segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

A Rússia de Putin é um ESTADO TERRORISTA

 A Rússia de Putin é um ESTADO TERRORISTA

Preciso dizer mais alguma coisa?

Eu acho que não, mas acredito que a diplomacia brasileira poderia emitir, quem sabe?, uma simples notinha de solidariedade para com os ucranianos.


“The "Trump-putin Ceasefire" vs. reality. A PR stunt written in blood.

Trump goes on TV bragging about his "very nice" phone call where Putin "agreed" to a one-week ceasefire because it’s a bit chilly outside.

Fast forward to reality:

1️⃣ The "week" was actually a pause only until February 1st.

2️⃣ The "ceasefire" was primarily a moratorium on striking energy infrastructure in Kyiv and other select cities, rather than a total halt to hostilities.

3️⃣ The SECOND that tiny window closed today, putin celebrated by sending a drone into a MATERNITY HOSPITAL in Zaporizhzhia. Six people were injured, including women literally in the middle of medical exams.

Meanwhile, the terror isn't limited to one city. In the Dnipro region, specifically Ternivka, a bus full of miners was hit by a Russian drone; at least 12 people are confirmed dead and several others were wounded.

The video of the past week's "terror" shows this wasn't a pause for everyone else:

 * Kharkiv region: Continued strikes on residential buildings and a passenger train set ablaze.

 * Sumy region: Firefighters battling massive blazes in civilian structures.

 * Kherson region: Direct hits on historic buildings and civilian vehicles.

 * Donetsk region: Urban centers gutted and residential homes reduced to rubble.

Trump is playing "Peace Broker" in Florida and Abu Dhabi while putin is playing "Target Practice" with newborns.

It’s a PR stunt written in blood. One guy is laughing in the Kremlin, the other is patting himself on the back in the Oval Office, and Ukrainians across Zaporizhzhia, Dnipro, Kharkiv, Sumy, Kherson, and Donetsk are still pulling their neighbors out of the rubble.

It’s a classic case of "maskirovka" (military deception)—talking peace in Abu Dhabi and Florida while the drones are still flying toward hospitals.”


A diplomata brasileira que marcou a política externa no mundo: Thereza Quintella (Jornal DR1)

 A diplomata brasileira que marcou a política externa no mundo

Thereza Quintella com uma carreira pioneira, ela atuou em missões estratégicas na Europa, América Latina, Rússia e Estados Unidos
Jornal DR1, 31/01/2026
https://jornaldr1.com.br/a-diplomata-brasileira-que-marcou-a-politica-externa-no-mundo/

Thereza Maria Machado Quintella é uma das diplomatas mais importantes da história do Itamaraty. Nascida no Rio de Janeiro, em 1938, ela construiu uma carreira marcada por pioneirismo, atuação internacional estratégica e pela defesa da presença feminina na diplomacia brasileira. Ao longo de mais de 40 anos de serviço público, participou de missões diplomáticas em diferentes continentes e ocupou postos de grande relevância fora do país.

Ingressou no Instituto Rio Branco em 1958, em um período em que a carreira diplomática ainda era predominantemente masculina. Desde o início, destacou-se pelo desempenho técnico e pela atuação em temas multilaterais. Seu primeiro posto no exterior foi no Consulado do Brasil em Bahía Blanca, na Argentina, onde atuou como vice-cônsul e cônsul entre 1964 e 1966.

Posteriormente, integrou a Missão do Brasil junto à Comunidade Econômica Europeia, em Bruxelas, ampliando sua experiência em negociações comerciais e relações multilaterais. Na década de 1970, participou da representação brasileira junto à Associação Latino-Americana de Livre Comércio (ALALC), em Montevidéu, reforçando o diálogo econômico regional.

Nos anos 1980, Thereza Quintella foi nomeada cônsul-geral em Londres, um dos postos mais relevantes da diplomacia brasileira, responsável tanto pela proteção consular quanto pela promoção de relações culturais e comerciais com o Reino Unido. Em 1987, tornou-se a primeira mulher a assumir a direção do Instituto Rio Branco, marco histórico para o Ministério das Relações Exteriores.

Na década seguinte, foi embaixadora do Brasil na Áustria, acumulando a representação junto à Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) e à ONUDI, em Viena. Entre 1995 e 2001, chefiou a embaixada brasileira na Rússia, período estratégico no cenário pós-Guerra Fria, representando também o Brasil em países do Leste Europeu e da Ásia Central.

Em sua última missão no exterior, atuou como cônsul-geral em Los Angeles, fortalecendo o vínculo com a comunidade brasileira nos Estados Unidos. A trajetória de Thereza Quintella permanece como referência de excelência, compromisso público e liderança feminina na diplomacia brasileira.

Carlos Malamud, libro: "Golpe militar y dictadura en Argentina (1976 - 1983). Sur, paredón y después..." (Libros de La Catarata, 2026)

Carlos Malamud publica el libro "Golpe militar y dictadura en Argentina (1976 - 1983). Sur, paredón y después..." (Libros de La Catarata, 2026), que acaba de publicarse y ya está disponible en las librerías de España así como en Amazon, tanto en formato papel como Ibook. La portada como documento adjunto.


Han pasado cincuenta años del golpe del 24 de marzo de 1976, inicio de la dictadura militar presente hasta el 10 de diciembre de 1983, con el comienzo del gobierno democrático de Raúl Alfonsín. A pesar del tiempo transcurrido, quedan temas aún vigentes como la violencia, la naturaleza represiva del golpe, si hubo guerra civil o genocidio, si es posible equiparar el terrorismo de la guerrilla con el terrorismo de Estado, el número de desaparecidos y las víctimas de la represión, la militancia popular, el apoyo civil de la dictadura, el impacto de la guerra de Malvinas y el final del autoritarismo. Otras cuestiones siguen levantando ampollas: ¿cómo definir el golpe y el gobierno posterior? ¿Fue una dictadura de seguridad nacional, militar o cívico-militar? ¿Cuáles fueron los distintos tipos de violencia? Si algo caracterizó al golpe es que no sorprendió prácticamente a nadie. Fue acompañado de un sentimiento mesiánico que buscaba cambiar de forma irreversible la economía, el sistema institucional, la educación, la cultura y la estructura social, junto a partidos políticos y sindicatos. Esto fue posible porque los militares se enfrentaron a una sociedad débil y desarticulada, frustrada con el gobierno peronista e incluso, en algunos casos, partidaria de cooperar con ellos. Los jefes de la dictadura más sangrienta que conoció Argentina tuvieron la capacidad de destruir cuanto se puso a su alcance, pero fueron incapaces de construir nada nuevo en su lugar. Este libro trata en definitiva del golpe, la dictadura y la violencia que de forma omnipresente la acompañó.

domingo, 1 de fevereiro de 2026

O mundo sob as regras do PT - Editorial Estadão (comentário inicial, Paulo Roberto de Almeida)

O chanceler de fato CA é objeto de um editorial do Estadão, neste domingo 1/02/2026. Ele costuma ser conhecido pelo slogan que cunhou para a diplomacia lulopetista: “ativa e altiva”. Cabe também recordar outros feitos do ex-chanceler que não são mencionados frequentemente pelos canais de comunicação; vou apenas lembrar dois dos casos mais sórdidos. Em 2005, durante jogos esportivos panamericanos no RJ, dois boxeadores cubanos pediram asilo no Brasil, pois não pretendiam mais voltar à ilha-prisão. CA providenciou com Chávez o envio de um jatinho venezuelano, para levar os boxeadores cubanos de volta a Cuba. Um deles depois se refugiou na Alemanha. Em 2022, as tropas invasoras russas cometeram crimes de guerra na cidade ucraniana de Bucha, assassinando a sangue frio dezenas de residentes. As provas eram irrefutáveis, com ampla documentação comprobatória. Na única vez que visitou a Ucrânia, meses depois, CA foi levado a uma exposição de fotos sobre os crimes de guerra cometidos em Bucha. Ainda assim, negando as aplastantes evidências sobre os crimes contra a humanidade e os crimes de guerra perpetrados pelas forças invasoras, CA continuou protegendo os criminosos, com a seguinte frase: “Não se pode saber: são apenas fotos”. Creio que basta. PRA

OPINIÃO DO ESTADÃO

O mundo sob as regras do PT
Celso Amorim está escandalizado com a subversão das regras internacionais pela força. Mas sua conivência com tiranias sugere que o real incômodo é com o uso da força contra seus ‘companheiros’

Notas & Informações
01/02/2026

Em artigo na revista The Economist, o chanceler de facto do governo Lula, Celso Amorim, lamenta a erosão das normas internacionais e pergunta, em tom dramático: como viver em um mundo sem regras?
Mas quais regras? As de ideólogos petistas como ele são peculiares. Conforme Luiz Inácio Lula da Silva, a democracia é “relativa” e tudo é uma questão de “narrativas”: princípios cedem lugar à conveniência ideológica, e o Direito Internacional é maleável como retórica de palanque. Segundo esses parâmetros, ditaduras que não sejam do “Sul Global” são sempre detestáveis, e as únicas violações intoleráveis são as dos países “ricos”. Nessa mitologia geopolítica, o verdadeiro problema não é a ausência de normas, mas a presença incômoda de princípios universais que limitam o arbítrio dos comissários que estão “do lado certo da História”.
A queda do ditador Nicolás Maduro ofereceu a Amorim um pretexto para defender o que realmente importa: não os direitos do povo venezuelano, mas a imunidade de um déspota aliado. O problema não é tanto o que Amorim diz, mas o que não diz. A abdução de Maduro pelos EUA é de fato questionável sob qualquer ótica jurídica. Mas as prisões de milhares de opositores venezuelanos pela cleptocracia chavista, o êxodo de 8 milhões de refugiados, as execuções, a censura, a fome, o colapso institucional e econômico seguem sem reparos por parte dos petistas, como acontece há anos. Como se vê, o que inquieta Amorim não é o uso arbitrário da força em si, mas seu uso contra aliados ideológicos.
Enquanto Amorim clama por diálogo e respeito ao Direito Internacional, seu governo se abstém de votar resoluções na ONU exigindo o retorno de crianças ucranianas sequestradas por Moscou ou condenando massacres e torturas de dissidentes e minorias no Irã. Enquanto rompe relações diplomáticas e lança acusações hiperbólicas contra a democrática Israel, prestigia a posse presidencial de um fantoche da teocracia dos aiatolás do Irã, a principal patrocinadora do terrorismo global – ao mesmo tempo em que seu partido celebra as inúmeras eleições fraudulentas na Rússia e na Venezuela como verdadeiras festas da democracia. Enquanto abraça entusiasticamente a conversão do Brics em um sindicato de autocracias revisionistas, sabota o ingresso do Brasil na OCDE, o fórum das democracias desenvolvidas que exige compromissos com transparência, pluralismo e racionalidade institucional – regras indisfarçavelmente inconvenientes para o lulopetismo.
Ao longo de suas gestões, o PT abastardou os padrões morais da diplomacia brasileira para acomodar regimes que partilham de seus rancores de grêmio estudantil e sua repulsa ao pluralismo liberal. O “mundo com regras” que Amorim se propõe a restaurar é o de um multilateralismo para ditadores de estimação, onde a “soberania” é escudo para abusos internos, o “diálogo” é sinônimo de inação e a cumplicidade é travestida de “neutralidade”.
Os mesmos que denunciam com fervor missionário o “imperialismo estadunidense” contemporizam o roubo de territórios ucranianos pela Rússia. Os que escrutinam com lupa quaisquer desvios de democracias liberais fazem vista grossa quando direitos fundamentais são ignorados em Pequim, Havana ou Manágua. Sob o comando de Amorim, a política externa brasileira tornou-se um exercício de cinismo metódico: o valor de uma norma depende de quem a viola.Seu artigo ecoa o discurso lulista que se pretende voz moral da humanidade, mas sob os governos do PT o Brasil é menos vítima de um mundo em colapso do que cúmplice do caos – toda vez em que se omite, silencia e justifica atrocidades em nome de afinidades políticas. Amorim apenas disfarça com um luto performático pela ordem global o seu incômodo com o fato de que o uso arbitrário da força deixou de ser apanágio de ditadores “companheiros” para atingir um deles, o tirano Maduro.
Talvez o mundo esteja mesmo sem regras. Mas sabemos como o petismo joga o jogo das relações internacionais: relativismo para amigos, intolerância para críticos e silêncio para vítimas inconvenientes à sua “narrativa”. Amorim não quer um mundo com regras. Quer um mundo com as regras do PT.

O poder dos sem poder – Hubert Alquéres (Revista Será?)

O poder dos sem poder

Hubert Alquéres

 Revista Será? ANO XIV

Em um sistema internacional cada vez mais assimétrico e instável, Hubert Alquéres analisa o dilema das potências médias diante da erosão das regras e do avanço do poder bruto. Inspirado em Václav Havel, o autor mostra que, para países como Canadá e Brasil, o verdadeiro poder não está na força, mas na defesa persistente da institucionalidade, do multilateralismo e da previsibilidade. Um texto lúcido sobre prudência estratégica, autonomia e realismo num mundo em ruptura.

Seque o link para o artigo.

https://bit.ly/4roWpvB


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sábado, 31 de janeiro de 2026

“Capitalismo de laços. E que laços! – Editorial da revista Será?; comentário inicial de Paulo Roberto de Almeida

 Transcrevo o editorial da revista Será?, com a qual colaboro, sobre a promiscuidade crescente, invasiva e talvez avassaladora, do ponto de vista reputacional, entre altos mandarins do Estado e altos representantes do capitalismo predatório, aquele que se vale dessas relações para lucrar a partir de manobras politicas clandestinas com recursos públicos ou simplesmente ao explorar possibilidades de ganhos extraordinários contando com a complacência de autoridades políticas. 

O titulo do editorial remete so livro do economista Sérgio Lazzarini, “Capitalismo de laços: os donos do Brasil e suas conexões”, que foi publicado vários anos atrás, e que evidencia a existência de conexões, nem sempre inocentes, entre os donos do capital e os donos do poder. Mas, se tratava apenas de favores recíprocos, não necessariamente de atos ilegais, como por exemplo a concessão de recursos do BNDES a certos pedidos de modo excepcionalmente rápido e generoso. O que estamos contemplando no Brasil atual é uma colaboração mútua entre as duas esferas tangenciando os limites da lei, ou já ingressando no domínio da ilegalidade explicita, até que a realidade se impõe, como no caso do exagero com benesses aos mandarins em troca de proteção e resguardo contra a aplicação da lei. Creio que já chegamos no Brasil à degradação do interesse da sociedade no confronto com esse capitalismo promiscuo de laços beirando a criminalidade.

Vivemos há décadas o espetáculo de casos emblemáticos que, apenas por um incidente menor, se tornaram públicos ao serem exposto pela imprensa e se convertersm em casos rumorosos na Justiça e nos espaços de diversos governos. Existem muitos outros que subsistem no silêncio dos envolvidos, a começar pelas amorais e ilegais “rachadinhas” de parlamentares até o estupro orçamentário contínuo dessas emendas impositivas propostas pelos “vereadores federais”, que são os atuais deputados e senadores, desviadas ao nivel municipal — sem esquecer que metade dos 5.600 municípios não sobreviveriam sem essas transferências do alto — e enriquecendo feudos politicos.

O Brasil está doente pela corrupção derivada desses laços impróprios do patrimonialismo, mas que já se elevaram à categoria de comportamento mafioso.

Não existe solução fácil a esse desafio da corrupção normalizada, pois ela pode se cobrir hipocritamente com a edição de “códigos de ética” que nunca funcionam.

Proponho uma primeira medida de simples proibição de laços financeiros entre partidos políticos — que inexistem de verdade — e os recursos públicos: como eles são entidades de direito privado NÃO PODERIAM EXISTIR fundos governamentais a sustentá-los, como o fundo partidário e o eleitoral, ambos exacerbados a cada legislatura. Eles não são mais toleráveis, mas apenas um movimento cidadão de peso — como foi historicamente o abolicionismo, por exemplo — poderia extinguir edsa excrescência. Está na hora de fazê-lo, assim como de eliminar os exageros de recursos públicos oara o exercício de atividade parlamentar, o que acaba atraindo os gatunos para a competição eleitoral, transformando o conjunto de representantes políticos— nos três níveis da federação— numa poderosa casta politica. 

Paulo Roberto de Almeida

Brasilia, 31/01/2026

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“Capitalismo de laços. E que laços! – Editorial

Por Revista Será? | jan 30, 2026 | Opinião

A promiscuidade entre grupos econômicos e o poder político no Brasil, analisada e criticada por Sérgio Lazzarini em Capitalismo de laços: os donos do Brasil e suas conexões, ganhou contornos particularmente delicados quando passou a frequentar os corredores da mais alta instância do Judiciário. A liquidação do Banco Master desencadeou investigações e denúncias de supostos interesses cruzados entre o proprietário da instituição financeira, o banqueiro Daniel Vorcaro, e ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

A excessiva e inadequada exposição pública de ministros do STF — seja por meio de declarações políticas, seja pela participação em eventos de natureza política — já vinha despertando críticas quanto à crescente politização da Corte. O caso do Banco Master expõe, agora, a face mais opaca dessas relações, revelando vínculos entre ministros do STF e um empresário do setor financeiro, em especial o ministro Dias Toffoli.

O episódio começa com a estranha decisão monocrática de Toffoli, que concedeu foro privilegiado a processos envolvendo corrupção e desmandos do banco, trazendo o caso para sua própria relatoria. Desde então, multiplicaram-se reportagens e indícios oriundos de investigações da Polícia Federal apontando o relacionamento do ministro com negócios do Banco Master, bem como a existência de contrato de consultoria jurídica entre a instituição financeira e o escritório da esposa do ministro Alexandre de Moraes.

Na tentativa de conter o desgaste institucional, o presidente do STF, Edson Fachin, saiu em defesa de Dias Toffoli, que vem, de forma cada vez mais evidente, extrapolando suas prerrogativas e tomando decisões pouco republicanas. Ao proteger um erro, corre-se o risco de lançar toda a instituição na lama.

Em nota pública, Fachin revelou ainda a indisposição do STF em conviver com notícias incômodas e com as críticas legítimas da sociedade e da imprensa. Qualquer questionamento passa a ser tratado como ataque à democracia; a denúncia de eventuais desvios de conduta de seus membros, como tentativa de desmoralização da instituição. Ocorre justamente o contrário: quem desmoraliza o STF são os ministros que, eventualmente, se comportam de maneira incompatível com a dignidade do cargo que ocupam.

Diante da gravidade do caso e para evitar maior deterioração da imagem e da legitimidade do Supremo, Dias Toffoli deveria ter-se declarado suspeito para relatar os processos envolvendo o Banco Master e Daniel Vorcaro. Seria o mínimo. Ao não fazê-lo, apenas reforça a suspeição. E, diante disso, o presidente Fachin recorre a um artifício: remeter o processo à primeira instância, onde ele deveria estar desde o início, não fossem os atropelos cometidos pelo próprio Toffoli.

Resta ainda uma questão central: como ficam as provas já produzidas? Inicialmente, Toffoli determinou o acautelamento de todo o material recolhido pela Polícia Federal, mantendo-o sob custódia direta do STF — ou seja, sob sua própria guarda. Recuou apenas após fortes pressões e críticas públicas. Desde o princípio, deveria ter se afastado da relatoria.

Qual é, afinal, o temor do ministro?”

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Dicas para o concurso de seleção à carreira diplomática - Romulo Neves

 O edital do concurso do Rio Branco foi publicado mais cedo neste ano. As inscrições já começam em fevereiro. 

Aqui vai, então, o meu tradicional post de dicas para os candidatos, com links para ajudar a organizar seus estudos. Romulo Neves

Neste ano, compilei também uma série de recursos on-line, no arquivo em anexo, nas seguintes categorias:

- Jornalismo e Notícias

- Centros de Pesquisa

- Bancos de Dados

- Portais de Geopolítica

- Bancos de Artigos, Livros e Teses


Abaixo, alguns links interessantes:

- link de perguntas e respostas preparadas pelo próprio Rio Branco sobre a carreira: https://lnkd.in/gcmWK8Sk

- compilação do Clipping CACD também com dados sobre a carreira: https://lnkd.in/gjBkscac

- compilação de perguntas e respostas sobre o concurso e carreira, preparada por um amigo e colega, o Renato Godinho, há 15 anos, mas muitas respostas continuam válidas: https://lnkd.in/gDPBrr2u

- compilado dos Guias de Estudos dos concursos anteriores, publicados pelo Instituto Rio Branco (aba Guias de Estudos): https://lnkd.in/gNT8ZA8w

- neste vídeo, comento detalhadamente o processo de preparação para as provas em geral, e para a prova de Política Internacional, especificamente: https://lnkd.in/gNrCWV8W

- neste vídeo, converso com o meu amigo Marcílio Falcão, do Ubique, sobre o processo de preparação para o concurso: https://lnkd.in/gcUZ5DP7


- o link para meu livro de política internacional edição 2026 segue aqui: https://lnkd.in/gH-GZFbm 

Postagem em destaque

Livro Marxismo e Socialismo finalmente disponível - Paulo Roberto de Almeida

Meu mais recente livro – que não tem nada a ver com o governo atual ou com sua diplomacia esquizofrênica, já vou logo avisando – ficou final...