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domingo, 12 de abril de 2026

A cultura da esquerda: sete pecados dialéticos que atrapalham seu desenvolvimento - Paulo Roberto de Almeida (Espaço Acadêmico)

Dez anos depois de escrito e publicado, um leitor autodesignado Epicuro, me questiona sobre este artigo, perguntando se eu ainda me encontro trabalhando sobre o assunto. Tive de responder que eu sempre me ocupo de assuntos importantes.
Segue o registro, cujo link ainda funciona. Parece que esquerdistas ainda ficam incomodados com os meus arrgumentos, por isso deixo o registro aqui.

1412. “A cultura da esquerda: sete pecados dialéticos que atrapalham seu desenvolvimento”, Brasília, 25 março 2005, 22 p. Comentários sobre obsessões da esquerda (antimercado, igualitarismo, estatismo, etc.), que conformam pensamento ultrapassado para suas tarefas políticas. Publicado na revista Espaço Acadêmico (a. IV, n. 47, abr. 2005; link: https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/article/view/58847; pdf: https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/article/view/58847/751375152060 . Objeto de crítica de Robinson dos Santos, intitulada “‘Milk-shake’ indigesto ou sete equívocos de uma crítica à esquerda?: Réplica a Paulo de Almeida” (Espaço Acadêmico, na. IV, n. 48, abr. 2005). Feita tréplica registra em Trabalhos n. 1425, publicada no número de junho. Reproduzido no blog português “O Insurgente”, em 10/2005, com comentários agregados por leitores de Portugal (registrados no dossiê 1412). Nova réplica de outro leitor, respondida com o trabalho n. 1432. Relação de Publicados n. 549.

Resumo:
Identificação e discussão de sete equívocos que dificultam a formulação de políticas públicas que permitiriam um processo de crescimento sustentado, com transformações tecnológicas e desenvolvimento social qualificado, nomeadamente os seguintes:

1) A esquerda é estupidamente anti-mercado
2) Ela é (falsamente) igualitarista
3) Ela se posiciona contra a “democracia formal”, preferindo a “democracia real”
4) A esquerda é geralmente estatizante (o que é, realmente, uma pena)
5) Ela é anti-individualista, preferindo os “direitos coletivos”
6) Ela é tristemente populista e popularesca
7) Também costuma ser voluntarista e anti-racionalista

(...)


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