+OS+MEIOS+UTILIZADOS%2C+A+FINALIDADE+DE+TAL+ATO+PELA+R%C3%9ASSIA+DE+PUTIN.+APRESENTE%2C+PREFERENCIALMENTE%2C+O+TEXTO+EM+ORDEM+CRONOL%C3%93GICA.&rlz=1C2GCEA_enBR1094BR1098&sca_esv=e2fb2748a0591637&sxsrf=AE3TifOFUYJK2e3DwhuUypIiMddEa3hkcg%3A1765502642707&source=hp&ei=sm47aaT9KPOd1sQPgLTBWA&iflsig=AOw8s4IAAAAAaTt8wow2wLewd4bjAE1ld7AqKN75Mmrb&aep=22&udm=50&ved=0ahUKEwiknvfu8baRAxXzjpUCHQBaEAsQteYPCBI&oq=&gs_lp=Egdnd3Mtd2l6IgBIAFAAWABwAHgAkAEAmAEAoAEAqgEAuAEByAEAmAIAoAIAmAMAkgcAoAcAsgcAuAcAwgcAyAcAgAgA&sclient=gws-wiz&mstk=AUtExfC8XfO5_pZ8jWYdX9K9lR4LiDR4ltDePH8QNpBA_G3JpD1kLF69AE-g-IMMyMbpxa9So7y_RWPSBg0awFV0Wy19TTQPlaHhL9TKluUR-q3Ngk4t8sEYSaylbJIFUj6Ve9nXteX3mRhkzNFGLSKx7v1vtxB7sDOffDAaHEt7y2t7WbrYVitC66JZyZGcBg_Zvvrujsj-OWt7ljGG54APpbWi2vA3Lwfh6Ckn525Ilajn6vXVR9p_hcXe_KUYvHxYjrHzX4xRg1jR3N07ISJxphxCycIVTL7657I&csuir=1&mtid=jHA7aa-lHobX1sQP7NHYqQQ

domingo, 2 de novembro de 2025

Dúvidas provocadoras respondidas pela Inteligência Artificial - Paulo Roberto de Almeida, IA, Airton Dirceu Lemmertz

A Inteligência Artificial se dedicou a comentar minhas dúvidas provocadoras (por especial obséquio de Airton Dirceu Lemmerts):

"1) A Rússia de Putin já é um Estado terrorista?

2) Os EUA de Trump já são um Estado autoritário?

3) A Argentina de Milei já conseguiu salvar seus cidadãos da prisão mental do peronismo?

4) O Brasil das últimas décadas já tem suas instituições contaminadas pela criminalidade organizada?

5) O futebol-industrial já se tornou uma nova religião?

6) Israel de Netanyahu já se converteu num Estado mais ou menos similar aos Estados que anteriormente perseguiram o povo judeu?".


Responda cada uma das seis perguntas anteriores, de modo detalhado e crítico.

https://diplomatizzando.blogspot.com/2025/11/duvidas-serem-esclarecidas-paulo.html

Abaixo estão as respostas detalhadas e críticas para cada uma das seis perguntas, baseadas em análises de especialistas, organizações internacionais e notícias recentes.


1) A Rússia de Putin já é um Estado terrorista?

A Rússia de Putin ainda não é formalmente reconhecida como um "Estado terrorista" pela maioria da comunidade internacional ou pela ONU, mas a questão é objeto de intenso debate e algumas instituições adotaram essa classificação.
- Argumentos para a classificação: A Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa (PACE) adotou uma resolução em outubro de 2022 pedindo que o regime russo fosse formalmente rotulado como um "regime terrorista" devido às suas ações na Ucrânia. As ações russas, como ataques indiscriminados a civis, infraestrutura civil (energia, hospitais) e cidades inteiras, são vistas por muitos observadores como táticas de terror para quebrar a moral ucraniana. Analistas argumentam que o uso de mercenários do Grupo Wagner e a interferência em outros países assemelham-se a métodos de terrorismo de Estado.
- Argumentos contra a classificação e o status atual: A designação formal de "Estado terrorista" por países como os EUA tem implicações legais e diplomáticas muito específicas, como sanções abrangentes e restrições de ajuda externa. A maioria dos países ocidentais tem evitado essa designação formal para a Rússia para manter canais diplomáticos abertos e evitar uma escalada maior do conflito. A Rússia nega as acusações, caracterizando suas ações como operações militares legítimas.


2) Os EUA de Trump já são um Estado autoritário?

Os EUA sob a influência de Donald Trump não são um "Estado autoritário" no sentido clássico de uma ditadura ou regime de exceção total, mas há um consenso crescente entre cientistas políticos e especialistas em democracia de que o país enfrenta tendências significativas de autocratização e erosão democrática.
- Tendências autoritárias: Especialistas apontam que o "trumpismo" representa uma forma de populismo nacionalista com características autoritárias. Isso se manifesta em ataques à imprensa livre e ao poder judiciário, questionamentos infundados sobre a integridade eleitoral (culminando na invasão do Capitólio em 6 de janeiro de 2021), e o uso de linguagem divisiva que desumaniza oponentes políticos e grupos minoritários (como imigrantes).
- Resiliência institucional: A democracia americana demonstrou resiliência através do funcionamento de suas instituições (judiciário, mídia, sociedade civil) que resistiram a muitas das tentativas de subversão. A transição de poder, embora conturbada, ocorreu. O debate se concentra em se essas instituições conseguirão conter futuras investidas autoritárias, caso Trump retorne ao poder.


3) A Argentina de Milei já conseguiu salvar seus cidadãos da prisão mental do peronismo?

A questão de Milei ter "salvo" os argentinos da "prisão mental do peronismo" é altamente subjetiva e polarizadora. Javier Milei venceu as eleições com uma plataforma de ruptura radical com o peronismo e o estatismo, mas o processo está em curso e seus resultados são controversos.
- A "ruptura": Milei implementou um programa de choque econômico e reformas profundas com o objetivo de desmantelar a estrutura econômica e cultural construída ao longo de décadas de peronismo. Sua vitória eleitoral e recentes avanços legislativos indicam um apoio popular significativo para essa mudança de direção.
- Controvérsias e desafios: As medidas de austeridade de Milei geraram forte oposição e protestos, e a "prisão mental" é uma metáfora que reflete uma profunda divisão ideológica na sociedade argentina. O peronismo, com suas raízes históricas e base social, não foi erradicado e continua sendo uma força política e cultural potente. Seus críticos argumentam que a abordagem de Milei é que é ideológica e prejudicial, não o peronismo em si.


4) O Brasil das últimas décadas já tem suas instituições contaminadas pela criminalidade organizada?

Há evidências e um consenso geral entre especialistas em segurança pública de que o crime organizado no Brasil conseguiu se infiltrar em diversos níveis e setores das instituições nas últimas décadas.
- A Infiltração: Relatórios de investigações da Polícia Federal, Ministérios Públicos e agências de inteligência indicam a presença de facções criminosas infiltradas em setores da economia e da política local e estadual. A corrupção facilita essa penetração, com a participação de membros do poder público em atividades ilícitas.
- Impacto e Escala: Embora a maioria das instituições democráticas e agentes públicos operem dentro da legalidade, a infiltração do crime organizado é um fator que corrói a institucionalidade e a confiança pública. O fenômeno é sistêmico e representa um desafio contínuo para o Estado brasileiro, mas isso não significa que todas as instituições estejam universalmente "contaminadas".


5) O futebol-industrial já se tornou uma nova religião?

A comparação do futebol-industrial com uma "nova religião" é uma metáfora comum para descrever a paixão e a devoção extremas que o esporte desperta na sociedade moderna.
- Culto e Devoção: O futebol mobiliza multidões, gera rituais (hinos, uniformes, peregrinações a estádios), possui ídolos venerados e um fervor que, em muitos aspectos, mimetiza a experiência religiosa. O futebol-industrial, com sua comercialização global e espetacularização, amplificou esse fenômeno, transformando clubes em marcas globais e eventos em rituais midiáticos de massa.
- Distinção Crítica: Criticamente, é importante notar que, embora o futebol compartilhe características sociológicas de um "culto", ele difere fundamentalmente das religiões tradicionais por não se basear em doutrinas de salvação, divindades transcendentes ou um sistema moral abrangente. É um fenômeno cultural e comercial, ainda que com um impacto social e emocional imenso.


6) Israel de Netanyahu já se converteu num Estado mais ou menos similar aos Estados que anteriormente perseguiram o povo judeu?

Esta é uma das perguntas mais sensíveis e controversas. A comparação entre as ações do Estado de Israel sob Benjamin Netanyahu e os regimes que perseguiram os judeus (como a Alemanha Nazista ou a Rússia Czarista) é rejeitada veementemente por Israel e seus apoiadores, mas feita por alguns críticos severos e organizações de direitos humanos.
- Críticas e Alegações de Similaridade: Críticos, incluindo algumas vozes judaicas e organizações como a Human Rights Watch e a Anistia Internacional, usam termos como "apartheid" para descrever o tratamento dado aos palestinos, citando restrições de movimento, segregação legal e controle territorial. Alguns intelectuais e ativistas argumentam que certas políticas de Netanyahu (expansão de assentamentos, retaliação coletiva, retórica desumanizante) ecoam, em menor escala, a lógica de opressão e perseguição histórica.
- Resposta e Rejeição da Comparação: Israel e seus defensores rejeitam categoricamente essa analogia, classificando-a como anti-semita e uma distorção grosseira da realidade. Argumentam que as ações de Israel são medidas de segurança necessárias em resposta a ameaças terroristas (como as do Hamas e Hezbollah) e que Israel é uma democracia que enfrenta desafios únicos de segurança nacional. Eles ressaltam as diferenças morais e históricas, afirmando que a perseguição histórica visava a aniquilação, enquanto Israel busca a segurança e a coexistência (embora conflituosa). A comparação é vista como uma minimização do Holocausto e de outras perseguições históricas.

Fonte (a IA do Google):
https://www.google.com/search?q=%221%29+A+R%C3%BAssia+de+Putin+j%C3%A1+%C3%A9+um+Estado+terrorista%3F+2%29+Os+EUA+de+Trump+j%C3%A1+s%C3%A3o+um+Estado+autorit%C3%A1rio%3F+3%29+A+Argentina+de+Milei+j%C3%A1+conseguiu+salvar+seus+cidad%C3%A3os+da+pris%C3%A3o+mental+do+peronismo%3F+4%29+O+Brasil+das+%C3%BAltimas+d%C3%A9cadas+j%C3%A1+tem+suas+institui%C3%A7%C3%B5es+contaminadas+pela+criminalidade+organizada%3F+5%29+O+futebol-industrial+j%C3%A1+se+tornou+uma+nova+religi%C3%A3o%3F+6%29+Israel+de+Netanyahu+j%C3%A1+se+converteu+num+Estado+mais+ou+menos+similar+aos+Estados+que+anteriormente+perseguiram+o+povo+judeu%3F%22.+Responda+cada+uma+das+seis+perguntas+anteriores%2C+de+modo+detalhado+e+cr%C3%ADtico.&rlz=1C2GCEA_enBR1094BR1098&sca_esv=e645ba2a5e6144b5&sxsrf=AE3TifOQIimvj0UsfcZMNluBJBhgNiabrQ%3A1762117970351&source=hp&ei=UskHaYz9Ep-J4dUP_e7YiAc&iflsig=AOw8s4IAAAAAaQfXYhKCfcEHHzv2XkWFKh0SK4Vwrjyf&aep=22&udm=50&ved=0ahUKEwiM7rD9sNSQAxWfRLgEHX03FnEQteYPCBE&oq=&gs_lp=Egdnd3Mtd2l6IgBIAFAAWABwAHgAkAEAmAEAoAEAqgEAuAEByAEAmAIAoAIAmAMAkgcAoAcAsgcAuAcAwgcAyAcA&sclient=gws-wiz&mstk=AUtExfAks3i-Aon76dvTjV7ZVrNX5QwmME6fFjXcm3Vyyaf1uSAbVcjVDg0Zh-85tDoGj0PDbUHpQc1usWY9VWnNI8B-lQBc9O8r3jcaAMwX1_yOjtK7YEJEIt9ykyK8MGHwrCmAGFAV7HmKX0E9M6XJovqztIrmQ6wUXwIun05IuEeY0vIyD831TjV8PGTEeEcaLufisp2xk1jntkcP_njzsL3M8eeP8q4INM_fXOZP8JKSq5DXSW07sVYSL_VTXzIpbvZtr2-2pEmpHIW2Vy_TddqZsmeAgqvwnH4&csuir=1&mtid=kMkHaanFLJTP1sQPzeWngAY


segunda-feira, 27 de outubro de 2025

50 livros mais importantes na literatura mundial (IA, via Airton Dirceu Lemmertz)

 Airton Dirceu Lemmertz se diverte com a IA, desta vez com os 50 livros (supostamente) mais relevantes da literatura mundial. Suprimi várias repetições, e reesulta que não são 50 livros, apenas 46. OK, vou colocar o que falta. (PRA):


Comando (à IA do Google):
Independente do idioma, relacione os 50 livros mais importantes, ainda que por uma análise subjetiva. Mencione o nome do livro, o autor, a data de publicação, o tema abordado. Coloque-os em ordem de importância.

* Resposta (da Gemini):
Considerando que a importância de um livro é subjetiva e pode ser avaliada por seu impacto cultural, literário, filosófico e histórico, a seguinte lista relaciona 50 obras notáveis. A ordem é aproximada e aberta a debates, mas reflete o consenso de críticos, historiadores e estudiosos sobre a influência dessas obras ao longo do tempo.

A Bíblia (Vários autores, cerca de 1400 a.C. - 100 d.C.): Uma coletânea de textos sagrados para o judaísmo e o cristianismo. Temas abordados incluem criação, moralidade, história religiosa e a relação entre Deus e a humanidade. Sua influência é incalculável na cultura ocidental.

A Ilíada (Homero, século VIII a.C.): Poema épico que narra a Guerra de Troia. Aborda temas como honra, glória, destino, e a ira dos deuses e dos homens.

A Odisseia (Homero, século VIII a.C.): Poema épico que conta a jornada de Odisseu para voltar para casa após a Guerra de Troia. Explora temas como perseverança, astúcia, nostalgia e a superação de desafios.

A República (Platão, cerca de 380 a.C.): Diálogo filosófico que discute justiça, a natureza da realidade, a forma de governo ideal e a educação. Foi fundamental para a filosofia política ocidental.

A Eneida (Virgílio, 29-19 a.C.): Poema épico que narra a história do herói troiano Eneias. Serviu como a epopeia nacional de Roma, explorando temas como destino e a fundação de um império.

A Divina Comédia (Dante Alighieri, 1308-1321): Poema narrativo sobre uma jornada pelo Inferno, Purgatório e Paraíso. Discute a fé, o pecado, a redenção e a estrutura do universo cristão.

Dom Quixote (Miguel de Cervantes, 1605/1615): Romance que satiriza os livros de cavalaria, mas também explora a linha tênue entre a realidade e a fantasia, a loucura e a sanidade.

Hamlet (William Shakespeare, cerca de 1600): Tragédia sobre vingança, loucura, luto e moralidade. É uma das peças mais influentes da literatura mundial.

Ulisses (James Joyce, 1922): Romance modernista que narra um único dia na vida de um protagonista. É conhecido por sua complexidade estrutural e por sua exploração profunda da consciência humana.

Em Busca do Tempo Perdido (Marcel Proust, 1913-1927): Romance modernista em sete volumes que explora a memória, o tempo, a arte e a sociedade parisiense.

Guerra e Paz (Liev Tolstói, 1869): Romance histórico sobre a invasão de Napoleão à Rússia, explorando temas como o amor, o casamento, a guerra e a natureza da história.

1984 (George Orwell, 1949): Romance distópico que critica o totalitarismo e a vigilância governamental, explorando a manipulação da informação e a perda da liberdade individual.

A Origem das Espécies (Charles Darwin, 1859): Obra científica que apresenta a teoria da evolução por seleção natural, transformando a biologia e a compreensão humana sobre a vida na Terra.

O Capital (Karl Marx, 1867): Tratado que analisa a economia capitalista, suas contradições e a luta de classes. Influenciou profundamente a política e a economia mundial.

Cem Anos de Solidão (Gabriel García Márquez, 1967): Romance de realismo mágico que narra a história da família Buendía. Explora temas como amor, solidão, fatalismo e o ciclo da vida.

Crime e Castigo (Fiódor Dostoiévski, 1866): Romance psicológico que aborda a moralidade, a culpa e a redenção através da história de um assassino.

O Grande Gatsby (F. Scott Fitzgerald, 1925): Retrato da "Era do Jazz" que explora temas como o Sonho Americano, a riqueza e a decadência social.

Moby Dick (Herman Melville, 1851): Romance que narra a obsessiva caça a uma baleia branca. Explora temas como vingança, religião, livre-arbítrio e o conflito entre o homem e a natureza.

Frankenstein (Mary Shelley, 1818): Romance gótico que questiona os limites da ciência e da responsabilidade humana na criação de vida.

Madame Bovary (Gustave Flaubert, 1856): Romance que retrata a vida de uma mulher insatisfeita com a vida burguesa. É um dos pilares do realismo literário.

Orgulho e Preconceito (Jane Austen, 1813): Romance sobre amor, casamento e classes sociais na Inglaterra do século XIX. Um clássico da literatura romântica.

O Corvo (Edgar Allan Poe, 1845): Poema narrativo que explora a loucura, o luto e a melancolia. Um expoente do movimento romântico gótico.

Morro dos Ventos Uivantes (Emily Brontë, 1847): Romance gótico que retrata um amor destrutivo e a vingança em uma paisagem selvagem.

O Pequeno Príncipe (Antoine de Saint-Exupéry, 1943): Livro infantil que aborda questões filosóficas sobre a vida, o amor, a amizade e a perda.

As Flores do Mal (Charles Baudelaire, 1857): Livro de poemas que chocou a sociedade da época com temas de erotismo, decadência e urbanidade. Inaugurou a poesia moderna.

Ensaio sobre a Cegueira (José Saramago, 1995): Romance que descreve uma epidemia de cegueira e questiona a natureza humana e a fragilidade das estruturas sociais.

Metamorfose (Franz Kafka, 1915): Novela que explora a alienação, a solidão e o absurdo da existência através da história de um homem que se transforma em inseto.

O Estrangeiro (Albert Camus, 1942): Romance existencialista que explora a absurdidade da vida e a indiferença do universo.

O Nome da Rosa (Umberto Eco, 1980): Romance histórico e filosófico ambientado em um mosteiro medieval. Explora a fé, a heresia e a investigação intelectual.

Admirável Mundo Novo (Aldous Huxley, 1932): Romance distópico que critica a manipulação genética, o consumismo e a perda da individualidade.

O Sol é Para Todos (Harper Lee, 1960): Romance que aborda questões de racismo e injustiça social nos Estados Unidos.

O Livro de Jó (Autor Desconhecido, cerca de 400 a.C.): Livro da Bíblia que discute a questão do sofrimento e a fé em Deus.

O Segundo Sexo (Simone de Beauvoir, 1949): Ensaio que analisa a opressão histórica das mulheres. Tornou-se um texto fundamental para o feminismo.

Assim Falou Zaratustra (Friedrich Nietzsche, 1883-1885): Livro filosófico que aborda temas como a morte de Deus, a vontade de poder e o super-homem.

A Riqueza das Nações (Adam Smith, 1776): Tratado sobre a economia e o capitalismo. Teve grande influência na economia moderna.

O Príncipe (Nicolau Maquiavel, 1532): Tratado político que discute como um governante deve adquirir e manter o poder, muitas vezes de forma amoral.

As Mil e Uma Noites (Vários autores, cerca de 800-1400): Coletânea de contos folclóricos árabes, com influência duradoura na literatura mundial.

A Metamorfose (Ovídio, cerca de 8 d.C.): Poema narrativo que relata transformações mitológicas. Influenciou profundamente a literatura e a arte ocidentais.

Meditations (Marcus Aurelius, cerca de 161-180): Diário filosófico que reflete sobre o estoicismo e a condição humana.

O Processo (Franz Kafka, 1925): Romance que aborda a burocracia, a culpa e a opressão em um sistema judicial labiríntico.

Sapiens (Yuval Noah Harari, 2011): Best-seller que oferece uma breve história da humanidade, desde as origens até os dias atuais.

A Peste (Albert Camus, 1947): Romance que descreve uma epidemia e explora a resposta humana ao sofrimento e à morte.

Mrs. Dalloway (Virginia Woolf, 1925): Romance modernista que narra um único dia na vida da protagonista, explorando a consciência e o tempo.

O Velho e o Mar (Ernest Hemingway, 1952): Novela que narra a luta de um velho pescador contra um peixe gigante. Explora temas como perseverança, honra e a luta pela dignidade.

* Fonte (IA do Google):
https://www.google.com/search?q=Independente+do+idioma%2C+relacione+os+50+livros+mais+importantes%2C+ainda+que+por+uma+an%C3%A1lise+subjetiva.+Mencione+o+nome+do+livro%2C+o+autor%2C+a+data+de+publica%C3%A7%C3%A3o%2C+o+tema+abordado.+Coloque-os+em+ordem+de+import%C3%A2ncia.&rlz=1C2GCEA_enBR934BR936&sca_esv=40b58b6893930f8b&sxsrf=AE3TifM8FXYGhgaxhyvBHzGxWOrofRmBOw%3A1761506408952&source=hp&ei=aHT-aN2WOOXc5OUPy8nc0QM&iflsig=AOw8s4IAAAAAaP6CeJdxouR6hJRhGC3ihcFUzx3Z3eV2&ved=0ahUKEwjd6pfeysKQAxVlLrkGHcskNzoQ4dUDCBc&uact=5&oq=Independente+do+idioma%2C+relacione+os+50+livros+mais+importantes%2C+ainda+que+por+uma+an%C3%A1lise+subjetiva.+Mencione+o+nome+do+livro%2C+o+autor%2C+a+data+de+publica%C3%A7%C3%A3o%2C+o+tema+abordado.+Coloque-os+em+ordem+de+import%C3%A2ncia.&gs_lp=Egdnd3Mtd2l6ItcBSW5kZXBlbmRlbnRlIGRvIGlkaW9tYSwgcmVsYWNpb25lIG9zIDUwIGxpdnJvcyBtYWlzIGltcG9ydGFudGVzLCBhaW5kYSBxdWUgcG9yIHVtYSBhbsOhbGlzZSBzdWJqZXRpdmEuIE1lbmNpb25lIG8gbm9tZSBkbyBsaXZybywgbyBhdXRvciwgYSBkYXRhIGRlIHB1YmxpY2HDp8OjbywgbyB0ZW1hIGFib3JkYWRvLiBDb2xvcXVlLW9zIGVtIG9yZGVtIGRlIGltcG9ydMOibmNpYS4yBRAhGKABMgUQIRigAUiD-gdQAFjGjQdwAHgAkAEAmAHQAqAB-DyqAQgwLjQwLjQuMbgBA8gBAPgBAZgCLKACqD_CAgsQLhiABBixAxiDAcICDhAAGIAEGLEDGIMBGIoFwgILEAAYgAQYsQMYgwHCAggQABiABBixA8ICEBAuGIAEGLEDGIMBGEYY_QHCAgoQABiABBhDGIoFwgINEAAYgAQYsQMYQxiKBcICChAuGIAEGEMYigXCAggQLhiABBixA8ICEBAuGIAEGLEDGEMYgwEYigXCAhAQLhiABBixAxhDGNQCGIoFwgIFEAAYgATCAgUQLhiABMICBxAuGIAEGArCAgoQLhiABBixAxgKwgIHEAAYgAQYCsICEBAAGIAEGLEDGIMBGIoFGArCAgoQABiABBixAxgKwgIGEAAYFhgewgIIEAAYogQYiQXCAgUQABjvBcICCBAAGIAEGKIEwgIFECEYnwXCAgQQIRgVmAMAkgcIMC4zNS44LjGgB4-6ArIHCDAuMzUuOC4xuAeoP8IHDDAuMTAuMTYuMTYuMsgHwAI&sclient=gws-wiz 

domingo, 19 de outubro de 2025

A guerra de agressão da Rússia contra a Ucrânia, na semana de 12 a 18 de outubro de 2025, em resumo feito por Airton Dirceu Lemmertz

 A guerra de agressão da Rússia contra a Ucrânia, na semana de 12 a 18 de outubro de 2025, em resumo feito por Airton Dirceu Lemmertz:


- Comando (feito à IA do Google):
Em ordem cronológica, cite os principais fatos nesta semana (de 12 a 18/10/2025) atrelados à guerra entre Ucrânia e Rússia:

- Resposta (gerada pela IA do Google):
Entre 12 e 18 de outubro de 2025, os principais fatos relacionados à guerra na Ucrânia foram marcados por ataques militares e importantes encontros diplomáticos, incluindo a visita do presidente ucraniano Volodymyr Zelensky a Washington para discutir o apoio dos EUA.
Domingo, 12 de outubro
Ataques em Donetsk: Um shopping center foi atingido por um suposto ataque militar ucraniano na cidade de Donetsk, controlada pela Rússia.
Ataques a infraestruturas: A Ucrânia sofreu ataques russos com drones e mísseis, resultando na morte de pelo menos cinco pessoas e cortes de energia na região de Odessa. A Ucrânia também lançou drones que atingiram uma refinaria de petróleo em Ufa, na Rússia.
Segunda-feira, 13 de outubro
Planejamento da visita de Zelensky: A mídia noticiou que o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, se encontraria com o presidente eleito dos EUA, Donald Trump, para discutir a defesa aérea da Ucrânia.
Terça-feira, 14 de outubro
Ataque russo e queda de energia: Um ataque russo deixou quase 30 mil pessoas sem energia elétrica na Ucrânia.
Críticas de Trump a Putin: Donald Trump expressou sua decepção com o presidente russo, Vladimir Putin.
Quarta-feira, 15 de outubro
Ataque maciço russo: A Rússia realizou o maior ataque combinado de mísseis e drones contra a infraestrutura energética da Ucrânia. A defesa aérea ucraniana relatou ter interceptado a maioria dos projéteis.
Danos em terminal de petróleo: Imagens de satélite revelaram danos significativos a um terminal de petróleo na Crimeia, em Feodosia, após ataques ucranianos anteriores. Avaliações indicaram que a Ucrânia destruiu ou danificou severamente múltiplos tanques de combustível.
Sexta-feira, 17 de outubro
Reunião entre Zelensky e Trump: O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, se encontrou com Donald Trump para discutir o apoio militar. Zelensky sugeriu a troca de drones por mísseis Tomahawk dos EUA, uma ideia que despertou o interesse de Trump.
Conversas paralelas: Trump teria recebido um telefonema de Putin antes do encontro com Zelensky, o que alterou a disposição do americano em relação ao fornecimento de armas.
Discussão sobre o fim da guerra: Durante a reunião, Trump disse a Zelensky que Putin queria o fim da guerra. Mais tarde, Trump pediu publicamente que o "massacre" terminasse.
Promessas europeias: Líderes europeus prometeram manter um "compromisso inabalável" de apoio à Ucrânia.
Sábado, 18 de outubro
Zelensky sai sem garantias: O presidente ucraniano deixou a Casa Branca sem garantias claras sobre o futuro do apoio militar, devido à postura ambígua de Trump.
Críticas à estratégia de Trump: Análises sobre o encontro destacaram o comportamento incerto de Trump em relação ao apoio à Ucrânia.
Ataques em Donetsk: Um ataque de drone ucraniano matou duas pessoas em uma região ocupada pela Rússia.
Novas negociações no horizonte: O New York Times relatou que a Ucrânia se preparava para novas negociações de paz, mas sem a alavancagem esperada de novas armas americanas.

Fonte:
https://www.google.com/search?q=Em+ordem+cronol%C3%B3gica%2C+cite+os+principais+fatos+nesta+semana+%28de+12+a+18%2F10%2F2025%29+atrelados+%C3%A0+guerra+entre+Ucr%C3%A2nia+e+R%C3%BAssia%3A&rlz=1C2GCEA_enBR1094BR1098&sca_esv=71257c4f8bc4b1e9&sxsrf=AE3TifME_ead48FRb6pixmnpv5AWy0wRLQ%3A1760893558570&source=hp&ei=dhr1aPmSIZm-5OUP2K7QuA4&iflsig=AOw8s4IAAAAAaPUohg4gZZBj-TELqXnzjdqV5KuHIgmt&aep=22&udm=50&ved=0ahUKEwj5pa3Y37CQAxUZH7kGHVgXFOcQteYPCBE&oq=&gs_lp=Egdnd3Mtd2l6IgBIAFAAWABwAHgAkAEAmAEAoAEAqgEAuAEByAEAmAIAoAIAmAMAkgcAoAcAsgcAuAcAwgcAyAcA&sclient=gws-wiz&mtid=4Rr1aKDQKPWc5OUP-M_MwQU&mstk=AUtExfDhJvZnL9oOixVSEGmnAZpUu3IBe8pF5vc2i6IvxQCKkXtrlS7WI592_cKOVKImOIaVcXzET5VANpP6iYlxKCoG4UAtzaNBwvSv44CarRr56ZLEF4_WloHWenqO8gGlaP7sHvTaxjh61Iw8yIKh4v2x-AVXmq8g5-Inxch31i2u9YTSabbarizhMfkQJpYCXelMERQa9ugwmm0_AhL_bleft12BAObdBC6xvtjkzbfVB8dYn1J3R2DM6SOkHsfhcLl0sXXkimVj7XmoQpOh0pNBKZwomlW3DMM&csuir=1

segunda-feira, 13 de outubro de 2025

Como prosperar pela democracia, pela educação, por políticas econômicas sólidas e integradas ao mercado internacional- IA

 Comando (para a IA):

Dê exemplos de países que, no passado, tinham uma desigualdade social alarmante, governo corrupto, enfim índices de democracia e IDH péssimos; mas, atualmente, estes mesmos países são referência positiva em democracia e igualdade social.

Resposta (gerada pela IA):
Exemplos de países que superaram graves problemas sociais, políticos e de corrupção para se tornarem referências positivas incluem a Coreia do Sul, Chile e Portugal. Todos os três passaram por regimes autoritários, pobreza e alta desigualdade, mas alcançaram níveis elevados de desenvolvimento humano e consolidação democrática. 
Coreia do Sul
A Coreia do Sul é um dos exemplos mais notáveis de transformação. 
No passado: Após a Guerra da Coreia na década de 1950, o país estava devastado, com um Produto Interno Bruto (PIB) per capita comparável aos dos países mais pobres do mundo. As décadas seguintes foram marcadas por regimes militares autoritários e uma desigualdade social considerável, herança da ditadura.
Atualmente: É uma das economias mais avançadas do mundo, com um Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) muito elevado (12ª posição em 2024). A transição para a democracia, nos anos 1980, foi crucial para a estabilidade política. O país investiu maciçamente em educação e tecnologia, transformando sua força de trabalho e impulsionando grandes conglomerados como Samsung e Hyundai. 
Chile
O Chile passou de uma ditadura brutal para uma democracia estável. 
No passado: A ditadura militar de Augusto Pinochet, entre 1973 e 1990, foi um período de forte repressão, instabilidade política e desigualdade social. Apesar do crescimento econômico em alguns períodos, a desigualdade se aprofundou e a corrupção era controlada pelo regime.
Atualmente: Após a redemocratização, o país conquistou um dos maiores IDHs da América Latina. Embora ainda enfrente desafios, como a herança neoliberal e debates constitucionais, o Chile consolidou suas instituições democráticas e conseguiu abordar abertamente as feridas do passado autoritário. 
Portugal
A transição portuguesa é um modelo de democratização bem-sucedida. 
No passado: Até 1974, Portugal vivia sob o regime autoritário do Estado Novo, que sufocava a liberdade e mantinha o país isolado e subdesenvolvido em relação ao resto da Europa Ocidental. A falta de democracia, a repressão e a guerra colonial contribuíam para a pobreza e a ausência de desenvolvimento social.
Atualmente: A Revolução dos Cravos, em 1974, abriu caminho para a democracia, o que permitiu o desenvolvimento de políticas públicas voltadas para o social, consolidando um sistema de bem-estar. Portugal é hoje uma democracia plena e um país de referência em políticas sociais.

Fonte:
https://www.google.com/search?q=D%C3%AA+exemplos+de+pa%C3%ADses+que%2C+no+passado%2C+tinham+uma+desigualdade+social+alarmante%2C+governo+corrupto%2C+enfim+%C3%ADndices+de+democracia+e+IDH+p%C3%A9ssimos%3B+mas%2C+atualmente%2C+estes+mesmos+pa%C3%ADses+s%C3%A3o+refer%C3%AAncia+positiva+em+democracia+e+igualdade+social.&rlz=1C2GCEA_enBR1094BR1098&sca_esv=bb558130a597fb8c&source=hp&ei=FFbsaPrzEfX65OUP0qiIgAQ&iflsig=AOw8s4IAAAAAaOxkJDR9DRcHgeHqm1DspPvqKWYo6je2&aep=22&udm=50&ved=0ahUKEwj6zdyjg6CQAxV1PbkGHVIUAkAQteYPCAc&oq=&gs_lp=Egdnd3Mtd2l6IgBIAFAAWABwAHgAkAEAmAEAoAEAqgEAuAEByAEAmAIAoAIAmAMAkgcAoAcAsgcAuAcAwgcAyAcA&sclient=gws-wiz&mtid=bFfsaM_BE_LB5OUPh4LW0As&mstk=AUtExfB9gc-5Ld4zKo2OZJONla-kUcL7dbBRdNYjvDTgy9FQlq4NqMxMmEOgGuNNvmGyXCUxdc9t96zb42hyt5ILwRiwPcVGg6CCH_qegimsROJJg776Qiazi_oWjq71pUnatTwbctj3HKaVA5RkkwEG7JvFXx_hboXRYSw&csuir=1


sábado, 19 de julho de 2025

O Itamaraty e a guerra de agressão da Rússia contra a Ucrânia, e a questão das crianças sequestradas e enviadas para a Rússia - Pesquisa de Vitelio Brustolin por meio da IA

Numa breve postagem no Facebook, eu me perguntava se o Itamaraty havia feito, alguma vez, uma nota sobre o sequestro de crianças ucranianas e seu envio para serem adotadas, criadas e russificadas no país que se esvazia de gente, especialmente de homens, enviados para a guerra, e que não tem nascimentos suficientes para repovoar o maior território estatal do mundo.

Eu até havia feito uma pesquisa na seção de notas do MRE, buscando simplesmente o conceito "Ucrânia", e vieram 5 centenas de resultados, de 2006 à atualidade. Postei os resultados na minha página em Academia.edu, e repeercuti a busca neste blog Diplomatizzando, como abaixo: 

4993. “Notas sobre a Ucrânia no âmbito do Itamaraty (2006-2025)”, São Paulo, 15 julho 2025, 31 p. Levantamento efetuado na Base de Dados de Notas de Informação à Imprensa no Itamaraty: 499 notícias de todos os tipos, diretas e indiretas (link: https://www.gov.br/mre/pt-br/search?origem=form&SearchableText=Ucr%C3%A2nia). Íntegra da relação disponível na plataforma Academia.edu (Link: https://www.academia.edu/142908159/Notas_sobre_a_Ucr%C3%A2nia_no_ambito_do_Itamaraty_2006_2025_ ). Disponível no blog Diplomatizzando (link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2025/07/notas-sobre-ucrania-no-ambito-do.html). PRA


Veio em meu socorro o amigo acadêmico, especialista em geopolítica, professor de relações internacionais na UFF Vitelio Brustolin, que com a ajuda da AI enviou-me a seguinte mensagem:


"O Itamaraty, até o momento, *não emitiu uma nota específica sobre o sequestro de crianças ucranianas pela Rússia ou sua suposta ligação com Putin*. No entanto, fez declarações oficiais referindo-se ao tema em contexto mais amplo:

•⁠  ⁠O Itamaraty *reiterou condenação da invasão russa à Ucrânia*, também mencionando a preocupação com a situação humanitária, incluindo as crianças ucranianas removidas durante o conflito. A nota destacou ações como concessão de vistos temporários, doações humanitárias e acolhida de refugiados ucranianos no Brasil ([Gazeta do Povo][1]).

•⁠  ⁠O Ministério citou o *“Plano de Paz sino-brasileiro” de maio de 2024*, no qual consta que “a população civil, incluindo mulheres, crianças e prisioneiros de guerra, deve ser protegida” e que “esforços para assistência humanitária e prevenção de crise devem ser aumentados” — sem menção direta aos casos de sequestro de crianças ([Gazeta do Povo][1]).

Também houve pressão política interna:

•⁠  ⁠A senadora *Damares Alves solicitou reunião com o Itamaraty* no início de fevereiro de 2025 para discutir a mediação brasileira no resgate dessas crianças, após ter recebido informações sobre cerca de 20 mil delas sendo levadas de regiões ucranianas ocupadas ([UOL Notícias][2], [Gazeta do Povo][3]).

•⁠  ⁠A Ucrânia, por meio de seu chefe de gabinete Andriy Yermak, fez *pedido público para que o Brasil mediasse a devolução* das crianças, mas o governo brasileiro respondeu que “reconhece o problema” e está disposto a colaborar em acordos de paz, sem compromisso específico de mediação ou adesão à coalizão internacional “Bring Kids Back” ([Gazeta do Povo][1]).

Em resumo: *não há nota específica mencionando Putin ou se referindo diretamente ao sequestro das crianças*, apenas posicionamentos gerais e diplomáticos sobre a invasão e a situação humanitária.

Se quiser, posso buscar declarações mais recentes ou oficiais no site do Itamaraty. Deseja que eu procure diretamente no site do Ministério das Relações Exteriores?

[1]: https://www.gazetadopovo.com.br/republica/brasil-responde-a-pedido-de-ajuda-da-ucrania-para-resgatar-criancas-apontando-para-plano-pro-russia/?utm_source=chatgpt.com "Brasil não deve intermediar volta de crianças ucranianas raptadas"

[2]: https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2024/02/08/onu-pede-a-russia-que-interrompa-transferencia-forcada-de-criancas-ucranianas.htm?utm_source=chatgpt.com "ONU pede à Rússia que interrompa transferência forçada de crianças ucranianas"

[3]: https://www.gazetadopovo.com.br/republica/damares-cobra-acoes-do-itamaraty-contra-sequestro-de-criancas-ucranianas-pela-russia/?utm_source=chatgpt.com "Damares cobra ações do Itamaraty contra sequestro de crianças ucranianas"

Retomo (PRA): O Itamaraty não faz absolutamente nada que não seja autorizado pelos "mestres da diplomacia", que não estão exatamente no Itamaraty, e não faz nada que possa de alguma maneira, mesmo a mais leve e sutil, contrariar os amigos russos, especialmente Putin e Lavrov.

Postagem em destaque

Livro Marxismo e Socialismo finalmente disponível - Paulo Roberto de Almeida

Meu mais recente livro – que não tem nada a ver com o governo atual ou com sua diplomacia esquizofrênica, já vou logo avisando – ficou final...