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sábado, 28 de novembro de 2020

Planejamento estratégico da diplomacia brasileira: o papel do IPRI - Paulo Roberto de Almeida

 Planejamento estratégico da diplomacia brasileira: o papel do IPRI

  

Paulo Roberto de Almeida

(www.pralmeida.orghttp://diplomatizzando.blogspot.com) )

[ObjetivoDiálogo com a sociedade, no Programa Renascençafinalidade: Palestra no quadro do Instituto Diplomacia para Democracia.] 

 

O diplomata Antonio Cottas J. Freitas, responsável pelo “Programa Renascença: construção coletiva de uma política externa pós-Bolsonaro”, do Instituto Diplomacia para Democracia (link: https://www.diplomaciaparademocracia.com.br/programa-renascenca), convidou-me para discorrer sobre a meta 44 de seu programa de renovação da diplomacia brasileira – atualmente em grave estado de deterioração substantiva e de rebaixamento moral, em vista das orientações claramente anacrônicas, e mesmo reacionárias, irracionais do ponto de vista de padrões aceitáveis para uma diplomacia profissional –, com o objetivo de refletir sobre minha experiência como ex-diretor do Instituto de Pesquisa de Relações Internacionais (IPRI), órgão da Fundação Alexandre de Gusmão (FUNAG), vinculada ao Itamaraty, e para oferecer, a partir daí, algumas ideias em prol da implementação da Meta 44 desse programa. A Meta 44 estabelece o seguinte objetivo: 

Restaurar a abertura intelectual, o espírito crítico e a excelência do Instituto de Pesquisa de Relações Internacionais (IPRI) e da Fundação Alexandre de Gusmão (FUNAG), meios de diálogo do MRE com a academia e a sociedade; recriar conselhos curadores com integrantes externos ao ministério.

 

Esse objetivo, assim todos os demais do Programa Renascença foram incluídos por mim, como anexo, a este meu livro: Uma certa ideia do Itamaraty: a reconstrução da política externa e a restauração da diplomacia brasileira(Brasília: Diplomatizzando, 2020; livremente disponível neste link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2020/09/uma-certa-ideia-do-itamaraty_7.html), que trata, justamente, como indica seu duplo subtítulo, de um projeto de reconstrução da política externa e de restauração da diplomacia brasileira, que foram, ambas, terrivelmente diminuídas e desmoralizadas pela infeliz e medíocre diplomacia bolsolavista. Pretendo tratar tanto do IPRI quanto da Funag, mas sobretudo aproveitar esta oportunidade para elaborar algumas ideias em torno de um ambicioso projeto de reconstrução da nossa instituição central, o Itamaraty.

Como já indicado no subtítulo deste texto, tal exercício tende a se apresentar como uma espécie de planejamento estratégico para a diplomacia brasileira, empreendimento que pode, ou deveria, ser atribuído ao IPRI, que é o mais próximo que existe de um think tank do Itamaraty, tendo sido constituído precisamente para oferecer reflexões intelectuais, abrir um espaço de diálogo com a comunidade acadêmica, produzir material relevante do ponto de vista da formulação e implementação da política externa (em complemento ao outro órgão da Funag, o CHDD, que se dedica à história diplomática, a partir do Arquivo Histórico Diplomático do Rio de Janeiro). A partir dessa visão, este texto segue, assim, uma tripartição auto explicativa: uma primeira parte tratando da Funag, uma segunda, do IPRI e, finalmente, uma terceira, oferecendo uma reflexão tentativa com vistas à elaboração de um planejamento estratégico para a diplomacia brasileira, um dos possíveis instrumentos da reconstrução do Itamaraty, na perspectiva de uma diplomacia pós-bolsolavista.


I – A Fundação Alexandre de Gusmão (Funag)

 (...)

II – O Instituto de Pesquisa de Relações Internacionais (IPRI)

 (...)

III – Um exercício de planejamento estratégico para a diplomacia brasileira

  (...) 

Tal tipo de documento, a ser empreendido por força-tarefa coordenada pela Funag-IPRI, deveria cobrir os diversos aspectos e componentes de um exercício abrangente desse tipo, como o que aqui se propõe, entre eles, mas não limitadamente, os seguintes:

 

I – A política externa e a diplomacia no desenvolvimento nacional

1. Etapas percorridas até aqui, em 200 anos de história nacional e institucional

2. Os desafios do momento: uma matriz dos recursos e das debilidades nacionais


II – Campos de atuação da diplomacia e da política externa do Brasil

3. Multilateralismo, regionalismo e bilateralismo como instrumentos

4. A política externa multilateral do Brasil: interfaces políticas e econômicas

5. A geografia política imediata e a geoeconomia global das relações exteriores

6. América do Sul como eixo de um espaço econômico flexivelmente integrado

7. O multilateralismo econômico como eixo da inserção global do país

8. O ambientalismo e a sustentabilidade como eixos dos padrões produtivos

9. Direitos humanos e democracia como eixos da proposta ética do país

10. A questão dos blocos e das alianças estratégicas na matriz externa

11. As relações com os parceiros principais nos planos bilateral e regionais

12. Vantagens comparativas relativas e exploração de novas possibilidades

13. Perfeita integração da política externa com as políticas de desenvolvimento


III – O Itamaraty como força motriz da inserção global do Brasil

14. Gestão da Casa, com base nas melhores práticas da governança

15. Responsabilização (accountability), abertura e transparência nas funções

16. Capital humano de alta qualidade como base de uma diplomacia eficaz

17. Planejamento estratégico como prática contínua da diplomacia brasileira

 

Estes são os elementos principais que poderiam ser conduzidos num exercício abrangente de reflexão e de proposição, a ser coordenado pela Funag-IPRI, mas com a participação ampla de interlocutores da sociedade civil, do Brasil e do exterior, que também passariam a integrar seus respectivos conselhos consultivos e eventuais corpos editoriais. Desde já me comprometo a trabalhar numa elaboração mais refinada da presente proposta.

 

Paulo Roberto de Almeida

Brasília, 3804, 28/11/2020

Divulgado na plataforma Academia.edu (link: https://www.academia.edu/44595418/3804_Planejamento_estrategico_da_diplomacia_brasileira_o_papel_do_IPRI_2020_).

Referências

1) Programa Renascença (link)

2) Instituto Diplomacia para Democracia (link)

3) Diplomata Antonio Cottas J. Freitas (e-mail)

3) Livro: Uma certa ideia do Itamaraty (link)

4) Página pessoal do autor: www.pralmeida.org

5) Blog Diplomatizzandodiplomatizzando.blogspot.com

 

terça-feira, 6 de outubro de 2020

Um curso que ainda precisa ser dado: proposta feita em 2010 ao IHEAL (Sorbonne 3) - Paulo Roberto de Almeida

 Dez anos atrás eu apresentei três propostas de cursos para receber um convite para dar aulas no Institut de Hautes Études de l'Amérique Latine, filiado à Sorbonne 3.

A direção acabou escolhendo o terceiro curso, sobre a inserção do Brasil na economia global.

O esquema abaixo reproduz o que seria o primeiro curso oferecido, nunca feito em Paris, mas sobre o qual escrevi extensivamente nos anos seguintes. 

Dez anos depois, creio que poderia partir do mesmo esquema, e incrementando a bibliografia, para fazer um novo livro sobre a diplomacia brasileira desde o início dos anos 1990, ou seja, nos últimos 30 anos.

Paulo Roberto de Almeida

Institut de Hautes Études de l’Amérique Latine

IHEAL – Université de Paris 3 – Paris

Deuxième Semestre, Année académique 2011-2012

 

 

Candidat: Paulo Roberto de Almeida, Brésil

(www.pralmeida.org; xxx@xxx.com)

Deuxième semestre, débutant Février 2012

 

Proposition de Cours 1:

Les relations internationales et la politique étrangère du Brésil depuis le début des années 1990: la diplomatie du Brésil dans les gouvernements FHC (1994-2002) et Lula (2003-2010)

 

1. Le Sujet 

Il s’agit d’offrir une exposition générale, suivie d’une discussion, sur les relations internationales – c’est-à-dire, l’intégration du Brésil à l’économie et à la politique mondiales – et la politique étrangère du pays – c’est-à-dire, sa diplomatie, dans la pratique, ses priorités, ses options et ses résultats effectifs – dans les 15 dernières années, dans une perspective globale et sectorielle (et régionale). Les grandes questions comprennent le Conseil de Sécurité des Nations Unies, les négociations commerciales multilatérales et régionales, l’intégration régionale, la diplomatie Sud-Sud, les relations avec les partenaires principaux (EUA, UE, Argentine, Inde, Chine et d’autres) et les grandes options politiques suivies à chaque période. Une attention spéciale sera donnée à l’intégration régionale dans le Cône Sud (Mercosur) et en Amérique du Sud.

 

2. Objectifs

Une rapide révision historique de la diplomatie brésilienne traditionnelle introduit un traitement détaillé des grandes questions qui sont à l’ordre du jour actuellement. On soumettra chaque question à des interrogations conceptuelles et pratiques : quels sont les précédents ?; la mise en pratique de certaines options a suivi une stratégie générale ou précise ?;  quels sont les coûts et bénéfices des chemins suivis ?;  le Brésil possède les moyens de ses ambitions ?; comment la politique domestique interagit avec les objectifs de politique étrangère ? l’idéologie du moment actuel est en train de l’emporter sur le pragmatisme traditionnel ? Le cours va essayer de répondre à quelques unes de ces questions, sans oublier l’analyse des processus de décision à l’Itamaraty (le Ministère des Affaires Étrangères) et la Présidence.

 

3. Questions à discuter:

1) Le système mondial: multilatéralisme et politique de pouvoir

     (Comment le Brésil voit le monde et le rôle des acteurs principaux)

2) Les Nations Unies: la reforme de la Charte et l’accès au Conseil de Sécurité

     (Une vielle aspiration, une obsession actuelle; état de la « non-réforme »; le G-4)

3) L’OMC et les négociations commerciales multilatérales 

     (Le Brésil en tant qu’acteur majeur, en dépit du commerce réduit; le G-20 commercial)

4) Les relations Sud-Sud – le Brésil et les autres pays en développement 

     (Retour en arrière, au “Tiers-Mondisme” ?; solidarité avec les pauvres) 

5) OECD, G-8-plus et les dilemmes des émergeants; brisant les barrières?

     (Être dans l’inner circle mais restant en dehors du  club; double personnalité ?) 

6) Brésil en tant que “leader”, régional et international: le poids du leadership

     (Deux réquisits : chéquier et soldats ; comment le Brésil s’en sort ?) 

7) Mercosur: le choix stratégique du Brésil depuis les années 1990

     (D’un projet de marché commun, aux réalités du libre-échange)

8) Relations avec l’Argentine: allons nous danser le tango ou la samba?

     (compromis et non-solutions; fuite en avant vers le contenu social, au lieu du commerce)

9) Communauté Sud-Américaine des Nations et la nouvelle Union: cacophonie ?  

     (objectifs multiples, stratégies différentes pour l’intégration régionale des “nations”)

10) Relations avec l’Union Européenne : rabaissant les priorités 

     (la grande illusion d’un accord commercial généreux : retour aux dures réalités)

11) Relations avec les États-Unis: de la négligence bénigne à l’engagement? 

(ups and downs d’une relation spéciale : distance et proximité des deux géants)

12) Le Brésil et son outil diplomatique : la question de l’unité de la politique étrangère

(confusion dans la prise de décision : plusieurs acteurs, politiques diverses, beaucoup d’initiatives)

 

4. Bibliographie (indicative)

ALMEIDA, Paulo Roberto de. Pensamento e ação da diplomacia de Lula: uma visão crítica”, Política Externa (vol. 19, n. 2, set.-out.-nov. 2010; ISSN: 1518-6660; link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2010/09/pensamento-e-acao-da-diplomacia-de-lula.html).

———. “Brazil’s Foreign Policy under Lula’s Government: Brésilian diplomatic strategies in the regional and international scenarios”, in In: Joseph L. Love and Werner Baer (orgs.), Brazil under Lula: Economy, Politics, and Society under the Worker-President (New York: Palgrave Macmillan, 2009; p. 167-183); link: http://www.pralmeida.org/05DocsPRA/1811BrazilForPolicyPRAlm2009.pdf.

———. Brazilian Foreign Relations with South America and USA, The Brazilian Economy: Economy, Politics and Policy Issues (vol. 1, n. 8, September 2009, p. 30-33; link: http://www.pralmeida.org/05DocsPRA/2025BrazEconSept09PRAlm.pdf).

———. “A diplomacia do governo Lula: balanço e perspectivas”, Banco de Idéias (Rio de Janeiro: Instituto Liberal; vol. X, nr. 38, mar-avr-mai 2007, p. 7-15)

———. Brazil as a regional player and as an emerging global power: Foreign policy strategies and the impact on the new international order”, Briefing Paper, series Dialogue on Globalization (Berlin: Friedrich Ebert Stiftung, July 2007; link: http://library.fes.de/pdf-files/iez/global/04709.pdf).

———. “A diplomacia do governo Lula em seu primeiro mandato (2003-2006): um balanço e algumas perspectivas”, Carta Internacional (São Paulo: Nupri-USP, vol. 2, nr. 1, jan-mar 2007, p. 3-10; ISSN: 1413-0904; link: http://www.usp.br/cartainternacional/modx/assets/docs/CartaInter_2007-01.pdf); Cenário Internacional(28.05.2007; link: http://www.cenariointernacional.com.br/ri/default2.asp?s=artigos2.asp&id=32).

———. O estudo das relações internacionais do Brasil: Um diálogo entre a diplomacia e a academia (Brasília: LGE Editora, 2006; link: http://www.pralmeida.org/01Livros/2FramesBooks/93EstudoRelaIntBr2006.html).

———. “O desenvolvimento econômico do Brasil no contexto mundial, de 1820 a 2006: uma análise histórica com base em indicadores de desempenho”, na Revista de Economia e Relações Internacionais (São Paulo: FAAP; vol. 5, nº 10, janeiro 2007; ISSN: 1677-4973; p. 5-29).

———. “Mercosur’s Identity Crisis”, The Latin America Competitiveness Review: Paving the Way for Regional Prosperity (Geneva: World Economic Forum, 2006, p. 63-65, link: http://www.weforum.org/pdf/Latin_America/Review.pdf; original text, link: http://www.pralmeida.org/05DocsPRA/1549mercosul15anos.pdf).

———. Mercosul: uma revisão histórica e uma visão de futuro”, Meridiano 47 (nr. 77, dezembro 2006, p. 7-17; ISSN: 1518-1219 ; link: http://www.mundorama.info/Mundorama/Meridiano_47_-_1-100_files/Meridiano_77.pdf).)

———. “O contexto geopolítico da América do Sul: visão estratégica da integração”, Meridiano 47 (nr. 76, novembro 2006, p. 15-23 ; link: http://www.mundorama.info/Mundorama/Meridiano_47_-_1-100_files/Meridiano_76.pdf).).

———. “¿Una nueva ‘arquitectura’ diplomática? Interpretaciones divergentes sobre la política exterior del Gobierno Lula (2003-2006)”, Entelequia: revista interdisciplinar (2, Otoño 2006, p. 21-36; ISSN: 1885-6985; link: http://www.eumed.net/entelequia/es.art.php?a=02a02; pdf file, this link: http://www.eumed.net/entelequia/pdf/e02a02.pdf); indexation: IDEAS (University of Connecticut), EconPapers (Örebro University) y Socionet (Ford Foundation-Rusia); link: http://econpapers.repec.org/article/ervancoec/y_3A2006_3Ai_3A2_3Ap_3A21-36.htm.

———. Uma nova ‘arquitetura’ diplomática?: Interpretações divergentes sobre a política externa do Governo Lula (2003-2006). Revista Brasileira de Política Internacional, Brasília, a. 49, n. 1, 2006, p. 95-116.

———. “Fim de consenso na diplomacia?”, Via Política (Porto Alegre: nº 21, 30/10/2006; link: http://www.viapolitica.com.br/diplomatizando_view.php?id_diplomatizando=14).

———. “Políticas de Integração Regional no Governo Lula”, Política Internacional, Lisbon: n. 29, Series II, December 2005, p. 33-60 (Prismas: Uniceub; link: http://www.mestrado.uniceub.br/revistamestrado/pdf/Artigo%20Prof%20Paulo%20Roberto%20Almeida.pdf).

———. Relações Internacionais e Política Externa do Brasil: história e sociologia da diplomacia brasileira (2ª e.; Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2004)

———. “A política da política externa: o papel dos partidos políticos” in Almeida, P.R., Relações Internacionais e Política Externa do Brasil: história e sociologia da diplomacia brasileira. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2004, cap. 6, p. 187-254.

-———. “A política externa nas campanhas presidenciais, de 1989 a 2002, e a diplomacia do governo Lula” in Almeida, P.R., Relações Internacionais e Política Externa do Brasil: história e sociologia da diplomacia brasileira. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2004, cap. 7, p. 255-308.

———. “La politique internationale du Parti des Travailleurs, de la fondation du parti à la diplomatie du gouvernement Lula”, in ROLLAND, Denis Rolland and CHASSIN, Joëlle (orgs.), Pour Comprendre le Brésil de Lula, Paris: L’Harmattan, 2004, p. 221-238

———. “Um exercício comparativo de política externa: FHC e Lula em perspectiva”, Achegas. Rio de Janeiro: nº 17, 12 de maio de 2004; ISSN 1677-8855; link: http://www.achegas.net/numero/dezessete/paulo_r_a_17.htm.

———. “Uma política externa engajada: a diplomacia do governo Lula”, Revista Brasileira de Política Internacional. Brasília: IBRI, ano 47, nº 1, 2004, ISSN: 0034-7329; p. 162-184; link:www.pralmeida.org/05DocsPRA/1260PExtLula.pdf.

———. “A relação do Brasil com os EUA: de FHC-Clinton a Lula-Bush?” in Giambiagi, Fabio; Reis, José Guilherme; Urani, André (orgs). Reformas no Brasil: Balanço e Agenda. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2004, p. 203-228.

———. A política internacional do Partido dos Trabalhadores: da fundação do partido à diplomacia do governo Lula”, Sociologia e Política. Curitiba: UFPR; ISSN: 0104-4478; nº 20 junho 2003, pp. 87-102; link: www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-44782003000100008;

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Paulo Roberto de Almeida