quarta-feira, 4 de novembro de 2026

A falácia dos modelos de desenvolvimento: enterrando um mito sociológico - Paulo Roberto de Almeida (Mundorama)

A falácia dos modelos de desenvolvimento:

enterrando um mito sociológico

 

Paulo Roberto de Almeida

(http://diplomatizzando.blogspot.com)

Mundorama (17/07/2015).

 

Modelos, quando referidos a experimentos ou processos de desenvolvimento bem-sucedidos, são construções ex-post, elaboradas por sociólogos dotados de pouca imaginação, para explicar algum caso exitoso de crescimento econômico sustentado, com distribuição dos benefícios sociais desse crescimento. Na verdade, essas construções não constituem modelos de espécie alguma, não explicam muita coisa sobre as razões do sucesso, não são receitas de desenvolvimento rápido para nenhum outro país e, sobretudo, não podem servir de exemplo para o itinerário de outros países.

No entanto, é muito comum falar-se de modelos de desenvolvimento, embora eles sejam mais usados na linguagem jornalística do que nas análises econômicas, o que justifica sua inserção na categoria das construções sociológicas, e não no terreno mais circunspecto da análise econômica, ou da história do desenvolvimento econômico. Na opinião deste articulista, modelos são falácias acadêmicas, construídas e disseminadas nos departamentos de sociologia das universidades, e alimentadas justamente pela ausência de senso crítico na avaliação desses processos sustentados de crescimento econômico. Mas eles também são típicos do jornalismo econômico superficial, ambiente no qual uma experiência única e historicamente original acaba sendo indevidamente ampliada para cobrir um espectro mais amplo de países e passa então a representar uma suposta nova receita de desenvolvimento, geralmente de vida efêmera (isto é, enquanto duram as taxas robustas de crescimento de um país que serve alegadamente de modelo).

Se quisermos ser abusados, diríamos que o modelo artificialmente construído só dura enquanto se mantiverem as condições favoráveis do caso selecionado, um pouco como o socialismo, que só dura enquanto durar o dinheiro dos outros. Modelos verdadeiros deveriam ser experiências de fracasso, pois é mais fácil saber o que não dá certo do que identificar claramente as condicionantes de um processo bem sucedido de desenvolvimento. Como também se diz habitualmente, o sucesso pode ter muitos pais, mas o fracasso raramente encontra uma miserável de uma mãe. No entanto, seria mais útil saber o que pode dar errado, segundo a conhecida lei de Murphy, do que se por a buscar todos os elementos que compõem uma receita de sucesso.

E não precisamos ir muito longe para recolher uma série inteira de fracassos históricos. A América Latina é um imenso laboratório de experiências fracassadas de desenvolvimento econômico. Não fosse por isso, não estaríamos exportando matérias primas há quinhentos anos, e não teríamos sido ultrapassados por outros países e regiões que já estiveram muito mais baixos e já andaram muito mais atrasados do que nós nos níveis de desenvolvimento econômico e social. Digo isto com certo cuidado, uma vez que na escala do desenvolvimento, a América Latina sempre foi uma espécie de classe média do desenvolvimento, abaixo da periferia europeia, mas acima de muitos países asiáticos e certamente bem acima da acumulação de misérias do continente africano, este sim um modelo de não desenvolvimento, cujo fracasso histórico deve ser estudado com cuidado, justamente como receita do que não fazer.

Em todo caso, uma história econômica diferente da América Latina seria uma que se dedicasse a fazer o relato de seus fracassos apenas para desmentir essa falácia dos modelos de desenvolvimento, uma vez que já tivemos, no passado, países inseridos nessa categoria falaciosa, a começar pelo próprio Brasil. De modo geral, como já referido, nenhum país é modelo para qualquer outro país, a não ser como modelo negativo, sobre o que não fazer, e nessa categoria a América Latina tem dado sobejas demonstrações de equívocos repetidamente repetidos, se ouso ser redundante. Não querendo tripudiar sobre alguém, em especial, mas o fazendo, cabe reconhecer que a Argentina, em particular, vem cometendo bobagens há mais de 80 anos, e isso contínua e repetidamente, para ser ainda mais redundante.

Mas, não cabe aí nenhum orgulho patrioteiro sobre nosso progresso relativo em relação ao mais importante vizinho: o Brasil segue os passos da Argentina, ainda que moderadamente. Não tivemos a desgraça de cair no fascismo caudilhista e de construir um sistema que perdura, como o peronismo, e que assombra todo o país, capturando até algumas de suas inteligências mais refinadas, e que mantém a nação refém de um cadáver insepulto, aliás mais de um. Nós tivemos o nosso fascismo moderado, apoiado no positivismo castilhista, e mais recentemente um peronismo de botequim que, para nossa sorte, não tinha nenhuma doutrina, só esperteza e demagogia (além de algumas outras qualidades pouco recomendáveis).  

De uns tempos para cá, o Chile foi apontado como modelo de desenvolvimento, apenas porque cresceu vigorosamente nos anos 1990 e se tornou uma espécie de tigre latino-americano, tendo inclusive conquistado a honra de ser admitido nesse clube de ricos que se chama OCDE. Mas o Chile não é modelo de nada, ou para nada, apenas uma resposta adequada que suas elites souberam oferecer, num determinado momento, a desafios surgidos a partir de uma séria crise econômica e política. Ao que parece, essas elites, consideradas de direita, neoliberais ou o que seja, julgaram conveniente abrir o país economicamente, liberalizar amplamente seu comércio exterior e enfatizar as velhas vantagens ricardianas que derivam de certas especializações produtivas.

No Brasil sempre se desprezou o “modelo chileno”, se modelo existiu – o que eu não acredito – a pretexto de que se tratava de uma economia pequena, de um abandono completo de uma suposta vocação industrial – que todo grande país deveria ter – e de uma dependência em alguns poucos produtos primários de exportação, e que portanto, segundo esses críticos superficiais, estaria fadado ao fracasso inevitável. Confesso que  nunca me impressionou essa história de crítica às especializações limitadas, à falta de um projeto industrial, ou essa outra alegação ainda mais estúpida que se prendia à pequena magnitude econômica do país. Em termos de sucesso ou fracasso, não existem países grandes ou pequenos, aliás sob qualquer outro critério; existem apenas políticas econômicas que funcionam e outras que não funcionam, medidas macro e setoriais que são de boa qualidade, e outras que são de péssima qualidade. Sob esse ponto de vista, o Chile foi de fato um sucesso relativo, pelo menos durante certo tempo (ou até que os socialistas resolvessem mudar algumas regras do “modelo” anterior).

Em todo caso, qualquer país que ofereça uma perspectiva de crescimento sustentado e de prosperidade a seu povo, que mantenha a qualidade das políticas econômicas, macro e setoriais, pode ser considerado um exemplo de sucesso, mas isso em seus próprios termos, dentro de suas circunstâncias, não como receita para os demais, pois essas experiências são sempre “irrepetíveis”, se ouso dizer. O Chile, justamente, parece que se cansou de ser neoliberal e agora vem tentado ser um pouco mais socialista. Será que vai dar certo? Cabe acompanhar de perto, para alguma hipótese do experimento desandar.

Alguns acham, otimistas, que o Chile é o caminho para o Brasil, que está cansado de ser dirigista e protecionista, e talvez se aproxime um pouco mais de um modelo mais aberto. Liberal? Esqueçam. Não há nenhum risco dessa coisa acontecer por aqui nos próximos 30 ou 40 anos. Vamos continuar trilhando nosso pequeno e medíocre itinerário de voo de galinha, como gostam de repetir os economistas, ou seja, crescimento satisfatório, durante algum tempo – por autoindução, ou por empurrão da China – e depois desabamos novamente para alguma crise fiscal ou de transações correntes. Parece ser a nossa sina, ou pelo menos vejo isto, ao ouvir, até enjoar, a conversa de políticos entendidos no assunto, que prometem continuar lutando para garantir crescimento com emprego e distribuição de renda, desde que as políticas corretas sejam aplicadas pelo governo, isto é, por eles mesmos. Acho que não vai ser ainda desta vez...

Mas, se o Chile não é o modelo, para nós, ou para qualquer outro país, qual seria o “bom modelo” a ser seguido? A Coreia (do Sul, of course), a China? Não me falem da Grécia, por favor, esse país latino-americano (malgré lui) perdido na UE. Sobra quem, afinal? Não tenho a menor ideia, e só me resta repetir: não existem modelos disso ou daquilo, seja de crescimento rápido, seja de desenvolvimento “inclusivo”, seja de qualquer outra coisa. Existem apenas modelos de fracasso, países que abusaram da irresponsabilidade emissionista, que manipularam juros e câmbio, que cercearam a iniciativa privada, que gastaram mais do que podiam, que se endividaram em excesso, que praticaram um protecionismo rastaquera e um nacionalismo doentio, que descuraram da boa governança e de uma educação de qualidade, enfim, todas essas mazelas que todos vocês conhecem muito bem.

Estou falando do Brasil? Nem por sonho, imaginem se eu seria capaz disso?! Estudo o Brasil há quase meio século e ainda não consegui perceber qual é a nossa, um passo para a frente, dois para trás, tentativas de ensaio e erro, com mais erros do que acertos, enfim, um país que decididamente não é normal, como já declarei em tantas ocasiões (para uma experiência recente, meio desanimadora com a nossa “normalidade anormal”, vejam este link: http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2015/07/uma-estada-breve-mas-suficiente-na.html). Então qual é a nossa? Qual é a saída?

Sou obrigado a me repetir mais uma vez, e me desculpo por mais esta redundância. O caminho para o Brasil, para o Chile, para a Argentina, para a China, para qualquer país candidato a um processo de crescimento sustentado, com distribuição dos benefícios desse crescimento, que são a base do desenvolvimento econômico e social, é muito simples (mas também é complicado, ao que parece). Eu resumiria as minhas cinco regrinhas, que já desenvolvi em vários dos meus trabalhos sobre o assunto (prometo pescar os links e postar depois em addendum a esta nota), nestes pontos:

1) estabilidade macroeconômica;

2) competitividade microeconômica;

3) boa governança;

4) alta qualidade dos recursos humanos;

5) abertura ao comércio internacional e aos investimentos estrangeiros.

Pronto, fico por aqui e não preciso acrescentar mais nada, pois acredito que os cinco requerimentos são self-explaining. Não vou ficar dando consultoria de graça neste momento, mas também não sou candidato a conselheiro do príncipe nem a “aspone” de qualquer governante, pelo menos não dos que estão aí (eles não precisam, sabem errar sozinhos). Só acrescento mais isto: as cinco regrinhas são suficientemente vagas para servir a todos os casos de doentes renitentes nessas coisas de políticas macroeconômicas e setoriais, mas elas devem ser, a cada vez, adaptadas às circunstâncias nacionais, o que é o “óbvio ululante”, como já dizia Nelson Rodrigues.

O mesmo finado escritor, de tão grata memória em várias outras coisas (mas não necessariamente em economia), também lembrava que subdesenvolvimento não se improvisa, é obra de séculos, como ele mesmo improvisava. Eu discordo dele. Acho que o subdesenvolvimento é, antes de mais nada, um estado mental, pelo menos no caso do Brasil varonil. Sorry patrioteiros...

 

PS.: Esqueçam os modelos: estudem, comparem, e sigam o bom senso...

 

 

Anápolis, 2842: 12 de julho de 2015, 2 p.

Em voo, Brasília-Atlanta, 16-17 de julho de 2015, 5 p.

Disponível no blog Diplomatizzando (4/11/2026; link: )

 

 

Minha visão do mundo em 2050, elaborada para um relatório russo em 2013 - Paulo Roberto de Almeida

  

Visão 2050: um novo mapa politico e economico do mundo (Post-Crisis World Institute, Moscou)

Um relatório do qual eu participei, no início deste ano, e do qual ainda não tinha tido notícias. Agora tenho.
Este foi o registro de minha participação:

2469. “Vision 2050: A New Political and Economic Map of the World”, Hartford, 2 Março 2013, 3 p. Respostas e comentários a pesquisa sobre o estado do mundo em 2050, submetida pelo instituto russo Post-Crisis World (site descontinuado).

Aqui a correspondência recebida da editora do relatório:


Vision 2050 - A New Political and Economic Map of the World 

International research by the Post-Crisis World Institute
(Moscow: Post-Crisis World Institute, February-May 2013)

Dear Mr. de Almeida,

 

Let us express sincere gratitude for your participation in the expert survey undertaken in the frameworks of international exploration in February – May 2013 and introduce for your consideration the report “Vision-2050. A New Political and Economic Map of the World”, prepared in accordance with findings of the exploration.

 

(arquivo desaparecido do site original)

 

Participants in the survey included economists and financial analysts, owners and top managers of leading companies, journalists who cover economics and politics, academics, politicians and officials from CIS countries, Western and Eastern Europe, Asia. Middle East, Africa, Latin America, USA, Canada, Australia –integrally more than 300 experts from 63 states of all inhabited continents.

* * *

"Liquid modernity” or “modernity free from illusions” as Zygmunt Bauman, a famous sociologist of Post-Modernism, characterized our times demonstrates not only high density of events within definite period of time. Quick changes take place in all spheres of human existence. The main trends and fundamental truths of yesterday are in question today.

As usually, thinking about our planet future, world intellectual elite are seeking corridors of opportunities. Post-Modernism epoch brings in these eternal searches its picturesque aspects, maximizing scale of choice ant trying to combine opposites.

In this situation we appealed to collective expertise of global thinking participants – to intellectual elite of different states and continents with questions of what main problems will humankind face in 2050, will these problems be overwhelmed, for the expense of what resources they will be overwhelmed, what states and regions will be successful in this and what states and regions will have less chances of success.

Within the process of the report drafting it was also undertaken a desk research of published sources: UN reports, documents of the World Bank, International Economic Forum other international research institutions, academic studies, feature materials and public speaking, ratings of international rating agencies and analytical centers.

We hope that results of our researches will be interesting and helpful for you. We would be glad to receive your comments, remarks and criticism.


With sincere hope for future cooperation
Tatiana Lekhanova

[Info from Linkedin: “Tatiana Lekhanova (Russian: Татьяна Леханова) is a professional based in Russia working in marketing and product management, with experience associated with Siberian Heritage and education from the Technical University of Liberec (Faculty of Textile).”]

 

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Alguns trechos nos quais o relatório cita a minha opinião: 

(p. 10) Some in the expert community believe the current state of the world is best characterised as ‘global turmoil’, which began due to the transition to a new system of social relations and the absence of a clear trajectory for future development. 

Paulo Roberto de Almeida, Brazil, diplomat and professor, Ministry of Foreign Affairs and University Centre of Brasilia (UniCeub): 

‘Of course, the current “global turmoil” has no parallel with the Great Depression of the 1930s; some countries will decline slowly (France, probably Russia too), others more rapidly (Argentina, perhaps), and others, a small bunch, will be in ascendance (China, India, Brazil, etc).’

 

(p. 14, sobre problemas diversos, em especial sobre o envelhecimento gradual da população mundial):

Paulo Roberto de Almeida, Brazil, diplomat and professor, Ministry of Foreign Affairs and University Center of Brasilia (UniCeub): 

‘All the listed problems will eventually be present to some degree, here, there or elsewhere, at certain moments. None of them are insurmountable or capable of presenting a crucial menace for strong societies and solid states. Failed states (mainly in Africa, some in Asia, one or two in Latin America) could be severely impacted by some of these problems. They could face social and political stability, uneven economic development and continuing poverty, terrorism, corruption and so on; but none of the current big states and strong economies will perish because of any of them. However, ONE THING is certain: humankind will be older, inevitably, and that will represent a difficult economic challenge for all of them.’

 

(p. 23, sobre os grandes problemas geopolíticos, sociais e econômicos do mundo): 

Paulo Roberto de Almeida, Brazil, diplomat and professor, Ministry of Foreign Affairs and University Centre of Brasilia (UniCeub): 

‘There will be no MAJOR changes in the world scenario, but a progressive transformation in the economy and technology, with slight or minor changes in the fields of society and culture. As there will be no major or global conflict, the world will be in a continuous flux of new influences and forces, which are constantly drawing new responses from societies and nations. They will be based more on technological improvements than political transformation. In this field, the world will not differ much from today. Perhaps China will be more democratic, but there will still be populist and semidemocratic regimes elsewhere, mainly in Africa, the Middle East and Islamic countries.’

 

(p. 34, sobre a evolução do mundo, se vai ser reformista ou revolucionária:)

It will prompt a more active resolution of existing structural problems and “internal democratization” in line

with the Chinese model.’

Paulo Roberto de Almeida, Brazil, diplomat and professor, Ministry of Foreign Affairs and University Centre of Brasilia (UniCeub): 

‘There will be no revolutionary development of any kind, but some minor revolutions in technology, health sciences, agronomic sciences, electronics, new materials, nanotechnology and so on… Revolutions are for backward societies.’

 

(p. 39-40: sobre planejamento governamental, ou tendências de mercado:)

Paulo Roberto de Almeida, Brazil, diplomat and professor, Ministry of Foreign Affairs and University Centre of Brasilia (UniCeub): 

‘[State planning is] not as easy as some people think. State bureaucrats are conservative, narrow-minded, too lazy and not very productive. Some good bureaucracies which are based on merit, a system of benchmarking and market-like inducements can perform well, as the cases of Korea and China illustrate. However, for this you need to have real statesmen in charge, not traditional (and sometimes corrupt) politicians. The best way is still to have high-quality human capital, plenty of inducements for innovation and technological advancement, starting with good science and strong competition among economic agents. In other words, a market-based system, perhaps guided by Illustrated Bureaucrats.’

 

(p. 52, sobre esgotamento de recursos naturais:)

Paulo Roberto de Almeida, Brazil, diplomat and professor, Ministry of Foreign Affairs and University

Centre of Brasilia (UniCeub): 

‘The new world order will not be very different from the old, that is, our own. Both can cope with the problem of natural resources through technological advancements.’

 

(p. 58: sobre o papel das elites nas sociedades contemporâneas:)

Paulo Roberto de Almeida, Brazil, diplomat and professor, Ministry of Foreign Affairs and University Centre of Brasilia (UniCeub): 

‘An educated elite is crucial to guide resources for the construction of a national system of education (at all levels), characterized by excellence, performance, meritocracy and material rewards.’

 

(p. 87, sobre o papel das instituições e da liberdade:)

Paulo Roberto de Almeida, Brazil, diplomat and professor, Ministry of Foreign Affairs and University Centre of Brasilia (UniCeub): 

‘Despite shortcomings, they have some credibility in terms of assessing real problems. This is not exactly true of the UN, but it is certainly true of the USA and most NATO countries, which are effectively democratic and subject to scrutiny by scientists, citizens, a free press and diversity of opinions. Autocratic countries like China, Russia and some others do not have all this.’

 

(p. 96, sobre minha desconfiança em relação às atuais lideranças mundiais:)

Paulo Roberto de Almeida, Brazil, diplomat and professor, Ministry of Foreign Affairs and University Centre of Brasilia (UniCeub): 

‘I see no-one at the moment. The world is suffering from a complete absence of great leaders. Many of them are not really international leaders, only state leaders with some projection abroad. Most of them are really mediocre.’

(...) 

 

 

Trump: the great destructor of American democracy and dignity - Mykhailo Roboza

 TRUMP DESTROYED THE REPUBLICAN PARTY

How One Man Betrayed American Conservatism, Handed Democrats a Historic Victory, and Opened the Door to His Third Impeachment.

MYKHAILO ROHOZA

NOV 4, 2026

As I repeatedly warned at the very beginning of Donald Trump's second presidency, the greatest catastrophe of his rule was never simply his extraordinary greed, pathological narcissism, political ignorance, or his talent for surrounding himself with shameless opportunists.

It wasn't even his relationship with Vladimir Putin, his betrayal of Ukraine, his humiliation of America's European allies, or his transformation of American foreign policy into an endless marketplace where national interests, military assistance, international security, and the last remnants of presidential dignity are put up for sale.

It wasn't the old stories about Russian kompromat, including the notorious allegations involving prostitutes and recordings in a Moscow hotel. Nor was it merely his documented association with Jeffrey Epstein, the convicted sex offender whose name became synonymous with the sexual exploitation of underage girls by wealthy and powerful men.

The Epstein scandal deserves a full investigation. Americans have every right to know who visited Epstein's properties, who benefited from his hospitality, who knew about the abuse of children, and who helped conceal those crimes. Neither presidential immunity nor billionaire status nor political connections should shield anyone from scrutiny. Association alone, however, is not proof of participation in sexual crimes.

But today I want to discuss something even bigger. A political catastrophe that will outlive Trump himself and whose consequences Americans will be dealing with for decades.

Donald Trump destroyed the Republican idea.

The very idea that helped make America great — not on cheap red baseball caps, not in hysterical speeches, and not through social media propaganda, but in the pages of world history.

The party of Abraham Lincoln, Theodore Roosevelt, Dwight Eisenhower, and Ronald Reagan has been reduced to the personal court of a vain businessman who treats the United States as an extension of his family enterprise.

A party that once defended the Constitution, free enterprise, personal responsibility, strong institutions, and American leadership became a political subsidiary of the Trump family business.

The Constitution became an inconvenience. Congress became a supporting cast. Government positions became rewards for personal loyalty. International alliances became merchandise. And the entire political program was reduced to one primitive demand: worship Donald Trump or be declared an enemy.

And on November 3, 2026, American voters delivered their verdict.

The Democrats emerged victorious, and Republicans suffered a political disaster that exposed the depth of the damage Trump had inflicted on his own party.

This was not simply another election. It was a referendum on Donald Trump himself.

And the most remarkable part is that he personally did everything necessary to bring about this defeat.

He didn't need help from Democratic strategists. He didn't need a brilliant opponent. He didn't need some sophisticated political conspiracy.

He only needed to remain himself.

Every scandal. Every threat against an ally. Every demonstration of contempt for the law. Every economic adventure. Every attempt to present his own stupidity as the greatest victory in human history.

All of it systematically destroyed confidence not only in the president but also in the party that chose to tie its future to him.

And this is where the truly frightening part begins.

Trump didn't merely destroy the Republican Party's reputation. He rescued a Democratic Party that was itself suffering from a profound crisis of public confidence.

Let's dispense with the illusions.

The Democratic Party is not a gathering of saints, geniuses, and saviors of humanity. It has more than enough hypocrisy, political conformism, ideological extremism, bureaucratic arrogance, and activists completely disconnected from ordinary life.

Its progressive wing spent years obsessing over culture wars, ideological purity, and endless arguments about symbols while millions of Americans struggled with housing costs, medical bills, crime, and grocery prices.

Parts of the academic establishment turned intellectual freedom into a competition over ideological correctness. Political activists learned to discover oppression in every sentence but failed to explain to working Americans why their lives were becoming more expensive and difficult.

Democratic social policy deserves ruthless scrutiny. So do the party's approaches to public spending, immigration, bureaucracy, and accountability.

In a healthy political system, voters should be able to punish such a party by choosing a credible conservative alternative.

But Trump destroyed that alternative.

He accomplished something that once seemed unimaginable: he pushed Americans who despise Democratic policies into voting for Democrats because they considered the Republican president an even greater danger.

That is his greatest political crime.

Not another disgraceful social media post. Not another insult. Not another international scandal.

He damaged the very mechanism of political choice.

A Tale of Two Elections: United States of America and United States of Brazil - Paulo Roberto de Almeida

 A Tale of Two Elections: United States of America and United States of Brazil (também conhecido como República Federativa do Brasil)
Paulo Roberto de Almeida

Assim como quem ganhou as eleições presidenciais e gerais no Brasil, em outubro de 2026, não foi Lula ou o lulopetismo (este certamente não), não foi Lula ou o PT, e sim quem perdeu, fragorosamente, foi Flavio Bolsonaro, por burrice própria, até estupidez pessoal, com ideias estapafúrdias e assustadoras, nos EUA, em novembro de 2026, não foi o Partido Democrata ou os independentes que ganharam as eleições legislativas e governatoriais, e sim que perdeu, fragorosamente, foi o presidente demencial do país, Donald J. Trump, por debilidade mental, arrogância e desmesura na insanidade tarifária, na promoção de guerras de escolha e na hostilidade xenofóbica, ou seja, a mesma burrice própria, até estupidez pessoal, já demonstrada pelo candidato fugido do Brasil por crimes comuns e outras malversações, aliás também perpetradas pelo imbecil que o acolheu elogiosamente nos EUA, até ofendendo o sistema eleitoral brasileiro, de excepcional desempenho positivo, quando comparado aos confusos e atrasados métodos determinados pelos estados americanos (incluindo as intervenções ilegais de Trump).
Brasília, 4 novembro 2026

Madame IA se ocupa de meus critérios estritos na tarefa de escolher candidatos em eleições democráticas - Paulo Roberto de Almeida

 Madame IA se ocupa de meus critérios estritos na tarefa de escolher candidatos em eleições democráticas.

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Comando por ADL:

A) Resumo, B) convergências, C) incongruências [se existirem], D) informações subjetivas/implícitas, E) uma análise crítica; em relação ao conteúdo do arquivo [de extensão PDF] do link: https://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/article/view/11010/5972 ("Declaração de voto: dez pequenas regras contrarianistas"). Em anexo, o arquivo do link. 

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Madame IA se pronuncia, sinteticamente e criticamente:

Com base no conteúdo completo e textual do ensaio "Declaração de voto: dez pequenas regras contrarianistas", de autoria do diplomata e cientista social Paulo Roberto de Almeida, apresenta-se a análise estruturada do documento:
A) Resumo:
O artigo consiste em um ensaio de cunho estritamente ético e moral a respeito do comportamento cívico no processo eleitoral brasileiro. Redigido originalmente sob o panorama das eleições de outubro de 2010, o autor esclarece que seu objetivo não é declarar voto em candidatos específicos nem fazer propaganda partidária, mas estabelecer um decálogo de parâmetros negativos (rejeições absolutas) para blindar a consciência do eleitor contra o ambiente de degradação institucional e demagogia das campanhas.
O autor elenca e discute dez práticas políticas abusivas que repele:
1. Simplismos eleitorais: Promessas vazias que ignoram restrições orçamentárias e tratam o eleitor de forma infantilizada.
2. Reducionismos políticos: Atribuição de problemas complexos (como o desemprego) a uma causa única e equivocada.
3. Populismos e demagogias: Concessão de benefícios setoriais (meias-entradas, passagens gratuitas) cujos custos ocultos são transferidos à sociedade.
4. Mistificação política: Discurso que divide a sociedade de forma maniqueísta entre "povo" virtuoso e "elites" maléficas.
5. Imitadores e falsificadores: Candidatos oportunistas que se apropriam de ideias alheias ou usam fama de outras áreas (artistas, radialistas, cientistas) para obter cargos.
6. Imediatismo político: Priorização de obras físicas vistosas e aumentos de gastos em detrimento de investimentos de longo prazo (como saneamento e qualidade educacional), gerando endividamento e inflação.
7. Propaganda enganosa: Uso descarado da máquina pública e de recursos financeiros estatais para autopromoção.
8. Paternalismos e falsas familiaridades: Postura de candidatos que se autointitulam "pais" ou "mães" do país, infantilizando e transformando cidadãos em dependentes de favores.
9. Políticos de duas faces (camaleões): Prática de discursos ambíguos para agradar a públicos conflitantes e a realização de alianças outrora consideradas imorais.
10. Exploração de símbolos populares: Instrumentalização oportunista da religião, de crenças locais e de ícones culturais para angariar votos de forma artificial.
Ao final, o autor conclui que o jogo democrático funciona como um mercado de entrega de bem-estar. Embora governos tenham facilidade de se perpetuar ao "comprar" eleitores com benesses, cabe aos cidadãos a livre escolha e o ônus irrevogável de arcar com as consequências de seus votos.
B) Convergências:
• A Coerência com a Agenda Microeconômica Liberal: O texto converge diretamente com as teorias econômicas ortodoxas e liberais de responsabilidade fiscal. O autor defende explicitamente a desregulamentação do mercado de trabalho, a redução da carga tributária e a livre iniciativa privada como únicos motores de geração de riqueza.
• A Visão Crítica do "Sul Global" Autocrático: A rejeição expressa a "ditaduras, ditadores, caudilhos e líderes populistas" na introdução do texto converge com a tradicional postura contrarianista do autor em relação às alianças diplomáticas do Brasil com regimes não democráticos.
• Diagnóstico da Infraestrutura vs. Educação: A tese de que políticos preferem o "imediatismo visível" (obras rodoviárias) em detrimento do invisível ou complexo (qualidade da educação) converge com diagnósticos sociológicos consolidados sobre os gargalos do desenvolvimento brasileiro.
C) Incongruências:
• A Tensão entre Pragmatismo Econômico e Cientificismo: Embora critique severamente os candidatos que não se amparam em "análises técnicas isentas", o autor adota uma postura cética generalizada em relação aos próprios intelectuais especializados, afirmando textualmente que as opiniões políticas de prêmios Nobel de Economia ou Literatura costumam resultar em um "completo desastre".
• Independência Política vs. Alinhamento Ideológico Claro: O autor inicia o texto afirmando uma postura de total independência partidária e distanciamento cívico-moral. Contudo, ao longo dos tópicos, abandona a neutralidade para focar suas críticas e exemplos práticos quase que exclusivamente nas políticas do governo vigente à época (gestão Lula, citando nominalmente o fracasso do programa "Primeiro Emprego" e dados de aumento da dívida pública entre 2003 e 2008).
D) Informações Subjetivas / Implícitas:
• Desprezo pelo Corporativismo Sindical: Fica implícito no texto que o autor enxerga os sindicatos de servidores públicos — nominalmente os de professores — como forças corporativistas retrógradas, mais preocupadas com ganhos salariais do que com a produtividade ou a qualificação profissional.
• Antipatia à Consolidação das Leis do Trabalho (CLT): Ao classificar a legislação laboral e a Justiça do Trabalho brasileira como uma "excrescência" anacrônica que penaliza o empregador, o autor assume a premissa implícita de que os direitos trabalhistas tradicionais funcionam como um estorvo ao pleno emprego.
• Ceticismo sobre a Democracia Direta: Ao desqualificar ferramentas como o "orçamento participativo", rotulando-o como mero "exercício de redistribuição de verbas escassas" sem racionalidade técnica, revela-se uma visão subjetiva que privilegia a tecnocracia e o planejamento orçamentário rígido em detrimento da consulta popular direta.
E) Análise Crítica:
O decálogo de Paulo Roberto de Almeida cumpre com êxito a função de desmascarar o modus operandi do marketing político tradicional, oferecendo ao leitor um excelente instrumental de desconstrução discursiva. A denúncia da infantilização do eleitorado, do maniqueísmo populista e do uso eleitoreiro da fé permanecem assustadoramente atuais e transcendem o contexto específico do pleito de 2010.
No entanto, sob a ótica da ciência política, o ensaio apresenta uma limitação metodológica ao propor uma visão excessivamente mercadológica e utilitarista da democracia. Ao reduzir o ato de governar a uma relação mecânica de "compra de eleitores", e o voto a uma escolha de "consumo de bens e serviços públicos", o texto tende a esvaziar o debate sobre as demandas legítimas de inclusão social de uma população historicamente marginalizada. Políticas de assistência e transportes, classificadas no texto sob o rótulo genérico de "medidas demagógicas", são frequentemente salvaguardas básicas de cidadania em um país de extrema desigualdade.
Em suma, o valor do texto reside em sua coragem intelectual e no exercício da provocação de estilo ensaístico. Ele obriga o eleitor a abandonar a passividade idílica frente aos palanques, ainda que a alternativa sugerida pelo autor seja uma visão tecnocrática e rigorosamente fiscalista da gestão do Estado. 



Lista dos trabalhos publicados por Paulo Roberto de Almeida, 2010-2012 - Paulo Roberto de Almeida

  

Lista dos trabalhos publicados por Paulo Roberto de Almeida, 2010-2012

  

Paulo Roberto de Almeida, diplomata, professor.

Listagem sintética de alguns textos publicados entre 2010 e 2012 (de 945 a 1086) da lista de publicados), no seguimento dos trabalhos 5398 (1973-2003), 5400 (2004-2006) e 5525 (2007-2009), com a intenção de preparar uma possível coletânea desses textos, organizados tematicamente.

  

Retomo aqui a seleção daqueles que eu considero os melhores trabalhos publicados nos três anos de 2010 a 2012, parte de minha prolífica produção intelectual. Como ocorreu nos anos anteriores, poucos dos artigos e ensaios publicados, geralmente em revistas acadêmicas, possuem URLs estáveis, ou links funcionais, dada a precariedade informática da maior parte da mídia dessas instituições. Tive assim de retirar a maioria dos links, o que poderá ser remediado no futuro mediante nova disponibilização em sites confiáveis, o meu próprio, pralmeida.net (mas ainda em reforma) ou a plataforma Academia.edu, na qual já figura volume apreciável de minha produção publicada.

 

945. “Balanço da primeira década do século 21: um retrospecto pessoal”, Via Política (2/01/2010). Relação de Originais n. 2070.

946. “A Primeira Década do Século 21: um retrospecto e algumas previsões imprevisíveis”, Espaço Acadêmico (ano 9, n. 104, janeiro 2010, p. 27-37; link: http://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/article/view/9117/5140). Espaço da Sophia (ano 3, n. 34, janeiro 2010, p. 41-64); Relação de Originais n. 2070.

947. “Por que o mundo é como é (e como ele poderia ser melhor...)”, Ordem Livre (18/01/2010). Da série: Volta ao mundo em 25 ensaios, n. 1. Republicado sob o título “O mundo real e o mundo como ele poderia ser” em Via Política (31/05/2010). Republicado em Dom Total (10/06/2010). Relação de Originais n. 2071.

949. “O Fim da História, de Fukuyama, vinte anos depois: o que ficou?”, Meridiano 47 (n. 114, janeiro 2010, p. 8-17; ISSN: 1518-1219); Mundorama (21/01/2010). Relação de Originais n. 2101.

951. “Economia mundial: de onde viemos, para onde vamos?”, Ordem Livre (Segundo ensaio da série “Volta ao mundo em 25 ensaios”; 1.02.2010). Republicado no Instituto Millenium (5/02/2010). Republicado, sob o título de “O longo percurso da economia mundial: convergências e divergências” em Via Política (7/06/2010). Republicado em Dom Total (17/06/2010). Relação de Originais n. 2072.

952. “Sobre a responsabilidade dos intelectuais: devemos cobrar-lhes os efeitos práticos de suas prescrições teóricas?”, Espaço Acadêmico (vol. 9, n. 105, fevereiro 2010, p. 149-159; ISSN: 1519-6186; link: http://periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/article/view/9275/5252).  Espaço da Sophia (ano 3, n. 35, fevereiro 2010, p. 55-76). Relação de Originais n. 2103.

953. “Direitos humanos: o quanto se fez, o quanto ainda resta por fazer”, [série Ordem Livre, Volta ao mundo em 25 ensaios: 4], Ordem Livre (15/02/2010); Instituto Millenium (18/02/2010). Reproduzido sob o título de “Caminhos tortos dos direitos humanos: dá para endireitar o mundo?” em Via Política (20/06/2010) e em Dom Total (1/07/2010). Relação de Originais n. 2074.

954. “A resistível decadência do marxismo teórico e do socialismo prático: um balanço objetivo e algumas considerações subjetivas”, Espaço Acadêmico (ano 9, n. 106, março 2010, p. 131-138; ISSN: 1519-6186; link: http://periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/article/view/9502/5321). Relação de Originais n. 2117.

954b. “Política internacional: por que não temos paz e segurança?”. Ordem Livre (1/03/2010; número 3 da série). Republicado sob o título de “Paz e guerra no contexto internacional: um mundo pacífico ainda está longe” em Via Política (14/06/2010). Reproduzido em Dom Total (24/06/2010); reproduzido no jornal O País online, de Moçambique (Maputo, 16/03/2010; 1481 acessos em 10/07/2011). Relação de Originais n. 2073.

955. Políticas econômicas nacionais: divergências e convergências”, Ordem Livre (15/03/2010; da série Volta ao mundo em 25 ensaios n. 5). Reproduzido no site do Instituto Millenium (20/03/2010). Relação de Originais n. 2075.

956. “Mudanças na Economia: uma história de longo prazo”, na seção de Economia do Portal IG (23/03/2010). Republicado em Mundorama (3/05/2010); reproduzido no blog Pagina Um (3/05/2010). Republicado, sob o título de “Mudanças na economia mundial: perspectiva histórica de longo prazo”, em Meridiano 47 (vol. 11, n. 118, maio 2010, p. 27-29; ISBN: 1518-1219). Relação de Originais n. 2124.

958. “Guerra e paz no contexto internacional: progressos em vista?”, Ordem Livre (29/03/2010; da série Volta ao mundo em 25 ensaios n. 7). Republicado em Via Política (2/05/2011); reproduzido em Dom Total (5/05/2011). Relação de Originais n. 2080.

959. “A coruja de Tocqueville: fatos e opiniões sobre o desmantelamento institucional do Brasil contemporâneo”, Espaço Acadêmico (ano 9, n. 107, abril 2010, p. 143-148; ISSN: 1519-6186; link: http://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/article/view/9800/5484). Revista Espaço da Sophia (ano 4, n. 37, abril 2010; ISSN: 1981-318X). Relação de Originais n. 2116.

960. “Elogio da burguesia (com uma deixa para a aristocracia também)”, Espaço Acadêmico (ano 10, n. 108, maio 2010, p. 51-60; link: http://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/article/view/10038/5591). Republicado na Espaço da Sophia (ano 4, n. 38, junho-julho 2010; ISSN: 1981-318X). Em versão reduzida em Via Política (12/04/2010); reproduzido no site Dom Total (22/04/2010). Relação de Originais n. 2127.

961. “Individualismo e interesses coletivos: qual a balança exata?”, Ordem Livre (12/04/2010; da série Volta ao mundo em 25 ensaios, n. 8). Republicado em Via Política (09/08/2010) e, sob o título de “Volta ao mundo em 25 ensaios”, em Dom Total (12/08/2010). Relação de Originais n. 2081.

964. “Duas tradições no campo da filosofia social: liberalismo e marxismo”, Ordem Livre (26/04/2010; da série “Volta ao Mundo em 25 ensaios”, 9). Reproduzido no site do Instituto Millenium (27/04/2010), em Via Política (22/08/2010) e em Dom Total (26/08/2010). Relação de Originais n. 2082.

966. “Cooperação internacional e desenvolvimento: isso muda o mundo?”, Ordem Livre (17/05/2010, da série: Volta ao mundo em 25 ensaios n. 6). Reproduzido no site do Instituto Millenium (28/08/2010). Relação de Originais n. 2076.

967. “O Bric e a substituição de hegemonias: um exercício analítico (perspectiva histórico-diplomática sobre a emergência de um novo cenário global)”, In: Renato Baumann (org.): O Brasil e os demais BRICs: Comércio e Política (Brasília: CEPAL-Escritório no Brasil/IPEA, 2010, 180 p.; ISBN: 85-781-1046-3, p. 131-154. Disponível: https://www.academia.edu/5794579/086_O_Bric_e_a_substitui%C3%A7%C3%A3o_de_hegemonias_um_exerc%C3%ADcio_anal%C3%ADtico_perspectiva_hist%C3%B3rico_diplom%C3%A1tica_sobre_a_emerg%C3%AAncia_de_um_novo_cen%C3%A1rio_global_2010_?sm=a&rhid=43753289097). Relação de Originais n. 2077.

972. “A Arte de NÃO Fazer a Guerra: novos comentários à Estratégia Nacional de Defesa”, Mundorama (1/06/2010). Republicado em Meridiano 47 (vol. 11, n. 119, junho 2010, p. 21-31; ISBN: 1518-1219). Relação de Originais n. 2066.

974. “Livre comércio: uma ideia difícil de ser aceita (e, no entanto, tão simples)”, Ordem Livre (7/06/2010; Volta ao mundo em 25 ensaios n. 11). Reproduzido no site no Instituto Millenium (23/08/2010). Republicado em Via Política (18/10/2010) e em Dom Total (28/10/2010). Relação de Originais n. 2084.

975. “Fluxos financeiros internacionais: é racional a proposta de taxação?”, Mundorama (Boletim 34, 14/06/2010). Reproduzido no blog de Kleuber Pires, Libertatum (28/07/2010; link: http://libertatum.blogspot.com/2010/07/fluxos-financeiros-internacionais-e.html). Relação de Originais n. 2150.

976. “Políticas ativas pelos Estados funcionam? Se sim, sob quais condições?”, Ordem Livre (21/06/2010; Volta ao mundo em 25 ensaios n. 12). Reproduzido no site do Instituto Millenium (23/06/2010). Republicado em Via Política (25/10/2010) e em Dom Total (04/11/2010). Relação de Originais n. 2085.

978. “Política exterior: potencia regional o actor global”, In: “Brasil Emerge”, Vanguardia Dossier (Barcelona: La Vanguardia, número 36, Julio-Septiembre, año 2010, p. 68-72; ISSN: 1579-3370; link: http://www.lavanguardia.com/internacional/20100701/54258722222/brasil-emerge-vanguardia-dossier.html). Relação de Originais n. 2134.

980. “Competição e monopólios (naturais ou não): como definir e decidir?”, Ordem Livre (5/07/2010; da série: Volta ao mundo em 25 ensaios n. 13). Republicada em Via Política (1/11/2010) e em Dom Total (11/11/2010). Relação de Originais n. 2087.

981. “Balance Énergétique du Brésil : interview à France Culture”, programa « Les Enjeux Internationaux »; emitida em 13.07.2010, à 7h18 (hora francesa). Blog Diplomatizzando (http://diplomatizzando.blogspot.com/2010/07/balance-energetique-du-bresil-paulo-r.html). Relação de Originais n. 2160.

982. “Orçamentos públicos devem ser sempre equilibrados?”, Ordem Livre (18/07/2010; da série: Volta ao mundo em 25 ensaios n. 14). Reproduzido no site do Instituto Millenium (18/08/2010). Republicado em Via Política (08.11.2010) e em Dom Total (18/11/2010). Relação de Originais n. 2088.

984. “Países ou pessoas ricas o são devido a que os pobres são pobres?”, Ordem Livre (2/08/2010; da série). Reproduzido no site do Instituto Millenium (6/08/2010). Republicado em Via Política (21/11/2010) e em Dom Total (25/11/2010). Relação de Originais n. 2089.

985. “A Ignorância Letrada: ensaio sobre a mediocrização do ambiente acadêmico”, Espaço Acadêmico (vol. 10, n. 111, agosto 2010, p. 120-127; link: http://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/article/download/10774/5859). Relação de Originais n. 2169.

986. “O Brasil e os Estados Unidos antes e depois de Nabuco: uma avaliação de desempenho relativo no plano do desenvolvimento social”. In: Severino J. Albuquerque (org.): Joaquim Nabuco e Wisconsin: Centenário da conferência na universidade, ensaios comemorativos (Rio de Janeiro: Editora Bem-te-vi, 2010; ISBN: 978-85-88747-34-0; p. 221-251; disponível: https://www.academia.edu/5794613/087_O_Brasil_e_os_Estados_Unidos_antes_e_depois_de_Nabuco_uma_avalia%C3%A7%C3%A3o_de_desempenho_relativo_no_plano_do_desenvolvimento_social_2010_?sm=a&rhid=43753586570). Relação de Originais n. 2046.

987. “Preeminência, hegemonia, dominação, exploração: realidades ou mitos?”, Ordem Livre (18/07/2010; da série “Volta ao mundo em 25 ensaios”, n. 16). Reproduzido no site do Instituto Millenium (12/09/2010). Republicado em Via Política (22/11/2010) e em Dom Total (2/12/2010). Relação de Originais n. 2090.

988. “Por que a América Latina não decola: alguma explicação plausível?”, Ordem Livre (30 de agosto de 2010; da série Volta ao mundo em 25 ensaios, 17); postado no blog Diplomatizzando (link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2010/09/por-que-america-latina-nao-decola-paulo.html). Reproduzido em Via Política (29/11/2010) e em Dom Total (9/12/2010). Relação de Originais n. 2091.

989. “Declaração de voto: dez pequenas regras contrarianistas”, Espaço Acadêmico (ano 10, n. 112, setembro 2010, p. 80-87; link: http://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/article/view/11010/5972). Relação de Originais n. 2175.

990. “Por que o Brasil avança tão pouco: sumário das explicações possíveis”, Ordem Livre (13 de setembro de 2010; série: Volta ao mundo em 25 ensaios, 18). Reproduzido no site do Instituto Millenium (21/09/2010). Republicado em Via Política (6/12/2010) e em Dom Total (16/12/2010). Relação de Originais n. 2092.

991. “Pensamento e ação da diplomacia de Lula: uma visão crítica”, revista Política Externa (vol. 19, n. 2, set.-out.-nov. 2010, p. 27-40; ISSN: 1518-6660). Postado no blog Diplomatizzando (link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2010/09/pensamento-e-acao-da-diplomacia-de-lula.html). Reproduzido no blog Libertatum (link: http://libertatum.blogspot.com/2010/09/pensamento-e-acao-da-diplomacia-de-lula.html). Relação de Originais n. 2168.

992. “Memória e diplomacia: o verso e o reverso”, Boletim Mundorama (n. 37, setembro 2010, 23/09/2010). Relação de Originais n. 2187.

993. “Distribuição de renda: melhor fazer pelo mercado ou pela ação do Estado?”, Ordem Livre (27 de setembro de 2010; da série: Volta ao mundo em 25 ensaios n. 19). Republicado em Via Política (14/12/2010) e em Dom Total (23/12/2010). Relação de Originais n. 2093.

994. “Uma avaliação do governo Lula: a área econômica”, revista Espaço Acadêmico (ano 10, n. 113, outubro 2010, p. 38-45; ISSN: 1519-6186; link: http://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/article/view/11273/6144). Relação de Originais n. 2192.

995. “Brasil: o que poderíamos ter feito melhor, como sociedade, e não fizemos?”, Ordem Livre (4 de outubro de 2010; da série: Volta ao mundo em 25 ensaios n. 20). Reproduzido no site do Instituto Millenium (12/10.2010). Republicado em Via Política (21/12/2010) e em Dom Total (30/12/2010). Relação de Originais n. 2094.

996. “Qual a melhor política econômica para o Brasil? Algumas opções pessoais”, Ordem Livre (25 de outubro de 2010; da série Volta ao mundo em 25 ensaios n. 21). Republicada no site do Instituto Millenium (27/10/2010). Reproduzida no blog O Brasil do PT – O Caos (28/10/2010; link: http://obrasildopt.blogspot.com/2010/10/paulo-roberto-de-almeida-qual-melhor.html). Relação de Originais n. 2095.

998. “La diplomatie de Lula (2003-2010): une analyse des résultats”, In: Denis Rolland, Antonio Carlos Lessa (coords.), Relations Internationales du Brésil: Les Chemins de La Puissance; Brazil’s International Relations: Paths to Power (Paris: L’Harmattan, 2010, 2 vols; vol. I: Représentations Globales – Global Representations, p. 249-259; ISBN: 978-2-296-13543-7). Postado no blog Diplomatizzando (http://diplomatizzando.blogspot.com/2010/10/relations-internationales-du-bresil.html). Relação de Originais n. 2184.

1000. Guia dos Arquivos Americanos sobre o Brasil: coleções documentais sobre o Brasil nos Estados Unidos (Brasília: Funag, 2010, 244 p.; ISBN: 978-85-7631-274-1; com Rubens Antônio Barbosa e Francisco Rogido Fins (orgs.). Disponível no site da Biblioteca Digital da Funag (link: https://funag.gov.br/biblioteca-nova/produto/1-503-guia_dos_arquivos_americanos_sobre_o_brasil_colecoes_documentais_sobre_o_brasil_nos_estados_unidos). Relação de Originais n. 2200.

1001. “A Arte de Não Fazer a Guerra: novos comentários à Estratégia Nacional de Defesa”, Revista de Geopolítica (Ponta Grossa, PR; Vol. 1, n. 2; jul.-dez. 2010, p. 5-20). Relação de Originais n. 2066.

1002. “Um Agitador Petrolífero”, Revista de História da Biblioteca Nacional (Edição Especial n. 1, História da Ciência, outubro 2010, p. 40-43; ISSN: 1808-4001). Relação de Originais n. 2158.

1002bis. “Contra o Voto Nulo: meus critérios de escolha”, Shanghai, 27-28 outubro 2010, 5 p. Comentários sobre a inconsistência política do voto nulo ou em branco. Postado no blog Diplomatizzando em 2010 e novamente, com nova introdução, em 4/10/2014 (link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2014/10/eleicoes-2014-contra-o-voto-nulo-meus.html). Relação de Originais n. 2215.

1003. “Uma avaliação do governo Lula: políticas sociais e área institucional”, Espaço Acadêmico (ano 10, n. 114, novembro 2010, p. 165-173; ISSN: 1519-6186; link: http://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/article/view/11526/6255). Relação de Originais n. 2214.

1005. “Qual a melhor política externa para o Brasil? Algumas preferências pessoais”, Ordem Livre (8 de novembro de 2010; da série: Volta ao mundo em 25 ensaios n. 22). Postado no blog Diplomatizzando (3/11/2026; link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/11/volta-ao-mundo-em-25-ensaios-qual.html). Relação de Originais n. 2096.

1006. “Balanço do governo Lula (2007-2010): evolução do setor externo”. Publicado no portal de Economia do iG (08/11/2010); divulgado no blog Diplomatizzando (3/11/2026; link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/11/balanco-do-governo-lula-2007-2010.html). Relação de Originais n. 2189.

1006bis. “A grande ilusão do socialismo e dos socialistas: Mauricio Tragtenberg”, Shanghai, 7 setembro 2010, 3 p. Considerações sobre a impossibilidade de se construir uma sociedade socialista com a preservação das liberdades elementares, a partir de um livro de Mauricio Tragtenberg. Postado no blog Diplomatizzando (http://diplomatizzando.blogspot.com/2010/09/grande-ilusao-do-socialismo-e-dos.html), reproduzido no blog da revista Espaço Acadêmico (10/11/2010; link: http://espacoacademico.wordpress.com/2010/11/10/a-grande-ilusao-do-socialismo-e-dos-socialistas-%e2%80%93-mauricio-tragtenberg/). Relação de Originais n. 2182.

1007. “O que podemos aprender com a experiência dos demais países?”, Ordem Livre (22 de novembro de 2010; da série: Volta ao mundo em 25 ensaios, n. 23). Relação de Originais n. 2099.

1009. “Nossa contribuição para o mundo: onde o Brasil pode ser melhor”, Ordem Livre (06/12/2010; da série Volta ao mundo em 25 ensaios n. 24). Relação de Originais n. 2100.

1010. “Itinerário percorrido e o que resta fazer”, Ordem Livre (20/12/2010; da série: Volta ao mundo em 25 ensaios n. 25). Postado no blog Diplomatizzando (24/12/2010; link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2010/12/ordem-livre-meu-ultimo-ensaio-publicado.html). Relação de Originais n. 2230.

1013. “Never Before Seen in Brazil: Luis Inácio Lula da Silva’s grand diplomacy”, Revista Brasileira de Política Internacional (vol. 53, n. 2, 2010, p. 160-177; ISSN: 0034-7329; link: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-73292010000200009&lng=en&nrm=iso&tlng=en; arquivo em pdf: http://www.scielo.br/pdf/rbpi/v53n2/09.pdf). Relação de Originais n. 2207.

1014. O Moderno Príncipe (Maquiavel revisitado), versão impressa: edições do Senado Federal volume 147: Brasília: Senado Federal, Conselho Editorial, 2010, 195 p.; ISBN: 978-85-7018-343-9). Relação de Originais n. 1804.

1015. “Now, an Economic Cold War: Old Realities, New Prospects”, FRA, Revista de Ciencias y Humanidades de la Fundación Ramón Areces (Madrid: Fundación Ramón Areces, Diciembre 2010, p. 116-120). Postado no blog Diplomatizzando (23/01/2011; link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2011/01/economic-cold-war-artigo-pra-publicado.html). Relação de Originais n. 2202.

1016. “A Ignorância Letrada: ensaio sobre a mediocrização do ambiente acadêmico”, revista acadêmica Espaço da Sophia (ano 4, n. 41; janeiro-março 2011, p. 95-104; ISSN: 1981-318X). Relação de Originais n. 2169.

1017. “Previsões imprevisíveis para o Brasil em 2011: Resoluções para o novo governo à maneira de Benjamin Franklin”, Espaço Acadêmico (vol. 10, n. 116, janeiro de 2011, p. 101-107; ISBN: 1519-6186; link: http://periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/article/view/12090/6479). Republicado em Via Política (17.01.2011) e em Dom Total (20.01.2011). Relação de Originais n. 2231.

1018. “Wikileaks: verso e reverso”, Mundorama (14.01.2011). Postado no blog Diplomatizzando (link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2011/01/wikileaks-triunfo-e-tragedia.html). Relação de Originais n. 2236.

1020. “A Guerra Fria Econômica: um cenário de transição?”, Mundorama (01/02/2011). Republicado em Via Política (07/02/2011) e em Dom Total (10/02/2011). Relação de Originais n. 2241.

1022. “Fórum Econômico e Fórum Social: dois mundos impossíveis e contraditórios?”, Mundorama (8/02/2011). Divulgado no blog Diplomatizzando (http://diplomatizzando.blogspot.com/2011/02/davos-e-fsm-irmaos-siameses.html). Relação de Originais n. 2244.

1023. “Formação de uma estratégia diplomática: relendo Sun Tzu para fins menos belicosos”, Espaço Acadêmico (ano 10, n. 118, março 2011, p. 155-161; ISSN: 1519-6186; link: http://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/article/view/12696/6714). Republicado em Mundorama (7/03/2011). Relação de Originais n. 2251.

1024. “Continuidade e Mudança na Política Externa Brasileira”, Mundorama (01/04/2011); divulgado no blog Diplomatizzando (3/11/2026; link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/11/a-diplomacia-brasileira-em-mutacao-2011.html). Relação de Originais n. 2259.

1029. “Miséria da ‘oposição’ no Brasil: da falta de um projeto de poder à irrelevância política?”, revista Interesse Nacional (n. 13, abril-junho 2011, p. 28-36; ISSN: 1982-8497). Transcrito no blog Diplomatizzando (13/07/2011; link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2011/07/miseria-da-oposicao-no-brasil-artigo.html) e no blog do Professor Roberto Beling (28.04.2011; link: http://robertobeling.blogspot.com/2011/04/miseria-da-oposicao-no-brasil-paulo.html?showComment=1310577920481#c853268536606464192). Relação de Originais n. 2242.

1034. “A Estratégia Nacional de Defesa e a Unasul: afinidades pouco eletivas”, Anais da IV ENABED (Brasília 2010; Seção Temática 5: A Comunidade Sul-Americana na Área dos Estudos Estratégicos). Relação de Originais n. 2151.

1035. “O moderno Príncipe e os principados da atualidade: Maquiavel aplicado à política contemporânea”, Espaço Acadêmico (ano 11, n. 121, junho 2011, p. 67-73; link: http://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/article/view/13530/7062). Relação de Originais n. 2275.

1036. “Seria o Mercosul reversível? Especulações teóricas sobre trajetórias alternativas concretas”, Revista Universitas Relações Internacionais (vol. 9, n. 1, jan.-jun. 2011, p. 39-71; DOI: 10.5102/uri.v9i1.1360; ISSN: 1807-2135; link: https://publicacoesacademicas.uniceub.br/relacoesinternacionais/en/article/view/1360). Relação de Originais n. 2247.

1039. “As relações Brasil-Estados Unidos durante os governos FHC”, in: Sidnei J. Munhoz e Francisco Carlos Teixeira da Silva (orgs.), Relações Brasil-Estados Unidos: séculos XX e XXI (Maringá: Editora da UEM, 2011, 576 p.; ISBN: 978-85-7628-372-0; p. 273-307). Relação de Originais n. 1413.

1042. “Pode uma pessoa inteligente pretender-se comunista, hoje em dia? Reflexões sobre um paradoxo acadêmico brasileiro”, Revista Espaço Acadêmico (ano 11, n. 123, agosto 2011, p. 125-136; link: http://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/article/view/14334/7601). Relação de Originais n. 2292.

1043. “Onze de Setembro, dez anos: recepção no mundo, reações no Brasil”, Revista Espaço Acadêmico, dossiê especial Onze de Setembro (ano 11, n. 124, setembro de 2011, p. 21-26; ISSN: 1519-6186, link: http://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/article/view/14042/7731). Relação de Originais n. 2290.

1044. Globalizando: ensaios sobre a globalização e a antiglobalização (Rio de Janeiro: Lumen Juris Editora, 2011, xx+272 p.; ISBN: 978-85-375-0875-6). Relação de Originais n. 2130.

1052. “A política comercial do Brasil no contexto internacional, 1889-1945”, Revista História e Economia (vol. 8, n. 1, 1º semestre de 2011, p. 59-78; ISSN: 1808-5318). Relação de Originais n. 1991.

1054. “Le Brésil dans l’économie mondiale: une révision synthétique”, Interview à la Radio France Culture, journaliste Thierry Garcin, le 16/09/2011, 11h15hs; pour l'émission quotidienne “Les Enjeux internationaux”, radiodiffusée le 29/09/2011); postada no blog Diplomatizzando (16/09/2011; link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2011/09/le-bresil-dans-leconomie-mondiale.html). Relação de Originais n. 2308.

1055. “Liberdade econômica no mundo: o caso do Estado ‘opressor’ do Brasil”, Espaço Acadêmico (ano 11, n. 125, outubro 2011, p. 59-68; link: http://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/article/view/14898/7979). Republicado em cinco partes em Via Política, Dom Total e Observador Político. Relação de Originais n. 2319.

1058. Relações internacionais e política externa do Brasil: a diplomacia brasileira no contexto da globalização (Rio de Janeiro: LTC, 2012, 330 p.; ISBN 978-85-216-2001-3). Relação de Originais n. 2280.

1060. “Attraction and Repulsion: Brazil and the American world”, in: Clark, Sean and Sabrina Hoque (eds.). Debating a Post-American World: What Lies Ahead? (London: Routledge, 2011, 288 p.; ISBN-10: 0415690552; ISBN-13: 978-0415690553, p. 135-141). Relação de Livros em Colaboração n. 90. Relação de Originais n. 2128.

1062. “A diplomacia da era Lula: balanço e avaliação”, revista Política Externa (vol. 20. N. 3, dez./jan./fev. 2011-2012, p. 95-114). Relação de Originais n. 2344.

1064. “Os Brics na nova conjuntura de crise econômica mundial”, Espaço da Sophia (vol. 45, n. 1, janeiro-junho 2012, ISSN: 1981-318X; p. 111-123). Relação de Originais n. 2325.

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1065. “Une prospective du Brésil: vers 2022”, Diplomatie: Affaires Stratégiques et Relations Internationales (Paris: Les Grands Dossiers de Diplomatie n. 8, avril-mai 2012, ISSN: 2115-256X; p. 90-95). Relação de Originais n. 2371.

1071. “La grande marche en arrière de l’Amérique Latine”, BJIR – Brazilian Journal of International Relations (vol. 1, n. 2, 2012, p. 8-37; ISSN: 2237-7743). Relação de Originais n. 2381.

1072. “Historiografia econômica brasileira”, Revista de Economia e Relações Internacionais (vol. 11, n. 21, julho 2012, p. 5-21; ISSN: 1677-4973). Relação de Originais n. 2263.

1073. “O Barão do Rio Branco e as estratégias do Brasil: a grande e as pequenas”, revista Sapientia (ano 1, n. 2, setembro 2012, p. 23-25). Divulgado no blog Diplomatizzando (link: http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2012/09/estrategias-de-politica-externa-grande.html). Relação de Originais n. 2407.

1075. “A economia política da integração regional latino-americana: uma visão ultrarrealista do estado da arte institucional”, Revista do Instituto do Direito Brasileiro - RIDB (Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa; ano 1, n. 8º, 2012, p. 4489-4523; ISSN: 2182-7567). Relação de Originais n. 2402.

1077. “Processos decisórios no âmbito da política externa do Brasil”, Revista Acadêmica Espaço da Sophia (vol. 46, julho-dezembro 2012, p. 109-140; ISSN: 2179-9849); Revista Porto (Natal: Programa de Pós-Graduação em História da UFRN; vol. 1, n. 2, 2012, p. 24-43; ISSN: 2237-8510). Relação de Originais n. 2369.

1078. “Brasil”. In: Malamud, Carlos (coord.). Ruptura y Reconciliación: España y el reconocimiento de las independencias latinoamericanas (Madrid: Ed. Taurus y Fundación Mapfre, 2012, 402 p.; Serie Recorridos n. 1; América Latina en la Historia Contemporánea; p. 199-212; ISBN: 978-84-306-0940-6 (Taurus); 978-84-9844-392-9 (Mapfre). Relação de Originais n. 2112.

1079. “O Mercosul, em todos os seus estados”, In: Elisa Souza Ribeiro: Mercosul: Sobre Democracia e Instituições (Curitiba: Editora CRV, 2012, p. 15-24; ISBN: 978-85-8042-596-3). Transcrito no blog Diplomatizzando (link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2013/06/mercosul-dois-prefacios-mais-para-o.html). Relação de Originais n. 2452.

1079bis. “O grupo Brics no contexto da crise econômica mundial”, Revista Jurídica Consulex (Brasília, ano 16, n. 374, 15 de agosto de 2012, p. 30-31; ISSN: 1519-8065). Postado no blog Diplomatizzando (26/08/2012; link: http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2012/08/o-grupo-brics-no-contexto-da-crise.html). Relação de Originais n. 2416.

1079ter) “Brasil e Europa em face do regionalismo e da governança global dos bens comuns”, Revista CIDOB d’Afers Internationals (Barcelona: CIDOB, vol. 100, n.12-2012; ISSN: 1133-6595 (edición impresa); 2013-035X (edición en línea). Relação de Originais n. 2374.

1082. “Intervencionismo governamental: na ótica de Von Mises e na prática brasileira”, Revista Brasileira de Planejamento e Orçamento (Brasília: Assecor; vol. 2. N. 2, 2012, p. 211-222; ISSN: 2237-3985). Relação de Originais n. 2423.

1084. “A economia do Brasil nos tempos do Barão do Rio Branco”, In: GOMES PEREIRA, Manoel (Org.): Barão do Rio Branco: 100 anos de memória. Brasília: Funag, 2012, 748 p.; ISBN: 978-85-7631-413-4; p. 523-563. Relação de Originais n. 2372.

1085. “Uma grande estratégia para o Brasil: elementos propositivos”, Monções: Revista de Relações Internacionais da UFGD (MS: Universidade Federal da Grande Dourados; vol. 1, n. 2, jul.-dez. 2012, p. 40-51; Dossiê: “O Brasil no mundo: a política externa brasileira em debate”; ISSN: 2316-8323). Relação de Originais n. 2418.

1086. “O Brasil enfrenta a possibilidade real de estacionar no baixo crescimento”, entrevista concedida à revista FIES em Notícias (Aracaju: SE, Federação das Indústrias do Estado de Sergipe; ano 9, n. 56, novembro-dezembro 2012, p. 6-11).  Divulgado no blog Diplomatizzando (3/11/2026; link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/11/politica-economica-e-politica-externa.html). Relação de Originais n. 2450.

 

 

Paulo Roberto de Almeida

Brasília, 5526: 4/11/2026, 9 p.

Divulgado no blog Diplomatizzando (4/11/2026; link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/11/lista-dos-trabalhos-publicados-por_01891751320.html 

 

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