Parece que, entre os assuntos na pauta da recente reunião de cúpula dos Brics, em Ekaterimburgo, na Rússia, estava a questão do dólar, ou melhor, sua substituição por uma nova moeda de reserva mundial, nas trocas comerciais e financeiras internacionais, e a eventual adoção, pelos Brics, de suas moedas nacionais em suas transações respectivas.
Pois bem, a julgar pela matéria abaixo, saiu tudo ao contrário: o dólar se reforça como moeda de troca e de reserva, tendo sua utilização sido acrescida justamente em função de novas aquisições pelos mesmos Brics.
De fato, foram eles, em especial a China, que fizeram compras maciças de dólar nos últimos tempos (o Tesouro dos EUA, o governo americano e toda a sua população agradecem sinceramente tamanha gentileza).
O próprio governo brasileiro vem sinalizando com o aumento das reservas, que devem refletir-se na aquisição adicional de dólares por mais ou menos 100 bilhões. Longa vida ao dólar, ao que parece...
Crece participación de dólar en reservas globales, según datos del FMI
Reuters, 1/7/2009
Nueva York, 1 de julio (Reuters) - La participación del dólar en las reservas internacionales de todo el mundo aumentó a 64,9 por ciento en el primer trimestre del 2009, aunque el nivel general de las reservas bajó por tercer trimestre consecutivo, mostraron el martes datos del FMI.
Los datos del Fondo Monetario Internacional, que cubren alrededor de dos tercios de las reservas de todos los países, mostraron que la participación del dólar en la suma de alrededor de 4,0 billones de dólares en reservas cuya composición es conocida, asciende a 2,6 billones de dólares.
En el cuarto trimestre del 2008, el dólar había representado el 64 por ciento.
La proporción del dólar en las reservas internacionales de divisas durante el primer trimestre alcanzó su máximo desde el segundo trimestre del 2007, pero ha bajado desde 73 por ciento en el segundo trimestre de 2001.
"Vimos una reversión de la diversificación de reservas en el primer trimestre", dijo Win Thin, estratega de cambios de Brown Brothers Harriman en Nueva York.
"En general, continuamos minimizando las versiones de una diversificación de reservas que perjudique al dólar", agregó.
Otros datos, como el reporte de los flujos de capitales del Tesoro de Estados Unidos, y las tenencias en custodia, de la Reserva Federal, han respaldado la opinión del banco, de que los inversores pueden diversificarse fuera del dólar y aún ser compradores netos de esa moneda, dijo Thin.
El FMI estima que a fines del primer trimestre las reservas globales se ubicaron en 6,53 billones de dólares, una baja desde los 6,7 billones de dólares en los últimos tres meses del 2008.
Los analistas dijeron que la baja refleja parcialmente la intervención de los bancos centrales del mercado emergente para apoyar sus monedas durante el avance de la crisis financiera.
Temas de relações internacionais, de política externa e de diplomacia brasileira, com ênfase em políticas econômicas, viagens, livros e cultura em geral. Um quilombo de resistência intelectual em defesa da racionalidade, da inteligência e das liberdades democráticas. Ver também minha página: www.pralmeida.net (em construção).
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