Temas de relações internacionais, de política externa e de diplomacia brasileira, com ênfase em políticas econômicas, viagens, livros e cultura em geral. Um quilombo de resistência intelectual em defesa da racionalidade, da inteligência e das liberdades democráticas. Ver também minha página: www.pralmeida.net (em construção).
sábado, 25 de abril de 2026
“O mundo de Celso Amorim”, Marcelo de Paiva Abreu (2016)
sexta-feira, 24 de abril de 2026
Marcelo de Paiva Abreu, novo livro: Da Gávea: Ensaios sobre o Brasil e a economia mundial, 1995-2016 (Eco-PUC-Rio)
Mais um livro de Marcelo de Paiva Abreu:
Da Gávea: Ensaios sobre o Brasil e a economia mundial, 1995-2016 (RJ: Eco-PUC-Rio, 2026)
A coleção completa de todos os artigos escritos pelo mais famoso historiador-econômico do Brasil, Marcelo de Paiva Abreu, publicados a cada duas semanas no jornal O Estado de S. Paulo, entre 1995 e 2016. Já é uma história fantástica da economia brasileira, da mundial, dos dissabores das políticas econômicas numa e noutra dimensão, sem esquecer a política externa, duramente examinada, várias vezes castigadas, por um analista independente, esclarecido e invariavelmente correto.
Já li muitos dos artigos nas páginas do Estadão, mas sua coleção integral, livremente disponíbilizada, é um presente a todos os estudantes, pesquisadores, simples curiosos em saber porque o Brasil anda persistentemente parado no mesmo lugar.
Reproduzo imagens das primeiras páginas e remeto os interessados ao URL para download:
https://www.econ.puc-rio.br/api/uploads/adm/trabalhos/files/Da-Gavea.pdf
Paulo Roberto de Almeida
Brasília, 24 de abril de 2026
sábado, 25 de outubro de 2025
Nova história econômica? - Marcelo de Paiva Abreu, Luiz Aranha Correa do Lago, André Arruda Villela (resposta a Edmar Bacha)
Nova história econômica?
Marcelo de Paiva Abreu
Luiz Aranha Correa do Lago
André Arruda Villela
Nota sobre o artigo de Edmar Bacha em O Globo de 6/10/2025
As diferenças de opinião sobre regimes políticos tendem a ser apaixonadas, até no Brasil, opondo simpatias republicanas e monarquistas. É saudável que as diferenças sejam baseadas em avaliações históricas objetivas.
Edmar Bacha, ao anunciar o seu artigo com Guilherme A. Tombolo e Flávio Rabelo Versiani (BTV), “Secular stagnation? A new view on Brazil’s growth in the 19th century” na Revista de História Econômica, em O Globo de 6.10.25, escolheu como título “Nova história econômica”. Pretensão descabida.
O principal argumento do artigo é que, ao contrário do que sugere a interpretação dominante na literatura, entre 1820 e 1850 o PIB per capita brasileiro, longe de estar estagnado, cresceu 0,8% ao ano. A argumentação revisionista não se sustenta. Se o PIB per capita do Brasil tivesse crescido 0,8% entre 1820 e 1850, como argumentado por BTV, teria superado o desempenho do PIB per capita da Europa Ocidental (incluindo o Reino Unido) e da América Latina (ambos 0,5% ao ano) e estaria próximo do crescimento do PIB per capita no mesmo período do Reino Unido (0,9%) e dos EUA (1,0%). Os resultados são questionáveis, a despeito de afirmações como a de que “o ritmo do crescimento brasileiro foi aparentemente bastante normal no contexto do padrão geral do século”.
As referências históricas de BTV são seletivas. Reconhecem que o Brasil esteve sujeito a uma tempestade perfeita na última década do século XIX. Mas, curiosamente, silenciam sobre as tempestades que afligiram o Brasil no período 1820-1850: Guerra da Independência 1821-1824, Guerra Cisplatina 1825-1828, crises de governabilidade, revolta dos Malês de 1835, Revolução Farroupilha 1835-1845, revolta Liberal da década de 1840, consequências do Bill Aberdeen de 1845 sobre o tráfico de escravos.
Entre as contribuições que, segundo BTV, endossariam a tese de estagnação no Brasil Império estaria o livro de Marcelo de Paiva Abreu, Luiz Aranha Correa do Lago e André Arruda Villela, A passos lentos. Uma história econômica do Brasil Império, São Paulo, Edições 70, 2022 [ALV]. Leitura desatenta: o livro de ALV não sugere estagnação no Brasil Império e sim, como pode ser lido à página 56, “uma conjectura de intervalo amplo para a taxa de crescimento do PIB per capita entre 0,2% e 0,5% para o período imperial poderia ser adotada como hipótese preliminar.”
Fragilidades metodológicas afetam a geração das duas séries centrais na pretendida revisão de BTV: o produto nominal e o deflator necessário para gerar o produto real. Os autores estimaram o produto nominal pela arbitrária combinação de três variáveis: a média aritmética das importações e exportações nominais, a média aritmética das receitas e despesas do governo e a oferta de moeda. A discutível agregação é resultado da inacreditável aplicação à primeira metade do século XIX de pesos computados para o período 1900-1947. E, já que até recentemente não existiam índices de preços confiáveis para o período anterior a 1870, os autores utilizaram a média dos índices de preços reconhecidamente precários de Mircea Buescu e Eulália Lobo et al. A tônica é: “quando não há dados, nós os criamos”. São ousadias analíticas indefensáveis.
Nova história econômica? O afã revisionista de BTV parece ter resultado da convergência de banzo monarquista – como os autores reconhecem – com empirismo inconsequente. A despeito da jactância, os resultados são fracos: a fragilidade da argumentação compromete de forma decisiva o ímpeto revisionista.
Nota PRA: Eu postei o artigo do Edmar Bacha no meu blog Diplomatizzando, em 6/10/2025, neste link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2025/10/nova-visao-da-historia-economica-do.html
sábado, 21 de maio de 2022
A Passos Lentos: história econômica do Brasil Império: Antonio Correa do Lago, Marcelo de Paiva Abreu, André Arruda Villela
Estranho caso de um livro já anunciado, mas ainda não disponível para encomenda:
A Passos Lentos: uma história econômica do Brasil Império - Antonio Correa do Lago, Marcelo de Paiva Abreu, André Arruda Villela
![A PASSOS LENTOS; UMA HISTÓRIA ECONÔMICA DO BRASIL IMPÉRIO (Portuguese Edition) by [MARCELO DE PAIVA ABREU, LUIZ ARANHA CORREA DO LAGO]](https://m.media-amazon.com/images/I/71X4K6eh25L.jpg)
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Estagnação econômica, dependência exclusiva da exportação de matérias primas agrícolas, uma vasta plantation escravista, governos irremediavelmente deficitários. Estes são alguns dos fatos estilizados que vêm à mente quando se pensa na história econômica do Brasil Império. Com base em ampla evidência estatística e em diálogo permanente com a historiografia clássica e a produção acadêmica contemporânea, este livro confirma que tal espécie de “fatos” costuma ser apenas parcialmente verdadeira. A economia do Império não era imóvel – movia-se, ainda que a passos lentos.
PRODUCT DETAILS
- ASIN: B09XZ4KM77
- Publisher: Grupo Almedina; 1st edition (April 1, 2022)
- Publication date: April 1, 2022
- Language: Portuguese
- File size: 7819 KB
- Text-to-Speech: Enabled
- Screen Reader: Supported
- Enhanced typesetting: Enabled
- Word Wise: Not Enabled
- Print length: 284 pages
- Lending: Not Enabled
- Amazon.com Sales Rank #2,205,789 in Kindle Store (See Top 100 in Kindle Store) #237 in Politics in Portuguese#2,696 in Economic Conditions (Kindle Store)#5,519 in Political Economy
quarta-feira, 18 de maio de 2022
Livro: A Passos Lentos – Uma História Econômica do Brasil Império, Luiz Aranha Correa do Lago, Marcelo de Paiva Abreu, André Arruda Villela
Resultado da reunião de historiadores renomados, o livro “A Passos Lentos – Uma História Econômica do Brasil Império”, pode ser definido como uma nova referência para estudiosos e curiosos. A leitura é indicada para aqueles que desejam entender a dinâmica de desenvolvimento do país ao longo dos séculos a partir das políticas econômicas adotadas durante o domínio da monarquia.
A Passos Lentos aborda as dinâmicas econômicas da época, baseadas sumariamente no escravagismo, o PIB das regiões habitadas, os dilemas que envolviam a posse e divisão de terras, as relações trabalhistas e como a capital se mantinha. Os historiadores também apresentam a relação entre o Brasil Império e a Economia mundial, destrinchando as políticas de comércio exterior, exportações, importações e dívida externa.
O programa Ponto de Encontro abordou os assuntos do livro em entrevista com um dos autores, o doutor em Economia Luiz Aranha Correa do Lago. Ouça na íntegra:

“Basicamente, a escravidão determinava alguns aspectos que eram elementos de atraso. Um deles, muito claro, é que, obviamente, você tendo uma população escravizada, ela não era uma população que era consumidora importante. Segundo no ponto de vista de mão de obra, no longo prazo, a mão de obra livre é mais produtiva que a mão de obra escravizada. Então aqui temos já um elemento de atraso importante”, comentou Lago.
O especialista explica que a transição para o trabalho livre foi se dando mais facilmente nas regiões do Sul, onde não se havia o predomínio do latifúndio. Nas regiões cafeeiras, por exemplo, de acordo com o censo de 1872, cerca de 15% da população eram pessoas escravizadas, enquanto no Paraná eram 8% e Santa Catarina 9%. Nesses estados do Sul, foi se percebendo que as atividades foram ficando diversificadas por conta da chegada de imigrantes, enquanto nas regiões cafeeiras o trabalho escravo prevaleceu até 1880.
Sinopse
Estagnação econômica, dependência exclusiva da exportação de matérias primas agrícolas, uma vasta plantation escravista, governos irremediavelmente deficitários. Estes são alguns dos fatos estilizados que vêm à mente quando se pensa na história econômica do Brasil Império. Com base em ampla evidência estatística e em diálogo permanente com a historiografia clássica e a produção acadêmica contemporânea, este livro confirma que tal espécie de “fatos” costuma ser apenas parcialmente verdadeira. A economia do Império não era imóvel – movia-se, ainda que a passos lentos.
Marcelo de Paiva Abreu, doutor em Economia pela Universidade de Cambridge e professor titular emérito do Departamento de Economia da PUC-Rio, Luiz Aranha Correa do Lago, doutor em Economia pela Universidade Harvard, professor do Departamento de Economia da PUC-Rio e ex-diretor do Banco Central (1987-1988), e André Arruda Villela, doutor em História Econômica pela Universidade de Londres e professor adjunto da FGV EPGE, assinam esta obra que nasce como fonte essencial de conhecimento.
Colaboração: Dielin da Silva / LC – Agência De Comunicação
quarta-feira, 5 de maio de 2021
Marcelo de Paiva Abreu: professor emérito da PUC-Rio - História econômica do Brasil
Por 37 anos de carreira acadêmica exemplar, foi concedido a MARCELO DE PAIVA ABREU o título de Professor Emérito da PUC-Rio.
Marcelo de Paiva Abreu é doutor em Economia pela Universidade de Cambridge e, desde o início da década de 1990, detentor de bolsa de produtividade em pesquisa nível 1A do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
Além de professor titular da PUC-Rio, foi professor ou pesquisador visitante nas universidades de Cambridge, Columbia (Rio Branco Chair, 1998), Illinois, em Urbana-Champaign, Modena, Oxford e Veneza. Em 2003-2004 foi Senior Expert in Trade and Integration no Banco Inter-americano de Desenvolvimento em Washington, D.C. Entre 1966 e 1981 trabalhou no IPEA e na Finep, instituição da qual foi diretor para a área científica. Foi membro do Grupo de Pessoas Eminentes da UNCTAD, Genebra, para tratar de assuntos relacionados a barreiras ao comércio. É membro do Conselho Curador do Centro Brasileiro de Relações Internacionais e do Conselho Consultivo do Centro de Estudos de Integração e Desenvolvimento, ambos no Rio de Janeiro, e do Editorial Advisory Panel da Financial History Review. Foi representante do Brasil no Comitê Assessor da Comissão de Comércio, Organização de Estados Americanos, 1994-1996. É Comendador da Ordem de Rio Branco.
Na PUC-Rio, o professor teve papel fundamental no processo de construção institucional do Departamento de Economia e da Universidade como um todo. Entre as muitas funções de administração acadêmica por ele desempenhadas, merecem destaque a de Diretor do Departamento de Economia, por sete anos, de 1990 a 1997, e a de membro da Comissão Central de Carreira Docente, em dois períodos relativamente longos: de 1987 a 1994 e de 2005 a 2011. Nos últimos anos, suas atividades letivas regulares concentraram-se em disciplinas de História Econômica, na pós-graduação, e de Economia Brasileira, na graduação.
O professor tem extensa lista de publicações, envolvendo livros, capítulos de livros e artigos, no Brasil e no exterior, relativos a políticas comerciais e finanças brasileiras, latino-americanas e britânicas, tanto contemporâneas como em perspectiva histórica.
Entre suas publicações, merecem especial destaque “Britain as a debtor: Indian Sterling Balances”, The Economic History Review, 70 (2), maio de 2017; “A ´blank cheque´? Portuguese Second World War sterling balances”, 1940-73, The Economic History Review, 67 (2), maio 2014; “O processo econômico” in A. de C. Gomes (org.), Olhando para dentro 1930-1964, volume 4 de L. M. Schwarcz (dir.), História do Brasil Nação: 1808-2010, Rio de Janeiro: Objetiva/Mapfre, 2013; “Brazil: The resilience of the Brazilian insurance market”, com Felipe Tâmega Fernandes, in P. Borscheid e N.V. Haueter (orgs.), World Insurance: the evolution of a global risk network, Oxford: Oxford University Press, 2012;“The Brazilian economy, 1930-1980”, “The Brazilian economy, 1980-1994” e, com R.L.F. Werneck, “The Brazilian economy form Cardoso to Lula: an interim view” in L. Bethell (org.), The Cambridge History of Latin America, Cambridge: Cambridge University Press, 2008; Comércio Exterior: Interesses do Brasil, Rio de Janeiro: Elsevier, 2007; “Brazil as a debtor, 1824-1931”, The Economic History Review, novembro 2006; “The external context” in V. Bulmer-Thomas, J. H. Coatsworth e R. Cortés-Conde (orgs.), The Cambridge Economic History of Latin America, Volume II. The Long 20th Century, Cambridge: Cambridge University Press, 2006; “The political economy of economic integration in the Americas: Latin American interests” in A. Estevadeordal, D. Rodrik, A. Taylor e A. Velasco (orgs.), The FTAA and beyond: prospects for integration in the Americas, Cambridge (Mass.): Harvard University Press, 2004.
Outras publicações selecionadas incluem: O Brasil e a economia mundial, 1930-1945, Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1999; “Trade in manufactures: the outcome of the Uruguay Round and developing country interests” in W. Martin e A. Winters (orgs.), The Uruguay Round and the developing countries, Cambridge: Cambridge University Press, 1996; Brazilian Long-term Economic Growth 1930-1994, com Dorte Verner, Paris: OCDE, 1997; ‘Brazil as a Creditor: Sterling Balances, 1940-1952’, The Economic History Review, agosto 1990; ‘Developing countries and the Uruguay Round of trade negotiations’, Proceedings of the World Bank Annual Conference on Development Economics, 1989; A Ordem do Progresso. Cem anos de política econômica republicana, 1889-1989, Rio de Janeiro: Campus, 1990 (org.). Esta última obra, que continua tendo enorme impacto entre estudantes de economia no País, foi objeto de edição revista e aumentada com o título, A Ordem do Progresso. Dois séculos de política econômica no Brasil, Rio de Janeiro: Elsevier/Campus, 2014, incluindo novo capítulo de autoria do organizador em colaboração com Luiz Corrêa do Lago: “A economia brasileira no Império: 1822-1889”.
Há ainda publicações mais recentes, que não podem deixar de ser mencionadas: o livro eletrônico Da Gávea - Ensaios sobre o Brasil e a economia mundial, 1995-2016, Rio de Janeiro: Departamento de Economia, PUC-Rio, 2017, em que foram reunidos quase 500 artigos publicados pelo professor, desde 1995, no jornal O Estado de São Paulo; os capítulos de livro “Obsessão autárquica: visão a longo prazo do Brasil na economia mundial”, em José Carlos Carvalho, Luiz Chrysostomo de Oliveira Filho, Pedro S. Malan e Regis Bonelli (orgs.), De Belíndia ao Real: Ensaios em homenagem a Edmar Bacha, Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2018; “Autarquia e novo papel do Estado”, em Edmar Bacha, José Murilo de Carvalho, Joaquim Falcão, Marcelo Trindade, Pedro Malan e Simon Schwartzman (orgs), 130 anos: Em busca da República, Rio de Janeiro: Editora Intrínseca, 2019; “De Vargas a Vargas” (em coautoria com Pedro Malan). em Edmar Bacha, José Murilo de Carvalho, Joaquim Falcão, Marcelo Trindade, Pedro Malan e Simon Schwartzman (orgs), 130 anos: Em busca da República, Rio de Janeiro: Editora Intrínseca, 2019.
A fertilidade do programa de pesquisa do professor continua evidenciada por vários Textos para Discussão mais recentes circulados pelo Departamento de Economia como “A dívida externa dos estados brasileiros, 1881-1943” TD n. 663, 27/12/2017 e “O Brasil Império e a economia mundial” TD n. 662, 12/12/2017.
Especialmente importante é “Whose ‘pound of flesh’? Egyptian sterling balances, 1939-1958”, TD n. 661, 11/12/2017, que dá seguimento a uma linha de pesquisa na qual o professor vem persistindo há muitos anos. E que, ao complementar a tríade de seus artigos sobre sterling balances acumulados no Reino Unido por distintos países durante a Segunda Guerra Mundial, propicia rica contraposição dos diferentes formatos que a liquidação desses passivos externos britânicos assumiu em cada caso. Como mencionado acima, três desses artigos – “Brazil as a Creditor: Sterling balances, 1940-1952”, “A ´blank cheque´? Portuguese Second World War sterling balances, 1940-73” e “Britain as a debtor: Indian Sterling Balances, 1940-1953” – já mereceram publicação na conceituada The Economic History Review, em 1990, 2014 e 2017.
Por fim, é importante mencionar Brasil: patrimonialismo e autarquia. Rio de Janeiro: Editora Águas Férreas, 2020, em dois volumes, livro recente de ensaios, diversos deles inéditos em português, que reúne publicações diversas do professor em revistas nacionais e internacionais, bem como em capítulos de livros. No primeiro volume estão incluídos artigos gerais sobre a economia brasileira e suas relações com a economia mundial. No segundo, ensaios com foco em temas financeiros e comerciais.
quarta-feira, 21 de outubro de 2020
Marcelo de Paiva Abreu: Brasil: patrimonialismo e autarquia, livros de ensaios de história econômica, 2o. volume
Na sequência da postagem anterior, as mesma informações para esta obra excepcional na historiografia econômica brasileira, por um dos maiores, senão o maior historiador econômico do Brasil, completando a informação relativa aos dois volumes. Primeiro a ficha catalográfica do 2o. volume, pois o ISBN é específico a cada volume:
Agora a capa e sumário e apresentação do segundo volume, finalizando pela contracapa.
Marcelo de Paiva Abreu: Brasil: patrimonialismo e autarquia, livros de ensaios de história econômica, 1o. volume
Acabo de receber um presente excepcional do autor: os melhores ensaios de história econômica do economista historiador (ou historiador econômico, ele escolhe), Marcelo de Paiva Abreu, professor na PUC-Rio, reunidos pelo autor, traduzidos em Português, aqueles originalmente publicados em Inglês, e enfim divulgados ao público brasileiro. Durante anos andei à cata de todos esses artigos, dispersos numa dúzia ou mais de publicações diversas, agora finalmente compilados nos dois volumes que apresentarei aqui, nos jpgs abaixo.
Primeiro a ficha catalográfica, para os que desejarem adquirir imediatamente:
Agora, nesta primeira postagem, a capa do primeiro volume, ilustrada, tanto quanto a contracapa, in fine, e as mesmas ilustrações para o segundo volume, com documentos da época (títulos da dívida e outros), depois o índice e a apresentação deste primeiro volume, que permitem conhecer exatamente o conteúdo, as datas e locais de publicações originais e outras informações pertinentes. Em postagem subsequente, colocarei os mesmos arquivos relativos ao segundo volume.
Vou poder agora, finalmente, terminar meu segundo volume da história da diplomacia econômica do Brasil, na década final do século XIX e na primeira metade do século XX, pois tendo já coletado material do Arquivo Histórico Diplomático do Itamaraty no Rio de Janeiro, faltavam-me alguns dados primários que se encontram dispersos em diferentes fontes e bases de dados historiográficas, e que agora passam a estar reunidas nestes dois volumes de utilíssimas compilações.
domingo, 6 de agosto de 2017
A Ordem do Progresso: dois seculos de economia brasileira - Marcelo de Paiva Abreu (resumo por Gladson Miranda)
Resenha-resumo por Gladson Miranda, doutorando de Paulo Roberto de Almeida (Uniceub)
Links para todas as postagens neste blog, contendo cada um dos capítulos do livro:
Sumário, introdução:
0) http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2017/08/a-ordem-do-progresso-0-resenha-de.html
Capítulos:
1) http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2017/08/a-ordem-do-progresso-1-resenha-de.html
2) http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2017/08/a-ordem-do-progresso-2-resenha-de.html
3) http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2017/08/a-ordem-do-progresso-3-resenha-de.html
4) http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2017/08/a-ordem-do-progresso-4-resenha-de.html
5) http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2017/08/a-ordem-do-progresso-5-resenha-de.html
6) http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2017/08/a-ordem-do-progresso-6-resenha-de.html
7) http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2017/08/a-ordem-do-progresso-7-resenha-de.html
8) http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2017/08/a-ordem-do-progresso-8-resenha-de.html
9) http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2017/08/a-ordem-do-progresso-9-resenha-de.html
10) http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2017/08/a-ordem-do-progresso-10-resenha-de.html
11) http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2017/08/a-ordem-do-progresso-11-resenha-de.html
12) http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2017/08/a-ordem-do-progresso-12-resenha-de.html
13) http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2017/08/a-ordem-do-progresso-13-resenha-de.html
14) http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2017/08/a-ordem-do-progresso-14-resenha-de.html
15) http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2017/08/a-ordem-do-progresso-15-resenha-de.html
16) http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2017/08/a-ordem-do-progresso-16-resenha-de.html
17) http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2017/08/a-ordem-do-progresso-17-final-resenha.html
Coloquei a íntegra da resenha, num arquivo unificado, neste link da plataforma Academia.edu:
https://www.academia.edu/34149727/A_Ordem_do_Progresso_Marcelo_P._Abreu_-_resenha_Gladson_Miranda
Sumário do livro:
Meus agradecimentos enfáticos ao meu aluno Gladson Miranda por este enorme resumo do livro, que certamente facilitará a vida, e os estudos, de muitos estudantes brasileiros.
Paulo Roberto de Almeida
Brasília, 6 de agosto de 2017
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