André Malraux, inventor da diplomacia cultural francesa.
Palestra na UnB, quarta-feira, 3/06, 10hs, Jean-Claude Perrier
Primeiro Ministro dos Assuntos Culturais da França durante a presidência do General de Gaulle, entre 1959 e 1969, André Malraux marcou profundamente a política cultural francesa e ajudou a projetar a cultura como instrumento central de influência e diálogo internacional 🌎
Escritor, intelectual e homem de ação, Malraux colocou sua visão a serviço de uma política cultural ambiciosa, fortalecendo o papel da França na cena internacional. Seus discursos emblemáticos ilustram como arte, literatura e patrimônio podiam se tornar pontes entre povos, memórias e histórias compartilhadas. 📝Foi ele que inventou a expressão “Brasília, capital da esperança” no seu famoso discurso de 1959.🇫🇷 No âmbito das comemorações do cinquentenário de seu falecimento, Jean-Claude Perrier realizará a palestra “André Malraux, inventor da diplomacia cultural francesa”
📆 na quarta-feira, 3 de junho
🕑 das 10h às 12h
📍no Auditório Roberto Salmeron da Faculdade de Tecnologia da @unb_oficial
Mais do que ministro, Malraux encarnou uma concepção singular da diplomacia cultural: aquela em que a cultura se afirma como espaço de encontro, transmissão e universalidade. ✨
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- Monumentalidade e Ousadia: Ele comparou a concepção de Brasília a grandes marcos civilizacionais da humanidade, chamando-a de "a mais ousada que o Ocidente haja concebido" e a "primeira das capitais da nova civilização". [1, 2]
- Revolução Arquitetônica: Malraux elogiou a coragem de Juscelino Kubitschek ao confiar o projeto aos arquitetos e ao povo brasileiro. [1]
- Fraternidade e Civilização: Ele apontou a criação da cidade como uma evidência da "latinité" — não apenas como herança histórica, mas como um ideal moderno de fraternidade. [1, 2]
