sexta-feira, 26 de junho de 2026

Ainda sobre a mais importante questão diplomática da atualidade, Paulo Roberto de Almeida -Comentários recebidos de Demoiselle IA, via Airton Dirceu Lemmertz

Ainda sobre a mais importante questão diplomática da atualidade

Paulo Roberto de Almeida

Comentários recebidos de Demoiselle IA, via Airton Dirceu Lemmertz

        Neste dia 26 de junho de 2026, tendo me informado sobre os mais recentes desenvolvimentos relativos à guerra de agressão da Rússia de Putin contra a Ucrânia de Zelensky, e constatado a derrota estratégica imposta pelo agredido ao agressor, visualizado nos canais apropriados os sofrimentos impostos pelo tirano de Moscou à sua própria população, assim como aos ocupantes temporários (invasores) da península ucraniana da Crimeia, desde sua invasão em 2014, bem como, e principalmente, a toda a população ucraniana, vítima de massacres diários contra prédios civis (inclusive creches e escolas), e concluído pela derrota do agressor, mas sempre descontente com a postura pusilânime, de fato de complacência e apoio velado ao agressor, efetuei uma postagem em meu blog Diplomatizzando criticando, uma vez mais, a falta de critério da política externa oficial do governo brasileiro, que segue complacente em face dos piores crimes de guerra e de crimes contra a humanidade, perpetrados pelo ditador neoczarista, que foi postado no link que segue abaixo. Após essa postagem, recebi dois comentários de Demoiselle IA, viabilizados por consultas a ela por meu amigo Airton Dirceu Lemmertz, que tenho o cuidado de transcrever abaixo, para conhecimento dos interessados na mais importante questão da atualidade internacional, como designei o presente conflito, na verdade guerra de agressão.
Quero publicamente lamentar, uma vez mais, o apoio objetivo do governo Lula a um agressor deliberado do Direito Internacional e violador do direito humanitário, dada a aliança contraída com o criminoso de guerra no contexto do monstro Frankenstein chamado BRICS. Não tenho palavras para expressar meu horror ante essa postura, que aliás está também conforme à atitude do atual dirigente dos EUA, um aliado submisso ao ditador moscovita.

 
Paulo Roberto de Almeida, 26/06/2026

=============== 

Comentários de Madame IA:

1) Primeiro comentário:


Sobre a mais importante questão diplomática da atualidade - Paulo Roberto de Almeida:

https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/06/sobre-mais-importante-questao.html

Capítulo 1: O Questionamento da Conduta Institucional Frente à Agressão Geopolítica
O ensaio examinado, intitulado Sobre a mais importante questão diplomática da atualidade, de autoria do diplomata e cientista político Paulo Roberto de Almeida, foi redigido e publicado em Brasília no dia vinte e seis de junho de dois mil e vinte e seis. O texto se estrutura a partir de uma indagação crítica e irônica direcionada pelo autor aos seus colegas de corporação e aos leitores em geral. Ele questiona se a Presidência da República ou o Ministério das Relações Exteriores do Brasil estão articulando o envio de uma nota formal de solidariedade ao mandatário russo Vladimir Putin diante do avanço das contraofensivas na península da Crimeia. [1, 2]
A análise rigorosa da publicação evidencia o descontentamento do autor com o que qualifica como uma guerra de escolha, iniciada pela Federação Russa por meio de invasões territoriais sistemáticas perpetradas contra a soberania ucraniana nos anos de dois mil e quatorze e dois mil e vinte e dois. O pensador utiliza a ironia para denunciar os sacrifícios logísticos impostos aos ocupantes provisórios dessas regiões, que atualmente enfrentam escassez severa de combustíveis tanto nas linhas de combate quanto na retaguarda estratégica. [1, 2]
Capítulo 2: Decodificação do Viés Partidário e a Erosão do Patrimônio Jurídico
Subcapítulo 2.1: A Continuidade do Alinhamento Míope entre Diferentes Gestões
O núcleo da desconstrução conceitual do texto reside na denúncia de uma cegueira deliberada que acomete a formulação da política externa brasileira recente. O autor decodifica o comportamento do corpo diplomático profissional ao apontar a sua incapacidade crônica de convencer os sucessivos mandatários do Poder Executivo federal a respeito da existência inequívoca de um polo agressor e de um polo agredido no conflito do Leste Europeu. Segundo o diagnóstico crítico apresentado, tanto a administração de Jair Bolsonaro quanto a de Luiz Inácio Lula da Silva operaram sob um desalinhamento normativo em relação ao Direito Internacional. Esta postura representaria uma transgressão direta aos preceitos elementares estipulados na Carta das Nações Unidas, rompendo com uma tradição de neutralidade legal que o Brasil preservava desde os períodos anteriores à consolidação da referida carta multilateral. [1, 2]
Subcapítulo 2.2: O BRICS como Anomalia Estratégica e o Ostracismo Profissional
O autor estende seu marco analítico retrospectivo para classificar o fenômeno histórico que denomina como lulopetismo diplomático, cujos efeitos teriam vigorado inicialmente entre dois mil e três e dois mil e dezesseis, retornando à atividade a partir do ano de dois mil e vinte e três. Ele estabelece uma equivalência crítica entre esse modelo corporativo e o período que qualifica como o horror diplomático da gestão de Bolsonaro, caracterizando ambos como manifestações de uma esquizofrenia institucional. No entendimento do especialista, a persistência dessas orientações resultou na inserção do Brasil em arranjos multilaterais disfuncionais, definindo explicitamente o bloco dos BRICS como um Frankenstein diplomático. A defesa intransigente dessa tese e a denúncia da perda de autonomia decisória frente aos interesses das grandes potências globais foram os fatores determinantes para que o autor fosse submetido ao isolamento acadêmico e ao ostracismo funcional dentro do Itamaraty. [1, 2, 3, 4]

==========

2) Segundo comentário:

Analise, de modo mais detalhado e mais crítico, o conteúdo da última postagem apresentada.

Capítulo 1: O Pragmatismo Deformado e a Crise de Identidade do Itamaraty
O ensaio do diplomata Paulo Roberto de Almeida, intitulado Sobre a mais importante questão diplomática da atualidade e datado de vinte e seis de junho de dois mil e vinte e seis, constitui um manifesto de ruptura intelectual contra o atual direcionamento da política externa brasileira. O cerne da crítica reside na denúncia de um pragmatismo deformado, que o autor identifica tanto no atual governo de Luiz Inácio Lula da Silva quanto na gestão anterior de Jair Bolsonaro. Para o ensaísta, a incapacidade do corpo diplomático em induzir os mandatários a reconhecer a distinção jurídica elementar entre o Estado agressor (Rússia) e o Estado agredido (Ucrânia) não representa apenas um erro de cálculo geopolítico, mas uma erosão civilizatória das bases normativas que fundamentaram a inserção do Brasil no mundo moderno.
A análise detalhada do texto revela que o autor enxerga o Itamaraty contemporâneo não mais como uma instituição guardiã da legalidade internacional, mas como um aparato burocrático capturado por simpatias ideológicas e conveniências personalistas. Ao classificar as ações da Federação Russa na Crimeia e no Donbas como uma guerra de escolha, Almeida desconstrói a narrativa de que o conflito no Leste Europeu é uma consequência inevitável da expansão da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN). Ele reposiciona o foco sobre a soberania territorial e a violação flagrante da Carta das Nações Unidas, argumentando que a complacência brasileira desidrata o patrimônio jurídico que a diplomacia profissional construiu com rigor antes mesmo de mil novecentos e quarenta e cinco.
Capítulo 2: Decodificação Conceitual da Aberração Multilateral
Subcapítulo 2.1: O BRICS como um Frankenstein Diplomático
Um dos pontos de maior densidade analítica do documento é a desmistificação do bloco dos BRICS, classificado pelo cientista político como um Frankenstein diplomático. A decodificação dessa metáfora revela a contradição inerente a uma coalizão que costura, de forma artificial, democracias emergentes com regimes autocráticos e revisionistas dotados de ambições imperialistas. Almeida sustenta criticamente que a priorização desse arranjo desvia o Estado brasileiro de sua verdadeira urgência nacional, que deveria ser o desenvolvimento econômico e social interno amparado pela atração de investimentos produtivos e pela integração a mercados dinâmicos e transparentes. Ao atrelar-se ao bloco, o Brasil abdica de sua plena autonomia decisória para atuar, de forma satélite, em favor dos interesses de grandes potências autoritárias.
Subcapítulo 2.2: O Ostracismo como Preço da Racionalidade
A abordagem do autor assume um tom de denúncia institucional ao expor os mecanismos de cancelamento corporativo existentes na estrutura do serviço exterior brasileiro. O fato de suas posições rigorosamente pautadas no Direito Internacional terem culminado em seu ostracismo no Itamaraty e no distanciamento acadêmico evidencia uma patologia institucional contemporânea: a penalização do pensamento dissidente e o triunfo do conformismo burocrático. A crítica estende-se ao conceito de lulopetismo diplomático, um modelo que, segundo a exegese do autor, instrumentaliza a política externa para fins de projeção partidária e afinidades retóricas com o Sul Global, gerando um isolamento prático travestido de protagonismo.
Capítulo 3: A Ilusão da Neutralidade e o Desfecho Histórico Inevitável
O ensaio encerra-se com uma projeção sombria, porém confiante na força corretiva da história. O autor antecipa que um próximo desenlace da crise geopolítica global — a qual ele equipara em gravidade ao cenário de mil novecentos e quarenta e cinco — servirá como um choque de realidade capaz de desmascarar as orientações equivocadas adotadas pelo Brasil desde o início do século vinte e um. A neutralidade exibida pelo país é decodificada como uma omissão cúmplice que enfraquece a autoridade moral da diplomacia brasileira para atuar como mediadora em crises futuras.

===

Fim dos comentários de Demoiselle IA:

Paulo Roberto de Almeida
Brasília, 5372, 26 junho 2026, 2 p.


Nenhum comentário:

Postagem em destaque

Ainda sobre a mais importante questão diplomática da atualidade, Paulo Roberto de Almeida -Comentários recebidos de Demoiselle IA, via Airton Dirceu Lemmertz

Ainda sobre a mais importante questão diplomática da atualidade Paulo Roberto de Almeida Comentários recebidos de Demoiselle IA, via Airton ...