Hoje eu mandei uma correspondência para uma empresa que administra edifícios, ou seja, uma empresa voltada para condomínios, estabelecidos, com nome, sobrenome, endereço, CNPJ, essas coisas do Brasil.
Se supõe que a empresa conheça seus edifícios, e a designação oficial de cada um deles.
Pois não é que na correspondência recebida, o gênio da música erudita, o mais conhecido dos compositores clássicos com toques de pop -- todo mundo conhece o tchan, tchan, tchan, uma vez, tchan, tchan, tchan, duas vezes, e por aí vai... -- virou esse nome estranho que está escrito acima: o Senhor Ludwing.
Esse é o Brasil, minha gente, e coisas como esta acabam alegrando o nosso dia e confirmando que ainda temos um longo caminho pela frente, na direção de alguma coisa (que espero seja o caminho certo, mas posso estar errado...).
Vamos lá.
Da próxima vez que for ao Brasil vou corrigir o nome do edifício no edifício: pois devem existir centenas, milhares de edifícios com o nome do Beethoven, mas provavelmente só existirá um chamado Ludwing. Assim é se lhe parece...
Paulo Roberto de Almeida
Temas de relações internacionais, de política externa e de diplomacia brasileira, com ênfase em políticas econômicas, viagens, livros e cultura em geral. Um quilombo de resistência intelectual em defesa da racionalidade, da inteligência e das liberdades democráticas. Ver também minha página: www.pralmeida.net (em construção).
terça-feira, 4 de junho de 2013
Voces conhecem o Ludwing Van Beethoven?
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2 comentários:
Uma rápida pesquisa Dr. G demonstra que tem muito mais gente que conhece o "Ludwing Van Beethoven".
É que o Ludwing, o que veni, vidi, vici e é como um eterno vento lúdico (daí Lud + wind = Ludwing) varrendo o tchan, segurando o tchan, amarrando o tchan, tchan, tchan, tchan, tchan, em nossas vidas.
Conhecer o etmo das palavras é, por um istmo, um beijo no ubíquo.
E "ademã" que eu vou lá atrás catá romã.
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