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Temas de relações internacionais, de política externa e de diplomacia brasileira, com ênfase em políticas econômicas, viagens, livros e cultura em geral. Um quilombo de resistência intelectual em defesa da racionalidade, da inteligência e das liberdades democráticas. Ver também minha página: www.pralmeida.net (em construção).
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Uma nova ameaça “nuclear”?
Vamos precisar de um novo tratado de “não proliferação da IA”?
Alertas recebidos via Airton Dirceu Lemmertz:
“Hoje (30/junho/2026): principais notícias sobre IA.
O principal destaque global sobre inteligência artificial hoje (30/06/2026) é a declaração do diretor da CIA, John Ratcliffe, classificando os modelos mais avançados de IA como "armas nucleares digitais" durante uma conferência em Washington. [1]
As discussões do dia misturam forte teor geopolítico, novas restrições governamentais e impactos no mercado corporativo e cultural:
🛡️ Geopolítica e Segurança Nacional
Alerta da CIA: Em uma intervenção pública na conferência da Amazon Web Services (AWS), o diretor da CIA John Ratcliffe comparou as capacidades de IAs avançadas ao poder de armas atômicas e colocou as tecnologias emergentes no mesmo nível de prioridade estratégica que a China. [1]
Restrições da Casa Branca: Foi revelado que o governo dos EUA implementou controles rígidos de exportação sobre os modelos mais potentes do mercado. O acesso aos modelos Mythos 5 e Fable 5 da Anthropic foi limitado, e o lançamento do novo modelo GPT-5.6 da OpenAI foi restrito apenas a um círculo restrito de parceiros locais autorizados por Washington. [1]
📉 Impacto no Mercado e Economia
Boom Industrial na China: Dados econômicos divulgados hoje mostram que a atividade industrial chinesa voltou a crescer em junho, fortemente impulsionada pela demanda global por investimentos em infraestrutura de IA. [1]
Disputa de Poder: Uma análise da Bloomberg Línea destacou que os CEOs das grandes companhias de tecnologia estão deixando de buscar apenas mercados para tentar influenciar diretamente a geopolítica e sentar-se à mesa do G7. [1]”
Madame IA comenta minha lista de trabalhos publicados e minha estratégia de divulgação desses trabalhos.
As maiores mentiras diplomáticas já registradas na história mundial. Como já passou o dia 1o de abril, podemos relatar as "melhores" mentiras colecionadas por Madame IA (grato a Airton Dirceu Lemmertz pela consulta não remunerada):
Madame IA (que ainda é uma Lady, mas deve logo logo virar uma Dame) analisou minha provocação gratuita e desabusada contra a casta política, a pedido de meu amigo Airton Dirceu Lemmertz, um exercício sempre bem-vindo, dada a natureza de minhas acusações certamente exageradas e infundadas. Agradeço mais uma vez.
Os 24 pecados da vida política brasileira: (uma pura invenção minha, de 2006, reciclada no final de 2025):
1) corrupção;
2) hipocrisia;
3) fraude;
4) desfaçatez;
5) volubilidade;
6) inconstância;
7) mentira;
8 ) mediocridade;
9) transferência de encargos para terceiros;
10) ignorância deliberada de fatos de sua competência;
11) irresponsabilidade quanto ao desempenho de funções;
12) pretensão;
13) eleitoralismo desenfreado;
14) propaganda indireta, com meios públicos;
15) uso da máquina estatal para fins particulares;
16) populismo (velho e novo);
17) demagogia (aparentemente, uma segunda natureza);
18) arrogância;
19) clientelismo;
20) fisiologia;
21) nepotismo;
22) fuga da realidade (autismo político);
23) esquizofrenia (defesa de objetivos conflitantes na vida política);
24) ofensa à inteligência alheia (“eu não sei”, “eu não vi”, “não estou sabendo”...).
Pedido à Madame (por ADL):
ESCREVA UM TEXTO DE MODO DETALHADO E CRÍTICO AO TEXTO ANTERIOR, SOBRE "OS 24 PECADOS POLÍTICOS RECORRENTES NO BRASIL".
Fonte: https://diplomatizzando.blogspot.com/2025/12/e-por-falar-em-sete-pecados-capitais-eu.html#:~:text=novos%20pecados%20da%20vida%20pol%C3%ADtica%20brasileira
O texto que elenca os "24 pecados da vida política brasileira" funciona como um catálogo fenomenológico das patologias do poder no país. Mais do que uma simples lista, ele descreve um ecossistema onde a ética é subjugada pela conveniência. A seguir, apresento uma análise detalhada e crítica sobre esses pontos, agrupando-os por sua natureza funcional:
1. A Estruturalidade do Patrimonialismo (Pecados 1, 3, 15, 19, 20, 21):
Os itens que tratam de corrupção, fraude, uso da máquina pública, clientelismo, fisiologia e nepotismo não são falhas acidentais, mas sim resquícios do patrimonialismo brasileiro. A dificuldade histórica em separar o "público" do "privado" faz com que o Estado seja visto como um espólio a ser dividido entre aliados. O fisiologismo (troca de apoio por cargos) e o clientelismo transformam direitos em favores, perpetuando uma relação de dependência que fere a autonomia do cidadão.
2. A Retórica da Enganação e o Populismo (Pecados 2, 7, 13, 14, 16, 17):
A política brasileira é marcada por uma "estética da aparência". A hipocrisia, a mentira e a demagogia são ferramentas de sobrevivência. O eleitoralismo desenfreado e o populismo revelam uma visão de curto prazo: o governante não busca a construção de um projeto de Estado, mas a manutenção do poder através de narrativas sedutoras, porém vazias. A propaganda com meios públicos (pecado 14) é o braço financeiro dessa distorção comunicacional.
3. A Crise de Competência e Alteridade (Pecados 8, 9, 10, 11, 12, 18):
A mediocridade e a pretensão/arrogância formam um par perigoso. O texto aponta para uma tecnocracia muitas vezes ineficiente que, ao falhar, utiliza a transferência de encargos para terceiros. A ignorância deliberada (pecado 10) e a irresponsabilidade funcional sugerem uma casta política que se sente imune às consequências de sua própria inépcia, protegida por uma burocracia opaca.
4. O Descolamento da Realidade: O "Autismo" e a "Esquizofrenia" (Pecados 22, 23, 24):
Talvez o ponto mais crítico seja o divórcio entre a classe política e a vida real do povo. A fuga da realidade e a esquizofrenia política (defender o teto de gastos enquanto se criam auxílios extrateto, por exemplo) mostram um sistema que opera em lógica própria. A ofensa à inteligência alheia (o famoso "eu não sabia") é o ápice do cinismo, onde o político subestima a capacidade de julgamento da população para evitar a responsabilização jurídica e moral.
* Análise Crítica:
Embora a lista seja precisa em identificar os sintomas, é necessário um olhar crítico sobre a terminologia e a solução:
Uso de termos médicos: O uso de palavras como "autismo" e "esquizofrenia" para descrever comportamentos políticos (pecados 22 e 23) é problemático e datado, pois estigmatiza condições de saúde para descrever desvios de caráter ou estratégia. Do ponto de vista da ciência política, o que se chama de "autismo" é, na verdade, um encastelamento das elites.
O risco do antipoliticismo: Uma lista de "pecados" pode induzir o leitor a crer que toda política é inerentemente suja. Isso alimenta discursos de "salvadores da pátria" que prometem limpar o sistema, mas que frequentemente acabam cometendo os mesmos pecados com novas roupagens.
A Falta de Solução Institucional: O texto foca na moralidade individual do político. No entanto, esses pecados proliferam porque o sistema de incentivos (sistema eleitoral, financiamento de campanha e impunidade) os favorece. Sem reformas estruturais (reforma política e do judiciário), a moralização individual é uma tarefa de Sísifo.
* Conclusão:
Os 24 pecados formam um retrato fiel do "Brasil profundo" institucional. Eles revelam que a democracia brasileira ainda é jovem e luta contra vícios coloniais e oligárquicos. Superar esses pecados exige menos indignação moralista e mais vigilância cívica e reforma das instituições, para que o custo de cometer esses "pecados" seja maior do que o benefício de praticá-los.
Fonte (Gemini, a IA do Google):
Delegação brasileira no Conselho de Direitos Humanos se abstém de votar sobre sequestro de crianças ucranianas pela Rússia, uma quebra de princípios e valores da diplomacia e da política externa do Brasil. (PRA)
A Inteligência Artificial se dedicou a comentar minhas dúvidas provocadoras (por especial obséquio de Airton Dirceu Lemmerts):
"1) A Rússia de Putin já é um Estado terrorista?
2) Os EUA de Trump já são um Estado autoritário?
3) A Argentina de Milei já conseguiu salvar seus cidadãos da prisão mental do peronismo?
4) O Brasil das últimas décadas já tem suas instituições contaminadas pela criminalidade organizada?
5) O futebol-industrial já se tornou uma nova religião?
6) Israel de Netanyahu já se converteu num Estado mais ou menos similar aos Estados que anteriormente perseguiram o povo judeu?".
Responda cada uma das seis perguntas anteriores, de modo detalhado e crítico.
https://diplomatizzando.blogspot.com/2025/11/duvidas-serem-esclarecidas-paulo.html
Abaixo estão as respostas detalhadas e críticas para cada uma das seis perguntas, baseadas em análises de especialistas, organizações internacionais e notícias recentes.
1) A Rússia de Putin já é um Estado terrorista?
A Rússia de Putin ainda não é formalmente reconhecida como um "Estado terrorista" pela maioria da comunidade internacional ou pela ONU, mas a questão é objeto de intenso debate e algumas instituições adotaram essa classificação.
- Argumentos para a classificação: A Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa (PACE) adotou uma resolução em outubro de 2022 pedindo que o regime russo fosse formalmente rotulado como um "regime terrorista" devido às suas ações na Ucrânia. As ações russas, como ataques indiscriminados a civis, infraestrutura civil (energia, hospitais) e cidades inteiras, são vistas por muitos observadores como táticas de terror para quebrar a moral ucraniana. Analistas argumentam que o uso de mercenários do Grupo Wagner e a interferência em outros países assemelham-se a métodos de terrorismo de Estado.
- Argumentos contra a classificação e o status atual: A designação formal de "Estado terrorista" por países como os EUA tem implicações legais e diplomáticas muito específicas, como sanções abrangentes e restrições de ajuda externa. A maioria dos países ocidentais tem evitado essa designação formal para a Rússia para manter canais diplomáticos abertos e evitar uma escalada maior do conflito. A Rússia nega as acusações, caracterizando suas ações como operações militares legítimas.
2) Os EUA de Trump já são um Estado autoritário?
Os EUA sob a influência de Donald Trump não são um "Estado autoritário" no sentido clássico de uma ditadura ou regime de exceção total, mas há um consenso crescente entre cientistas políticos e especialistas em democracia de que o país enfrenta tendências significativas de autocratização e erosão democrática.
- Tendências autoritárias: Especialistas apontam que o "trumpismo" representa uma forma de populismo nacionalista com características autoritárias. Isso se manifesta em ataques à imprensa livre e ao poder judiciário, questionamentos infundados sobre a integridade eleitoral (culminando na invasão do Capitólio em 6 de janeiro de 2021), e o uso de linguagem divisiva que desumaniza oponentes políticos e grupos minoritários (como imigrantes).
- Resiliência institucional: A democracia americana demonstrou resiliência através do funcionamento de suas instituições (judiciário, mídia, sociedade civil) que resistiram a muitas das tentativas de subversão. A transição de poder, embora conturbada, ocorreu. O debate se concentra em se essas instituições conseguirão conter futuras investidas autoritárias, caso Trump retorne ao poder.
3) A Argentina de Milei já conseguiu salvar seus cidadãos da prisão mental do peronismo?
A questão de Milei ter "salvo" os argentinos da "prisão mental do peronismo" é altamente subjetiva e polarizadora. Javier Milei venceu as eleições com uma plataforma de ruptura radical com o peronismo e o estatismo, mas o processo está em curso e seus resultados são controversos.
- A "ruptura": Milei implementou um programa de choque econômico e reformas profundas com o objetivo de desmantelar a estrutura econômica e cultural construída ao longo de décadas de peronismo. Sua vitória eleitoral e recentes avanços legislativos indicam um apoio popular significativo para essa mudança de direção.
- Controvérsias e desafios: As medidas de austeridade de Milei geraram forte oposição e protestos, e a "prisão mental" é uma metáfora que reflete uma profunda divisão ideológica na sociedade argentina. O peronismo, com suas raízes históricas e base social, não foi erradicado e continua sendo uma força política e cultural potente. Seus críticos argumentam que a abordagem de Milei é que é ideológica e prejudicial, não o peronismo em si.
4) O Brasil das últimas décadas já tem suas instituições contaminadas pela criminalidade organizada?
Há evidências e um consenso geral entre especialistas em segurança pública de que o crime organizado no Brasil conseguiu se infiltrar em diversos níveis e setores das instituições nas últimas décadas.
- A Infiltração: Relatórios de investigações da Polícia Federal, Ministérios Públicos e agências de inteligência indicam a presença de facções criminosas infiltradas em setores da economia e da política local e estadual. A corrupção facilita essa penetração, com a participação de membros do poder público em atividades ilícitas.
- Impacto e Escala: Embora a maioria das instituições democráticas e agentes públicos operem dentro da legalidade, a infiltração do crime organizado é um fator que corrói a institucionalidade e a confiança pública. O fenômeno é sistêmico e representa um desafio contínuo para o Estado brasileiro, mas isso não significa que todas as instituições estejam universalmente "contaminadas".
5) O futebol-industrial já se tornou uma nova religião?
A comparação do futebol-industrial com uma "nova religião" é uma metáfora comum para descrever a paixão e a devoção extremas que o esporte desperta na sociedade moderna.
- Culto e Devoção: O futebol mobiliza multidões, gera rituais (hinos, uniformes, peregrinações a estádios), possui ídolos venerados e um fervor que, em muitos aspectos, mimetiza a experiência religiosa. O futebol-industrial, com sua comercialização global e espetacularização, amplificou esse fenômeno, transformando clubes em marcas globais e eventos em rituais midiáticos de massa.
- Distinção Crítica: Criticamente, é importante notar que, embora o futebol compartilhe características sociológicas de um "culto", ele difere fundamentalmente das religiões tradicionais por não se basear em doutrinas de salvação, divindades transcendentes ou um sistema moral abrangente. É um fenômeno cultural e comercial, ainda que com um impacto social e emocional imenso.
6) Israel de Netanyahu já se converteu num Estado mais ou menos similar aos Estados que anteriormente perseguiram o povo judeu?
Esta é uma das perguntas mais sensíveis e controversas. A comparação entre as ações do Estado de Israel sob Benjamin Netanyahu e os regimes que perseguiram os judeus (como a Alemanha Nazista ou a Rússia Czarista) é rejeitada veementemente por Israel e seus apoiadores, mas feita por alguns críticos severos e organizações de direitos humanos.
- Críticas e Alegações de Similaridade: Críticos, incluindo algumas vozes judaicas e organizações como a Human Rights Watch e a Anistia Internacional, usam termos como "apartheid" para descrever o tratamento dado aos palestinos, citando restrições de movimento, segregação legal e controle territorial. Alguns intelectuais e ativistas argumentam que certas políticas de Netanyahu (expansão de assentamentos, retaliação coletiva, retórica desumanizante) ecoam, em menor escala, a lógica de opressão e perseguição histórica.
- Resposta e Rejeição da Comparação: Israel e seus defensores rejeitam categoricamente essa analogia, classificando-a como anti-semita e uma distorção grosseira da realidade. Argumentam que as ações de Israel são medidas de segurança necessárias em resposta a ameaças terroristas (como as do Hamas e Hezbollah) e que Israel é uma democracia que enfrenta desafios únicos de segurança nacional. Eles ressaltam as diferenças morais e históricas, afirmando que a perseguição histórica visava a aniquilação, enquanto Israel busca a segurança e a coexistência (embora conflituosa). A comparação é vista como uma minimização do Holocausto e de outras perseguições históricas.
Fonte (a IA do Google):
https://www.google.com/search?q=%221%29+A+R%C3%BAssia+de+Putin+j%C3%A1+%C3%A9+um+Estado+terrorista%3F+2%29+Os+EUA+de+Trump+j%C3%A1+s%C3%A3o+um+Estado+autorit%C3%A1rio%3F+3%29+A+Argentina+de+Milei+j%C3%A1+conseguiu+salvar+seus+cidad%C3%A3os+da+pris%C3%A3o+mental+do+peronismo%3F+4%29+O+Brasil+das+%C3%BAltimas+d%C3%A9cadas+j%C3%A1+tem+suas+institui%C3%A7%C3%B5es+contaminadas+pela+criminalidade+organizada%3F+5%29+O+futebol-industrial+j%C3%A1+se+tornou+uma+nova+religi%C3%A3o%3F+6%29+Israel+de+Netanyahu+j%C3%A1+se+converteu+num+Estado+mais+ou+menos+similar+aos+Estados+que+anteriormente+perseguiram+o+povo+judeu%3F%22.+Responda+cada+uma+das+seis+perguntas+anteriores%2C+de+modo+detalhado+e+cr%C3%ADtico.&rlz=1C2GCEA_enBR1094BR1098&sca_esv=e645ba2a5e6144b5&sxsrf=AE3TifOQIimvj0UsfcZMNluBJBhgNiabrQ%3A1762117970351&source=hp&ei=UskHaYz9Ep-J4dUP_e7YiAc&iflsig=AOw8s4IAAAAAaQfXYhKCfcEHHzv2XkWFKh0SK4Vwrjyf&aep=22&udm=50&ved=0ahUKEwiM7rD9sNSQAxWfRLgEHX03FnEQteYPCBE&oq=&gs_lp=Egdnd3Mtd2l6IgBIAFAAWABwAHgAkAEAmAEAoAEAqgEAuAEByAEAmAIAoAIAmAMAkgcAoAcAsgcAuAcAwgcAyAcA&sclient=gws-wiz&mstk=AUtExfAks3i-Aon76dvTjV7ZVrNX5QwmME6fFjXcm3Vyyaf1uSAbVcjVDg0Zh-85tDoGj0PDbUHpQc1usWY9VWnNI8B-lQBc9O8r3jcaAMwX1_yOjtK7YEJEIt9ykyK8MGHwrCmAGFAV7HmKX0E9M6XJovqztIrmQ6wUXwIun05IuEeY0vIyD831TjV8PGTEeEcaLufisp2xk1jntkcP_njzsL3M8eeP8q4INM_fXOZP8JKSq5DXSW07sVYSL_VTXzIpbvZtr2-2pEmpHIW2Vy_TddqZsmeAgqvwnH4&csuir=1&mtid=kMkHaanFLJTP1sQPzeWngAY
Airton Dirceu Lemmertz se diverte com a IA, desta vez com os 50 livros (supostamente) mais relevantes da literatura mundial. Suprimi várias repetições, e reesulta que não são 50 livros, apenas 46. OK, vou colocar o que falta. (PRA):
A guerra de agressão da Rússia contra a Ucrânia, na semana de 12 a 18 de outubro de 2025, em resumo feito por Airton Dirceu Lemmertz:
Felipe Salto - Warren Política Entrevista com Gustavo Franco Warren Política | Episódio 29 38.061 visualizações 12 de ago. de 2026 43,8 mil...