domingo, 26 de abril de 2026

O declínio americano começou por dentro, não por competição externa - Heba Ayyad (Jornal GGN)

 A Casa Branca em tempos de absurdo: o império estadunidense entrou em declínio?

por Heba Ayyad

Jornal GGN, 25/04/2026

Quando o indivíduo se sobrepõe ao Estado, o humor à instituição e a improvisação à estratégia, o império não se encontra no auge de seu poder, como imagina, mas em um dos limiares de sua grande confusão. Os Estados Unidos não eram apenas um arsenal militar formidável, nem meramente uma economia capaz de absorver mercados e redesenhar mapas de influência, mas também uma imagem cuidadosamente construída de uma nação cujo segredo mais profundo de poder residia, dizia-se, em suas instituições: em sua capacidade de refrear os caprichos dos indivíduos, controlar a tomada de decisões e impedir que a paixão se transformasse em destino global.

Essa era a grande narrativa estadunidense: um presidente pode chegar e outro pode partir, mas o Estado permanece mais profundo do que o ocupante da Casa Branca, mais duradouro do que os caprichos do momento e mais capaz de transformar o poder em ordem, e não em caos.

No entanto, o que o mundo vê hoje em Washington mina completamente essa imagem. Não estamos apenas diante de um presidente barulhento, narcisista e exibicionista, mas de um cenário que revela, com rara crueldade, que o Estado que por tanto tempo se apresentou como o ápice do institucionalismo, às vezes, age como se fosse governado pelo ritmo dos caprichos pessoais, e não pela lógica das instituições.

Um presidente acorda de manhã, toma seu café e publica uma mensagem que inflama os mercados, a política e as alianças; algumas horas depois, envia outro sinal que contradiz o primeiro ou o esvazia de significado, como se o mundo inteiro tivesse se tornado refém entre a paixão da manhã e os caprichos da noite.

Aqui, a questão não se resume mais às excentricidades do homem, mas ao significado do que está acontecendo no próprio âmago do império. Em sua essência, a questão não é meramente um problema de comunicação desenfreada, mas uma exposição política e histórica de uma nação em que o indivíduo começou a rivalizar com a instituição, a improvisação com o planejamento e o clamor com a serenidade que, por muito tempo, foi alardeada como um dos segredos da supremacia estadunidense.

Quando isso ocorre em um país comum, trata-se de uma crise de governança; mas, quando ocorre na potência que ainda detém a mais ampla rede de influência militar, financeira e política do mundo, transforma-se em uma questão global, capaz de afetar o destino de povos e continentes inteiros.

A cena, na realidade, transcende a política e beira o absurdo. Mas esse absurdo não está inscrito nos textos de Beckett, Genet ou Adamov, nem mesmo nas imaginações de Tawfiq al-Hakim sobre um mundo em que a lógica se perdeu. Pelo contrário: está inscrito diretamente nos mapas mundiais. É um absurdo que emana do centro do império, e não de sua periferia; um absurdo que confunde não apenas o cenário interno estadunidense, mas também aliados, adversários, mercados e campos de batalha, simultaneamente.

Quando a maior potência mundial atinge esse nível de contradição diária entre seus pronunciamentos e seus opostos, entre ameaças e retratações, não estamos apenas testemunhando uma confusão política, mas uma fragmentação da própria imagem do centro.

Uma parte fundamental do prestígio dos Estados Unidos residia no fato de que suas decisões, mesmo em seus momentos mais brutais, pareciam emanar de um aparato estatal, e não do capricho de um indivíduo. O mundo lidava com Washington não como uma entidade justa ou moral, mas como uma potência cujas regras eram compreensíveis e, no mínimo, previsíveis.

Hoje, uma das mudanças mais perigosas é que essa previsibilidade está se erodindo, e a imagem de “um Estado que sabe o que quer” está dando lugar a outra: a de um Estado que possui poder excessivo, mas que, gradualmente, perde a disciplina e o significado desse poder.

Aqui reside a essência do dilema imperial. Os impérios não iniciam seu declínio apenas quando são derrotados militarmente ou vencidos por seus adversários; esse declínio também começa quando deixam de se governar com a mesma inteligência que forjou sua glória. Começa quando as demonstrações de poder substituem seu uso eficaz, quando o ruído suplanta a coerência e quando a distância entre o Estado e o indivíduo se erode a ponto de as decisões estratégicas se assemelharem a reações impulsivas ou respostas caprichosas.

É precisamente nesse ponto que a arrogância imperial deixa de ser uma marca de domínio e se transforma em sinal de disfunção.

Os Estados Unidos continuam sendo, sem dúvida, uma potência formidável. Ninguém em sã consciência pode negar seu peso militar, financeiro ou tecnológico, nem a profundidade de suas redes de alianças. Mas a questão aqui não é negar o poder, e sim compreender a natureza do momento. Um império pode ser muito poderoso e, ainda assim, entrar em uma fase de declínio.

Talvez a tragédia dos grandes impérios seja que eles continuam a agir como se seu auge de glória ainda estivesse presente justamente no momento em que começam a perder seu equilíbrio interno. É isso que torna o cenário estadunidense atual tão significativo: Washington tenta agir como a única superpotência incontestável em um momento em que as fissuras se multiplicam em seu núcleo e a distinção entre política de Estado e impulsividade presidencial se torna cada vez mais tênue. Dessa perspectiva, falar sobre a erosão da unipolaridade não é apenas um desejo ideológico dos adversários de Washington, mas uma leitura ditada pela própria realidade. O mundo não vive mais um momento puramente estadunidense como aquele que se seguiu ao colapso da União Soviética. A China está em ascensão, a Rússia luta para definir sua posição, as potências regionais ampliam sua margem de manobra, e os aliados tradicionais dos Estados Unidos se tornam menos convictos e mais preocupados com as oscilações das decisões estadunidense.

A multipolaridade ainda não se estabilizou, mas o que parece certo é que a era do excepcionalismo estadunidense confiante chegou ao fim.

O que é ainda mais perigoso é que essa transformação não decorre apenas da ascensão de outros atores, mas também da própria turbulência interna dos Estados Unidos. Quando o centro do poder vacila, o mundo não precisa assistir à queda de um império para perceber que uma era inteira está chegando ao fim. Basta que um império perca a capacidade de convencer os outros de que ainda é capaz de autocontrole para que estes comecem a reavaliar suas posições e para que seu prestígio decaia antes mesmo que seus instrumentos de poder se enfraqueçam.

O poder não se sustenta apenas em armas, mas também em imagem, confiança, previsibilidade e capacidade de produzir sentido. Todos esses elementos estão sendo corroídos no âmago do cenário estadunidense.

Provavelmente, não estamos testemunhando o fim da hegemonia estadunidense, mas, sim, o fim de sua antiga imagem: a de uma nação que, por décadas, pareceu maior do que os caprichos de seus presidentes e mais capaz de conter o extremismo dentro de uma rede coesa de instituições. Agora, porém, o que se revela gradualmente é que a própria instituição já não está imune a convulsões, e que o império que por tanto tempo alegou ser governado por mentes ponderadas agora está ameaçado de ser comandado por nervos à flor da pele.

É precisamente aqui que o momento adquire seu significado histórico. Quando o indivíduo se sobrepõe ao Estado, o capricho à instituição e a improvisação à estratégia, o império não está no auge de seu poder, como imagina, mas, sim, em um dos limiares de sua maior desordem.

Este é o momento em que o excesso de poder se torna uma máscara que oculta uma crise mais profunda, e o clamor se transforma em uma tentativa desesperada de adiar o reconhecimento de que o mundo está mudando e de que o centro que por tanto tempo ditou seu ritmo já não pode mais monopolizar a definição desse ritmo. Esta, portanto, não é meramente uma crise presidencial. É uma crise de modelo, de um Estado que construiu grande parte de seu projeto hegemônico sobre uma imagem de institucionalismo, disciplina e liderança, apenas para se ver, em um momento histórico crucial, refém de um presidente que escreve o mundo na forma de uma publicação digital, deixando aliados, adversários e mercados lidarem, cada um à sua maneira, com o significado do próximo sinal.

E é assim que começam as grandes transformações: não apenas quando os adversários batem às portas do império, mas quando o próprio império, em seu âmago, começa a ouvir as vozes crescentes da dissidência vindas de dentro.


UM SÉCULO DEPOIS DA FUNDAÇÃO DA USP FINALMENTE UM NEGRO NA REITORIA (FSP)

Confesso que nunca vi o professor Amancio como negro, apenas como um brasileiro. PRA

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UM SÉCULO DEPOIS DA FUNDAÇÃO DA USP FINALMENTE UM NEGRO NA REITORIA 

O professor titular da USP (Universidade de São Paulo) Folha de S. Paulo, 25/04/2026

Amâncio Jorge de Oliveira, 58, novo pró-reitor de Cultura e Extensão Universitária, vê a chegada à administração da universidade como simbólica especialmente para os jovens negros que estão no ensino superior e que buscam uma carreira acadêmica.

A nomeação de Amâncio alça um homem negro ao alto escalão uspiano pela primeira vez em 92 anos de instituição. Para ele, após o ingresso de alunos e docentes negros, é necessário discutir a mobilidade nas carreiras e as oportunidades dentro dos espaços públicos.

O professor tem trajetória marcada por adaptações. Foi vice-diretor do Instituto de Relações Internacionais da universidade e vice-diretor do Museu do Ipiranga de 2020 a 2024, no bicentenário da Independência e quando o museu foi reinaugurado após anos em obras.

Agora, na administração central da maior instituição de ensino superior do país, diz que pretende intensificar a relação entre universidade e sociedade. Propõe aprimorar a contribuição em políticas públicas e em iniciativas de inovação, além de melhorar a comunicação com o contribuinte, maior financiador da USP.

Homem de meia-idade com barba e óculos, vestido com terno escuro e gravata, sentado em banco de madeira diante de parede de blocos vazados. Folhagens verdes aparecem acima da parede ao fundo.

Amâncio Jorge de Oliveira, pró-reitor de Cultura e Extensão Universitária da USP (Universidade de São Paulo), na capital paulista; ele também é professor titular do Instituto de Relações Internacionais - Karime Xavier - 25.mar.22/Folhapress

"A chegada de pessoas negras em posições institucionais de liderança, em qualquer segmento da sociedade, é carregada de grande força simbólica. Na universidade não é diferente. A ascensão na carreira carrega um peso simbólico porque indica, para os jovens que estão chegando, perspectivas possíveis", afirma o docente à Folha.

Ele ressalta que no grupo pequeno de docentes negros há discrepância entre os que estão na base e os do topo da carreira. Para ele, a inclusão precisa ser discutida não apenas no ingresso à universidade, mas deve incluir a progressão de carreira e a criação de oportunidades dentro das instituições de ensino.

"Façamos, por exemplo, um comparativo da proporção de docentes pretos, pardos e indígenas na base da carreira e no topo da carreira. O problema da mobilidade fica flagrante. Um estudo na USP mostrou que ocorre exatamente o mesmo quando falamos de equilíbrio de gênero na carreira acadêmica."

A dificuldade de progredir no mundo acadêmico é sintoma dos percalços para ingressar como docente na maior instituição da América Latina. Segundo o anuário estatístico da USP de 2025, são apenas 3,4% de docentes pretos e pardos. Entre os discentes, são 24,5% os autodeclarados negros.

As declarações ecoam outra entrevista ao jornal em 2022. O docente afirmou à época ter passado por diversos episódios de racismo, desde uma pichação após a mudança para Ribeirão Preto até situações veladas, já quando servidor da universidade.

"Da minha entrada na universidade à ascensão a professor titular, o que mais ouvi foi 'desista, não é para você, esse não é o seu lugar'. Escutava isso em conversas com colegas e em outras ocasiões", afirmou à época.

Amâncio afirma que a relação da USP com a sociedade é um dos principais desafios da instituição, especialmente em meio aos impactos da reforma tributária no modelo de financiamento das instituições de ensino superior públicas. O estado precisará alterar dispositivo constitucional que reserva um valor do ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços).

"Todos os indicativos políticos são positivos no sentido da manutenção do modelo de financiamento e do reconhecimento do papel das universidades públicas paulistas como elemento central para o desenvolvimento. Mas, ainda assim, é momento de 'prestações de contas'", atesta.

Por isso, argumenta ser fundamental um maior investimento em extensão, já que, segundo o professor, as universidades são instadas a demonstrar valor para a sociedade. Para ele, a USP precisa ser capaz de mostrar que produz inovação, tanto em tecnologia quanto no campo das políticas públicas, por exemplo.

"A criação do Escritório Ciência e Sociedade, no marco desta gestão, será também uma contribuição importante na interface entre a universidade e a sociedade", diz ele, citando novo órgão que pretende ser um espaço de compreensão das demandas da sociedade à instituição.

Ressalta ainda a importância dos museus como o primeiro ponto de contato entre a USP e a população, especialmente com crianças e adolescentes. Ele foi vice-diretor do Museu do Ipiranga de 2020 a 2024, período coincidente com o bicentenário da Independência e no qual o local foi reaberto ao público após nove anos em reforma.

Nascido no Recife e docente da universidade paulista desde 2002, ele fez graduação na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, mas guinou a carreira acadêmica para as humanidades. Titulou-se doutor em ciência política, estudando a relação entre o empresariado brasileiro e as negociações para a criação da Alca (Área de Livre Comércio das Américas), proposta americana de integração comercial do continente.

A mudança não se deu porque não gostava de medicina. Amâncio se viu, na verdade, mais interessado nas questões sociais que rondavam a área clínica. Queria conhecer o histórico e a experiência dos pacientes, e gostava de entender os aspectos sociais da vida humana– o que o fez ter contato com obras de sociologia e política e o levou a seguir as ciências sociais em definitivo.

Escolheu a ciência política, e mais especificamente as relações internacionais, diante do momento de consolidação da democracia brasileira. A efervescência das discussões sobre a integração do comércio nas Américas o fez mergulhar no estudo das negociações internacionais, suas técnicas e dinâmicas.

Essa intensificação da discussão acadêmica sobre política externa ganhou tração antes em Brasilia, com a UnB (Universidade de Brasília), e chegou depois em outros polos acadêmicos do Brasil. Na USP, o curso de relações internacionais foi criado em 2001, um ano antes de Amâncio ingressar na instituição.

Como docente e em meio ao momento de criação de uma nova área na universidade, colaborou para o aperfeiçoamento da graduação em RI e para a criação da pós-graduação na área. Fundou um centro de estudo e análise das negociações internacionais em 2005. Em 2019, foi a vez de lançar uma escola de diplomacia científica que estuda a relação entre o intercâmbio de pesquisa e desenvolvimento e colabora para o desenvolvimento das relações entre países ou regiões.

A experiência na chefia de uma unidade da USP o levou ao Museu do Ipiranga. Era mais uma mudança de rumos, já que não teve contato com a museologia. Foi convidado para uma chapa à diretoria do museu pela professora Rosaria Ono, da FAU (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo). Ela também estava interessada na capacidade de internacionalização do museu e interlocução com o setor privado.

Não foi fácil lidar com a importância do museu e com o fogo político em que a instituição estava envolvida —ele era mais um flanco da disputa entre o então governador de São Paulo, João Doria (ex-PSDB), e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

"Todo mundo sabe que o Museu do Ipiranga é um patrimônio cultural do país. Não vai pegar bem fazer uso político de maneira mesquinha, não vai colar", afirmou Amâncio em 2022 à Folha, sem citar nomes.

Toda a Rússia é construída sobre uma grande mentira: discurso de Lavrov

 Permito-me relembrar que seu grande amigo brasileiro é o atual assessor internacional do presidente Lula, ou seja, o chanceler virtual. PRA

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Lavrov’s latest performance is a classic piece of Kremlin theater: high on drama, low on facts, and dripping with irony.

Sergey Lavrov: 

“Another very powerful factor destabilising the global situation is the expansion of the West on the Eurasian continent, which has been ongoing for several decades. This is occurring primarily in regions where Russia's influence has always been strong, and where our traditional, legitimate interests lie.

This obsessive ambition, so to speak, has in recent years openly erupted into the slogan of 'inflicting a strategic defeat on Russia.' An open war has been declared against us, with the Kyiv regime being used as a kind of arrowhead. But everyone knows that this arrowhead is helpless without the material support of Western weapons, Western intelligence data, satellite systems, military training, and much, much more.

The Kyiv regime and the Ukrainian state are being used openly as a geopolitical battering ram. Some candid fellows, I believe in the Belgian or German General Staff, have stated publicly: 'We are preparing for war with Russia, and Ukraine is helping us buy time.' Well, there you have it, as they say—there you have it."

If you’ve hear Sergey Lavrov’s comments, you’d be forgiven for thinking Russia is the victim of a global conspiracy rather than the country that actually launched a full-scale invasion of its neighbour. 

Lavrov claims the West is "destabilising" Eurasia by expanding into Russia's "legitimate interests."

The reality check: NATO doesn't go door-to-door recruiting. Countries like Poland, Finland, and now Ukraine begged to join because they’ve lived next to Russia for centuries and know exactly what happens when you’re "within their interests”. 

 Lavrov calls it expansion; the rest of the world calls it sovereign countries choosing not to be invaded.

He describes Ukraine as a "geopolitical battering ram" and a "helpless arrowhead" for the West.

The reality check: This is the ultimate insult to the millions of Ukrainians fighting for their homes. Lavrov wants you to believe that Ukrainians are only fighting because Europe told them to. It’s a convenient way to ignore the fact that Russia’s own actions—the tanks, the missiles, the occupied cities—are the only reason Ukraine is fighting at all.

Lavrov says the West has declared "open war" to destroy Russia.

The reality check: No one is trying to march on Moscow. The "strategic defeat" the West talks about isn't the destruction of Russia. It’s the failure of Russia’s invasion. If Russia stops fighting today, the war ends. If Ukraine stops fighting today, Ukraine ends. Lavrov is trying to convince the Russian public that an existential threat exists to justify a war of choice.

He mocks Belgian and German generals for saying "Ukraine is buying us time.”

The reality check: When a neighbour starts burning down houses on your street, you’d be a fool not to check your smoke alarms. European generals are finally admitting their defenses were neglected. Saying "Ukraine is buying us time" isn't a confession of a secret plan to attack Russia—it’s a panicked admission that they need to get their act together because Russia has proven it’s willing to redraw borders by force.

Lavrov’s speech is a masterclass in DARVO (Deny, Attack, and Reverse Victim and Offender).

He’s pointing at the firefighters and calling them arsonists while he’s still holding the matches.

The "candid fellows" aren't the ones in the Belgian General Staff. They are the ones in the Kremlin who think they can still trick the world into believing the victim is the aggressor.

sábado, 25 de abril de 2026

Academia.edu anda cada vez mais sofisticada: outros trabalhos meus e livros e artigos de terceiros - Paulo Roberto de Almeida

 Ao acessar, na plataforma Academia.edu, um dos meus trabalhos, pertinentes a uma nova apresentação que devo fazer proximamente, reparei que a janela de apresentação do meu paper (Original pdf), este aqui: 

5206) O Brasil e a geopolitica da brutalidade (2026)

https://www.academia.edu/164789362/5206_O_Brasil_e_a_geopolitica_da_brutalidade_2026_ 

é contígua a uma outra janela, de "Related" [papers], na qual figuram diversos outros trabalhos deste mesmo autor, assim como várias sugestões de papers de terceiros, livros e artigos também constantes do mesmo universo de discussão. Como achei particularmente interessantes as sugestões, reproduzo-as aqui, para eventual satisfação de meus dezoito leitores, interessados nessas matérias: 

Find another great paper

PRA: A última sugestão não vou seguir: não conseguiria terminar neste século: 

"Search 47 million papers"



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