Já existem apostas sobre como será o final do tirano de Moscou?
Reproduzo aqui meu comentário sobre uma outra postagem em torno da DERROTA (sim, sublinho isso) RUSSA na sua guerra de agressão contra os valentes ucranianos.
Não sei dizer se os dias, as semanas, os meses do tirano de Moscou estão contados. Ninguém sabe, na verdade, pois ele vai começar a ter um comportamento de Hitler no seu bunker de Berlim, ainda que não possa existir qualquer comparação entre dois episéodios completamente diferentes.
Mas, o fato é que Putin não tem mais amigos, não tem mais ninguém em quem possa confiar, sequer no idiota do Medvedev, ou na sua guarda pretoriana, os agentes da FSB encarregados de sua proteção pessoal, nem mesmo nos seus generais, que devem ter pavor de lhe contar a verdade das linhas de frente ou da destruição da retaguarda, de toda a economia russa, na verdade.
Ele só tem um único amigo, que não é o novo imperador do Império do Meio, astuto demais para se queimar com um déspota alucinado. Seu único "amigo" é um perfeito débil mental, que só o faz por oportunismo financeiro pessoal, ou porque está a serviço dos seus chantagistas, aliás ainda dos tempos do KGB, no qual Putin era um medíocre serviçal.
Foi astuto o suficiente para se converter em cleptocrata maior, na tremenda derrocada russa dos anos 1990, e para usar os bilionários surgidos naquela bagunça na sua ascensão ao poder, pelas eleições e manipulação, agora pelo puro terror interno e externo.
Seu 1917 será obviamente diverso do 1917 do início do século XX, mas se eu posso ser malvado uma vez, pensado em todas as vidas, russas e ucranianas que ele ceifou, em todas as crianças ucranianas que ele sequestrou, eu lhe desejo, realmente, um final à la Romanovs, pois o pior seria um final à la Mussolini. Não, ele não teria coragem de fazer como Hitler, pois é muito covarde para isso.
Pode ser que seu final já esteja sendo apostado nas beta geopolíticas, se isso existe.
Paulo Roberto de Almeida
Brasília, 14/06/2026
Nenhum comentário:
Postar um comentário