Antônio Risério apresenta seu novo livro:
Temas de relações internacionais, de política externa e de diplomacia brasileira, com ênfase em políticas econômicas, viagens, livros e cultura em geral. Um quilombo de resistência intelectual em defesa da racionalidade, da inteligência e das liberdades democráticas. Ver também minha página: www.pralmeida.net (em construção).
domingo, 15 de junho de 2025
Livro de Antônio Risério: PELÉ, O NEGÃO PLANETÁRIO (Topbooks)
sábado, 31 de dezembro de 2022
Pelé, o insuperável - Veja
VEJA
Edson Arantes do Nascimento, 23/10/1940 - 29/12/2022
Campeão da Copa do Mundo aos 17 anos, bicampeão aos 21, tricampeão aos 29, onze vezes artilheiro do Campeonato Paulista (em seu tempo a competição mais importante do nosso futebol, ao lado do Campeonato Carioca), dez vezes campeão estadual, seis vezes campeão do Brasil, duas vezes campeão da Libertadores das Américas, duas vezes campeão mundial de clubes.
Em toda a trajetória profissional, somou 1.281 gols, reconhecidos pela Fifa. O rei do futebol será eterno, mesmo tendo abandonado os gramados há décadas. Em 1974, aos 22 minutos do primeiro tempo de um jogo contra a Ponte Preta de Campinas na Vila Belmiro, sem nenhum roteiro planejado, ajoelhou-se de repente no meio do gramado. Com os braços abertos, virou o corpo em direção aos quatro cantos do estádio onde jogou na maior parte da carreira, em um modesto agradecimento de adeus.
Foi assim que Pelé aposentou sua camisa branca do Santos, o único clube que havia defendido. Ele a vestira 1 116 vezes durante dezoito anos. Com ela, o número 10 às costas, fizera 1 091 gols. São marcas que nenhum jogador alcançou ou viria a atingir. Beira a impossibilidade que alguém venha a superá-las.
Nenhum brasileiro, em qualquer campo de atividade, atingiu nem de longe sua dimensão e prestígio. A fama ultrapassou qualquer fronteira. Um gênio, simplesmente. Sem comparações possíveis.
Veio do nada e tudo conquistou.
sexta-feira, 30 de dezembro de 2022
Pelé: meu humilde muito obrigado - Paulo Roberto de Almeida
Confesso que nunca fui de torcer por algum time, nem de adotar qualquer paixão ou mesmo desejo de seguir futebol (nem religião ou movimento político).
Mas tendo seguido e participado do cenário, trabalhado e produzido nas áreas de relações internacionais e de diplomacia brasileira durante a maior parte de minha vida, não hesito em dizer que Pelé foi o maior, o melhor e mais distinguido passaporte que o Brasil jamais teve em toda a sua história.
Provavelmente, nunca mais teremos um passe-partout como foi Pelé durante sua vida ativa e mais além, pois seu legado promete durar para sempre.
Sem ser um torcedor, sequer um apreciador de futebol, gostaria de assistir às suas genialidades em campo, o que certamente virá agora.
Meu modesto muito obrigado, em nome da diplomacia, da nação, de uma raça!
Paulo Roberto de Almeida
Brasília, 30 de dezembro de 2022.
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
Este dia 23 de Outubro na Historia: Pele, Hungria, Libia, e Detroit
Paulo Roberto de Almeida
Il était un 23 octobre
Le 23 Octobre 2013 à 06h par Célyne Baÿt-Darcourt |
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