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sexta-feira, 21 de novembro de 2025

Sexta-feira 21/11/2025 repleta: netos, debate sobre Política Externa e Interesse Nacional e homenagem ao professor Amado Luiz Cervo

Dia de muitas atividades a partir desta tarde. Depois de pegar os netos para passar o fim de semana comigo e com Carmen Lícia Palazzo, tenho dois compromissos online:

1) debate organizado pelo embaixador Rubens Barbosa sobre Política Externa e Interesse Nacional, na companhia de
Vitelio Brustolin e Karina Stange Calandrin, às 17hs, no canal YouTube do IRICE, neste link:
https://www.youtube.com/watch?v=4w74yJrglGg

2) Homenagem ao professor emérito da UnB, Amado Luiz Cervo, organizada pelo professor Carlos Domínguez, na companhia de Tereza Cristina Nascimento França (UFS), Albene Miriam Menezes Klemi (UnB), Günther Richter Mros (UFSM), Paulo Roberto de Almeida (MRE), Carlos Eduardo Vidigal (UnB), Raúl Bernal-Meza (UNICEN-Argentina), Lídia de Oliveira Xavier (Unieuro), Delmo Arguelhes (UFF); neste link:
https://www.youtube.com/live/JYKBcLA9DBQ?si=-lNNFqaq9wieR2v2

Depois, de volta aos netos.





quarta-feira, 19 de novembro de 2025

Política Externa e Interesse Nacional: debate no Irice, e texto de Paulo Roberto de Almeida

Já escrevi, como sempre faço quando sou convidado para algum evento desse tipo, um pequeno texto, que não vai, obviamente, ser lido. Quem quiser conhecer minha opinião antes do debate:

5105. “Política Externa e Interesse Nacional”, Brasília, 4 novembro 2025, 8 p. Notas para seminário do IRICE, dia 21/11, 17hs; Academia.edu (https://www.academia.edu/145030554/5105_Politica_Externa_e_Interesse_Nacional_interacoes_e_descompassos_2025_); Diplomatizzando (https://diplomatizzando.blogspot.com/2025/11/politica-externa-e-interesse-nacional_19.html).

Política Externa e Interesse Nacional: um seminário-debate promovido pelo Irice, do embaixador Rubens Barbosa, meu primeiro e último chefe de importância no Itamaraty:

Debate transmitido pelo YouTube: Política Externa e Interesse Nacional
=> 21 de novembro (sexta feira) às 17h, transmissão ao vivo e gratuita no YouTube

O Instituto de Relações Internacionais e Comércio Exterior (IRICE), no âmbito do portal Interesse Nacional, convida para encontro virtual sobre o tema: Politica Externa e Interesse Nacional

Expositores:
- Paulo Roberto Almeida: Diplomata e professor. Doutor em Ciências Sociais pela Universidade de Bruxelas. Ex-diretor do Instituto de Pesquisa de Relações Internacionais da Fundação Alexandre de Gusmão (Itamaraty).

- Vitelio Brustolin: Research Scientist da Harvard University, professor adjunto da Columbia University, professor de Relações Internacionais na UFF, pós-doutorado em Harvard.

- Karina Stange Calandrin: Doutora e mestre em Relações Internacionais pelo Programa de Pós-Graduação San Tiago Dantas (UNESP, UNICAMP, PUC-SP). Professora no Ibmec-SP e pesquisadora do IRI-USP.

Moderador - Rubens Barbosa: Presidente do IRICE e editor da revista Interesse Nacional. Ex-Embaixador do Brasil em Londres (1994-1999) e em Washington (1999 a 2004).

Transmissão gratuita ao vivo, no canal Interesse Nacional no YouTube, nesta sexta-feira, 21/11, às 17h: https://www.youtube.com/live/4w74yJrglGg?si=Pgh546vObgsT2oLO

sexta-feira, 14 de novembro de 2025

Politica Externa e Interesse Nacional - debate com Vitelio Brustolin, Karina Stange Calandrin e Paulo Roberto de Almeida

WEBINAR

21 de novembro (sexta feira) às 17 h


O Instituto de Relações Internacionais e Comércio Exterior (IRICE),  no âmbito do portal Interesse Nacional,  convida para encontro virtual sobre o tema

Politica Externa e Interesse Nacional

Expositores

O evento é gratuito e a transmissão será pelo canal do YouTube.

sexta-feira, 30 de maio de 2025

Vitelio Brustolin: Linkedin Top Voice, uma grande distinção

 Transcrevo e cumprimento, o que apenas o reconhecimento de um trabalho acadêmico desempenhado ativamente e com grande honestidade intelectual. PRA

Agradecimento pela nomeação a LinkedIn Top Voice

Acabo de ser nomeado LinkedIn Top Voice. A primeira coisa que pensei foi: “por que eu?” Nunca tive um perfil pago em nenhuma rede social. Durante anos, só queria me dedicar aos estudos e à carreira científica. Costumava recusar pedidos de entrevistas e demorei para criar contas em redes sociais mais populares, como o Instagram, por exemplo. Até hoje não tenho Twitter – X, e nem TikTok.

Quando a Rússia invadiu a Ucrânia, em fevereiro de 2022, as áreas que venho estudando há mais de 25 anos passaram a fazer parte do debate público. Geopolítica, Direito Internacional, Estudos Estratégicos, Relações Internacionais... temas de guerra.

Um dos meus orientadores costumava justificar a escolha pelas nossas áreas de pesquisa como a necessidade de estudarmos guerras para as evitarmos ou reduzirmos o seu potencial destrutivo. Ele dizia que a guerra é um assunto sério demais para ser deixado apenas para os militares.

Einstein, um pacifista cujas teorias científicas fundamentaram parte da teoria atômica e cuja carta deu origem ao Projeto Manhattan, sempre é citado no estudo da Big Science e sobre o que silenciosos cientistas podem fazer quando suas pesquisas são usadas como duais. 

Assim, quando a Guerra na Ucrânia escalou, em 2022, achei que precisava cumprir com a minha obrigação e contribuir com o que tenho estudado. Afinal, estou só retribuindo à sociedade pelas bolsas de estudo que recebi no mestrado, doutorado e pós-doutorado.

A partir de então, vieram outras guerras, como as de Israel, Irã, Síria, Índia e Paquistão... além de conflitos velados entre superpotências, apagamento da ONU e ameaças nucleares.

Desde 2022, tenho sido entrevistado em média 320 vezes por ano. E posto trechos no LinkedIn e em outras redes sociais. Foram mais de 1.000 entrevistas nesses 3 anos e 3 meses. Tem sido difícil, mas se guerra e geopolítica se tornaram temas do cotidiano, é sinal de que nós, cientistas dessas áreas, precisamos compartilhar o que aprendemos.

Enfim, agradeço à equipe do LinkedIn pelo convite e parabenizo pela iniciativa. É raro se valorizar análises nas redes sociais. Espero continuar contribuindo para o debate público com os instrumentos que adquiri ao longo da vida.

Para quem quiser conectar, este é o meu perfil no LinkedIn: https://lnkd.in/dd2Fx8dB 

#LinkedIn #TopVoice #Cientista #Ciencia #EstadosUnidos #Trump #Ucrania #Russia #Europa #Brasil #Israel #China #India #Irã #Paquistao #Guerra #Clausewitz #EstudosEstrategicos #StrategicStudies #Realismo #Realism #Realpolitik #DireitoInternacional #InternationalLaw #Geopolitica #RelacoesInternacionais #Geopolitics #InternationalRelations #VitelioBrustolin #estudosestratégicos #ConselhoDeSeguranca #ONU #UN #SecurityCouncil @linkedinnoticias “

domingo, 27 de abril de 2025

A Nova Geopolítica da China e seus Reflexos no Brasil e no Mundo - Vitelio Brustolin CEBC

 Cabe rever esta apresentação, numa conjuntura de grandes desafios, ao Brasil e ao mundo, pelo grande especialista em geopolítica e relações internacionais Vitelio Brustolin:


A Nova Geopolítica da China e seus Reflexos no Brasil e no Mundo
Vitelio Brustolin
CEBC, 16/04/2025

https://www.youtube.com/watch?v=hNUi0LZfWKQ&t=703s

No quarto e último episódio da série de webinares “China: a Economia que Redefiniu o Mundo”, o Pesquisador da Harvard University e Professor da Universidade Federal Fluminense, Vitelio Brustolin, analisou as transformações em curso na geopolítica global e os impactos diretos da ascensão chinesa para o Brasil e o mundo.

Brustolin abordou temas como a rivalidade sino-americana, os novos rearranjos produtivos e as disputas tecnológicas, com destaque para as consequências dessas dinâmicas nas estratégias de inserção internacional da China — e seus reflexos na política externa, segurança e economia brasileiras.

O evento contou com a abertura do Embaixador Luiz Augusto de Castro Neves, Presidente do CEBC, e moderação de Tulio Cariello, Diretor de Conteúdo e Pesquisa do Conselho.

Conjuntura política global e impactos para o Brasil - Vitelio Brustolin (Unimed, RS)

Café do Instituto Unimed/RS discute conjuntura política global e impactos para o Brasil - Vitelio Brustolin

Painel contou com a presença do pós-doutor por Harvard e colaborador em análises geopolíticas para os principais veículos de comunicação do Brasil, Vitelio Brustolin

O Instituto Unimed/RS realizou mais uma edição do seu tradicional Café do Instituto, reunindo um excelente público na noite de 24 de abril de 2025 para discutir um tema de grande relevância: “A atual conjuntura política global e os impactos para o Brasil”. O evento, realizado na Casa da Memória Unimed Federação/RS, foi marcado pela palestra do pesquisador e professor Vitelio Brustolin, especialista em Segurança Internacional e Estudos Estratégicos, que traçou um panorama aprofundado sobre as tensões geopolíticas atuais e suas repercussões no contexto brasileiro.
O presidente do Instituto Unimed/RS, Alcides Mandelli Stumpf, abriu o evento destacando a importância da pauta e o compromisso da entidade em promover espaços de diálogo e reflexão sobre questões cruciais da atualidade. Stumpf ressaltou o papel do Instituto na ampliação do conhecimento e na integração entre cooperados, lideranças e parceiros do Sistema Unimed.
Compôs a mesa o coordenador da Área 1 da Unimed, Reginaldo Oliveira Rosa, que trouxe sua experiência, enfatizando a importância da participação da cooperativa na construção de espaços de diálogo e representação institucional.
Em sua apresentação, Brustolin, que é pós-doutor por Harvard, detalhou teorias e práticas que fundamentam as ações das duas maiores potências econômicas mundiais, EUA e China, abordou os conflitos internacionais, a crescente polarização política, os efeitos econômicos de guerras e tensões diplomáticas, e as perspectivas para o Brasil em meio às transformações do cenário global. O palestrante destacou temas como o aumento dos investimentos em defesa no mundo, a crise do multilateralismo e o papel estratégico do Brasil em um ambiente de incerteza e rápidas mudanças.
Um dos pontos altos do evento foi o espaço dedicado à interação com o público ao final da palestra. Vitelio Brustolin respondeu a diversas perguntas apresentadas pelos participantes, proporcionando uma interação longa, dinâmica e enriquecedora. O debate aprofundado permitiu esclarecer dúvidas, compartilhar visões e fomentar ainda mais a reflexão sobre os desafios e oportunidades que o Brasil enfrenta diante da conjuntura internacional.
Assim, o Café do Instituto Unimed/RS cumpriu mais uma vez o papel de promover conhecimento, troca de experiências e fortalecer o espírito cooperativista diante dos desafios contemporâneos. Ao encerrar o evento, Alcides Mandelli Stumpf citou Dostoiévski, em referência ao conteúdo apresentado e às diversas perspectivas levantadas por Vitelio: “Se Deus não existe, tudo é possível.”

sábado, 26 de abril de 2025

Vitelio Brustolin: "A Nova Geopolítica da China e seus Reflexos no Brasil e no Mundo (Canal YouTube do CEBC); EUA desembarcaram de estratégia geopolítica praticada há 80 anos - Andrea Penna (Monitor Mercantil)

 Vitelio Brustolin:

Canal YouTube do CEBC

https://www.youtube.com/watch?v=hNUi0LZfWKQ

Transmitido ao vivo em 16 de abr. de 2025 #economia #brasil #china

A palestra também está disponível na página do CEBC no YouTube: https://www.youtube.com/live/hNUi0LZfWKQ?si=wO3KoShLn66yc0NZ

#Geopolítica #Mahan #Mackinder #Spykman #TeoriaDosJogos #Tarifas #China #EstadosUnidos #Trump #Ucrania #Russia #Europa #Israel #Guerra #Clausewitz #EstudosEstrategicos #StrategicStudies #Realismo #Realism #Realpolitik #DireitoInternacional #InternationalLaw #Geopolitica #RelacoesInternacionais #Geopolitics #InternationalRelations #VitelioBrustolin #estudosestratégicos #OMC #WTO

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Palestra postada no Instagram: 

https://www.instagram.com/p/DItFkIVtoLn/?igsh=MTAweGg0NWE4c2tyYQ==


Comentário Paulo Roberto de Almeida (26/04/2025):

A palestra, amplamente ilustrada e iluminada por um conjunto de mapas representativos das mudanças tectônicas e geoestratégica da evolução geopolítica do mundo desde o século XIX ao XXI, com base nas três grandes propostas teóricas sobre a dominação hegemônica sobre oceanos e territórios por parte dos impérios que se sucederam no período, evidenciou realidades concretas de como o poder espacial (econômico e militar) foi sendo alterado ao longo do período, até chegarmos à preeminência dos EUA sobre aliados e inimigos nos últimos 80 anos. Foram fatores estruturais e decisões políticas que construiram a ordem mundial que agora está sendo alterada, tanto pela ascensão econômica, tecnológica e militar da China, quanto por decisões infantis e contraditórias de um presidente despreparado (e desequilibrado) que se crê um imperador, aliás submisso a um outro império, mas apenas militar — czarista, soviético e putinesco — que aspirou, no período anterior, a desafiar o Hegemon ocidental (agora desprovido de uma liderança coerente com seus próprios interesses geopolíticos. Estamos numa etapa de reacomodação de forças, na qual a China é o único império que atua de forma convergente a seu interesses de longo prazo. 

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EUA desembarcaram de estratégia geopolítica praticada há 80 anos

Pesquisador de Harvard faz histórico da estratégica geopolítica dos EUA e fala da crise de credibilidade, que afeta também o dólar. 

Por Andrea Penna

Monitor Mercantil, 19-20 abril 2025

https://monitormercantil.com.br/eua-desembarcaram-de-estrategia-geopolitica-praticada-ha-80-anos/

Pesquisador de Harvard e professor da UFF, Vitelio Brustolin destaca que, durante toda a Guerra Fria, a estratégia geopolítica dos Estados Unidos foi a implantação de bases militares, armas nucleares, submarinos nucleares etc.

Brustolin mostrou que, com esta estratégia, os EUA convenceram vários países, como Japão e Coreia, e toda a Europa a não investir em segurança, durante 80 anos, tornando-se a “polícia do mundo”, dominando GPSs, armas atômicas. Assim, “impôs o seu poder militar e também impôs alianças por meio deste poder militar. “É dessa geopolítica que os EUA estão desembarcando”, resumiu o professor.

Brustolin fez um histórico sobre o conceito. Ele contou que Nicholas Spykman, em 1942, reuniu definições de outros autores para mostrar que o mais importante é o domínio da região costeira da Heartland (Eurásia), e que se for possível controlar desde o norte da Europa ocidental, passando para o norte da África, o Oriente Médio, Índia, China e Japão, incluindo Kopenhagen e o Bósforo da Turquia, a Eurásia fica contida e não pode se expandir.

Ele sustenta que estes conceitos da geopolítica usados até então pelos EUA ainda são referências hoje e como se posicionam da Rússia e China. Ele exemplificou as iniciativas chinesas, como a Rota da Seda, a expansão no Mar do Sul da China, uma ilha aterrada, a competição tecnológica dentre outras.

Brustolin analisou as novas políticas de Trump e conclui que os Estados Unidos perderam a confiança mundial, “existe uma crise de credibilidade geopolítica que afeta o dólar também, aspecto que o Trump não queria”.

Sobre os impactos sobre o Brasil, Brustolin mostra que desde a primeira gestão de Trump, o Brasil aumentou em mais de 70% a exportação de soja, mas também aumentou exportação de minérios, aço, carne e outros. Para ele, isso “aumenta a vulnerabilidade do Brasil diante de flutuações chinesas e preços das commodities diante das demandas, mas tem também aspectos cono os investimentos chineses no Brasil em portos, setor elétrico, óleo e gás, manufaturas e infraestruturas em geral”.

Brustolin abordou o tema “A Nova Geopolítica da China e seus Reflexos no Brasil e no Mundo”, em webinário promovido pelo Centro Empresarial Brasil-China, analisando como as mudanças no cenário internacional – como a rivalidade sino-americana, os rearranjos produtivos e as disputas tecnológicas – afetam diretamente a política externa e a economia brasileira.

Ascensão da China muda estratégia geopolítica

Para o CEBC, “a ascensão internacional da China e suas novas estratégias de inserção global têm redesenhado as estruturas da ordem mundial – e seus impactos já são sentidos no Brasil e em toda a América Latina, e as mudanças no cenário internacional – como a rivalidade sino-americana, os rearranjos produtivos e as disputas tecnológicas – afetam diretamente a política externa e a economia brasileira”.

Este foi o quarto e último episódio da série de webinários “China: a Economia que Redefiniu o Mundo”, promovida pelo CEBC. O evento contou com abertura do embaixador Luiz Augusto de Castro Neves, presidente do CEBC, e moderação de Tulio Cariello, diretor de Conteúdo e Pesquisa do Conselho.

Para o embaixador, “vivemos tempos de transformações profundas e aceleradas no mundo. A ordem global que emergiu pós Segunda Guerra Mundial está sendo desafiada por novas dinâmicas de poder. A China se tornou uma grande potência, e isso é o aspecto mais importante que indica que estamos em transição acelerada de ordem das relações internacionais. As novas transformações estão sendo desafiadas por novas dinâmicas de poder, em particular, a rivalidade entre a China e os Estados Unidos, sobretudo após a posse do presidente Donald Trump”.

“É impossível falar nos fóruns multilaterais, como G20 e Brics, sem a presença chinesa. Para o Brasil é fundamental entender toda esta nova dinâmica geopolítica, pois a China é nosso interlocutor imprescindível e, hoje, nosso principal parceiro comercial, além de ser um dos principais investidores no país. É por isso, os desdobramentos da competição sino-americana exigem também que sejamos atentos às oportunidades e desafios que esta nova ordem internacional apresenta, que ainda não estão totalmente definidos”, disse Castro Neves.

Para Cariello, “é exatamente a disputa estratégica entre EUA e China o que vai definir as relações internacionais neste século. E como os EUA e a China são os principais parceiros do Brasil, é impossível se esquivar da necessidade de entender qual a melhor maneira de termos a inserção no cenário”.

O evento pode ser acessado no canal do CEBC no YouTube, assim como os debates anteriores.

Por Andrea Penna, especial para o Monitor


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