Mal comparando…
Quem manda na Mafia americana?
Nos anos da Lei Seca (1919-1934), resultado do puritanismo idiota dos evangélicos americanos, a Mafia ascendeu ao máximo do seu poder politico e social, com dinheiro e armas para comprar ou coagir policiais, chefes de polícia, procuradores, juízes, representantes do povo no Congresso, talvez até algum “ministro” (chefe de Departamento federal).
Foi duro, mas o FBI conseguiu, depois de uma longa e dura luta, desmantelar parte do poder da Mafia nos cassinos, nos portos, nos sindicatos, até em Las Vegas (Fidel Castro tomou conta dos cassinos da Mafia na ilha), que atualmente é só uma cidade de espetáculos e cantores (com um movimento pífio nas apostas).
Mas a Madia não desapareceu, e não estou falando da Mafia irlandesa, judia (existe!), italiana, calabresa, siciliana (são diferentes). Estou falando da Mafia do MAGA, dos seus profetas mais elevados, da mais alta cúpula dos que controlam os milhares de “soldados rasos”, que lotam os comícios, mas não mandam nos palanques, dominados pela tropa de escribas que fizeram o documento debiloide de campanha.
Essa Mafia é a que vai terminar de afundar o barco do trumpismo delirante, ainda mais demencial do que foi aqui nestes pagos o bolsonarismo olavista.
A Mafia está com tudo e agora que temos outras organizações terroristas vão finalmente deixá-la em paz.
Afinal de contas ela já está no governo e, portanto, ocupa o poder.
Proxima etapa, Mount Rushmore, para eternizar na pedra a gloria da estupidez no poder. Nunca antes na história dos EUA, poderia dizer o contraparte da simpatia “química”!
O tempora, o mores!
Paulo Roberto de Almeida
Brasilia, 11/07/2026
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- Quem manda na cúpula: O poder real não está nas mãos dos militantes que lotam os comícios (descritos como "soldados rasos"). Quem comanda o topo são os "profetas mais elevados" e a "tropa de escribas" responsáveis pela criação dos documentos, diretrizes e narrativas ideológicas da campanha trumpista. [1, 2]
- Ocupação do aparato estatal: Diferente do século passado, quando os gângsteres operavam às margens da lei tentado comprar o Estado, a crítica aponta que essa nova "máfia" já ocupa o governo e o poder central.
- Institucionalização do radicalismo: O autor faz um paralelo direto entre o "trumpismo delirante" e o "bolsonarismo olavista" que ocorreu no Brasil, classificando o movimento atual como algo ainda mais demencial. Com o foco do aparato de segurança voltado para combater outras organizações terroristas, essa ala política ganha passe livre para operar dentro das próprias instituições. [1, 2]