Criação do Núcleo de Pesquisa em Diplomacia do Instituto Rio Branco (NPD/IRBr).
Foi publicada, no Diário Oficial de 4 de novembro de 2009, Portaria pela qual se institui o Núcleo de Pesquisa em Diplomacia do Instituto Rio Branco (NPD/IRBr), com sede em Brasília. O NPD/IRBr tem por objetivo desenvolver a formação e aprofundar a capacitação dos servidores da carreira diplomática por meio de atividades de pesquisa e de extensão.
GABINETE DO MINISTRO
PORTARIA Nº 701, DE 28 DE OUTUBRO DE 2009
Cria o Núcleo de Pesquisa em Diplomacia do Instituto Rio Branco.
O MINISTRO DE ESTADO DAS RELAÇÕES EXTERIORES, tendo em vista o disposto nos Decretos-Lei 7.473, de 18 de abril de 945 8.461, de 26 de dezembro de 1945, nos Decretos 5.707, de 23 de fevereiro de 2006 e 5.979, de 6 de dezembro de 2006, na Portaria Ministerial de 20 de novembro de 1998, que institui o Regulamento do Instituto Rio Branco, e na Portaria nº 212, de 30 de abril de 2008, no âmbito de suas atribuições,
CONSIDERANDO o princípio da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão na educação superior, inscrito no artigo 207 da Constituição Federal;
CONSIDERANDO a importância de incentivar e apoiar o servidor público em suas iniciativas de capacitação voltadas para o desenvolvimento das competências institucionais e individuais, conforme a Política Nacional de Desenvolvimento de Pessoal, instituída pelo Decreto nº 5.707, de 23 de fevereiro de 2006;
CONSIDERANDO que o Instituto Rio Branco foi criado como "centro de investigações e ensino", nos termos do Decreto-Lei 7.473, de 18 de abril de 1945;
CONSIDERANDO a importância, para o Mestrado em Diplomacia do Instituto Rio Branco, da produção intelectual e da interação com instituições afins, como mecanismos de transferência e intercâmbio de conhecimento com a sociedade, em especial as instituições de ensino superior, nos termos da Portaria Normativa nº 7, de 23 de junho de 2009, do Ministro de Estado da Educação;
CONSIDERANDO o valioso patrimônio documental conservado nos arquivos do Ministério das Relações Exteriores, e a facilidade de acesso que tem o Instituto Rio Branco a fontes primárias e ao amplo acervo bibliográfico representado pelas teses do Curso de Altos Estudos (CAE);
CONSIDERANDO, ademais, o significativo número de mestres e doutores entre as novas turmas do Curso de Formação de Diplomatas, bem como o interesse em refletir, de forma prospectiva, suas preocupações e expectativas;
CONSIDERANDO, finalmente, recomendação da Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) no sentido de criar um centro de pesquisa em diplomacia no Instituto Rio Branco, e a conveniência de sistematizar e divulgar as atividades já desenvolvidas pelo Instituto Rio Branco; resolve:
Art. 1º Fica instituído o Núcleo de Pesquisa em Diplomacia do Instituto Rio Branco (NPD/IRBr), com sede em Brasília.
Art. 2º O NPD/IRBr tem por finalidades desenvolver a formação e aprofundar a capacitação dos servidores da carreira diplomática por meio de atividades de pesquisa e extensão.
Art. 3º O NPD/IRBr promoverá, entre outras, as seguintes atividades:
I - Definição e aprofundamento de linhas de pesquisa, em consonância com a vocação do Instituto Rio Branco e com patrimônio documental à disposição do Ministério das Relações Exteriores;
II - Formação de grupos de pesquisa, reunindo diplomatas, professores e alunos do Instituto Rio Branco;
III - Realização de seminários de caráter periódico, abertos aos alunos do Curso de Formação de Diplomatas e à comunidade acadêmica em geral;
IV - Organização de eventos relacionados aos temas adotados pelos grupos de pesquisa, reunindo especialistas nacionais e internacionais;
V - Apoio à participação de membros em eventos e seminários nacionais e internacionais vinculados aos temas de pesquisa;
VI - Interação com a comunidade científica no Brasil e no exterior, com vistas inclusive à realização de pesquisas conjuntas no contexto da extensão universitária;
VII - Divulgação do resultado das pesquisas efetuadas, por intermédio, entre outros, de revista eletrônica anual, reunindo artigos de autoria dos membros dos grupos de pesquisa e de conceituados acadêmicos nacionais e internacionais;
VIII - Elaboração, como referência, de boletim periódico e de resenhas informativas sobre matérias publicadas na imprensa especializada que sejam relevantes para suas atividades.
Art. 4º O NPD/IRBr, no campo de sua atuação, manterá intercâmbio e cooperação com órgãos e entidades públicas e privadas, nacionais e internacionais.
Parágrafo único. O NPD/IRBr priorizará a interação com outros núcleos e centros de pesquisa no âmbito de convênios oferecidos pela CAPES, em especial no que tange às atividades previstas no inciso VI do artigo terceiro.
Art. 5º Poderão participar do NPD/IRBr os seguintes interessados:
I - Professores do quadro docente do Instituto Rio Branco;
II - Servidores da Carreira de Diplomata em atividade ou aposentados;
III - Professores e pesquisadores externos, como membros associados;
IV - Alunos externos, como membros associados.
Parágrafo único: A participação nas atividades de pesquisa terá caráter voluntário e não prejudicará as atribuições funcionais de seus membros.
Art. 6º O Núcleo de Pesquisa em Diplomacia do Instituto Rio Branco disporá de Regulamento específico.
Art. 7º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
CELSO AMORIM
EXTERIORES
Temas de relações internacionais, de política externa e de diplomacia brasileira, com ênfase em políticas econômicas, viagens, livros e cultura em geral. Um quilombo de resistência intelectual em defesa da racionalidade, da inteligência e das liberdades democráticas. Ver também minha página: www.pralmeida.net (em construção).
terça-feira, 17 de novembro de 2009
1518) A modo de reflexao sobre o momento atual...
Confesso que sou da minoria (e pretendo continuar nela…)
Paulo Roberto de Almeida
Sim, pertenço a uma pequena minoria, certamente no Brasil, talvez mesmo no mundo (ainda que não caiba exagerar...). Não que eu fique preocupado com isso, mas desejo simplesmente falar sobre essa percepção, ou mera constatação, para fins de registro e inclusão em minhas futuras “memórias intelectuais”.
O fato é que eu tenho a nítida impressão de que pertenço a uma minoria, a uma pequena, a uma ínfima minoria que não partilha dos sentimentos, opiniões ou posturas da maioria dos brasileiros. Talvez seja algum elitismo intelectual da minha parte (o que não creio), mas não consigo me entusiasmar com o clima de euforia que acomete (c’est le cas de le dire...) a singela maioria (bota singela nisso) dos habitantes deste país (sans jeu de mots, s’il-vous-plaît...).
Com efeito, eu não consigo seguir, nem puxado, nem empurrado, a unanimidade praticamente arrasadora em torno do “nosso guia” (no Brasil e, em grande parte também, no exterior), esse oba-oba em torno da situação econômica, o embevecimento beato com o “nunca antes neste país”, o ambiente de auto-congratulação permanente com as supostas realizações estupendas deste governo e de sua fantástica máquina de propaganda.
Olhando tudo isso eu não consigo aderir ao espetáculo de panegíricos insensatos (em grande parte self-made e auto-aplicáveis), posto que a realidade que eu vejo é completamente diferente. Não gostaria de destoar do ambiente geral (mas já o fazendo), permito-me ser do contra, não por contrariedade inata, ou desejo de ser diferente, mas simplesmente por não suportar cegueira coletiva.
Vejo, ao contrário do que alguns apregoam por aí, uma degradação constante das instituições, o rebaixamento moral do Estado, a ignorância sendo erigida em qualidade popular, a mentira usada como arma política, a castração do parlamento como simples expediente de confirmação de uma nulidade, o emprego de táticas equivalentes à guerra de eliminação contra os adversários políticos, o desmantelamento consciente (talvez até inconsciente) dos partidos como legítimos representantes de correntes distintas de opinião, enfim, uma deterioração quase completa das virtudes cívicas de uma república democrática e o fortalecimento das piores virtudes do democratismo vulgar e popularesco.
Que me perdoem os muito tolerantes ou os irremediavelmente otimistas, mas não consigo achar nada, absolutamente nada de bom na exaltação do anti-estudo, da falta de leitura, do senso comum erigido em capacidade pensante, dos argumentos vulgares brandidos como se fossem identificação com a massa, desse cultivar de ervas daninhas como se fossem finas flores da inteligência. Sobretudo, não consigo tolerar – me desculpem, mais uma vez, aqueles muito tolerantes – a desonestidade intelectual, a irresponsabilidade no trato da coisa pública, a mentira sistemática que apenas engana os mais ingênuos (mas que é sancionada por aqueles oportunistas que sabem), a mistificação continua de supostos grandes feitos, quando o que se tem, na verdade, é um teatro de ilusões e uma comédia de erros grosseiros.
Assusta-me, por outro lado, ver tantos colegas acadêmicos, tantos parceiros profissionais, tantos pretensos “intelectuais” silenciarem em face de tantas bravatas vulgares, de tantas mentiras deslavadas, de tanta má-fé acumulada, sem nenhum comentário a fazer, sem nenhum gesto de repúdio, sem nenhum sinal de resistência mental, gestual que seja (mesmo sem chegar ao protesto aberto ou à manifestação escrita, como a que agora faço). Fico, de verdade, estarrecido, não tanto em face do perpetrador de bobagens – pois aprendi desde cedo a não esperar nada de inteligente vindo desse lado – mas em face dos supostos defensores da imaginação criadora, do iluminismo teórico, da verdade que liberta. Assusta-me o silêncio culpado e a irresponsabilidade dos intelectuais. Talvez seja covardia deles, talvez seja mero oportunismo.
Não é sem uma ponta de tristeza que contemplo tudo isso, mas tampouco me deixo levar pelo desespero, e nisso não vai nenhum sentimento político, longe disso. Estou aqui refletindo em historiador das idéias, ou, se desejarem outras comparações, em arqueólogo das decadências passadas, em antropólogo das sociedades fracassadas, em psicanalista dos sonhos desfeitos. Não é a primeira vez que uma sociedade se deixa levar pelos piores instintos e pelas mais baixas tendências, pelo declínio intelectual – mesmo em meio a um suposto avanço material – e pela erosão moral. Mas é provavelmente a primeira vez que me é dado assistir a esses fenômenos diretamente, depois de ter lido tanto sobre a decadência em outras sociedades. Até cheguei a teorizar um pouco sobre isso, algum tempo atrás: “Pequeno manual prático da decadência (recomendável em caráter preventivo...)”, revista Espaço Acadêmico (ano 6, n. 71, abril 2007; link: http://www.espacoacademico.com.br/071/71pra.htm). Poderia ser um mau filme, apenas um pesadelo, mas é assustadoramente real...
Talvez caiba vaticinar uma previsão: não há nenhum risco de melhorar, no curto ou no médio prazo, cabendo apenas esperar que, no longo prazo, a educação melhorada da maioria permita reverter esse quadro, em favor de uma escolha mais adequada de líderes políticos e de melhores políticas públicas. Não digo isso por elitismo, por arrogância intelectual, apenas pela certeza de que as coisas poderiam ser melhores, um pouco melhores, se tivéssemos uma elite – entre a qual eu não incluo a classe política – preocupada com o destino da nação e não apenas com o seu dinheiro.
Mas, poderão dizer os defensores da “nova ordem”, esta é uma reclamação habitual de intelectuais insatisfeitos e frustrados com o atual estado de coisas, já que esse processo expressaria uma mudança não prevista em seus (nossos) planos elitistas e conservadores, que não contemplariam uma inserção dos movimentos sociais e das camadas populares no jogo político. Creio que não preciso responder a mais esta mistificação, apenas lamentar que as oportunidades de diálogo estão se reduzindo perigosamente, ao ponto do estrangulamento das propostas inteligentes, mas não necessariamente “populares” ou politicamente corretas, sob certos pontos de vista.
Não me repugna viver em minoria, desde que eu mantenha um ceticismo sadio em face das verdades reveladas, nem suportar um isolamento relativo, enquanto conservo um discreto otimismo quanto às chances futuras de um rebrotar da inteligência. Vale!
Brasília, 17.11.2009
Paulo Roberto de Almeida
Sim, pertenço a uma pequena minoria, certamente no Brasil, talvez mesmo no mundo (ainda que não caiba exagerar...). Não que eu fique preocupado com isso, mas desejo simplesmente falar sobre essa percepção, ou mera constatação, para fins de registro e inclusão em minhas futuras “memórias intelectuais”.
O fato é que eu tenho a nítida impressão de que pertenço a uma minoria, a uma pequena, a uma ínfima minoria que não partilha dos sentimentos, opiniões ou posturas da maioria dos brasileiros. Talvez seja algum elitismo intelectual da minha parte (o que não creio), mas não consigo me entusiasmar com o clima de euforia que acomete (c’est le cas de le dire...) a singela maioria (bota singela nisso) dos habitantes deste país (sans jeu de mots, s’il-vous-plaît...).
Com efeito, eu não consigo seguir, nem puxado, nem empurrado, a unanimidade praticamente arrasadora em torno do “nosso guia” (no Brasil e, em grande parte também, no exterior), esse oba-oba em torno da situação econômica, o embevecimento beato com o “nunca antes neste país”, o ambiente de auto-congratulação permanente com as supostas realizações estupendas deste governo e de sua fantástica máquina de propaganda.
Olhando tudo isso eu não consigo aderir ao espetáculo de panegíricos insensatos (em grande parte self-made e auto-aplicáveis), posto que a realidade que eu vejo é completamente diferente. Não gostaria de destoar do ambiente geral (mas já o fazendo), permito-me ser do contra, não por contrariedade inata, ou desejo de ser diferente, mas simplesmente por não suportar cegueira coletiva.
Vejo, ao contrário do que alguns apregoam por aí, uma degradação constante das instituições, o rebaixamento moral do Estado, a ignorância sendo erigida em qualidade popular, a mentira usada como arma política, a castração do parlamento como simples expediente de confirmação de uma nulidade, o emprego de táticas equivalentes à guerra de eliminação contra os adversários políticos, o desmantelamento consciente (talvez até inconsciente) dos partidos como legítimos representantes de correntes distintas de opinião, enfim, uma deterioração quase completa das virtudes cívicas de uma república democrática e o fortalecimento das piores virtudes do democratismo vulgar e popularesco.
Que me perdoem os muito tolerantes ou os irremediavelmente otimistas, mas não consigo achar nada, absolutamente nada de bom na exaltação do anti-estudo, da falta de leitura, do senso comum erigido em capacidade pensante, dos argumentos vulgares brandidos como se fossem identificação com a massa, desse cultivar de ervas daninhas como se fossem finas flores da inteligência. Sobretudo, não consigo tolerar – me desculpem, mais uma vez, aqueles muito tolerantes – a desonestidade intelectual, a irresponsabilidade no trato da coisa pública, a mentira sistemática que apenas engana os mais ingênuos (mas que é sancionada por aqueles oportunistas que sabem), a mistificação continua de supostos grandes feitos, quando o que se tem, na verdade, é um teatro de ilusões e uma comédia de erros grosseiros.
Assusta-me, por outro lado, ver tantos colegas acadêmicos, tantos parceiros profissionais, tantos pretensos “intelectuais” silenciarem em face de tantas bravatas vulgares, de tantas mentiras deslavadas, de tanta má-fé acumulada, sem nenhum comentário a fazer, sem nenhum gesto de repúdio, sem nenhum sinal de resistência mental, gestual que seja (mesmo sem chegar ao protesto aberto ou à manifestação escrita, como a que agora faço). Fico, de verdade, estarrecido, não tanto em face do perpetrador de bobagens – pois aprendi desde cedo a não esperar nada de inteligente vindo desse lado – mas em face dos supostos defensores da imaginação criadora, do iluminismo teórico, da verdade que liberta. Assusta-me o silêncio culpado e a irresponsabilidade dos intelectuais. Talvez seja covardia deles, talvez seja mero oportunismo.
Não é sem uma ponta de tristeza que contemplo tudo isso, mas tampouco me deixo levar pelo desespero, e nisso não vai nenhum sentimento político, longe disso. Estou aqui refletindo em historiador das idéias, ou, se desejarem outras comparações, em arqueólogo das decadências passadas, em antropólogo das sociedades fracassadas, em psicanalista dos sonhos desfeitos. Não é a primeira vez que uma sociedade se deixa levar pelos piores instintos e pelas mais baixas tendências, pelo declínio intelectual – mesmo em meio a um suposto avanço material – e pela erosão moral. Mas é provavelmente a primeira vez que me é dado assistir a esses fenômenos diretamente, depois de ter lido tanto sobre a decadência em outras sociedades. Até cheguei a teorizar um pouco sobre isso, algum tempo atrás: “Pequeno manual prático da decadência (recomendável em caráter preventivo...)”, revista Espaço Acadêmico (ano 6, n. 71, abril 2007; link: http://www.espacoacademico.com.br/071/71pra.htm). Poderia ser um mau filme, apenas um pesadelo, mas é assustadoramente real...
Talvez caiba vaticinar uma previsão: não há nenhum risco de melhorar, no curto ou no médio prazo, cabendo apenas esperar que, no longo prazo, a educação melhorada da maioria permita reverter esse quadro, em favor de uma escolha mais adequada de líderes políticos e de melhores políticas públicas. Não digo isso por elitismo, por arrogância intelectual, apenas pela certeza de que as coisas poderiam ser melhores, um pouco melhores, se tivéssemos uma elite – entre a qual eu não incluo a classe política – preocupada com o destino da nação e não apenas com o seu dinheiro.
Mas, poderão dizer os defensores da “nova ordem”, esta é uma reclamação habitual de intelectuais insatisfeitos e frustrados com o atual estado de coisas, já que esse processo expressaria uma mudança não prevista em seus (nossos) planos elitistas e conservadores, que não contemplariam uma inserção dos movimentos sociais e das camadas populares no jogo político. Creio que não preciso responder a mais esta mistificação, apenas lamentar que as oportunidades de diálogo estão se reduzindo perigosamente, ao ponto do estrangulamento das propostas inteligentes, mas não necessariamente “populares” ou politicamente corretas, sob certos pontos de vista.
Não me repugna viver em minoria, desde que eu mantenha um ceticismo sadio em face das verdades reveladas, nem suportar um isolamento relativo, enquanto conservo um discreto otimismo quanto às chances futuras de um rebrotar da inteligência. Vale!
Brasília, 17.11.2009
domingo, 15 de novembro de 2009
1517) Muro de Berlim - Seminario na UnB - Nota de imprensa
Nem sabia que havia jornalistas na audiência (sempre existem...), do contrário teria sido mais cuidadoso com certos comentários...
Documentos sobre construção do Muro de Berlim mostram incertezas
Agência Brasil, 15/11/2009
BRASÍLIA - Em meio às comemorações pelos 20 anos da queda do Muro de Berlim, historiadores relembram as primeiras e as últimas horas do maior símbolo da Guerra Fria. Documentos inéditos revelam em detalhes os momentos decisivos da construção e do desmoronamento do Muro de Berlim, que dividiu o mundo entre capitalistas e socialistas durante 28 anos.
Na avaliação dos líderes da União Soviética, a construção de um muro para impedir a crescente fuga de alemães da República Democrática Alemã, satélite socialista, era arriscada. Segundo o professor da Universidade de Heidelberg, Edgar Wolfrum, 3,5 milhões de pessoas fugiram da zona de ocupação soviética da Alemanha para o lado ocidental entre 1945, quando terminou a Segunda Guerra Mundial, e 1961, ano da construção do Muro de Berlim.
- Moscou começou a se preocupar. Se o posto avançado que representava a república democrática caísse, a União Soviética poderia perder também a Polônia e a Europa Oriental inteira. Contudo, tapar o buraco poderia significar a falência do sistema e o fracasso ideológico do socialismo - explicou Wolfrum, durante o seminário Além Muro, promovido pela Universidade de Brasília (UnB) na semana passada, quando se comemorou os 20 anos de queda do muro.
Essas eram as dúvidas que cercavam as lideranças soviéticas e da república democrática até que o “sim definitivo” chegou de Moscou a Berlim Oriental, em 6 de julho de 1961. Na madrugada do dia 13 de agosto, uma estrutura ainda precária de cimento e arame farpado foi levantada no que, anos depois, viria a ser o praticamente intransponível Muro de Berlim.
Para o diplomata Paulo Roberto de Almeida, a incapacidade de atender às necessidades básicas de abastecimento foi determinante para a queda do Muro de Berlim e o desaparecimento do “socialismo real”. “O Muro não caiu. Foi derrubado pela população alemã”, sustenta Almeida, que participou do seminário na UnB. “Quando acabou, o socialismo era economicamente medíocre, financeiramente marginal, e agregou muito pouco ao PIB [Produto Interno Bruto] mundial. Em Berlim, acabou a ideia de uma economia centralizada.”
Segundo o professor de Relações Internacionais da UnB Virgílio Arraes, o “verão comunista” durou 70 anos até que os países socialistas do Leste Europeu abraçaram a democracia liberal. A crise econômica mundial de 2008, para Arraes, descortina uma “visão sombria”. “A ausência de opções políticas e econômicas viáveis faz com que não haja uma tentativa de se mitigar os efeitos mais deletérios do liberalismo. As diferenças serão acentuadas.”
Documentos sobre construção do Muro de Berlim mostram incertezas
Agência Brasil, 15/11/2009
BRASÍLIA - Em meio às comemorações pelos 20 anos da queda do Muro de Berlim, historiadores relembram as primeiras e as últimas horas do maior símbolo da Guerra Fria. Documentos inéditos revelam em detalhes os momentos decisivos da construção e do desmoronamento do Muro de Berlim, que dividiu o mundo entre capitalistas e socialistas durante 28 anos.
Na avaliação dos líderes da União Soviética, a construção de um muro para impedir a crescente fuga de alemães da República Democrática Alemã, satélite socialista, era arriscada. Segundo o professor da Universidade de Heidelberg, Edgar Wolfrum, 3,5 milhões de pessoas fugiram da zona de ocupação soviética da Alemanha para o lado ocidental entre 1945, quando terminou a Segunda Guerra Mundial, e 1961, ano da construção do Muro de Berlim.
- Moscou começou a se preocupar. Se o posto avançado que representava a república democrática caísse, a União Soviética poderia perder também a Polônia e a Europa Oriental inteira. Contudo, tapar o buraco poderia significar a falência do sistema e o fracasso ideológico do socialismo - explicou Wolfrum, durante o seminário Além Muro, promovido pela Universidade de Brasília (UnB) na semana passada, quando se comemorou os 20 anos de queda do muro.
Essas eram as dúvidas que cercavam as lideranças soviéticas e da república democrática até que o “sim definitivo” chegou de Moscou a Berlim Oriental, em 6 de julho de 1961. Na madrugada do dia 13 de agosto, uma estrutura ainda precária de cimento e arame farpado foi levantada no que, anos depois, viria a ser o praticamente intransponível Muro de Berlim.
Para o diplomata Paulo Roberto de Almeida, a incapacidade de atender às necessidades básicas de abastecimento foi determinante para a queda do Muro de Berlim e o desaparecimento do “socialismo real”. “O Muro não caiu. Foi derrubado pela população alemã”, sustenta Almeida, que participou do seminário na UnB. “Quando acabou, o socialismo era economicamente medíocre, financeiramente marginal, e agregou muito pouco ao PIB [Produto Interno Bruto] mundial. Em Berlim, acabou a ideia de uma economia centralizada.”
Segundo o professor de Relações Internacionais da UnB Virgílio Arraes, o “verão comunista” durou 70 anos até que os países socialistas do Leste Europeu abraçaram a democracia liberal. A crise econômica mundial de 2008, para Arraes, descortina uma “visão sombria”. “A ausência de opções políticas e econômicas viáveis faz com que não haja uma tentativa de se mitigar os efeitos mais deletérios do liberalismo. As diferenças serão acentuadas.”
1516) Brasil y su liderazgo regional - un argentino en contra

Taxas do PIB per capita comparado de Argentina, Brasil e Chile
Un blogueiro do jornal argentino La Nación, economista e professor, escreveu uma coluna para "provar" que a Argentina está muito melhor do que o Brasil, ou que pelo menos eles mantem a liderança em praticamente todos os indicadores per capita. Isso é verdade.
Cabe porém reconhecer que a Argentina perdeu o dinamismo e parece recuar, ao passo que o Brasil avança, lentamente, mas avança...
Interessante também visitar o post original do blog deste economista para ler os comentários dos leitores, a maior parte discordando desse economista-articulista, criticando a Argentina e achando que o Brasil vai bem. Selecionei algumas, do dia em que foi publicado, mas parei numa das respostas do proprio autor...
“No somos Brasil”: por suerte
Lucas Lllach - La Ciencia Maldita, 5.10.2009
La Nación.com Blogs
OK, ellos tienen todo para estar de moda:
- Presidente con 80% de popularidad, antes de la designación de Rio como sede de los JJ.OO.
- Pertenecen al BRIC, grupo que está de moda.
- Pero a su vez se benefician del crecimiento del IC (India, China) porque son, cada vez más, exportadores de commodities, artículos que en los mercados internacionales están actualmente de moda.
- Dentro de las commodities, cada vez tienen más potencial para exportar precisamente aquellas que están más de moda: soja y petróleo. Ese país en verdad angosto, que tiene un 80% de la población en una franja a la chilena, atrapada en 100km entre la costa y la selva/el sertao/los morros ahora encuentra petróleo al este de esa franja (en el mar) y tira árboles –cosa que no está de moda– al oeste de esa franja, para producir soja.
Todo muy lindo. Pero me quedo, por mucho, con la Argentina.
No es una cuestión patriotera. Es que no hay que dejarse llevar por el político más marketinero del siglo XXI, Inácio Lula da Silva. Lula es un gran contrabandista de consignas. Le dice a la derecha que es fiscalmente responsable y le creen porque se pone corbata, pero la verdad es que tienen un déficit fiscal bastante mayor que el argentino. Le dice a la izquierda que Brasil está solidificando su gran burguesía industrial, le creen porque fue obrero metalúrgico, pero la verdad es que Brasil ha primarizado sus exportaciones (data en excel). Un maestro.
Vamos a los bifes: ¿Le está yendo bien a Brasil? ¿Desde cuándo? Veamos el PBI per capita comparado con Argentina y Chile: (acima)
No es sólo que son más pobres. En los últimos 30 años, la distancia a favor de Argentina nunca fue tan grande como en 2008. Y no, no es producto del INDEC. Es porque desde 1990 la economía argentina es una historia de alto crecimiento interrumpido por un cuatrienio crítico (1998-2002), mientras que la de Brasil es una de crecimiento (muy) moderado.
Para comparar mejor los niveles, creo que vale la pena anotar que el 10% más rico de los brasileños se lleva un porcentaje del ingreso (circa 45%) mayor que el 10% más rico de los argentinos (no lo sabemos bien, pero anda por los treintilargos). Si en el total de la población le ganamos 13200 a 9500 en PBI per capita (casi un 40% más), contando el 90% de la población fuera de los más ricos les ganamos por casi 50%.
Gran marketing el de Brasil. Sus playas están buenas, pero no te dicen que llueve todo el tiempo. Sus legendarias garotas están sobredimensionadas (uso la palabra en un sentido conceptual y físico). Salvo por los licuados, su comida es penosa — la Lonely Planet dice: “From the rice-bean-farofa core, meals go in one of three directions: meat, chicken or fish”. La principal ruta del país (BR-101) tiene más pozos que el lado oscuro de la luna. La corrupción y el clientelismo políticos no son menores que aquí. Y sí, lo digo: su equipo de fútbol es normalmente mejor que el nuestro, pero el de hoy es peor que cualquier selección brasileña que recuerde salvo la del mundial 90.
OK, quizás me estoy excediendo. Hay cosas que me dan envidia: a diferencia de nosotros, tienen una inflación y un riesgo país de una economía emergente normal, sus estadísticas son confiables y tienen algo así como un programa de ingreso universal.
En resumen: son peores o iguales que nosotros en casi todas las cuestiones estructurales salvo el fútbol, y son mejores en las que podemos cambiar en un par de meses si en diciembre de 2011 asume un presidente poco excepcional, cosa que es bastante probable.
PD: me avisan que Don Julio María Sanguinetti, ex presidente de ese pequeño gran país que es el Uruguay, escribió una columna mucho más convincente y educada que este post, con la mala suerte de que cayó el día de la elección de Rio. Qué lindo el Uruguay, lástima que no seamos provincia de ellos.
Lucas Llach - Rosarino, soñó con ser futbolista profesional pero padeció el destino de ser economista. Sus intereses giran en torno a la economía, la historia económica y las políticas públicas. Sobre esos temas enseña en la Universidad Torcuato Di Tella
Comentários de leitores (alguns):
898 Comentarios de los lectores
* 1 Germán 5.Octubre.2009
Mmm, me quedo con Brasil igual…
* 2 pedro 5.Octubre.2009
en que planeta vivis?
gente que piensan como vos son los responsables del atraso de argentina
* 3 Daniel 5.Octubre.2009
creo que lo tuyo si es patrioterismo barato
* 4 Javier 5.Octubre.2009
Ya que estamos: se te olvidó agregar que en el basquet los tenemos de hijos y que al Dream Team le ganamos 2 veces y ellos ni clasificaron para los JJ.OO.
* 5 Ricardo 5.Octubre.2009
Brasil siempre ha tenido metas para ser el pais potencia de America Latina. Sus diplomaticos son de primer nivel y sus empresarios tienen la vision y el nacionalismo que no tienen los argentinos.
* 6 martinezch 5.Octubre.2009
Tenemos un gobierno tan desastroso, que Brasil nos parece lo mejor del mundo…. me parece muy buena la nota, aunque resalta solo lo malo de Brasil, pero es una mirada distinta a lo que se lee todos los días en los diarios. Ojalá sea verdad lo de Argentina, de que con cualquier presidente “poco excepcional” estaríamos mejor a partir de 2011
* 7 stella gallino 5.Octubre.2009
Señor Lucas LLach.
Ud ha viajado por Brasil alguna vez?????
Cree que lo ha escrito es nada mas que un gran resentimiento que tiene contra Brasil. Es igual la Argentina.??? Si lo fuera que alegría para los argentinos empobrecidos y sin trabajo.Lo tendran con seguridad.
Se acuerda el tema de la deuda con Club de Paris.
Comió alguna vez en SAO, sabía que es una ciudad que tiene la mayor cantidad de restaurantes de lujo.
Creo que Ud es una gran resentido por lo que no tiene. Soy Argentina pero no puedo dejar de reconocer las virtudes que posee Brasil.
El pueblo que tiene es envidiable!!!!
Nada de soberbia!!!!!!
* 8 daniel 5.Octubre.2009
leo esta nota y la que hay de Varsky.-
dos puntos de vista sobre el tema de moda, BRASIL.-
Que debemos hacer los argentinos??:
1- definir que pais queremos, para despues ser una Nación.-
2-Aprovechar este nuevo viento de cola, que trae nuestro vecino, ser el equivalente de Canada para USA, nunca Mexico.-
3-Envidiarlos, si, sanamente, nunca tendremos Ipanema, como ellos nunca tendran Bariloche.-
4- Hacer muchas cosas en forma conjunta y tomar decisiones conjuntas ( como la TV digital), pero hay temas que si o si nos deberan encontrar unidos, defensa de eco sistemas, el tema del agua dulce, el amazonas, los hielos continentales, etc. etc.-
5-Les va bien, MEJOR, busquemos que muchos vengan, a invertir o gastar sus dineros en nuestro pais.-
6- Ya la extraño a la Negra, como antes extrañe a Vinicius.-
7-Nada de envidias regionales o mejor dicho basta de esas envidias.- Si uruguayos, chilenos y brasileros logran cosas buenas y las prueban y andan muy bien, que esperamos….para ponerlas en uso ya, el tiempo de prueba-error, ya lo consumieron ellos primero.-
8-ARGENTINOS, a los hechos.-
* 9 Lucas Llach 5.Octubre.2009
Y claro que va a haber una gran cantidad de restaurants de lujo en una ciudad de una enorme población con una enorme desigualdad en la distribución del ingreso. En Calcutta y en Shangai también debe haber muchos.
Me cae bien “el pueblo” brasileño. Como me caen bien todos los pueblos del mundo.
1515) Brasil y su liderazgo regional - Wall Street Journal Americas
La Argentina busca su lugar en el escenario internacional a la sombra de Brasil
Matt Moffett
Wall Street Journal Americas
La Nación, Jueves 12 de noviembre de 2009
BUENOS AIRES.- El creciente protagonismo de Brasil en el ámbito internacional - coronado con su exitosa candidatura a ser sede de los Juegos Olímpicos de 2016 - lleva a su vecino Argentina a evaluar su propio, e inferior, lugar en el escenario mundial.
En artículos de opinión, blogs y ensayos de investigación, los argentinos están aceptando a regañadientes la idea de que su antiguo rival los está superando, a medida que el centrismo pragmático del presidente brasileño, Luiz Inácio Lula da Silva, le gana al populismo nacionalista de la presidenta argentina, Cristina Fernández de Kirchner.
Mientras Brasil ganó la distinción de ser el anfitrión tanto de los Juegos Olímpicos de 2016 como del Mundial de 2014, Argentina se ha enredado en una serie de peleas diplomáticas con sus vecinos del Cono Sur, al igual que con Estados Unidos. Mientras el año pasado Brasil obtuvo el codiciado grado de inversión en Wall Street, la calificación de inversión de la Argentina está a la par de la de Pakistán. Da Silva, que ostenta un índice de aprobación del 81%, es un estadista internacional que mantiene buenas relaciones con el presidente estadounidense, Barack Obama. Kirchner, que tiene un índice de aprobación de 23%, tiene relativamente pocos amigos extranjeros fuera del venezolano Hugo Chávez.
Horacio Pozzo, un economista del sitio financiero Latinforme.com, escribió hace poco: "En una foto, Lula palmea la espalda de Cristina como diciéndole: "Seguí así que nos está yendo muy bien?". Y agrega Pozzo: "La Argentina sigue dudando hacia dónde avanzar. Mientras tanto, sigue perdiendo mercados a nivel internacional, los cuales están siendo captados por la economía brasileña."
Brasil tiene una superficie casi tres veces mayor y una población casi cinco veces superior a la Argentina. Pero desde alrededor de 1890 a 1940, en medio de una bonanza agraria en las pampas, la producción económica de la Argentina superó la de Brasil. Desde mediados del siglo pasado, sin embargo, la economía argentina sufrió una caída notable en comparación con el resto de la región, y quedó relegada a una "insignificancia dentro del contexto internacional", lamentó un ensayo reciente del Instituto para el Desarrollo Social Argentino, un centro de estudios en Buenos Aires. El ensayo afirmó que, durante la mayor parte de los últimos 60 años, Argentina fue perjudicada por un pensamiento económico estatista y localista, el tipo al que se adhiere la presidenta Kirchner.
Las diferencias entre las políticas argentinas y brasileñas sin dudas han sido notorias en los años desde que en 2001 la Argentina declaró la mayor cesación de pagos de deuda soberana de la historia. La Argentina soportó una horrenda contracción económica en 2002, pero se recuperó con fortaleza en medio del auge de las commodities con seis años de crecimiento promedio de 8%.
Brasil se tambaleó al borde de la cesación de pagos en 2002, pero siguió cumpliendo con sus obligaciones, y ahora de hecho se ha convertido en un acreedor neto. Aun así, la tasa de crecimiento de Brasil desde 2003 ha sido alrededor de la mitad de la de la Argentina. Sin embargo, el clima político y económico estable que impera en Brasil lo ha convertido en un país que prefieren mucho más tanto los inversionistas extranjeros como los cancilleres de otros países.
Un puñado de analistas argentinos cree que las virtudes de Brasil se exageran. Uno de los bloggers sobre economía más influyentes de la Argentina, Lucas Llach, hace poco escribió un texto al que tituló "?No somos Brasil?: por suerte". Señaló que Argentina tiene un déficit fiscal más bajo y un crecimiento reciente más vigoroso del PIB per cápita que Brasil, sin mencionar una tasa de homicidios per cápita que es un quinto de la de Brasil. Llach afirmó que la capacidad de marketing de Da Silva ha hecho de Brasil el país de moda entre los mercados emergentes, al igual que lo fue la Argentina hace una década, no mucho antes de que su economía cayera en picada. Llach, que nunca se ha guardado las críticas a la presidenta Kirchner, obtuvo más de 800 comentarios acerca de la entrada sobre Brasil, la mayoría de los cuales insistía en que estaba completamente equivocado.
Javier González Fraga, un empresario y ex presidente del Banco Central, afirmó en un artículo de opinión que Argentina debería dejar de preocuparse sobre el éxito de Brasil y comenzar a colgarse de él. Si Brasil está destinado a ser el EE.UU. de América del Sur, entonces la Argentina debe convertirse en algo más parecido a Canadá que a México, escribió.
Matt Moffett
Wall Street Journal Americas
La Nación, Jueves 12 de noviembre de 2009
BUENOS AIRES.- El creciente protagonismo de Brasil en el ámbito internacional - coronado con su exitosa candidatura a ser sede de los Juegos Olímpicos de 2016 - lleva a su vecino Argentina a evaluar su propio, e inferior, lugar en el escenario mundial.
En artículos de opinión, blogs y ensayos de investigación, los argentinos están aceptando a regañadientes la idea de que su antiguo rival los está superando, a medida que el centrismo pragmático del presidente brasileño, Luiz Inácio Lula da Silva, le gana al populismo nacionalista de la presidenta argentina, Cristina Fernández de Kirchner.
Mientras Brasil ganó la distinción de ser el anfitrión tanto de los Juegos Olímpicos de 2016 como del Mundial de 2014, Argentina se ha enredado en una serie de peleas diplomáticas con sus vecinos del Cono Sur, al igual que con Estados Unidos. Mientras el año pasado Brasil obtuvo el codiciado grado de inversión en Wall Street, la calificación de inversión de la Argentina está a la par de la de Pakistán. Da Silva, que ostenta un índice de aprobación del 81%, es un estadista internacional que mantiene buenas relaciones con el presidente estadounidense, Barack Obama. Kirchner, que tiene un índice de aprobación de 23%, tiene relativamente pocos amigos extranjeros fuera del venezolano Hugo Chávez.
Horacio Pozzo, un economista del sitio financiero Latinforme.com, escribió hace poco: "En una foto, Lula palmea la espalda de Cristina como diciéndole: "Seguí así que nos está yendo muy bien?". Y agrega Pozzo: "La Argentina sigue dudando hacia dónde avanzar. Mientras tanto, sigue perdiendo mercados a nivel internacional, los cuales están siendo captados por la economía brasileña."
Brasil tiene una superficie casi tres veces mayor y una población casi cinco veces superior a la Argentina. Pero desde alrededor de 1890 a 1940, en medio de una bonanza agraria en las pampas, la producción económica de la Argentina superó la de Brasil. Desde mediados del siglo pasado, sin embargo, la economía argentina sufrió una caída notable en comparación con el resto de la región, y quedó relegada a una "insignificancia dentro del contexto internacional", lamentó un ensayo reciente del Instituto para el Desarrollo Social Argentino, un centro de estudios en Buenos Aires. El ensayo afirmó que, durante la mayor parte de los últimos 60 años, Argentina fue perjudicada por un pensamiento económico estatista y localista, el tipo al que se adhiere la presidenta Kirchner.
Las diferencias entre las políticas argentinas y brasileñas sin dudas han sido notorias en los años desde que en 2001 la Argentina declaró la mayor cesación de pagos de deuda soberana de la historia. La Argentina soportó una horrenda contracción económica en 2002, pero se recuperó con fortaleza en medio del auge de las commodities con seis años de crecimiento promedio de 8%.
Brasil se tambaleó al borde de la cesación de pagos en 2002, pero siguió cumpliendo con sus obligaciones, y ahora de hecho se ha convertido en un acreedor neto. Aun así, la tasa de crecimiento de Brasil desde 2003 ha sido alrededor de la mitad de la de la Argentina. Sin embargo, el clima político y económico estable que impera en Brasil lo ha convertido en un país que prefieren mucho más tanto los inversionistas extranjeros como los cancilleres de otros países.
Un puñado de analistas argentinos cree que las virtudes de Brasil se exageran. Uno de los bloggers sobre economía más influyentes de la Argentina, Lucas Llach, hace poco escribió un texto al que tituló "?No somos Brasil?: por suerte". Señaló que Argentina tiene un déficit fiscal más bajo y un crecimiento reciente más vigoroso del PIB per cápita que Brasil, sin mencionar una tasa de homicidios per cápita que es un quinto de la de Brasil. Llach afirmó que la capacidad de marketing de Da Silva ha hecho de Brasil el país de moda entre los mercados emergentes, al igual que lo fue la Argentina hace una década, no mucho antes de que su economía cayera en picada. Llach, que nunca se ha guardado las críticas a la presidenta Kirchner, obtuvo más de 800 comentarios acerca de la entrada sobre Brasil, la mayoría de los cuales insistía en que estaba completamente equivocado.
Javier González Fraga, un empresario y ex presidente del Banco Central, afirmó en un artículo de opinión que Argentina debería dejar de preocuparse sobre el éxito de Brasil y comenzar a colgarse de él. Si Brasil está destinado a ser el EE.UU. de América del Sur, entonces la Argentina debe convertirse en algo más parecido a Canadá que a México, escribió.
1514) Brasil y su liderazgo regional - articulo de J.M. Sanguinetti
O ex-presidente do Uruguai diz que líderes não são apenas os que exibem muitas armas, mas que são generosos com os vizinhos. No caso do Uruguai, se entende...
Brasil y el triunfalismo
Julio María Sanguinetti
LA NACION, Viernes 2 de octubre de 2009
Brasil está de moda, y existen buenas razones para ello. Ha aumentado su ritmo de crecimiento económico (de 2,7 en 1984/2003 a 4,6 en 2004/2008); su estabilidad política es incuestionable; Lula goza de una enorme popularidad dentro del país y fuera de él; ha encontrado enormes reservas petroleras y pagó totalmente su deuda externa. Hasta su seleccionado de fútbol vuelve a pasearse orondo por los campos de juego sudamericanos. Barack Obama ha indicado claramente que su interlocutor regional es Brasil, y el acuerdo estratégico-militar con Francia pretende ser la consagración de un liderazgo asentado también en la fuerza, como históricamente ha sido.
En julio, aun con incertidumbres mayores por la crisis mundial, el presidente Lula, al recibir a los representantes de la General Motors, expresó: "Es inconmensurable el orgullo de ser brasileño en un momento en que percibimos que las empresas en Brasil están mejor que sus matrices en los países desarrollados". En el colmo del entusiasmo, profetizó que en diez años Brasil será la quinta potencia económica del mundo, y no la octava, como es hoy. No falta entusiasmo, como se ve, ni sueño de potencia, tal cual dice su tradición.
El petróleo ha encendido siempre el nacionalismo brasileño, hasta tal punto que el escritor Monteiro Lobato se fundió y terminó preso por haber defendido su explotación estatal.
Sin olvidar a Getulio Vargas, que hizo del tema la máxima exaltación patriótica. Su eslogan O petróleo é nosso está en el imaginario colectivo, hasta el extremo de que nadie habló jamás de privatizar Petrobras, aun en tiempos en los que se vendía la mayor empresa brasileña, la minera Vale do Rio Doce, que una vez que salió del Estado multiplicó su producción y sus ganancias por veinte.
Detrás de ese brillo, no todo lo que reluce es oro. Las exportaciones crecen, pero se hace todo lo posible por frenar las importaciones; se producen aviones, pero el país vive en un caos aeronáutico; existen partidos políticos estables, pero el clientelismo y la corrupción campean. En el plano de la integración, el Mercosur está absolutamente estancado y no va para ningún lado; ni se han logrado acuerdos externos ni se ha mejorado en la coordinación macroeconómica. Los fallos de los tribunales se cumplen caprichosamente, y el conflicto diplomático entre la Argentina y Uruguay testimonia inequívocamente que el socio mayoritario no ejerce el poder moderador que le impone su condición. Es entristecedor que dos países tan vecinos que nadie de afuera puede distinguir a los ciudadanos de un lado y del otro del Plata esperen la resolución de sus diferencias en un tribunal, en La Haya.
La Unasur, creación de la diplomacia brasileña, tampoco se ve mejor. Las recientes reuniones de presidentes y ministros parecieron un reñidero de gallos. En ellas, no surgieron las instancias de diálogo y resolución pacífica de las situaciones. La tirantez de Colombia con Venezuela y Ecuador no cede, especialmente por el retintín constante de un presidente venezolano que no para de agredir y amenazar, sin que nadie le ponga el cascabel al gato.
Esta es la región de Brasil, donde se supone que ejerce su influencia, donde su papel de líder debería expresarse del modo más claro. Los hechos no muestran que en ese ámbito haya una correspondencia con lo que parece reconocerse afuera, por lo menos en la literatura diplomática.
El episodio de Honduras lo exhibe a Brasil como protagonista en un escenario que no es su ámbito natural. Justamente, es una zona que el Unasur despreció y sobre la cual hoy, al parecer, todos quieren influir, impulsados por la pobreza de Honduras. Si allí mediaran intereses económicos o estratégicos mayores, no estarían todos tan empeñados en golpearse el pecho, invocando una democracia principista que no reconoce realidades. Desgraciadamente, como escribió Moisés Naim al principio del conflicto, se está entre hipócritas e ineptos, porque el depuesto Zelaya, violando la Constitución, intentaba una reforma en su favor, del mismo modo que el Parlamento y la Justicia, unidos en su cuestionamiento del intento presidencial, no encontraron mejor método para detenerlo que llamar al ejército y deportarlo en pijama. Fervorosamente, todos deseamos que se pacifique Honduras y que la gente elija a quien quiera elegir, pero que elija libremente. ¿La presencia de Brasil es una ayuda a esa paz deseada?
El hecho es que este Brasil eufórico se ha lanzado también a una formidable inversión militar, de 12.000 millones de dólares, que incluye cuatro submarinos, uno de ellos nuclear, 50 helicópteros y 36 cazabombarderos, todo como parte de una alianza estratégica con Francia. En ese marco, los emprendimientos comunes permitirían una superación tecnológica de la ya importante industria brasileña de armamentos.
No discutimos la necesidad de Brasil, con esa enorme costa, de poseer una fuerza con capacidad para ejercer un control efectivo de su territorio marítimo. Es lógico. El antimilitarismo simplista que suele cultivar el progresismo latinoamericano (salvo cuando es gobierno, momento en que cambia de bando) no tiene sustento. Los Estados deben tener la capacidad de defenderse. Eso es lógico. Lo que no lo es, en cambio, es el doble estándar de que algunas alianzas militares (como la de Colombia y EE.UU., que lleva años) produzcan estertores de críticas, mientras que otras (como la de Brasil con Francia) pasen inadvertidas. Se dirá, con razón, que son situaciones distintas. Y lo son. Pero mientras que Colombia vive en guerra, Brasil está en paz con todos sus vecinos y no tendría necesidad de escuadrillas de ataque.
En cualquier caso, lo que debe señalarse es que para construir un liderazgo no alcanzan los cazabombarderos ni los submarinos nucleares. Para empezar, hay que ser un socio generoso con los vecinos. El remanente proteccionista que subsiste en Brasil, aun para la región, es incompatible con una integración que nos proyecte a todos hacia el mundo global. La estrategia internacional no puede llevarse adelante sin los socios, y las inversiones extranjeras deberían, razonablemente, distribuirse.
Cuando un país es grande, no puede ni debe alardear. Ojalá Brasil llegue a ser la quinta potencia mundial. Es nuestro vecino y amigo, y su prosperidad también es la nuestra. Pero, como otras veces en su historia, la exaltación patriotera y chauvinista no lo ayudará en ese propósito. Porque alentará a los socios a seguir buscando alianzas más allá del barrio, como ya lo hace Colombia.
El autor fue dos veces presidente de la República Oriental del Uruguay.
Brasil y el triunfalismo
Julio María Sanguinetti
LA NACION, Viernes 2 de octubre de 2009
Brasil está de moda, y existen buenas razones para ello. Ha aumentado su ritmo de crecimiento económico (de 2,7 en 1984/2003 a 4,6 en 2004/2008); su estabilidad política es incuestionable; Lula goza de una enorme popularidad dentro del país y fuera de él; ha encontrado enormes reservas petroleras y pagó totalmente su deuda externa. Hasta su seleccionado de fútbol vuelve a pasearse orondo por los campos de juego sudamericanos. Barack Obama ha indicado claramente que su interlocutor regional es Brasil, y el acuerdo estratégico-militar con Francia pretende ser la consagración de un liderazgo asentado también en la fuerza, como históricamente ha sido.
En julio, aun con incertidumbres mayores por la crisis mundial, el presidente Lula, al recibir a los representantes de la General Motors, expresó: "Es inconmensurable el orgullo de ser brasileño en un momento en que percibimos que las empresas en Brasil están mejor que sus matrices en los países desarrollados". En el colmo del entusiasmo, profetizó que en diez años Brasil será la quinta potencia económica del mundo, y no la octava, como es hoy. No falta entusiasmo, como se ve, ni sueño de potencia, tal cual dice su tradición.
El petróleo ha encendido siempre el nacionalismo brasileño, hasta tal punto que el escritor Monteiro Lobato se fundió y terminó preso por haber defendido su explotación estatal.
Sin olvidar a Getulio Vargas, que hizo del tema la máxima exaltación patriótica. Su eslogan O petróleo é nosso está en el imaginario colectivo, hasta el extremo de que nadie habló jamás de privatizar Petrobras, aun en tiempos en los que se vendía la mayor empresa brasileña, la minera Vale do Rio Doce, que una vez que salió del Estado multiplicó su producción y sus ganancias por veinte.
Detrás de ese brillo, no todo lo que reluce es oro. Las exportaciones crecen, pero se hace todo lo posible por frenar las importaciones; se producen aviones, pero el país vive en un caos aeronáutico; existen partidos políticos estables, pero el clientelismo y la corrupción campean. En el plano de la integración, el Mercosur está absolutamente estancado y no va para ningún lado; ni se han logrado acuerdos externos ni se ha mejorado en la coordinación macroeconómica. Los fallos de los tribunales se cumplen caprichosamente, y el conflicto diplomático entre la Argentina y Uruguay testimonia inequívocamente que el socio mayoritario no ejerce el poder moderador que le impone su condición. Es entristecedor que dos países tan vecinos que nadie de afuera puede distinguir a los ciudadanos de un lado y del otro del Plata esperen la resolución de sus diferencias en un tribunal, en La Haya.
La Unasur, creación de la diplomacia brasileña, tampoco se ve mejor. Las recientes reuniones de presidentes y ministros parecieron un reñidero de gallos. En ellas, no surgieron las instancias de diálogo y resolución pacífica de las situaciones. La tirantez de Colombia con Venezuela y Ecuador no cede, especialmente por el retintín constante de un presidente venezolano que no para de agredir y amenazar, sin que nadie le ponga el cascabel al gato.
Esta es la región de Brasil, donde se supone que ejerce su influencia, donde su papel de líder debería expresarse del modo más claro. Los hechos no muestran que en ese ámbito haya una correspondencia con lo que parece reconocerse afuera, por lo menos en la literatura diplomática.
El episodio de Honduras lo exhibe a Brasil como protagonista en un escenario que no es su ámbito natural. Justamente, es una zona que el Unasur despreció y sobre la cual hoy, al parecer, todos quieren influir, impulsados por la pobreza de Honduras. Si allí mediaran intereses económicos o estratégicos mayores, no estarían todos tan empeñados en golpearse el pecho, invocando una democracia principista que no reconoce realidades. Desgraciadamente, como escribió Moisés Naim al principio del conflicto, se está entre hipócritas e ineptos, porque el depuesto Zelaya, violando la Constitución, intentaba una reforma en su favor, del mismo modo que el Parlamento y la Justicia, unidos en su cuestionamiento del intento presidencial, no encontraron mejor método para detenerlo que llamar al ejército y deportarlo en pijama. Fervorosamente, todos deseamos que se pacifique Honduras y que la gente elija a quien quiera elegir, pero que elija libremente. ¿La presencia de Brasil es una ayuda a esa paz deseada?
El hecho es que este Brasil eufórico se ha lanzado también a una formidable inversión militar, de 12.000 millones de dólares, que incluye cuatro submarinos, uno de ellos nuclear, 50 helicópteros y 36 cazabombarderos, todo como parte de una alianza estratégica con Francia. En ese marco, los emprendimientos comunes permitirían una superación tecnológica de la ya importante industria brasileña de armamentos.
No discutimos la necesidad de Brasil, con esa enorme costa, de poseer una fuerza con capacidad para ejercer un control efectivo de su territorio marítimo. Es lógico. El antimilitarismo simplista que suele cultivar el progresismo latinoamericano (salvo cuando es gobierno, momento en que cambia de bando) no tiene sustento. Los Estados deben tener la capacidad de defenderse. Eso es lógico. Lo que no lo es, en cambio, es el doble estándar de que algunas alianzas militares (como la de Colombia y EE.UU., que lleva años) produzcan estertores de críticas, mientras que otras (como la de Brasil con Francia) pasen inadvertidas. Se dirá, con razón, que son situaciones distintas. Y lo son. Pero mientras que Colombia vive en guerra, Brasil está en paz con todos sus vecinos y no tendría necesidad de escuadrillas de ataque.
En cualquier caso, lo que debe señalarse es que para construir un liderazgo no alcanzan los cazabombarderos ni los submarinos nucleares. Para empezar, hay que ser un socio generoso con los vecinos. El remanente proteccionista que subsiste en Brasil, aun para la región, es incompatible con una integración que nos proyecte a todos hacia el mundo global. La estrategia internacional no puede llevarse adelante sin los socios, y las inversiones extranjeras deberían, razonablemente, distribuirse.
Cuando un país es grande, no puede ni debe alardear. Ojalá Brasil llegue a ser la quinta potencia mundial. Es nuestro vecino y amigo, y su prosperidad también es la nuestra. Pero, como otras veces en su historia, la exaltación patriotera y chauvinista no lo ayudará en ese propósito. Porque alentará a los socios a seguir buscando alianzas más allá del barrio, como ya lo hace Colombia.
El autor fue dos veces presidente de la República Oriental del Uruguay.
1513) Combate a fome no mundo: Brasil na frente
Boas notícias merecem ser ressaltadas.
Brasil é primeiro colocado em ranking internacional de combate à fome
Agência Brasil
DA REDAÇÃO - A organização não governamental (ONG) Action Aid Internacional vai conceder um prêmio ao Brasil pelos esforços no combate à fome. Segundo um ranking organizado pela entidade, o país teve o melhor desempenho na redução do problema, seguido pela China e Índia.
Segundo o diretor internacional da Action Aid, Adriano Campolina, o principal motivo para que o Brasil seja o líder do ranking foi o fato de 10 milhões de pessoas derem saído da pobreza extrema nos últimos anos. De acordo com ele, o Brasil conseguiu a redução combinando o crescimento econômico com políticas de combate à pobreza e agricultura familiar.
"A fome é um fenômeno muito complexo, você não consegue acabar com ela imediatamente. Mas a redução do Brasil foi extremamente substancial, não só rápida como sustentada. Foram políticas coordenadas que deram ênfase à transferência de renda e ao mesmo tempo à agricultura familiar e à produção sustentável", destacou Campolina.
Amanhã (16), quando terá início em Roma a Cúpula Mundial de Segurança Alimentar, promovida pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), a ONG pretende entregar o prêmio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele participa da abertura do evento e deverá apresentar as experiência brasileiras que conseguiram reduzir a subnutrição no país como o Bolsa Família, o Fome Zero e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae).
16:08 - 15/11/2009
Brasil é primeiro colocado em ranking internacional de combate à fome
Agência Brasil
DA REDAÇÃO - A organização não governamental (ONG) Action Aid Internacional vai conceder um prêmio ao Brasil pelos esforços no combate à fome. Segundo um ranking organizado pela entidade, o país teve o melhor desempenho na redução do problema, seguido pela China e Índia.
Segundo o diretor internacional da Action Aid, Adriano Campolina, o principal motivo para que o Brasil seja o líder do ranking foi o fato de 10 milhões de pessoas derem saído da pobreza extrema nos últimos anos. De acordo com ele, o Brasil conseguiu a redução combinando o crescimento econômico com políticas de combate à pobreza e agricultura familiar.
"A fome é um fenômeno muito complexo, você não consegue acabar com ela imediatamente. Mas a redução do Brasil foi extremamente substancial, não só rápida como sustentada. Foram políticas coordenadas que deram ênfase à transferência de renda e ao mesmo tempo à agricultura familiar e à produção sustentável", destacou Campolina.
Amanhã (16), quando terá início em Roma a Cúpula Mundial de Segurança Alimentar, promovida pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), a ONG pretende entregar o prêmio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele participa da abertura do evento e deverá apresentar as experiência brasileiras que conseguiram reduzir a subnutrição no país como o Bolsa Família, o Fome Zero e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae).
16:08 - 15/11/2009
1512) Lápides funerarias: cada um escolhe a sua...
Pensando em morrer mais cedo? Sem problemas, muita gente já pensou até no que escrever em sua lápide mortuária no cemitério (Ok, faltam sugestões para urnas de cinzas, para os que preferem ser cremados, mas vamos pensar nisso também).
Escolha a sua, ou mande nova sugestões para este espaço; terei prazer em incluir nesta lista insana, sobre um assunto altamente delicado...
O que escrever em seu túmulo... Se você é...
ESPÍRITA: Volto já.
INTERNAUTA: www.aquijaz.com.br
AGRÔNOMO: Favor regar o solo com Neguvon. Evita Vermes.
ALCOÓLATRA: Enfim, sóbrio.
ARQUEÓLOGO: Enfim, fóssil.
ASSISTENTE SOCIAL: Alguém aí, me ajude!
BROTHER: Fui.
CARTUNISTA: Partiu sem deixar traços.
DELEGADO: Tá olhando o quê? Circulando, circulando...
ECOLOGISTA: Entrei em extinção.
ENÓLOGO: Cadáver envelhecido em caixão de carvalho, aroma Formol e after tasting que denota presença de Microorganismos diversos.
FUNCIONÁRIO PÚBLICO: É no túmulo ao lado.
GARANHÃO: Rígido, como sempre.
GAY: Virei purpurina.
HERÓI: Corri para o lado errado.
HIPOCONDRÍACO: Eu não disse que estava doente?!?
HUMORISTA: Isto não tem a menor graça
JANGADEIRO DIABÉTICO: Foi doce morrer no mar.
JUDEU: O que vocês estão fazendo aqui? Quem está tomando conta da lojinha?
PESSIMISTA: Aposto que está fazendo o maior frio no inferno.
PSICANALISTA: A eternidade não passa de um complexo de superioridade mal resolvido.
SANITARISTA: Sujou!!!
SEX SYMBOL: Agora, só a terra vai comer.
VICIADO: Enfim, pó!
PS: Minha própria sugestão: "Tem espaço para alguns livros?" (PRA)
Escolha a sua, ou mande nova sugestões para este espaço; terei prazer em incluir nesta lista insana, sobre um assunto altamente delicado...
O que escrever em seu túmulo... Se você é...
ESPÍRITA: Volto já.
INTERNAUTA: www.aquijaz.com.br
AGRÔNOMO: Favor regar o solo com Neguvon. Evita Vermes.
ALCOÓLATRA: Enfim, sóbrio.
ARQUEÓLOGO: Enfim, fóssil.
ASSISTENTE SOCIAL: Alguém aí, me ajude!
BROTHER: Fui.
CARTUNISTA: Partiu sem deixar traços.
DELEGADO: Tá olhando o quê? Circulando, circulando...
ECOLOGISTA: Entrei em extinção.
ENÓLOGO: Cadáver envelhecido em caixão de carvalho, aroma Formol e after tasting que denota presença de Microorganismos diversos.
FUNCIONÁRIO PÚBLICO: É no túmulo ao lado.
GARANHÃO: Rígido, como sempre.
GAY: Virei purpurina.
HERÓI: Corri para o lado errado.
HIPOCONDRÍACO: Eu não disse que estava doente?!?
HUMORISTA: Isto não tem a menor graça
JANGADEIRO DIABÉTICO: Foi doce morrer no mar.
JUDEU: O que vocês estão fazendo aqui? Quem está tomando conta da lojinha?
PESSIMISTA: Aposto que está fazendo o maior frio no inferno.
PSICANALISTA: A eternidade não passa de um complexo de superioridade mal resolvido.
SANITARISTA: Sujou!!!
SEX SYMBOL: Agora, só a terra vai comer.
VICIADO: Enfim, pó!
PS: Minha própria sugestão: "Tem espaço para alguns livros?" (PRA)
1511) Banqueiros financiando Estados falidos: uma velha história...
Desde tempos recuados, banqueiros privados vem financiando príncipes e reis irresponsáveis, pois estes querem fazer guerra, manter amantes ou ter outros gastos extravagantes e, obviamente, não têm dinheiro para tanto.
No problem. Chame o seu banqueiro. Mas a operação pode sair muito cara.
Como relembram Haldane e Alessandri (do Bank of England) os juros podem subir para até 100%, como fizeram os banqueiros italianos com o rei francês Charles VIII (que aliás estava empreendendo aventuras italianas).
Bem, depois os Estados começaram a financiar banqueiros falidos, e isso muda a história...
Enfim, um passeio em 800 anos de financiamento privado a Estados, e do financiamento público a banqueiros privados, com um foco especial na recente crise financeira.
Transcrevo apenas o início do paper, depois remeto ao link do pdf.
Paulo Roberto de Almeida
Banking on the state
Paper by Mr Andrew G Haldane, Executive Director, Financial Stability, Bank of England, and Mr Piergiorgio Alessandri, based on a presentation delivered at the Federal Reserve Bank of Chicago twelfth annual International Banking Conference on “The International Financial Crisis: Have the Rules of Finance Changed?”, Chicago, 25 September 2009.
* * *
1. Introduction
Historically, the link between the state and the banking system has been umbilical. Starting with the first Italian banking houses in the 13th century, banks were financiers of the sovereign. Sovereign need was often greatest following war. The Bank of England was established at the end of the 17th century for just this purpose, financing the war debts of William III.
From the earliest times, the relationship between banks and the state was often rocky. Sovereign default on loans was an everyday hazard for the banks, especially among states vanquished in war. Indeed, through the ages sovereign default has been the single biggest cause of banking collapse.1 It led to the downfall of many of the founding Italian banks, including the Medici of Florence.
As awareness of sovereign risk grew, banks began to charge higher loan rates to the sovereign than to commercial entities. In the 15th century, Charles VIII of France paid up to 100% on war loans to Italian banks, which were at the same time charging Italian merchants 5-10%.2 The Bank of England’s first loan to government carried an interest rate of 8% – double the rate at which the Bank discounted trade bills.
For the past two centuries, the tables have progressively turned. The state has instead become the last-resort financier of the banks. As with the state, banks’ needs have typically been greatest at times of financial crisis. And like the state, last-resort financing has not always been repaid in full and on time. The Great Depression marked a regime-shift in state support to the banking system. The credit crisis of the past two years may well mark another.
Table 1 provides a snap-shot of the scale of intervention to support the banks in the UK, US (...)
Leia o resto em:
Andrew G Haldane: Banking on the state (11.11.2009) - PDF, 180699 bytes
Paper by Mr Andrew G Haldane, Executive Director, Financial Stability, Bank of England, and Mr Piergiorgio Alessandri, based on a presentation delivered at the Fed. Res. Bank of Chicago twelfth annual Intern. Banking Conf., Chicago, 25 September 2009.
No problem. Chame o seu banqueiro. Mas a operação pode sair muito cara.
Como relembram Haldane e Alessandri (do Bank of England) os juros podem subir para até 100%, como fizeram os banqueiros italianos com o rei francês Charles VIII (que aliás estava empreendendo aventuras italianas).
Bem, depois os Estados começaram a financiar banqueiros falidos, e isso muda a história...
Enfim, um passeio em 800 anos de financiamento privado a Estados, e do financiamento público a banqueiros privados, com um foco especial na recente crise financeira.
Transcrevo apenas o início do paper, depois remeto ao link do pdf.
Paulo Roberto de Almeida
Banking on the state
Paper by Mr Andrew G Haldane, Executive Director, Financial Stability, Bank of England, and Mr Piergiorgio Alessandri, based on a presentation delivered at the Federal Reserve Bank of Chicago twelfth annual International Banking Conference on “The International Financial Crisis: Have the Rules of Finance Changed?”, Chicago, 25 September 2009.
* * *
1. Introduction
Historically, the link between the state and the banking system has been umbilical. Starting with the first Italian banking houses in the 13th century, banks were financiers of the sovereign. Sovereign need was often greatest following war. The Bank of England was established at the end of the 17th century for just this purpose, financing the war debts of William III.
From the earliest times, the relationship between banks and the state was often rocky. Sovereign default on loans was an everyday hazard for the banks, especially among states vanquished in war. Indeed, through the ages sovereign default has been the single biggest cause of banking collapse.1 It led to the downfall of many of the founding Italian banks, including the Medici of Florence.
As awareness of sovereign risk grew, banks began to charge higher loan rates to the sovereign than to commercial entities. In the 15th century, Charles VIII of France paid up to 100% on war loans to Italian banks, which were at the same time charging Italian merchants 5-10%.2 The Bank of England’s first loan to government carried an interest rate of 8% – double the rate at which the Bank discounted trade bills.
For the past two centuries, the tables have progressively turned. The state has instead become the last-resort financier of the banks. As with the state, banks’ needs have typically been greatest at times of financial crisis. And like the state, last-resort financing has not always been repaid in full and on time. The Great Depression marked a regime-shift in state support to the banking system. The credit crisis of the past two years may well mark another.
Table 1 provides a snap-shot of the scale of intervention to support the banks in the UK, US (...)
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Andrew G Haldane: Banking on the state (11.11.2009) - PDF, 180699 bytes
Paper by Mr Andrew G Haldane, Executive Director, Financial Stability, Bank of England, and Mr Piergiorgio Alessandri, based on a presentation delivered at the Fed. Res. Bank of Chicago twelfth annual Intern. Banking Conf., Chicago, 25 September 2009.
sábado, 14 de novembro de 2009
1510) Muro de Berlim: 20 anos de sua derrubada (3)
Continuando minhas comemorações intelectuais em torno da derrubada do muro de Berlim, reproduzo abaixo um artigo de Roger Kimball sobre o significado do evento para a história contemporânea.
Tyranny set in stone
by Roger Kimball
New Criterion, November 2009
Why we must not forget the lessons of the Berlin.
It is in the moment of defeat that the inherent weakness of totalitarian propaganda becomes visible. Without the force of the movement, its members cease at once to believe in the dogma for which yesterday they still were ready to sacrifice their lives.
—Hannah Arendt
The inevitable never happens. It is the unexpected always.
—John Maynard Keynes
Was there ever a more fitting monument to tyranny than the Berlin Wall? Conceived in desperation, this brutal barrier was erected in 1961 by the state not for the protection but for the incarceration of its citizens. Hold fast to that thought. The Berlin Wall was the stuff of gritty spy novels, the literal instantiation of Winston Churchill’s “iron curtain,” which in 1946, with characteristic prescience, he saw descending across Central and Eastern Europe. The Berlin Wall was also an inescapable indictment, not just of a particular society but of an entire world view, the world view of Soviet Communism with its rhetoric of justice and class struggle in one hand and its reality of the Gulag and the systematic obliteration of human freedom in the other.
Do we remember that? The passage of time tends to soften outlines, confuse oppositions, and swallow fundamental distinctions in a patois of complication. It is a process that promises greater understanding, or at least greater sophistication. Often, however, its chief fruit is an enervating, ultimately an endarkening, relativism. Although fragments of the Berlin Wall are distributed like talismans of freedom across the globe—fittingly, a large sliver stands outside the Reagan Library in California —its awful significance seems muted, even lost in the cacophony of historical second-guessing, the distorting glaze of nostalgia.
The story of the Berlin Wall is inseparable from the story of the peculiar disposition of Berlin following World War II. Thrust some 100 kilometers into the decidedly non-democratic German Democratic Republic, Berlin was nominally under the control of the four victorious allies, with France, Great Britain, the United States, and the Soviet Union each presiding over a separate quadrant. In reality, the city, like Germany itself, was split between democracy in the West and Communist tyranny in the East. It was a situation that guaranteed the city would become a theater in which the democratic West would be in daily public contest with Soviet Communism.
From the very beginning, Berlin was a huge embarrassment for the Soviets. The worker’s paradise of East Germany seemed the opposite of edenic to those condemned to live and work there. Contiguity with the West in Berlin assured that the discrepancy between life in a liberal democracy and a Communist state was (like Falstaff’s dishonesty) “gross as a mountain, open, palpable.” In 1948, the Soviets blockaded Berlin, a preliminary, they hoped, to annexing it entirely. The Berlin airlift, orchestrated by the American army general Lucius Clay, provisioned the city with some 4,500 tons of food, fuel, and other necessities every day for nearly a year—at its peak, 1,500 flights a day were crowding in and out of Tempelhof airport. Finally, in May 1949, the Soviets gave it up and lifted the blockade.
The airlift was an extraordinary act of political defiance as well as an unprecedented logistical feat. But it did not overcome the contradiction that was Berlin. Increasingly, East Germans voted with their feet. By 1960, a thousand people a day were fleeing East Germany via Berlin. Walter Ulbricht, the GDR’s Communist dictator, pleaded with Nikita Khrushchev to do something to stanch the flow of human capital. The following summer, Khrushchev, having taken the measure of JFK and his lieutenants, decided to close the border. At a dinner on August 12, he gleefully announced to his companions: “We’re going to close Berlin. We’ll just put up serpentine barbed wire and the West will stand there, like dumb sheep.”
Work began at midnight. The Russian soldiers had been told to withdraw if challenged. But no challenge came from JFK’s ovine entourage. In the succeeding months, the barbed wire was replaced by masonry and metal. The wall gradually encircled the whole of West Berlin. Some three-hundred guard towers punctuated the wall. A second, inner wall sprang up. The “death strip” between was mined and booby-trapped. Guard dogs accompanied the soldiers on their rounds. Erich Honecker, who replaced Ulbricht in 1971, issued a shoot-on-sight order. Somewhere between a hundred and two hundred people were killed trying to scale, or tunnel under, the wall, another 1,000 trying to flee elsewhere from East Germany. For Honecker, it was a small price to pay. Between 1949 and 1962, some two and a half million people had fled East Germany to the West. From 1962 to 1989, his draconian measures reduced the flood to a trickle of 5,000. “Overnight,” Michael Meyer writes in The Year That Changed the World,
the forty-two thousand square miles of the German Democratic Republic became a prison. Transportation and communication links were cut. Bustling streets and lively sidewalks in the heart of metropolitan Berlin suddenly became abandoned dead ends. Sewers, tramlines and power grids were blocked or cut. Families were broken, friendships severed. Children lost parents or grandparents. On official maps, the Western half of the city was blotted out—figuratively erased from the world of the living.[1]
It all seems so long ago now—not just the construction of the wall and the long eclipse of freedom that followed, but also the brief carnivalesque season that attended its collapse nearly thirty years later on November 9, 1989. What had begun in studied malevolence ended in stunning inadvertence. By the mid-1980s, the monolith of Soviet tyranny was betraying cracks. Mikhail Gorbachev, who ascended to power in 1985, endeavored to save Communism through a policy of selective liberalization. There was no question of scrapping Communism. Gorbachev time and again made it clear that he was a committed Communist. He might contemplate certain economic and social reforms in order to salvage the USSR’s corrupt and stagnant economy, but private property in any robust sense was out of the question. Similarly, there could be no serious rivals to the Communist party for political power.
Gorbachev had set himself an impossible task. As Hannah Arendt observed, the essence of totalitarianism lies in arbitrariness and control. Efforts to liberalize totalitarian regimes therefore lead not to reform but dissolution. Keeping the lid on freedom is like being a little bit pregnant: an impossibility. By 1989, cracks in the façade of Soviet totalitarianism had become so many fissures of freedom. The Tiananmen Square Massacre in China that June had the effect of galvanizing nascent movements for freedom across Eastern and Central Europe and even in Russia itself. Borders with the West in Hungary and Czechoslovakia were breached and a new exodus to the West began. In one three-day period, 50,000 people fled. A common joke: “Last one out, turn off the lights.”
In East Germany, Erich Honecker was deposed by the Politburo in October. His successor, Egon Krenz, was a doctrinaire Communist desperate to salvage the regime and his career. With the Hungarian and Czech borders hemorrhaging people, he knew he had to address the issue of exit visas. He did not declare the Berlin Wall open. On the contrary, he said that the wall was “a bulwark against Western subversion.” He carefully drafted a plan that would allow East Germans with the appropriate papers to leave after applying to the authorities. The plan was to take effect the following day, November 10. He read the provisions aloud to his colleagues sentence by sentence to be sure that there was no misunderstanding. He then gave the document to his assistant Günter Schabowski, who was on his way to a press conference.
At the end of the press conference, Schabowski read from Krenz’s communiqué. The effect was electrifying. Schabowski had just announced that the East Germans would be free to go. In the hubbub that followed, the question “When does the decree take effect?” penetrated his ears.[2] Schabowski paused to consult his notes. “Ab sofort” came the famous reply: “immediately.” Almost instantly, the wall was besieged by impatient throngs. The guards did nothing to stop them. Krenz’s plan for a state-controlled dispensation was shattered. And thus began the unraveling that would soon engulf not only Eastern Europe, but also the very seat of empire. In many ways, as Victor Sebestyen observes in Revolution 1989: The Fall of the Soviet Empire (Pantheon, 2009), it was “a mistake.” He quotes an unnamed diplomat who described the fall of the Berlin Wall as “one of the most colossal administrative errors in … history.”
Although dramatic, was the fall of the wall really so important? After all, protests and freedom movements were springing up all across the Soviet empire. But Michael Meyer is right: if Krenz’s plan had been put into action as he wished, things might have been different:
The wall would not have “fallen.” It would have been opened, not breached. The communists would have done it, not the people. Change might have come by evolution, not revolution. The bureaucrats would have gained time. Might they even have contained or channeled popular unrest, defused it, convinced people that reformed communism could work, possibly even keep themselves in power? Without the drama of the Fall … would the Velvet Revolution in Prague have come one week later? Would Romanians have found the courage to rise up against Ceausescu a month later? The dominos of Eastern Europe might have toppled differently. A few might not have toppled at all.
What, finally, brought down the wall? The candidates for that honor are many, from the impersonal operation of History to the people-power of movements like Solidarity and the spiritual leadership of Pope John Paul II. Among Western academics, the role of Mikhail Gorbachev enjoys pride of place. His mantras of glasnost and perestroika (“openness” and “restructuring”) became favored terms in English. In the late 1980s, Gorbachev, the true-believing Communist, was the hero. Never mind that he wished to salvage the Soviet empire: he spoke to the hearts and minds of the Western intelligentsia in a way Ronald Reagan never did. Reagan, after all, had the temerity early on in his tenure to describe the Soviet Union as an “evil empire.” How the liberal establishment recoiled from, how it ridiculed that phrase. “The Western diplomatic firmament,” William F. Buckley Jr. recalled in 1990, “shook with indignation.” Then came “Star Wars” and Reagan’s military buildup. How the Left scorned that. How the Soviets scrambled to keep up. After one of his chummy sight-seeing tours of Moscow in 1984, the Harvard economist John Kenneth Galbraith wrote an article about his trip for The New Yorker. The Soviet’s “great material progress” impressed him, as did the look of “solid well-being of the people on the streets.” He dismissed as groundless the rumors that were beginning to circulate that there was trouble in paradise. Although some commentators had suggested that the Soviet Union was in crisis, even “in danger of collapse,” Galbraith brusquely dismissed such pessimism: “This I strongly doubt.”
Meanwhile, Ronald Reagan kept battling against the intolerable enormity of Communism. In 1987 in Berlin, he delivered one of his most famous speeches: “Mr. Gorbachev, tear down this wall!” The great line was written by Peter Robinson, now a scholar at the Hoover Institution. Both the State Department and the National Security Council attempted to get the line dropped from the speech. It was “naïve,” it would raise “false hopes,” it made Reagan look like “a crude anticommunist cowboy.” The speech went through seven drafts; each time, the line was excised; each time Reagan restored it. The Soviets were furious when Reagan delivered the speech. Well might they be. It was on his watch, as Buckley put it, that Communism “ceased to be a creed, surviving only as a threat.” “Ronald Reagan,” Buckley added, “had more to do with this than any other statesman in the world.”
The twentieth anniversary of the fall of the Berlin Wall provides an opportune moment to remind ourselves what was at stake in the Cold War—what still is at stake on the perpetual battleground of freedom. I know that sounds histrionic. But the fall of the Berlin Wall—the first act whose denouement was the collapse of the Soviet Union two years later—is a contemporary as well as a historical subject. That is to say, we have not written finis to that chapter of our moral history. It is not clear that we ever will. As Leszek Kolakowski, one of our greatest genealogists of Marxism, observed in 2002,
communism was not the crazy fantasy of a few fanatics, nor the result of human stupidity and baseness; it was a real, very real part of the history of the twentieth century, and we cannot understand this history of ours without understanding communism. We cannot get rid of this specter by saying it was just “human stupidity,” or “human corruptibility.” The specter is stronger than the spells we cast on it. It might come back to life.
As we look around the world today, a melancholy spectacle greets our gaze. The Soviet Union is no more, but a minatory if diminished Russia has taken its place. A possibly nuclear Iran. A confirmed nuclear North Korea and Pakistan. Preposterous anti-American strongmen like Hugo Chávez in Venezuela. An increasingly rampant threat of Islamofascism. The enemies of freedom and the West are more numerous than ever. It is here that the two deepest lessons of the Berlin Wall lie. First, that tyranny frankly confronted can be defeated. But, second, that the victory of freedom is never final: it must always be renewed not only through our willingness to acknowledge and struggle against evil, but also through a forthright proclamation of our own founding principles. It is this last requirement of freedom that seems most difficult for Western intellectuals. To quote Kolakowski once more, there is “one Great Cause that has persisted more or less intact throughout the past decades in the Leftist mentality: the loathing of democratic countries. Allegiances changed, but if there was something enduring in Leftist politics, it was this: in any conflict between a tyrannical and democratic country, the tyrants were right and democracy wrong.” One would have thought that the admonitory tale of the Berlin Wall would provide an incontrovertible disabusement. Alas, it is a lesson we have yet to absorb.
Notes
1. The Year That Changed the World, by Michael Meyer; Scribner, 272 pages, $26.
2. There are varying accounts about who asked the fatal question. The top two candidates are the British historian Daniel Johnson and the American newsman Tom Brokaw.
Roger Kimball is co-Editor and Publisher of The New Criterion.
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This article originally appeared in The New Criterion, Volume 28 November 2009, on page 6.
Copyright © 2009 The New Criterion | www.newcriterion.com
Tyranny set in stone
by Roger Kimball
New Criterion, November 2009
Why we must not forget the lessons of the Berlin.
It is in the moment of defeat that the inherent weakness of totalitarian propaganda becomes visible. Without the force of the movement, its members cease at once to believe in the dogma for which yesterday they still were ready to sacrifice their lives.
—Hannah Arendt
The inevitable never happens. It is the unexpected always.
—John Maynard Keynes
Was there ever a more fitting monument to tyranny than the Berlin Wall? Conceived in desperation, this brutal barrier was erected in 1961 by the state not for the protection but for the incarceration of its citizens. Hold fast to that thought. The Berlin Wall was the stuff of gritty spy novels, the literal instantiation of Winston Churchill’s “iron curtain,” which in 1946, with characteristic prescience, he saw descending across Central and Eastern Europe. The Berlin Wall was also an inescapable indictment, not just of a particular society but of an entire world view, the world view of Soviet Communism with its rhetoric of justice and class struggle in one hand and its reality of the Gulag and the systematic obliteration of human freedom in the other.
Do we remember that? The passage of time tends to soften outlines, confuse oppositions, and swallow fundamental distinctions in a patois of complication. It is a process that promises greater understanding, or at least greater sophistication. Often, however, its chief fruit is an enervating, ultimately an endarkening, relativism. Although fragments of the Berlin Wall are distributed like talismans of freedom across the globe—fittingly, a large sliver stands outside the Reagan Library in California —its awful significance seems muted, even lost in the cacophony of historical second-guessing, the distorting glaze of nostalgia.
The story of the Berlin Wall is inseparable from the story of the peculiar disposition of Berlin following World War II. Thrust some 100 kilometers into the decidedly non-democratic German Democratic Republic, Berlin was nominally under the control of the four victorious allies, with France, Great Britain, the United States, and the Soviet Union each presiding over a separate quadrant. In reality, the city, like Germany itself, was split between democracy in the West and Communist tyranny in the East. It was a situation that guaranteed the city would become a theater in which the democratic West would be in daily public contest with Soviet Communism.
From the very beginning, Berlin was a huge embarrassment for the Soviets. The worker’s paradise of East Germany seemed the opposite of edenic to those condemned to live and work there. Contiguity with the West in Berlin assured that the discrepancy between life in a liberal democracy and a Communist state was (like Falstaff’s dishonesty) “gross as a mountain, open, palpable.” In 1948, the Soviets blockaded Berlin, a preliminary, they hoped, to annexing it entirely. The Berlin airlift, orchestrated by the American army general Lucius Clay, provisioned the city with some 4,500 tons of food, fuel, and other necessities every day for nearly a year—at its peak, 1,500 flights a day were crowding in and out of Tempelhof airport. Finally, in May 1949, the Soviets gave it up and lifted the blockade.
The airlift was an extraordinary act of political defiance as well as an unprecedented logistical feat. But it did not overcome the contradiction that was Berlin. Increasingly, East Germans voted with their feet. By 1960, a thousand people a day were fleeing East Germany via Berlin. Walter Ulbricht, the GDR’s Communist dictator, pleaded with Nikita Khrushchev to do something to stanch the flow of human capital. The following summer, Khrushchev, having taken the measure of JFK and his lieutenants, decided to close the border. At a dinner on August 12, he gleefully announced to his companions: “We’re going to close Berlin. We’ll just put up serpentine barbed wire and the West will stand there, like dumb sheep.”
Work began at midnight. The Russian soldiers had been told to withdraw if challenged. But no challenge came from JFK’s ovine entourage. In the succeeding months, the barbed wire was replaced by masonry and metal. The wall gradually encircled the whole of West Berlin. Some three-hundred guard towers punctuated the wall. A second, inner wall sprang up. The “death strip” between was mined and booby-trapped. Guard dogs accompanied the soldiers on their rounds. Erich Honecker, who replaced Ulbricht in 1971, issued a shoot-on-sight order. Somewhere between a hundred and two hundred people were killed trying to scale, or tunnel under, the wall, another 1,000 trying to flee elsewhere from East Germany. For Honecker, it was a small price to pay. Between 1949 and 1962, some two and a half million people had fled East Germany to the West. From 1962 to 1989, his draconian measures reduced the flood to a trickle of 5,000. “Overnight,” Michael Meyer writes in The Year That Changed the World,
the forty-two thousand square miles of the German Democratic Republic became a prison. Transportation and communication links were cut. Bustling streets and lively sidewalks in the heart of metropolitan Berlin suddenly became abandoned dead ends. Sewers, tramlines and power grids were blocked or cut. Families were broken, friendships severed. Children lost parents or grandparents. On official maps, the Western half of the city was blotted out—figuratively erased from the world of the living.[1]
It all seems so long ago now—not just the construction of the wall and the long eclipse of freedom that followed, but also the brief carnivalesque season that attended its collapse nearly thirty years later on November 9, 1989. What had begun in studied malevolence ended in stunning inadvertence. By the mid-1980s, the monolith of Soviet tyranny was betraying cracks. Mikhail Gorbachev, who ascended to power in 1985, endeavored to save Communism through a policy of selective liberalization. There was no question of scrapping Communism. Gorbachev time and again made it clear that he was a committed Communist. He might contemplate certain economic and social reforms in order to salvage the USSR’s corrupt and stagnant economy, but private property in any robust sense was out of the question. Similarly, there could be no serious rivals to the Communist party for political power.
Gorbachev had set himself an impossible task. As Hannah Arendt observed, the essence of totalitarianism lies in arbitrariness and control. Efforts to liberalize totalitarian regimes therefore lead not to reform but dissolution. Keeping the lid on freedom is like being a little bit pregnant: an impossibility. By 1989, cracks in the façade of Soviet totalitarianism had become so many fissures of freedom. The Tiananmen Square Massacre in China that June had the effect of galvanizing nascent movements for freedom across Eastern and Central Europe and even in Russia itself. Borders with the West in Hungary and Czechoslovakia were breached and a new exodus to the West began. In one three-day period, 50,000 people fled. A common joke: “Last one out, turn off the lights.”
In East Germany, Erich Honecker was deposed by the Politburo in October. His successor, Egon Krenz, was a doctrinaire Communist desperate to salvage the regime and his career. With the Hungarian and Czech borders hemorrhaging people, he knew he had to address the issue of exit visas. He did not declare the Berlin Wall open. On the contrary, he said that the wall was “a bulwark against Western subversion.” He carefully drafted a plan that would allow East Germans with the appropriate papers to leave after applying to the authorities. The plan was to take effect the following day, November 10. He read the provisions aloud to his colleagues sentence by sentence to be sure that there was no misunderstanding. He then gave the document to his assistant Günter Schabowski, who was on his way to a press conference.
At the end of the press conference, Schabowski read from Krenz’s communiqué. The effect was electrifying. Schabowski had just announced that the East Germans would be free to go. In the hubbub that followed, the question “When does the decree take effect?” penetrated his ears.[2] Schabowski paused to consult his notes. “Ab sofort” came the famous reply: “immediately.” Almost instantly, the wall was besieged by impatient throngs. The guards did nothing to stop them. Krenz’s plan for a state-controlled dispensation was shattered. And thus began the unraveling that would soon engulf not only Eastern Europe, but also the very seat of empire. In many ways, as Victor Sebestyen observes in Revolution 1989: The Fall of the Soviet Empire (Pantheon, 2009), it was “a mistake.” He quotes an unnamed diplomat who described the fall of the Berlin Wall as “one of the most colossal administrative errors in … history.”
Although dramatic, was the fall of the wall really so important? After all, protests and freedom movements were springing up all across the Soviet empire. But Michael Meyer is right: if Krenz’s plan had been put into action as he wished, things might have been different:
The wall would not have “fallen.” It would have been opened, not breached. The communists would have done it, not the people. Change might have come by evolution, not revolution. The bureaucrats would have gained time. Might they even have contained or channeled popular unrest, defused it, convinced people that reformed communism could work, possibly even keep themselves in power? Without the drama of the Fall … would the Velvet Revolution in Prague have come one week later? Would Romanians have found the courage to rise up against Ceausescu a month later? The dominos of Eastern Europe might have toppled differently. A few might not have toppled at all.
What, finally, brought down the wall? The candidates for that honor are many, from the impersonal operation of History to the people-power of movements like Solidarity and the spiritual leadership of Pope John Paul II. Among Western academics, the role of Mikhail Gorbachev enjoys pride of place. His mantras of glasnost and perestroika (“openness” and “restructuring”) became favored terms in English. In the late 1980s, Gorbachev, the true-believing Communist, was the hero. Never mind that he wished to salvage the Soviet empire: he spoke to the hearts and minds of the Western intelligentsia in a way Ronald Reagan never did. Reagan, after all, had the temerity early on in his tenure to describe the Soviet Union as an “evil empire.” How the liberal establishment recoiled from, how it ridiculed that phrase. “The Western diplomatic firmament,” William F. Buckley Jr. recalled in 1990, “shook with indignation.” Then came “Star Wars” and Reagan’s military buildup. How the Left scorned that. How the Soviets scrambled to keep up. After one of his chummy sight-seeing tours of Moscow in 1984, the Harvard economist John Kenneth Galbraith wrote an article about his trip for The New Yorker. The Soviet’s “great material progress” impressed him, as did the look of “solid well-being of the people on the streets.” He dismissed as groundless the rumors that were beginning to circulate that there was trouble in paradise. Although some commentators had suggested that the Soviet Union was in crisis, even “in danger of collapse,” Galbraith brusquely dismissed such pessimism: “This I strongly doubt.”
Meanwhile, Ronald Reagan kept battling against the intolerable enormity of Communism. In 1987 in Berlin, he delivered one of his most famous speeches: “Mr. Gorbachev, tear down this wall!” The great line was written by Peter Robinson, now a scholar at the Hoover Institution. Both the State Department and the National Security Council attempted to get the line dropped from the speech. It was “naïve,” it would raise “false hopes,” it made Reagan look like “a crude anticommunist cowboy.” The speech went through seven drafts; each time, the line was excised; each time Reagan restored it. The Soviets were furious when Reagan delivered the speech. Well might they be. It was on his watch, as Buckley put it, that Communism “ceased to be a creed, surviving only as a threat.” “Ronald Reagan,” Buckley added, “had more to do with this than any other statesman in the world.”
The twentieth anniversary of the fall of the Berlin Wall provides an opportune moment to remind ourselves what was at stake in the Cold War—what still is at stake on the perpetual battleground of freedom. I know that sounds histrionic. But the fall of the Berlin Wall—the first act whose denouement was the collapse of the Soviet Union two years later—is a contemporary as well as a historical subject. That is to say, we have not written finis to that chapter of our moral history. It is not clear that we ever will. As Leszek Kolakowski, one of our greatest genealogists of Marxism, observed in 2002,
communism was not the crazy fantasy of a few fanatics, nor the result of human stupidity and baseness; it was a real, very real part of the history of the twentieth century, and we cannot understand this history of ours without understanding communism. We cannot get rid of this specter by saying it was just “human stupidity,” or “human corruptibility.” The specter is stronger than the spells we cast on it. It might come back to life.
As we look around the world today, a melancholy spectacle greets our gaze. The Soviet Union is no more, but a minatory if diminished Russia has taken its place. A possibly nuclear Iran. A confirmed nuclear North Korea and Pakistan. Preposterous anti-American strongmen like Hugo Chávez in Venezuela. An increasingly rampant threat of Islamofascism. The enemies of freedom and the West are more numerous than ever. It is here that the two deepest lessons of the Berlin Wall lie. First, that tyranny frankly confronted can be defeated. But, second, that the victory of freedom is never final: it must always be renewed not only through our willingness to acknowledge and struggle against evil, but also through a forthright proclamation of our own founding principles. It is this last requirement of freedom that seems most difficult for Western intellectuals. To quote Kolakowski once more, there is “one Great Cause that has persisted more or less intact throughout the past decades in the Leftist mentality: the loathing of democratic countries. Allegiances changed, but if there was something enduring in Leftist politics, it was this: in any conflict between a tyrannical and democratic country, the tyrants were right and democracy wrong.” One would have thought that the admonitory tale of the Berlin Wall would provide an incontrovertible disabusement. Alas, it is a lesson we have yet to absorb.
Notes
1. The Year That Changed the World, by Michael Meyer; Scribner, 272 pages, $26.
2. There are varying accounts about who asked the fatal question. The top two candidates are the British historian Daniel Johnson and the American newsman Tom Brokaw.
Roger Kimball is co-Editor and Publisher of The New Criterion.
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