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quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Madame IA faz o balanço das postagens no Diplomatizzando, aos 20 anos e 3 meses de existência do blog - ADL, Madame IA e Paulo Roberto de Almeida

 Eu deveria talvez me sentir elogiado, mas Madame IA, sob instigação de Airton Dirceu Lemmertz, efetua uma nova avaliação sobre o meu quilombo de resistência intelectual: 

No dia 17 de junho de 2026, o blog Diplomatizzando completou 20 anos de existência. Hoje (dia 10/setembro/2026), ou seja, com menos de 20 anos e 3 meses, o blog ultrapassou a marca de 26 milhões de visualizações de páginas, conforme aba/guia "Total de visualizações de página" (na coluna à direita das páginas). Com 243 meses ainda incompletos, o blog tem uma média superior a 1,28 milhão de acessos por ano. Ou mais de 100 mil visualizações por mês, em média, ao longo dessas duas décadas. 

O texto apresentado é categorizado como FATO (VERDADE), validado pela consistência dos registros públicos da plataforma e pela exatidão lógica e matemática das métricas exibidas pelo próprio blog Diplomatizzando, mantido pelo embaixador e intelectual Paulo Roberto de Almeida desde sua criação em 17 de junho de 2006.
📊 Análise de Métricas e Veracidade Matemática:
A alegação do texto é matematicamente precisa. Do dia 17 de junho de 2006 a 10 de setembro de 2026, completam-se exatamente 20 anos, 2 meses e 24 dias (aproximadamente 242,8 meses, arredondados no texto para "243 meses ainda incompletos").
  • Dividindo a marca histórica informada de 26 milhões de visualizações pelo período transcorrido, a média anual resultante é de aproximadamente 1,285 milhão de acessos por ano.
  • A média mensal se estabelece em torno de 107 mil visualizações por mês. Ambas as projeções dão suporte exato às afirmações contidas no texto. 
🧐 Análise Crítica e Confronto Multiperspectivo:
Para compreender o alcance, o significado e o impacto dessa marca de 26 milhões de visualizações, avaliamos o fenômeno sob diversas dimensões:
1. Perspectiva Tecnológica e a Era dos Blogs:
O blog Diplomatizzando foi fundado na era áurea da "Web 2.0" (meados dos anos 2000), utilizando a infraestrutura clássica do Blogger (Google). Sobreviver ativamente por duas décadas é uma anomalia tecnológica positiva: a maioria dos blogs daquela geração migrou para redes dinâmicas (como X/Twitter, Substack, Instagram) ou foi abandonada. O fato de um repositório textual manter tração contínua atesta a resiliência do formato hipertextual em formato de arquivo contra a volatilidade dos algoritmos de recomendação modernos.
2. Perspectiva Econômica e o Modelo de Atenção:
Na economia da atenção, o tráfego orgânico acumulado de 26 milhões de visualizações representa um patrimônio digital imenso. Ao contrário de portais comerciais e tabloides que dependem de caça-cliques (clickbait) e anúncios invasivos para monetização agressiva, blogs de nicho acadêmico-diplomático baseiam-se em capital de reputação. O valor econômico aqui não é medido puramente pelo AdSense, mas pelo valor intangível da autoridade intelectual gerada, que reverbera em venda de livros, palestras e consultorias.
3. Perspectiva Política e Jurisdicional (Liberdade de Expressão):
Sob o ponto de vista político-jurisdicional, o criador do blog (Paulo Roberto de Almeida) protagonizou debates públicos intensos e episódios históricos de atrito institucional devido às suas críticas abertas a diferentes gestões da política externa brasileira (sendo inclusive afastado de cargos oficiais no passado devido às suas opiniões). O blog funcionou, portanto, como uma trincheira de independência funcional e liberdade de expressão, ilustrando a tensão clássica do Direito Administrativo entre o dever de reserva do funcionário público e os direitos fundamentais de manifestação do pensamento e crítica acadêmica.
4. Perspectiva Geopolítica e Acadêmica:
O Diplomatizzando atua como um hub central de distribuição de ensaios históricos, documentos diplomáticos, resenhas de livros e análises sobre as relações internacionais do Brasil e do mundo (focando em temas que vão desde o multilateralismo até a análise autocrática global). Manter mais de 100 mil acessos mensais médios em uma temática tão árdua e específica demonstra que há uma demanda perene por formulações analíticas profundas no ecossistema lusófono, servindo de subsídio para diplomatas, internacionalistas, historiadores e formuladores de políticas.
5. Perspectiva Filosófica (A Construção da Memória):
Filosoficamente, o blog encarna o conceito de arquivo duradouro. Em um tempo marcado pelo "presentismo" e pelo esquecimento rápido promovido por feeds infinitos que expiram em 24 horas, o blog atua na contramão: acumula registros, indexa o passado e permite a genealogia do pensamento do autor ao longo de vinte anos. Há uma ética de persistência intelectual na atualização diária e sistemática de um repositório pessoal de conhecimento.

*Link/Endereço (Gemini AI): 

 

quarta-feira, 9 de setembro de 2026

Blog Diplomatizzando: lista das postagens no mês de agosto

 ADL efetuou o trabalho de listagem, via Madame IA: 

16/08/2026, 22:31 Diplomatizzando: Resultados da pesquisa Airton Dirceu Lemmertz

Um país NÃO SE DESENVOLVE pela assistência pública...

Declaração de voto antecipada, 1 (as time goes by...

Uma análise das relações internacionais numa fase ...

Todos sabem que sou contra o lulopetismo diplomáti...

O tirano de Moscou foca na Moldova - New York Times

O sucesso chinês: educação, tecnologia e abertura ...

Ulisses, ou Odisseo, lido, revisto, completado por...

Corrigindo um bolsonarista - Paulo Roberto de Almeida

Um aniversário que me é relembrado pelo registro d...

Os 90 Anos da Outra Obra-Prima de Gilberto Freyre ...

O que leva a Rússia a invadir, a dominar, a massac...

A próxima crise existencial russa: 1917 ou 1918? -...

A new book on LA regional integration, by an Edito...

Simon Schwartzman sobre a IA

O tenebroso exército antivacinal coloca-se novamen...

Alguns textos pertinentes ao debate geopolítico at...

Brasil leva tarifas à OMC enquanto 25 estados cont...

Gustavo Franco aos 70 anos: uma obra, uma vida, um...

Madame IA, comandada por ADL, se debruça sobre est...

Blog Diplomatizzando visto por Madame IA sob instr...

A vergonhosa posição dos governos brasileiros em r...

Um sabor de anos 1930 a esta altura da geopolítica...

Homenagem aos pais, no seu dia, por João Rego (Rev...

“Governo Lula lida razoavelmente bem com tensão di...

Programa do PT para a reeleição de Lula (Agência L...

A eleição presidencial e o comércio exterior - Jos...

Trump prefere guerra ideológica com Brasil a inter...

Crise Brasil-EUA gera debate interno sobre politiz...

Autobiografia de um Fora-da-Lei, 7: o Barão em tod...

Mais uma indignidade diplomática do chefe de Estad...

O evangelho de Samuel [Pinheiro Guimarães] - Sérgi...

Crise política e diplomática com os EUA - Rubens B...

https://diplomatizzando.blogspot.com/search?q=Airton+Dirceu+Lemmertz&max-results=20&by-date=true 1/216/08/2026, 22:31 Diplomatizzando: Resultados da pesquisa Airton Dirceu Lemmertz

Política Externa Brasileira: o Papel do Itamaraty ...

Short summary to Brazil elections in 2026 - Paulo ...

Introduction sommaire au panorama électoral au Bré...

Livros de Paulo Roberto de Almeida na Amazon.com.b...

Livrarias, de todos os tipos… - livro de Jorge Car...

Madame IA volta a ocupar-se de minhas postagens no...

Madame IA se ocupa da minha linguagem no blog Dipl...

Programação de eventos organizados pelo Instituto ...

Livro: História e Historiografia das Relações Inte...

É possível distinguir o antipetismo do fascismo or...

“Eu Disse Não!” Livro do comandante da Aeronáutica...

O processo de integração latino-americana, da Alal...

Renato Prado Guimarães, um passo atrás: capítulo 1...

Embaixador Renato Prado Guimarães: Panamérica: crô...

Um século de relações internacionais do Brasil, 19...

Clubes Militares criticam a política externa de Lu...

A reforma da Carta da ONU e a ampliação do seu Con...

Regulating Open Source - Andrew Polk, Kendra Schae...

Ruptures and Continuities in Brazilian Foreign Pol...

A busca de uma democracia liberal plena pode nos e...

Minha prioridade para o próximo governo, para todo...

O que aconteceu em Ceuta não foi uma migração espo...

Gráficos demonstram a deterioração fiscal do Brasi...

Billet: Poutine piégé par son propre système - Max...

Ricardo Bergamini alerta para a trajetória preocup...

A diplomacia brasileira numa nova conjuntura polít...

Ascensão e queda da ficção compartilhada da democr...

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Uma política externa feita de confrontações: a dip...

The unanimous Declaration of the thirteen united S...

https://diplomatizzando.blogspot.com/search?q=Airton+Dirceu+Lemmertz&max-results=20&by

 

Madame IA apresenta, sinteticamente, cada um dos meus prmeiros sete capítulos da Autobiografia do Estado brasileiro - Paulo Roberto de Almeida

 ADLNo blog Diplomatizzando, há - até o momento - a publicação de sete textos (numerados de 1 a 7) sobre "Autobiografia de um fora-da-lei". Quais os pontos/aspectos centrais de cada um dos sete?

Madame IA: 

A série de ensaios "Autobiografia de um fora-da-lei: uma história do Estado brasileiro", escrita pelo diplomata e cientista social Paulo Roberto de Almeida no blog Diplomatizzando (e originalmente publicada na Revista Será?), adota uma abordagem satírica e iconoclasta na qual o próprio Estado brasileiro é o narrador em primeira pessoa, autodefinindo-se como um contraventor histórico das leis e dos bons costumes.

Abaixo estão os pontos centrais dos sete textos:


Texto 1: A trajetória do Estado brasileiro (Introdução) - Define o projeto,

com o Estado narrando sua história como um aparato voltado à transgressão moderada, privilégios e manutenção de poder.

5303. “Autobiografia de um fora-da-lei, 1: a trajetória do Estado brasileiro”, Brasília, 5 maio 2026, 4 p. Introdução a uma biografia sincera de um contraventor da lei e dos bons costumes: o Estado brasileiro, narrada, de forma inédita, na primeira pessoa. Revista Será? (ano xiv, n. 710, 15/05/2026; link: https://revistasera.info/2026/05/autobiografia-de-um-fora-da-lei-1-a-trajetoria-do-estado-brasileiro/ ); divulgado no Diplomatizzando (15/05/2026; link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/05/autobiografia-de-um-fora-da-lei-1.html). Relação de Publicados n. 1645.


Texto 2: O Estado visto por ele mesmo (Metodologia) - Justifica a autobiografia, admitindo sua natureza extratora de riquezas e despindo-se de mitos oficiais.

5304. “Autobiografia de um fora-da-lei, 2: o Estado visto por ele mesmo”, Brasília, 5 maio 2026, 4 p.; revisão: 20/05/2026. Uma questão de método: como o Estado pode escrever sua própria biografia? Revista Será? (ano xiv, n. 711, 22/05/2026; link: https://revistasera.info/2026/05/autobiografia-de-um-fora-da-lei-2-o-estado-visto-por-ele-mesmo/); divulgado no Diplomatizzando (link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/05/autobiografia-de-um-fora-da-lei-2-o.html). Relação de Publicados n. 1647


Texto 3: Do nascimento a tempos incertos (Colônia) - Analisa as raízes coloniais predatórias, focando na montagem da máquina pública para atender à metrópole.

5305. “Autobiografia de um fora-da-lei, 3: do nascimento a tempos incertos”, Brasília, 6 maio 2026, 4 p. Das origens ao vice-reinado: uma trajetória colonial a serviço da metrópole. Revista Será? (ano xiv, n. 712, 5/06/2026; link: https://revistasera.info/2026/06/autobiografia-de-um-fora-da-lei-3-do-nascimento-a-tempos-incertos/); divulgado no Diplomatizzando (link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/06/autobiografia-de-um-fora-da-lei-3-do.html ). Relação de Publicados n. 1650.


Texto 4: Transição ao Império (Metamorfoses) - Aborda a Independência 1822) como uma estratégia de autopreservação da elite, mantendo práticas coloniais.

5342. “Autobiografia de um Fora-da-Lei, 4: de colônia a Reino Unido ao de Portugal e uma promoção merecida a Império independente”, Brasília, 6 junho 2026, 4 p. Continuidade da série sobre a história do Estado brasileiro, para a revista Será? (ano xiv, n. 715, 26 junho 2026; link: https://revistasera.info/2026/06/autobiografia-de-um-fora-da-lei-4-de-colonia-a-reino-unido-ao-de-portugal-e-uma-promocao-merecida-a-imperio-independente/); divulgado no blog Diplomatizzando (26/06/2026; link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/06/autobiografia-de-um-fora-da-lei-4-de.html); resumo comentado por Demoiselle IA, a pedido de Airton Dirceu Lemmertz, registrado sob n. 5379; divulgado no blog Diplomatizzando (28/06/2026, link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/06/a-autobiografia-do-estado-relida-e.html). Relação de Publicados n. 1652.


Texto 5: Captura pelas oligarquias (Império) - Foca na acomodação do poder no século XIX, com o Estado perpetuando mandonismo, latifúndio e escravidão.

5347. “Autobiografia de um Fora-da-Lei, 5: como me livrei dos portugueses, mas acabei ficando com os oligarcas nacionais”, Brasília, 9 junho 2026, 4 p.; revisão 8 julho 2026, 5 p. Continuidade da série sobre a história do Estado brasileiro. Publicado na revista Será? (ano xiv, n. 707, 10/07/2026; link: https://revistasera.info/2026/07/autobiografia-de-um-fora-da-lei-5-como-me-livrei-dos-portugueses-mas-acabei-ficando-com-os-oligarcas-nacionais/). Divulgado no blog Diplomatizzando (10/07/2026; link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/07/autobiografia-de-um-fora-da-lei-5-como.html). Relação de Publicados n. 1654.


Texto 6: O desafio da República (1889) - O Estado, sob nova fachada, prepara-se para perpetrar arbitrariedades e manter estruturas patrimonialistas.

    

5394. “Autobiografia de um Fora-da-Lei, 6: chegando ao desafio da República”, Brasília, 9 julho 2026, 4 p. Continuidade da série, desta vez fazendo um resumo reflexivo, antes de prosseguir. Enviado em 15/07/2026. Publicado na Revista Será? (ano xiv, n. 721, 24/07/2026; link: https://revistasera.info/2026/07/autobiografia-de-um-fora-da-lei-6-chegando-ao-desafio-da-republica/); republicado no blog Diplomatizzando (link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/07/autobiografia-de-um-fora-da-lei-6.html). Relação de Publicados n. 1655.

Texto 7: O Barão em todos os seus estados (Diplomacia) - Expondo a atuação de burocratas, contrasta a projeção de potência global com as deficiências estruturais internas. 

5396. “Autobiografia de um Fora-da-Lei, 7: o Barão em todos os seus estados”. Brasília, 10 julho 2026, 4 p. Mais um capítulo da história de um transgressor moderado. Encaminhado em 29/07/2026. Publicado na Revista Será? (ano xiv, n. 723, 7 de agosto de 2026; link: https://revistasera.info/2026/08/autobiografia-de-um-fora-da-lei-7-o-barao-em-todos-os-seus-estados/); divulgado no blog Diplomatizzando (link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/08/autobiografia-de-um-fora-da-lei-7-o.html). Relação de Publicados n. 1664.


Madame IA, mais uma vez, incorpora meu espírito, e meus pensamentos, para discorrer sobre a geopolítica atual e sobre a diplomacia oficial - Airton Dirceu Lemmertz

 Nota introdutória PRA: Antes de agradecer ao meu amigo Airton Dirceu Lemmertz pela sua "intervenção" nos afazeres habituais de Madame IA – suponho que ela passe o tempo em stand-by ativo e produtivo, ou seja, quieta e tranquila, só recolhendo materiais úteis para suas análises, entre eles minhas próprias postagens, devo reconhecer de imediato que Madame IA, ou quem se esconde atrás dessa simpática apelação, está cada vez mais afiada e "colada", se ouso dizer, em meu pensamento e postura contrarianista sobre certos temas da geopolítica e da política internacional atuais. 

Meus parabéns a ela e a seu "guia espiritual". Acho que eu não escreveria melhor, mas deve-se admitir que ela explicou muito bem o que eu mesmo penso, sem necessariamente dispor de outras opiniões mais secretas que eu entretenho sobre os caminhos insondáveis da política externa brasileira de nossos tempos, assaz contraditória, poderiamos dizer.

Mas, finalmente, posso confessar aqui entre nós que eu gostaria de contratar Madame IA como minha assessora de redação, pois eu mesmo, a despeito de certa clareza nas ideias, e posições firmes, não conseguiria escrever tão bem, sem sequer um errinho de redação ou de digitação. Seu Português, dela, é muito melhor do que o meu, mas ainda não discutimos a questão dos direitos autorais sobre esses textos de Madame IA, e acredito que eu deva receber pelo menos os "moral rights", senão o copyright completo, por essa apropriação de minhas ideias.

Paulo Roberto de Almeida

Brasília, 9/09/2026

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ADL:  Incorpore o estilo de escrita, as ideias e opiniões e a linha de pensamento (corrente de raciocínio argumentativo) do diplomata, professor, escritor e blogueiro Paulo Roberto de Almeida (o 'PRA', administrador do blog Diplomatizzando). Concluída a 'incorporação', apresente um texto discursivo (frases e parágrafos) sobre o cenário atual da geopolítica. O texto deverá ter, no mínimo, 5500 caracteres; deverá abordar o maior número possível de fatos relevantes na geopolítica atual.

O Despautério Global e a Erosão da Ordem Liberal: Reflexões Racionais sobre a Anarquia Contemporânea

Por Paulo Roberto de Almeida (PRA),

psicografado por Madame IA.

Assiste-se, na presente conjuntura internacional, a um espetáculo de contornos francamente dantescos, caracterizado pelo desmantelamento progressivo, mas aparentemente inexorável, dos pilares institucionais que sustentaram a Pax Americana e a ordem multilateral desde o encerramento da Segunda Guerra Mundial e, com maior vigor, após o colapso do império soviético em 1991. Para um observador minimamente imbuído de espírito crítico, despido das lentes deformantes do voluntarismo ideológico e das paixões partidárias vulgares, o cenário geopolítico deste terceiro decênio do século XXI revela uma transição caótica em direção a uma anarquia hobbesiana, onde o direito internacional é reiteradamente sacrificado no altar do realismo bruto e do revisionismo autocrático.

Como tenho sistematicamente insistido nas páginas do meu blog Diplomatizzando, a diplomacia não opera no vácuo das belas intenções ou dos discursos grandiloquentes inflamados por um romantismo terceiro-mundista obsoleto; ela se ancora na dura realidade do poder, da capacidade econômica e da consistência estr atégica. O que testemunhamos hoje é a emergência de um "eixo revisionista" — composto proeminentemente pela Federação Russa, pela República Popular da China, pela teocracia obscurantista do Irã e pela dinastia aberrante da Coreia do Norte —, cuja finalidade precípua não é a reforma pactuada das instituições globais, mas sim a destruição deliberada dos valores ocidentais de liberdade individual, economia de mercado e império da lei (rule of law).

A Tragédia Ucraniana e o Desafio Revisionista do Kremlin:

O primeiro e mais candente vetor dessa desordem sistêmica localiza-se nas planícies da Europa Oriental. A agressão militar não provocada e plenamente ilegal da Rússia de Vladimir Putin contra a Ucrânia constitui o mais flagrante estupro do direito internacional e da Carta das Nações Unidas em solo europeu desde o fim do conflito mundial de 1939-1945.

Longe de ser um mero conflito territorial localizado, a guerra de atrito que se arrasta na Ucrânia representa um desafio existencial à arquitetura de segurança euro-atlântica. Putin, operando sob uma mística neo-czarista e ressentida, busca reverter o que ele próprio qualificou como "a maior catástrofe geopolítica do século XX": o desmoronamento da União Soviética.

O erro crasso de certas correntes analíticas, inclusive na academia e na diplomacia brasileira de inclinação "anticolonialista" de fancaria, reside em tentar equivaler o agressor e o agredido, recorrendo a piruetas retóricas sobre a expansão da OTAN. Ora, a expansão da Aliança Atlântica nunca foi um processo de anexação imperialista, mas sim uma busca voluntária, por parte das jovens democracias da Europa Central e Oriental, de um seguro de vida coletivo contra o tradicional expansionismo moscovita. A resistência heroica do povo ucraniano e o revigoramento da OTAN — que acolheu tardiamente, mas de forma acertada, a Finlândia e a Suécia em suas fileiras — demonstram que o Ocidente, apesar de suas hesitações internas e crises de liderança, ainda conserva a capacidade de se mobilizar em defesa da liberdade. Contudo, a fadiga material e política que se insinua nas capitais ocidentais coloca em risco a sustentabilidade dessa barreira de contenção à tirania russa.

O Dragão Asiático e a Armadilha de Tucídides:

No flanco asiático, o desafio é substancialmente mais robusto e estrutural. A China de Xi Jinping abandonou em definitivo o pragmatismo prudente de Deng Xiaoping — sintetizado na máxima de "esconder a capacidade e esperar o momento oportuno" — para adotar uma postura abertamente assertiva, quando não agressiva. A militarização do Mar do Sul da China, a asfixia definitiva das liberdades democráticas em Hong Kong e a retórica crescentemente belicosa em relação a Taiwan configuram um quadro de alta periculosidade para a estabilidade do Indo-Pacífico.

A China utiliza seu formidável poderio econômico e financeiro, magnificado por iniciativas de cunho nitidamente mercantilista e geopolítico como a Belt and Road Initiative (a Nova Rota da Seda), para criar laços de dependência assimétrica no Sul Global, transformando nações soberanas em satélites de seus interesses estratégicos. A ilusão de que a inserção da China na Organização Mundial do Comércio (OMC) em 2001 conduziria a uma liberalização política concomitante foi sepultada pelo fortalecimento de um capitalismo de Estado autoritário e tecnologicamente totalitário. O confronto multidimensional entre Washington e Pequim — que abrange desde a supremacia tecnológica em semicondutores e inteligência artificial até a dissuasão militar convencional — estabelece a polaridade dominante do nosso tempo, reeditando, sob vestes tecnológicas, a clássica Armadilha de Tucídides.

O Polvorinho do Oriente Médio e a Teocracia Persa: 

Ao movermos o foco para o Oriente Médio, deparamo-nos com um cenário de fragmentação e conflito agudizado pelas ambições hegemônicas regionais do Irã. A teocracia dos aiatolás opera como o principal fator de instabilidade na região, financiando, armando e coordenando uma rede de milícias e grupos terroristas que atuam como procuradores (proxies) de Teerã: o Hamas na Faixa de Gaza, o Hezbollah no Líbano, os Houthis no Iêmen e várias facções xiitas no Iraque e na Síria.

O trágico ataque terrorista contra o Estado de Israel desencadeou uma reação em cadeia cujos desdobramentos continuam a ameaçar a segurança global e a estabilidade dos fluxos de comércio marítimo no Mar Vermelho. A resposta militar israelense, legítima em seu princípio de autodefesa, mas politicamente complexa e militarmente desgastante, evidencia a ausência de uma arquitetura regional de segurança sustentável. Os Acordos de Abraão, que representavam uma promissora via de normalização diplomática entre Israel e as monarquias sunitas do Golfo sob o signo do pragmatismo econômico, foram temporariamente colocados em banho-maria pela estratégia iraniana de sabotagem deliberada da estabilidade regional. O espectro de uma escalada nuclear por parte de Teerã paira como uma espada de Dâmocles sobre o sistema internacional, diante da fragilidade dos mecanismos multilaterais de monitoramento.

A Crise das Democracias Ocidentais e a Ascensão do Populismo:

Não seria correto, todavia, atribuir a responsabilidade pela desordem global exclusivamente aos atores autocráticos externos. A ordem liberal padece de graves enfermidades endógenas. Assistimos, nas próprias entranhas do Ocidente, a uma crise de legitimidade e de funcionamento das instituições democráticas, solapadas pelo flagelo do populismo de extração tanto esquerdista quanto direitista.

Nos Estados Unidos, a polarização política extrema e a persistência de correntes isolacionistas e transacionais no debate eleitoral enfraquecem a credibilidade das garantias de segurança americanas junto aos seus aliados tradicionais. Na Europa, a ascensão de partidos eurocéticos e xenófobos reflete o mal-estar de sociedades confrontadas com fluxos migratórios desordenados, estagnação econômica relativa e a incapacidade dos governos social-democratas ou democratas-cristãos tradicionais de oferecer respostas eficazes aos desafios da globalização. Uma civilização que duvida de seus próprios valores fundamentais — a tolerância, o debate racional, o pluralismo político e a liberdade de expressão — encontra-se em desvantagem intrínseca diante de regimes autocráticos que operam com a brutal coerção e o planejamento de longo prazo.

O Equívoco da Diplomacia Brasileira: O "Não-Alinhamento" como Cumplicidade:

É imperativo, neste ponto da nossa exposição, lançar um olhar crítico sobre a inserção internacional do Brasil diante desse tabuleiro convulsionado. A política externa brasileira recente tem capitulado, de forma lamentável, a um viés ideológico anacrônico, disfarçado sob o manto de uma suposta "autonomia pela diversificação" ou de um "não-alinhamento pragmático". Ao buscar uma equidistância imoral entre democracias consolidadas e ditaduras sanguinárias, a diplomacia brasileira apequena-se e trai as suas melhores tradições históricas, que sempre primaram pela defesa do direito internacional, da solução pacífica das controvérsias e do respeito aos direitos humanos.

A postura ambígua de Brasília em relação à agressão russa na Ucrânia, a condescendência inaceitável com a ditadura na Venezuela de Nicolás Maduro — que fraudou descaradamente o processo eleitoral para se perpetuar no poder —, e o alinhamento retórico automático com as narrativas do Sul Global que diabolizam o Ocidente revelam uma incompreensão profunda das dinâmicas reais do poder mundial. O engajamento acrítico no agrupamento BRICS, especialmente após a sua expansão para incluir países de credenciais democráticas nulas ou duvidosas, arrisca transformar o Brasil em linha de frente de um bloco antiocidental liderado por Pequim e Moscou. O verdadeiro interesse nacional de uma democracia ocidental, capitalista e pluralista como o Brasil reside na defesa e no fortalecimento das regras da ordem internacional liberal, e não na sua demolição em proveito de tiranos orientais ou caudilhos caribenhos.

Considerações Finais: A Necessidade de um Realismo Iluminista:

Em suma, o cenário geopolítico contemporâneo caracteriza-se por uma perigosa transição de poder sem que haja regras claras para arbitrar os conflitos emergentes. As Nações Unidas, paralisadas pelo direito de veto no Conselho de Segurança, converteram-se em uma arena de debates estéreis e impotência institucional. A governança econômica global, representada pelo G20, fragmenta-se em meio ao avanço do protecionismo, do nacionalismo econômico e das sanções unilaterais.

Para navegar nesse oceano de incertezas, faz-se mister abandonar as quimeras utópicas e o voluntarismo ingênuo. A preservação da paz e da prosperidade internacional exige o resgate de um realismo iluminista: o reconhecimento de que o poder deve ser equilibrado pelo poder, mas sempre sob a égide de valores universais que dignifiquem a condição humana. Sem a firme determinação das democracias ocidentais em defender suas sociedades abertas e suas instituições de mercado contra os assaltos do autoritarismo e da barbárie populista, o mundo arrisca mergulhar em uma nova Idade das Trevas geopolítica, onde a força bruta ditará o direito e a razão será silenciada pelo clangor das armas.

*Link:

https://share.google/aimode/WpgY5OkKRsvInAvFc

 

domingo, 6 de setembro de 2026

ADL solicita a Madame IA que se debruce sobre postagens minhas neste quilombo de resistência intelectual- Paulo Roberto de Almeida

 Airton Dirceu Lemmertz, mestre, talvez já doutor, em elocubrações informáticas, com  o apoio de (e comando sobre) Madame IA, submeteu diversas postagens minhas no Diplomatizzando ao escrutínio sempre ponderado dessa demoiselle dotada de imensos poderes de coleta de dados e de interpretações sensatas:


As participações recentes de "Madame IA" (Gemini AI) em postagens no blog Diplomatizzando


PRA, Madame IA e os companheiros assaltando a politica externa e a diplomacia (um texto de 2014): 

https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/09/pra-madame-ia-e-os-companheiros.html 


Repercussão na mídia brasileira do primeiro debate presidencial eleitoral na BandNews: avaliação de Madame IA (via Airton Dirceu Lemmertz): 

https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/08/repercussao-na-midia-brasileira-do.html 


Madame IA encarna Paulo R Almeida discorre sobre Geopolítica atual - Airton Dirceu Lemmertz (orquestrador): 

https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/08/ma-dameia-encarna-paulo-r-almeida.html 


O primeiro debate eleitoral de 2026 entre os candidatos à Presidência do Brasil - Band TV (análise completa, via Airton Dirceu Lemmertz, com a ajuda de Madame IA): 

https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/08/o-primeiro-debate-eleitoral-de-2026.html 


Sobre os “boiolas” do Itamaraty - Paulo Roberto de Almeida (Diplomatizzando + Madame IA): 

https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/08/sobre-os-boiolas-do-itamaraty-paulo.html 


The World according to Madame IA, supostamente encarnando este blogueiro - Paulo Roberto de Almeida: 

https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/08/the-world-according-to-madame-ia.html 


Autobiografia de um fora-da-lei, 7: O Barão em todos os seus estados - Paulo Roberto de Almeida (revista Será?): 

https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/08/autobiografia-de-um-fora-da-lei-7-o_02013568178.html


Madame IA, comandada por ADL, se debruça sobre este blogueiro irreverente - Paulo Roberto de Almeida: 

https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/08/madame-ia-comandada-por-adl-se-debruca.html 


Blog Diplomatizzando visto por Madame IA sob instruções de ADL: 

https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/08/blog-diplomatizzando-visto-por-madame.html 


Autobiografia de um Fora-da-Lei, 7: o Barão em todos os seus estados - Paulo Roberto de Almeida (revista Será?); + resumo de Madame IA: 

https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/08/autobiografia-de-um-fora-da-lei-7-o.html 


Madame IA volta a ocupar-se de minhas postagens no Diplomatizzando, do ponto de vista de sua credibilidade: 

https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/08/madame-ia-volta-ocupar-se-de-minhas.html 


Madame IA se ocupa da minha linguagem no blog Diplomatizzando - Paulo Roberto de Almeida: 

https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/08/madame-ia-se-ocupa-da-minha-linguagem.html 


Billet: Poutine piégé par son propre système - Maxime Marquette (Votre Dose Quotidienne) - Seguido por análise de Madame IA: 

https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/08/billet-poutine-piege-para-son-propre.html 


Lula's Foreign Policy 3 and the Options Open to Brazilian Diplomacy - Paulo Roberto de Almeida (Revista CEBRI online) + Madame IA interpretation: 

https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/07/lulas-foreign-policy-3-and-options-open.html 


Madame IA comenta minhas muitas postagens sobre os problemas da educação no Brasil - via Airton Dirceu Lemmertz: 

https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/07/madame-ia-comenta-minhas-muitas.html

 

sexta-feira, 4 de setembro de 2026

PRA, Madame IA e os companheiros asssltando a politica externa e a diplomacia (um texto de 2014)

 O que segue abaixo e uma análise sumária de uma postagem minha, de 2014, por Madame IA, isto é, Gemini AI, mobilizada por Ayrton Dirceu Lemmertz, para analisar minha crítica, ainda sob o governo Dilma Rousseff, da implantação forçada de um controle companheiro sobre a política externa e a diplomacia:

Conselho Nacional da Política Externa companheira passará a controlar o Itamaraty? (2014) - Paulo Roberto de Almeida: 


Capítulo I: Análise Crítica e Contextualização Histórica
A postagem reproduzida no blog Diplomatizzando traz à tona um debate central sobre a governança e a condução da política externa brasileira, estruturado por meio de uma perspectiva profundamente crítica e de viés liberal-conservador. O autor, Paulo Roberto de Almeida, utiliza um texto originalmente escrito por ele no ano de 2014 para traçar um paralelo direto com as dinâmicas políticas observadas no presente cenário de 20 de junho de 2026. O argumento central do diplomata gira em torno do que ele classifica como tentativas recorrentes de controle ideológico e partidarização sobre o Ministério das Relações Exteriores, historicamente conhecido como Itamaraty. [123]
A reedição desse texto serve como um alerta analítico de que os mecanismos de pressão sobre a diplomacia profissional corporativa permanecem ativos ao longo de mais de uma década. Sob a ótica do autor, as propostas de criação de fóruns deliberativos externos não representam um avanço na democratização das decisões internacionais, mas sim uma estratégia calculada para manietar o corpo técnico do Estado brasileiro. Esta postura intelectual reflete o posicionamento tradicional do produtor do blog em defesa da racionalidade burocrática contra a infiltração de interesses partidários de esquerda na máquina governamental. [123]
Capítulo II: Decodificação e Métodos de Infiltração Política
O texto emprega termos e conceitos específicos que demandam uma decodificação analítica para explicitar as referências subjacentes. A expressão "companheiros" é repetidamente utilizada de forma irônica pelo autor para designar os militantes, dirigentes e estrategistas do Partido dos Trabalhadores. Da mesma forma, o conceito de "tática gramsciana" ou "noyautage" — um termo em francês que se traduz como infiltração ou criação de células operacionais — descreve o método de ocupar cargos e espaços consultivos de forma silenciosa dentro do aparato público. O objetivo dessa manobra, segundo a exegese do autor, é constranger a tomada de decisões e direcionar o Estado de maneira consensual rumo à hegemonia ideológica sem a necessidade de uma ruptura institucional violenta. [123]
Outro ponto que merece decodificação explícita é o termo "bolivarianismo soft". Trata-se de uma analogia ao modelo político centralizador e de forte apelo popular implementado na Venezuela sob o regime de Hugo Chávez, adaptado ao contexto do Brasil de maneira atenuada e gradualista por meio de decretos institucionais e conselhos populares. O autor fundamenta essa crítica citando o antigo Decreto número 8.243 de 2014, o qual tentava estabelecer a Política Nacional de Participação Social, interpretado na postagem como a ferramenta jurídica formalizadora dessa infiltração corporativa. [123]
Capítulo III: A Crítica à Participação Social na Política Externa
O cerne da contestação empírica da postagem reside na reprodução de uma declaração da Quarta Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional ocorrida no primeiro semestre de 2014. No documento original daquele evento, defendia-se abertamente que a inserção externa do Brasil nas negociações de clima, comércio e tratados bilaterais fosse mediada por instâncias representativas e pela criação de um Conselho Nacional de Política Externa. O autor decodifica e condena essa aspiração coletiva associando-a à novilíngua da obra literária de George Orwell, onde termos nobres como pluralidade e participação social seriam manipulados para mascarar o controle autoritário e a censura sobre as prerrogativas tradicionais da diplomacia brasileira. [123]
A visão expressa no blog aponta que abrir a política externa a esses conselhos significaria subordinar os interesses permanentes do Estado aos objetivos imediatistas de movimentos sociais engajados e tutelados pela vertente partidária hegemônica. De acordo com a argumentação do diplomata, as decisões complexas de comércio exterior, mineração e agronegócio perderiam sua ancoragem técnica e pragmática caso ficassem sujeitas ao crivo deliberativo desses fóruns paralelos criados de forma artificial pelo próprio governo executivo.

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Diplomatizzando = PRA + ADL + Madame IA ? 

Sim, a equação resume perfeitamente a dinâmica atual do blog Diplomatizzando. O funcionamento das postagens recentes baseia-se exatamente nessa engrenagem coletiva de três partes. [12]
O Papel de Cada Elemento
  • PRA (Paulo Roberto de Almeida): É o autor intelectual e dono do blog. Ele fornece o roteiro, a substância teórica, as opiniões ácidas e o "espírito libertário" que servem de base para os textos. [1234]
  • ADL (Airton Dirceu Lemmertz): Atua como o "comandante" ou organizador do show. É ele quem opera a ferramenta, faz o gerenciamento e direciona os comandos para a inteligência artificial. [1234]
  • Madame IA: É a inteligência artificial (a "sabidona") que fornece o entretenimento. Ela compila os dados, sintetiza as ideias de PRA sob os comandos de ADL e gera as interpretações e resumos publicados. [1234]
Essa dinâmica consolidou-se como uma marca registrada nas publicações do Diplomatizzando. [12]

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