O livro está pronto, só falta publicar:
História e Historiografia das Relações Internacionais do Brasil: dos descobrimentos ao final do Império
Paulo Roberto de Almeida
Índice
Prefácio
Apresentação
Introdução: Visão Geral sobre a Construção da Nação
1. Quatro séculos de relações internacionais do Brasil
1.1. Uma periodização tentativa da história brasileira
1.2. A construção do Estado independente e sua diplomacia
1.3. Um lento crescimento econômico no século XIX
1.4. A República não transformou estruturalmente o Brasil
1.5. A diplomacia brasileira, do Império à República
Parte I: Da Colônia à Independência
2. A diplomacia dos descobrimentos: de Colombo a Tordesilhas
2.1. O ato fundador da história moderna
2.2. O monopólio pontifício das relações internacionais
2.3. Da arbitragem papal à negociação direta
2.4. Tordesilhas: a primeira partilha do mundo
2.4. Do condomínio ibérico à balança de poderes
2.6. O nascimento da diplomacia permanente
2.7. A formação territorial do Brasil
3. A formação econômica brasileira antes da autonomia política
3.1. A colônia, até a vinda da família real
3.2. Situação econômica do Brasil colônia, até 1808
3.3. Transformações econômicas a partir do decreto de abertura dos portos
3.4. Efeitos do tratado de comércio de 1810
3.5. Mudanças econômicas a caminho da independência
3.6. O contexto econômico desfavorável das independências ibero-americanas
Quadros e tabelas
4. O nascimento do pensamento econômico brasileiro: Hipólito da Costa
4.1. A economia política pelo método empírico: a missão na América
4.2. A economia política pelo método teórico: leituras de Hipólito
4.3. A abertura dos portos e as indústrias do Brasil: olhando o futuro
4.4. Relações comerciais com a Grã-Bretanha: antecipando o prejuízo
4.5. O tratado de 1810 e o interesse nacional: impacto na historiografia
4.6. A separação de Portugal e o problema da mão-de-obra
4.7. Influência de Hipólito no debate econômico do século XIX
4.8. O legado de Hipólito: humanismo, educação, clarividência econômica
5. As revoluções ibero-americanas e o constitucionalismo luso-brasileiro
5.1. A evolução constitucional na Europa e nas Américas
5.2. Da Constituição de Cádiz (1812) à Revolução do Porto (1820)
5.3. O mundo restaurado e novamente turbulento: ascensão do liberalismo
5.4. O constitucionalismo português e a recolonização do Brasil
5.5. A constituição portuguesa de 1822 e seus efeitos no Brasil
6. A revolução do Porto, o Correio Braziliense e a independência do Brasil
6.1. Primeiras notícias: do lado dos constitucionalistas
6.2. A preocupação com as “coisas” do Brasil
6.3. As Cortes se “esquecem” do Reino Unido do Brasil
6.4. Começam as divergências constitucionais entre os dois reinos
6.5. A revolução do Porto finalmente chega ao Brasil
6.6. O Brasil “decide” ser constitucional
6.7. A separação refletida nas páginas do Correio Braziliense
7. A censura política no momento da independência
7.1. Censura, uma prática estatal, desde a mais remota antiguidade
7.2. A censura política contra o “armazém literário” de Hipólito
7.3. O Correio Braziliense como bastião da liberdade de imprensa
8. A hipótese de um império luso-brasileiro: um ‘imenso Portugal’?
8.1. Poderia o Brasil ter sido o centro de um império luso-brasileiro?
8.2. A importância do Brasil para a economia da metrópole
8.3. Situação de Portugal e Brasil na fase anterior à independência
8.4. A hipótese da união imperial no período joanino e na independência
8.5. Hipólito da Costa e a manutenção da unidade luso-brasileira
8.6. Um império luso-brasileiro a partir de uma unidade americana?
8.7. O Brasil poderia assumir a direção de um império multinacional?
Parte II: Os Grandes Desafios da Diplomacia Imperial
9. A diplomacia brasileira da independência: heranças e permanências
9.1. A diplomacia e a política externa na independência do Brasil
9.2. A conquista da autonomia no Arquivo Diplomático da Independência
9.3. A outra independência: uma construção alternativa do Estado
9.4. A Bacia do Prata e a Cisplatina: a primeira guerra do Brasil
9.5. A diplomacia do tráfico escravo: defendendo o indefensável
9.6. A lenta conformação de uma diplomacia profissional
10. O reconhecimento internacional da independência do Brasil
10.1. Antes da Independência, o manifesto às “nações amigas”
10.2. Finalmente o Império do Brasil: as primeiras missões
10.3. A defesa do país exigia uma monarquia unitária
10.4. Sem concessões aos imperialismos europeus
10.5. Estabelecimento de relações com as principais potências
10.6. A primeira diplomacia americanista do Brasil
10.7. Os retardatários da Santa Aliança: Áustria e Espanha
10.8. A diplomacia brasileira na construção do Estado
11. A construção da diplomacia imperial por seus “pais fundadores”
11.1. Um Estado com política externa, mas sem diplomacia
11.2. Construindo a instituição: caminhos da profissionalização
11.3. O papel do Parlamento na condução da diplomacia
11.4. As bases intelectuais da diplomacia imperial: Paulino
11.5. A burocratização da diplomacia imperial: Visconde do Rio Branco
12. A diplomacia da imigração: contornando o escravismo
12.1. A diplomacia da imigração e a competição estrangeira
12.2. A Lei de Terras: uma contrarreforma agrária
12.3. Os diplomatas à cata de imigrantes europeus
12.4. Argentina e Estados Unidos ganham no recrutamento
12.5 A escravidão forçada contra a imigração espontânea
12.6. Os diplomatas e a abolição
Tabela estatística
13. Uma geopolítica avant la lettre: Varnhagen e a reforma do Império
13.1. Um historiador que também foi um pensador geopolítico
13.2. Varnhagen possuía um pensamento estratégico?
13.3. O pensamento estratégico na época de Varnhagen
13.4. Qual era o pensamento estratégico de Varnhagen?
13.5. As propostas de Varnhagen se refletiram no Estado imperial?
13.6. O legado desse pensamento na construção do Estado brasileiro
13.7. Existe uma modernidade em Varnhagen?
Parte III: Historiografia e História das Relações Internacionais do Brasil
14. A historiografia da independência: uma revisão da literatura
14.1. Os principais trabalhos sobre a história da independência
14.2. Qual historiografia, qual independência?
14.3. A historiografia da independência: seus principais historiadores
14.4. As fontes, os fatos e a historiografia da Independência
14.5. Historiadores estrangeiros dos “sucessos” da independência
14.6. O patrono da historiografia, Varnhagen, e seu crítico: Oliveira Lima
14.7. O Arquivo Diplomático da Independência e o Projeto Resgate
15. A historiografia diplomática até a primeira metade do século XX
15.1. A historiografia: uma quase esquecida na história das ideias
15.2. A historiografia das relações exteriores e seus representantes
15.3. Varnhagen, o pai da historiografia, o legitimista da corte
15.4. João Ribeiro inaugura a era dos manuais de história do Brasil
15.5. Oliveira Lima: o maior dos historiadores diplomatas
15.6. Pandiá Calógeras: a sistematização da história diplomática
15.7. Interregno diversificado: trabalhos até o início do século XX
15.8. Os manuais de história diplomática: Vianna, Delgado e Rodrigues
16. A historiografia econômica do Brasil
16.1. Temas, agendas, historiadores
16.2. Da reconstituição do passado colonial às crises financeiras
16.3. O nascimento de uma história econômica nacional
16.4. O nacionalismo e o papel econômico do Estado
16.5. O grande esforço da industrialização: Celso Furtado
16.6. Os desequilíbrios do crescimento: os novos historiadores
16.7. Progressos na pesquisa em história econômica
Anexos: Cronologia e Documentos Históricos
1. Cronologia histórica até a independência do Brasil
2. Documentos fundadores da nação brasileira
a) Tratado de Tordesilhas, 1494
b) Carta de El-Rei de Portugal D. Manuel aos Reis Católicos, 1501
c) Tratado de Madri, 1750
d) Tratado de comércio de 1810
e) Elevação do Brasil a Reino Unido, 1815
f) Manifesto aos governos e às nações amigas, 1822
Referências bibliográficas
Notas sobre os trabalhos
Nota sobre o autor
Temas de relações internacionais, de política externa e de diplomacia brasileira, com ênfase em políticas econômicas, viagens, livros e cultura em geral. Um quilombo de resistência intelectual em defesa da racionalidade, da inteligência e das liberdades democráticas. Ver também minha página: www.pralmeida.net (em construção).
sexta-feira, 16 de janeiro de 2026
Novo livro: História e Historiografia das Relações Internacionais do Brasil: dos descobrimentos ao final do Império - Paulo Roberto de Almeida
quarta-feira, 27 de dezembro de 2023
Novo livro, em publicação: O Brasil no contexto regional e mundial: artigos sobre nossa dimensão internacional - Paulo Roberto de Almeida (2024)
Novo livro a ser publicado proximamente em Kindle:
O Brasil no contexto regional e mundial: artigos sobre nossa dimensão internacional
Congratulations!
______________________________
ALMEIDA, Paulo Roberto.
O Brasil no contexto regional e mundial: artigos sobre nossa dimensão internacional; Brasília: Diplomatizzando, 2024.
167 p.
ISBN: 978-65-00-89870-5
1. Brasil. 2. Diplomacia brasileira. 3. Política externa. 4. Política internacional. 5. América do Sul. 7. Título
_______________________________
Índice
Apresentação , 7
1. Paz no mundo em 2023? , 9
2. O Brics e o Brasil: quem comanda? , 15
3. Fórum de Davos: o piquenique invernal do capitalismo bem-comportado , 19
4. De repente, o mundo descobre um brasileiro pouco cordial , 23
5. O Brasil e o seu vizinho mais importante, a Argentina, talvez distante , 28
6. O que o Brasil deixou de aprender com a Alemanha? , 33
7. Diplomacia de Lula 3: la nave va..., mas para onde? , 38
8. O Brasil e a China: até onde vai a relação estratégica? , 44
9. Os intelectuais do Itamaraty e o caso único de José Guilherme Merquior , 49
10. O Brasil como um imenso Portugal?, 57
11. O que Putin quer de Lula? O que ele vai conseguir? , 63
12. A Guerra Perpétua, ou um projeto de ‘nova ordem mundial , 70
13. A reunificação da Alemanha e a construção de Brasília , 73
14. Por que a tal de ‘nova ordem mundial’ é uma má ideia? , 77
15. Se eu quiser falar com o tal de Sul Global, telefono para quem? , 82
16. Lula no G7: falta discutir a relação? , 85
17. Ah, esse ambicionado Prêmio Nobel da Paz... , 89
18. Grandezas e misérias da diplomacia presidencial: o caso do Brasil , 93
19. O Brasil aos olhos do mundo: como era antes, como ficou agora?, 98
20. Política externa e diplomacia brasileira: uma visão de três décadas , 101
21. O Brasil, a América Latina e a União Europeia: alguma novidade? , 105
22. A cúpula do Brics e o projeto mirabolante de uma moeda comum, 108
23. O Brasil de Lula 3 no G20 da Índia , 112
24. Parlamento e política externa: a experiência do Brasil , 116
25. O mau terrorismo e o terrorismo tolerável pelas esquerdas, 121
26. O Sul Global não existe, 125
27. Desafios da diplomacia brasileira na atualidade , 129
28. Diferenças entre a ‘velha’ e a ‘nova’ diplomacia de Lula, 133
29. Imigrantes na construção do Brasil e na política , 137
30. O Brasil em 2023: avanços e retrocessos , 140
31. Por que o Brasil ainda não é um país desenvolvido? (1), 144
32. Por que o Brasil ainda não é um país desenvolvido? (2), 148
33. O que falta ao Brasil para ser um país desenvolvido?, 152
34. O que aguarda o Brasil em 2024?, 157
Sobre o autor , 161
Livros do autor, 162
Apresentação
Toda a minha produção intelectual, ao longo de mais de cinco décadas de leituras, de reflexões e de escritos nos mais diferentes formatos, apresenta características basicamente acadêmicas, embora eu não tenha sido um acadêmico universitário em tempo integral. Todos os meus ensaios, artigos, notas, palestras, entrevistas e intervenções e comentários orais, em seminários, em cursos a convite ou em decorrência de aulas e conferências, guardam a mesma feitura fundamental: representam a síntese e alguma elaboração original a partir das muitas leituras que fiz ao longo da vida, de audiências presenciais ou virtuais, do seguimento de fontes de informação as mais diversas (rádio, TVs, jornais, revistas, em todas as línguas inteligíveis) e nos mais diferentes ambientes frequentados, como instituições de ensino, no decurso de viagens com interlocutores dos mais diversos meios ou no exercício da diplomacia, que foi minha ocupação principal ao longo de mais de quatro décadas, ao lado de uma dedicação também constante na docência superior.
Esta coletânea de curtos artigos, escritos nos últimos doze ou treze meses, difere dos meus muitos livros publicados ou organizados, normalmente dotados de jargão acadêmico, com citações e referências bibliográficas, pois que orientadas para um público universitário, ou equivalente, como são os diplomatas e os candidatos à carreira. Ainda que estes trabalhos também se inspirem no mesmo estilo acadêmico, não possuem o aparato próprio a esse meio, e se aproximam bem mais do formato jornalístico, como são os artigos de opinião de colunistas regulares. As três dezenas de breves escritos aqui reunidos foram elaborados exatamente com essa finalidade: tratar de questões conceituais ou de problemas conjunturais, cercando-os de algum contexto histórico ou de fundamentos econômicos, como correspondem às minhas afinidades intelectuais à margem dos estudos formais de ciências sociais: a história – eterna companheira desde as leituras precoces ainda na infância – e as relações econômicas internacionais, a que fui levado tanto pelas viagens e estudos em outros países, quando no exercício de minha profissão formal.
Os textos aqui reunidos, numa quase estrita sequência cronológica, não são apenas artigos de circunstância, mas pequenas sínteses reflexivas sobre questões diversas, às quais dou importância especial, seja pela sua relevância para a vida do país, seja num plano bem mais intelectual do que propriamente operativo. Eles são o resultado de uma vida de leituras, de viagens, de observações tópicas ou gerais sobre problemas políticos, econômicos e sociais do Brasil, eventualmente visto através de lentes que levam em conta nossa circunstância regional e nossa inserção mundial. Eles também expressam a experiência adquirida no trato de atividades diplomáticas e também na sequência de minhas lides acadêmicas, ambas cobrindo o amplo espectro de meio século de participação ativa nos problemas do Brasil.
Brasília, 27 de dezembro de 2023
Compendium of published and still non-published articles by Paulo Roberto de Almeida, dealing with various subjects in the fields of international relations, external policy, and diplomacy of Brazil, in its regional dimension and in the international context. Issues range from regional integration, political blocs, presidential diplomacy, economic and development questions (both as a whole and in the Brazilian case), as well as Global South, and main events in the recent past.
Coletânea de artigos publicados e inéditos de Paulo Roberto de Almeida, tratando de diversos assuntos nos campos das relações internacionais, política externa e diplomacia brasileira, em sua dimensão regional e no contexto internacional. As questões vão da integração regional, blocos políticos, diplomacia presidencial, economia e desenvolvimento (tanto de forma geral, quanto no caso brasileiro), assim como Sul Global, incluindo eventos relevantes no período recente.
sexta-feira, 18 de novembro de 2022
Um possível próximo livro sobre a política externa e a diplomacia brasileira - Paulo Roberto de Almeida
Ainda em revisão, capa a escolher:
Relações internacionais do Brasil:
história e historiografia da diplomacia brasileira
Paulo Roberto de Almeida
Índice
Prefácio
1. Relações internacionais e política externa do Brasil: visão geral, 7
A era do Barão, 1902-1912
A República dos bacharéis, 1912-1930
Crise e fechamento internacional, 1930-1945
Uma política exterior tradicional, 1945-1960
A política externa independente, 1961-1964
A volta ao alinhamento, 1964-1967
Revisão ideológica e busca de autonomia tecnológica, 1967-1985
Redefinição das prioridades e afirmação da vocação regional, 1985-2000
2. Evolução histórica da política externa brasileira, 20
Diferentes abordagens em torno da política externa brasileira
Uma periodização em contínuos ajustes
Grandes etapas da diplomacia brasileira em sua trajetória independente
A diplomacia brasileira e a política externa partidária do lulopetismo
As instituições republicanas e a ferramenta diplomática
As grandes etapas da política externa desde 1945 (listagem esquemática)
3. Historiografia da independência: síntese bibliográfica, 37
Seleção dos trabalhos para a construção da história da independência
Qual historiografia, qual independência?
A historiografia da independência: seus principais historiadores
As fontes, os fatos e a historiografia da Independência
Alguns historiadores estrangeiros dos “sucessos” da independência
O patrono da historiografia, Varnhagen, e seu crítico, Oliveira Lima
4. A diplomacia brasileira da independência: heranças e permanências, 55
A diplomacia e a política externa na independência do Brasil
O primeiro registro da autonomia: o Arquivo Diplomático da Independência
A outra independência: uma história alternativa da construção do Estado
A Bacia do Prata e a Cisplatina: a primeira guerra (herdada de Portugal)
A lamentável diplomacia do tráfico escravo: defendendo o indefensável
A diplomacia brasileira na construção do Estado
5. A diplomacia econômica do Brasil em perspectiva histórica, 81
Aspectos metodológicos da análise da diplomacia econômica brasileira
Estrutura e contexto da diplomacia econômica no Brasil
A diplomacia econômica brasileira no século XIX
Uma diplomacia “fora do lugar”?
A diplomacia econômica brasileira no século XX
Velhas questões, novos desafios: a diplomacia econômica ao início do século XXI
6. A emergência do Brasil para a diplomacia multilateral: da Haia a Paris, 98
Os conceitos de diplomacia mundial, internacional, global ou multilateral
Como o Brasil emergiu para a diplomacia multilateral?
A passagem do Brasil da política regional para a política internacional
O Brasil na conferência da paz da Haia (1907)
Rui Barbosa defende a neutralidade da Bélgica na Grande Guerra (1916)
O Brasil nas negociações de paz de Paris (1919)
7. Relações econômicas internacionais desde 1944, 116
O Brasil no sistema econômico multilateral do pós-guerra
A ordem econômica internacional do pós-guerra e a economia brasileira
O multilateralismo econômico do pós-guerra e o Brasil
Brasil: cronologia sumária do multilateralismo econômico, 1944-2022
Vetores das relações econômicas internacionais do Brasil, 1944-2022
8. Finanças internacionais do Brasil: perspectiva de meio século, 132
Meio século de história financeira do Brasil
Multiplicidade cambial e estrangulamento financeiro, 1954-1964
Estabilização econômica, indexação e abertura financeira, 1964-1973
A desordem monetária internacional e o desequilíbrio financeiro, 1973-1982
Crise e castigo numa era de transformações financeiras, 1982-1987
Ensaios de estabilização na era da globalização financeira, 1987-1994
De novo no turbilhão financeiro internacional, 1994-2004
A inserção financeira internacional do Brasil: perspectiva de meio século
9. As relações internacionais do Brasil na era militar, 1964-1985, 181
Visão geral da diplomacia e das políticas externas do regime militar
A diplomacia dos círculos concêntricos: governo Castello Branco, 1964-1967
A diplomacia da prosperidade: governo Costa e Silva, 1967-1969
A diplomacia do interesse nacional: governo Garrastazu Médici, 1969-1974
A diplomacia do pragmatismo responsável: dupla Geisel-Silveira, 1974-1979
A diplomacia do universalismo: governo Figueiredo, 1979-1985
Balanço global das diplomacias do regime militar, 1964-1985
10. Da normalidade à esquizofrenia na diplomacia brasileira, 202
Diplomacia e política externa de Estados soberanos, em condições normais
Padrões tradicionais da diplomacia brasileira, em tempos normais
Tempos anormais: sem padrões e sem qualquer programa
Como a anormalidade se transformou em esquizofrenia diplomática
A esquizofrenia se transforma em isolamento internacional
A restauração da política externa e da diplomacia segundo ex-chanceleres
11. A política externa do governo Bolsonaro, 2019-2022, 232
No começo era o globalismo, o pavor da nova direita
Trump, o salvador do Ocidente, guia e ídolo de Bolsonaro
China ou o tecnototalitarismo, estimado destruir a democracia no Brasil
A União Europeia e o seu insistente incômodo na questão do meio ambiente
O Mercosul e a América do Sul: as oportunidades perdidas
De repente, a pandemia revela o negacionismo do presidente
O isolamento internacional do Brasil: uma novidade desde a ditadura militar
A Ucrânia e a disjunção entre a política presidencial e o Itamaraty
Nunca antes visto na história da diplomacia brasileira: um primeiro balanço
12. O pensamento brasileiro sobre as relações internacionais do Brasil, 245
Existe um “pensamento brasileiro” em relações internacionais?
Panorama do pensamento internacional no Brasil até o regime militar
Desenvolvimento do pensamento brasileiro na redemocratização
Os grandes eixos da pesquisa e das atividades docentes no final do século XX
A diplomacia do Sul Global e sua influência na produção acadêmica
Ruptura política a partir de 2016-2018: desaparecimento do pensamento?
Tendências atuais e perspectivas para o pensamento internacional do Brasil
13. Rupturas e continuidades na política externa brasileira, 276
A construção de uma política externa autônoma sob o regime militar
Poucas descontinuidades na Nova República
Pequena ruptura da era Lula: engajamento no combate à fome e à pobreza
A caminho da grande ruptura: desafeição ao PT e ascensão da extrema-direita
Uma nova “ruptura diplomática” em 2023?
Indicações bibliográficas, 286
Nota sobre o autor, 291
Livros publicados por Paulo Roberto de Almeida, 292
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