The worst thing you can say about a revolutionary situation is, "Things couldn't possibly get worse." Things can always get worse. If you have trouble imagining how, just wait for the revolution to unfold. Events will usually oblige you: see France in 1789, Russia in 1917, Germany in 1933, China in 1949, or Iran in 1979. I hope Egyptian policies improve when Mubarak goes, but I'm not optimistic.
Bryan Caplan
Temas de relações internacionais, de política externa e de diplomacia brasileira, com ênfase em políticas econômicas, viagens, livros e cultura em geral. Um quilombo de resistência intelectual em defesa da racionalidade, da inteligência e das liberdades democráticas. Ver também minha página: www.pralmeida.net (em construção).
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
A frase do momento (a proposito do Egito, claro)...
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Postagem em destaque
Por que estou fazendo listas de trabalhos carregados em Academia.edu? - Paulo Roberto de Almeida
Por que estou fazendo listas de trabalhos carregados em Academia.edu? Paulo Roberto de Almeida, diplomata, professor Uma nota sobre as posta...
-
Minha entrevista desta sexta-feira 25/02/2022, sobre a dramática situação da Ucrânia no canal +BrasilNews. 1437. “ Entrevista sobre a Ucrân...
-
Carreira Diplomática: respondendo a um questionário Paulo Roberto de Almeida ( www.pralmeida.org ) Respostas a questões colocadas por gradua...
-
A ética da responsabilidade e o dilúvio fiscal Reflexões às vésperas do segundo turno — outubro de 2026 Rosalvo S. Sales * ...
-
A História não se repete, mas… Paulo Roberto de Almeida Em janeiro de 1933, a Direita alemã— industriais, banqueiros, grandes agricultores...
-
Eleições de 2026 no Brasil: desaparecimento de partidos, de programas, de reguladores isentos Paulo Roberto de Almeida, d...
-
Com Ricupero e Reale, intelectuais e ex-ministros entregam manifesto de apoio a Lula Os signatários também afirmam que a candidatura de Fláv...
-
Carta de Zelensky a Trump (não sei se terá algum efeito, mas ele disse tudo o que precisava ser dito): “🇺🇦🇺🇦🇺🇦 00:30, October 16, 202...
-
Existem pequenas coisas que se tornam grandes, quando esclarecidas suas dimensões humanitárias, como esta mensagem de Drausio Varella, por...
-
Élections au Brésil : quoi de neuf, quoi de vieux ? Paulo Roberto de Almeida, diplomate, professeur Notes pour une visioconf...
-
Opinião do Estadão A orgia eleitoral de Lula O perdão às dívidas de microempreendedores individuais foi só a mais recente das medidas do p...
3 comentários:
Professor,
Penso o mesmo. Mudanças são demandadas pelo povo Egípcio, contudo uma revolução só vai lhes render mais sofrimento e atraso.
É muito estranho quando você começa a achar que um golpe militar seria a saída "menos ruim".
Gostei muito de uma avaliação da situação corrente feita pelo seu colega embaixador brasileiro no Cairo que o avançado da madrugada não me permite lembrar o nome. Foi feita por telefone para a globo news.
Eu sei que vai parecer wishful thinking, mas eu rezo para um desfecho que possa atender ao clamor por liberdade do povo Egípcio sem cair num caos ou vácuo de poder perigoso para eles e que possa incitar Israel a tomar alguma ação mais açodada como esse pequeno (e odiado) país por vezes faz.
Meu caro Mario,
Infelizmente, o Oriente Medio está mais para a lei de Murphy -- o que puder dar errada, dar[a, da pior forma possível -- do que para um diálogo socrático ou aristotélico sobre as melhores formas de se construir a democracia naquela bagunça que é o Egito (e o resto da região, chegando até a India, talvez...).
Acho que muita gente ainda vai sentir saudades do Mubarak, assim como tem gente hoje -- veja que tragédia -- que tem saudades do Papa Doc no Haiti.
A que ponto chegamos...
Paulo Roberto de Almeida
Em se tratando do Egito, não nos causa espécie que o Sr Mubarack queira "mumificar-se" no poder tal qual um Faraó!Agora o que nos acalenta é que no deserto(do Magreb ao Mashrek..ou vice-versa...!) também podem haver "Primaveras"!A Esfínge de Gizé, alheia ao tempo, nos lança mais esse enigma!
Vale!
Postar um comentário