Um post, neste blog, sobre os famosos (alguns obscuros) conselheiros da Petrobras, que recebiam uma grana firme por alguns conselhos eventuais (alguns nem isso) em períodos esparsos, foi o que mais rendeu comentários, alguns raivosos, sobre o assunto.
Não importa tanto o dinheiro em si, pois se trata de empresas, com contabilidade supostamente aferida pelo mercado, ou pelas agências públicas de controle. O que se está mencionando é a "qualidade" (ou falta de) dos conselheiros, na verdade apenas indicados para complementação salarial (entre companheiros, claro).
Pague a ministra
A substituta de Dilma Rousseff na Casa Civil, Erenice Guerra (aquela do dossiê contra a falecida Ruth Cardoso), já tem novo complemento de salários: foi nomeada pelo presidente Lula para o Conselho de Administração do BNDES. Erenice é, desde o início de 2008, membro do Conselho Fiscal do BNDES. Recebe, a cada reunião, realizada de três em três meses, o jeton de R$ 15.370,00. Recebe também o salário de ministra, R$ 11.240 mensais.
PS: Já espero vários comentários, alguns raivosos. Ofensas serão deletadas, comentários sem foco no objeto também. Apenas um aviso preventivo (PRA).
Temas de relações internacionais, de política externa e de diplomacia brasileira, com ênfase em políticas econômicas, viagens, livros e cultura em geral. Um quilombo de resistência intelectual em defesa da racionalidade, da inteligência e das liberdades democráticas. Ver também minha página: www.pralmeida.net (em construção).
sábado, 15 de maio de 2010
Conselheiros da Petrobras, ops, do BNDES
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companheiros,
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Um comentário:
Salvo engano, todo servidor tem de prestar contas de seu patrimônio quando ingressa no serviço público. Não sei se há disposição para que também apresente essa prestação quando abandona tal serviço. Se não é assim, assim deveria ser. Diante disso, quedo-me com um questionamento:
como sai o patrimônio de nosso presidente após seus anos de governo? E o de sua pretendente a sucessora? E o de todos aqueles em situação similar?
Desde já deixo claro: tal comentário não têm cunho partidário, não se propõe a atacar um lado. Em outras palavras: é pau em todo mundo, independente de sua coloração.
P.S: "Pau que bate em Chico, bate em Francisco".
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