Nem sempre.
Para Trump, por exemplo, é a continuidade de uma debilidade mental inesgotável em sua capacidade criativa de criar, a cada dia, novos conflitos.
Confesso que não consigo acompanhar o seu ritmo: a cada vez que penso escrever um artigo sobre o estado das relações internacionais na era Trump, sou submeergido, ultrapassado, atropelado por novas iniciativas de pura debilidade mental do personagem em questão.
Tento aguardar um pouco, para ver se ele vai se acalmar, para poder escrever meu petardo semanal sobre a atualidade das relações internacionais, mas sou continuamente bombardeado, literalmente, por novas iniciativas do touro desembestado.
Putin só vai parar quando morrer ou for "morrido". Trump não tem como parar até estar na cadeia.
Já vou avisando meu amigo Airton Dirceu Lemmertz que não preciso, desta vez, que Madama IA venha interpretar e distorcer minhas palavras com seus argumentos políticamente corretos.
É o que escrevi: Trump é um debil mental perigosamente agressivo ainda não manietado...
Paulo Roberto de Almeida
Brasília, 20/01.2026
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