segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

Uma nova declaração unilateral, para uso dos distraídos e mal-informados - Paulo Roberto de Almeida

Uma nova declaração unilateral, para uso dos distraídos e mal-informados

        Cabe não esquecer uma coisa: o narcisista maligno, paranoico, psicopata e sádico personagem que está infelicitando o povo americano, destruindo o multilateralismo econômico e politico, ameaçando metade ou mais do mundo (menos o seu amigo russo), esse louco tem prazo para sair ou ser chutado para fora do poder, pois a democracia americana resistirá, a despeito de ter sido reduzida a escombros com o comportamento supremacista e nazista das tropas despachadas pelo candidato a ditador e imperador do mundo, patético e risível como possa ser, a despeito de ser tão ameaçador quanto tiranetes ao redor do mundo. Ele tem prazo de validade, após o que americanos lúcidos terão de fazer um enorme esforço para restaurar a confiança destruída pelo patético criminoso comum, xenófobo, racista e machista eleito pela massa inculta para dirigir a ainda mais poderosa potência global. Vai demorar para que o mundo retome confiança nessa nova Roma decrépita e entregue a rufiões demenciais.

        Mas cabe não esquecer também, e mais importante, que o criminoso de guerra e contra a humanidade, sob mandado de arresto pelo TPI, o tirano de um outrora poderoso império opressor e totalitário que ele tenta reconstruir, esse outro maligno personagem não tem prazo de validade, a não ser sua própria morte, por morte matada ou morrida, foi justamente ele quem começou a perpetrar a violação da Carta da ONU e as regras mais elementares do Direito Internacional, quase 20 anos atrás, quando passou das declarações à ação, invadindo países soberanos, deslocando tropas para assegurar domínios ilegítimos e empregando agressões militares contra a soberania de vizinhos. 

        Cabe tampouco não esquecer que países que incluíram dispositivos centrais da ordem politica global do pós-guerra em sua Constituição estão hoje, por antiamericanismo anacrônico e infantil, coonestando e apoiando objetivamente as ações desse tirano brutal, ao decidir subsidiar os esforços de guerra do supracitado criminoso pelo aumento maciço de importações de produtos do Estado terrorista, mesmo quando existem alternativas de mercados e quando a dependência é parcial e contornável. 

        Acima e além da Carta da ONU e dos imperativos do Direito internacional, existem certos princípios éticos e de moral pública à disposição de qualquer estadista responsável em qualquer época e lugar do mundo.

        Está feita minha declaração unilateral em respeito a determinados princípios e valores à disposição de qualquer pessoa dotada de um mínimo de honestidade intelectual, capaz de observar dados da realidade visivel na atualidade internacional e de julgar, como acabo de fazer, a postura de certos personagens que ainda pontificam no noticiário da mídia.

        Como sempre, assino embaixo do que afirmo e defendo:

Paulo Roberto de Almeida

Brasília, 19/01/2026


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