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terça-feira, 19 de maio de 2026

Paranoia tecnológica dos EUA com respeito à China, depois da visita de Trump a XI: descartar absolutamente tudo antes de regressar ao país

Paranoia tecnológica dos EUA com respeito à China, depois da visita de Trump a XI: descartar absolutamente tudo antes de regressar ao país:

A saída da delegação americana de Pequim nesta sexta-feira, 15 de maio, terminou com uma cena digna de Guerra Fria tecnológica.

Segundo a correspondente da New York Post, Emily Goodin, funcionários da Casa Branca e integrantes da comitiva de Donald Trump descartaram literalmente tudo o que haviam recebido das autoridades chinesas antes de embarcar no Air Force One.

Crachás, presentes, pins comemorativos, materiais oficiais e até os celulares descartáveis usados pela equipe foram jogados em uma lixeira ao pé da escada da aeronave.

A ordem do governo americano era direta - “Nada vindo da China entra no avião.”

A medida revela o nível extremo de cautela envolvendo espionagem eletrônica e infiltração tecnológica durante a cúpula entre EUA e China em Pequim.

De acordo com a reportagem do New York Post, membros da delegação deixaram seus celulares pessoais nos Estados Unidos antes da viagem e operaram exclusivamente com “burner phones”, aparelhos temporários e “limpos”, usados para evitar vazamentos, rastreamento, clonagem de dados ou infiltrações digitais.

Os dispositivos pessoais ficaram armazenados dentro de bolsas Faraday no Air Force One - equipamentos especiais que bloqueiam sinais de GPS, Wi-Fi, Bluetooth e radiofrequência. A prática faz parte dos protocolos de segurança americana para viagens a países considerados de alto risco de vigilância eletrônica.

A tensão nos bastidores também expõe algo maior; apesar dos sorrisos, banquetes e cerimônias públicas entre Donald Trump e Xi Jinping, Washington continua tratando Pequim como a principal ameaça global em inteligência, tecnologia e espionagem estratégica.

A maior potência militar do planeta participou da cúpula diplomática mais importante do século XXI… sem confiar sequer em um crachá entregue pelos chineses. Isso diz muito.

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