quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

1669) Iran-direitos humanos: a visao do Brasil

Bem, nao encontrei a visão do Brasil nos comunicados à imprensa do MRE.
Por isso transcrevo alguns trechos do discurso do Brasil no Conselho de DH em Genebra, através da matéria de um conhecido crítico.

GOVERNO LULA FINGE CRITICAR O IRÃ, MAS, NA PRÁTICA, CONSOLIDA O SEU PAPEL DE PRINCIPAL ALIADO DE UMA TIRANIA TERRORISTA
Reinaldo Azevedo, 16/02/10

Se, por qualquer razão, você chegou à conclusão de que o governo Lula resolveu mudar um tantinho o seu discurso em relação ao Irã porque expressou ontem na ONU a sua preocupação com os direitos humanos no país, saiba que você está errado ou foi induzido a erro. Ao contrário: na prática, o alinhamento do Itamaraty com Teerã está hoje ainda mais sólido. O discurso da embaixadora Maria Nazareth Farani Azevedo, representante do Brasil nas Nações Unidas, foi pífio e, ousaria dizer, um pouco cínico, à altura de seu chefe, Celso Amorim.

Ah, sim, sim, claro: o Brasil expressou a sua preocupação com a situação das mulheres e das crianças, pediu tolerância com as minorias religiosas e com aqueles que dissentem do governo etc e tal. E ficou por aí. Achando que já era agressividade demais, reconheceu os avanços sociais no país. Não, senhores! O Brasil NÃO CONDENOU O IRÃ. Se houve um tom mais agressivo, não foi dirigido à tirania iraniana, mas ao governo dos EUA: afirmou que o Brasil não aceitará (!!!) uma solução “unilateral” para a crise. Não aceitará??? É mesmo??? Vai fazer o quê? Marco Aurélio Garcia meteria uma faca em seus dentes recém-colocados e atacaria a Quarta Frota em represália? Quem sabe as TVs a cabo?…

O Brasil expressou preocupação, recomendou cuidado, mais ou menos como fazemos os país quando os filhos adolescentes vão sair de casa: “Está levando uma blusa?” Bem, eles nunca estão, fazem cara de tédio, pegam um agasalho a contragosto e vão largá-lo na casa de algum amigo. Assim fez o Brasil. O Irã parece só um país um tanto teimoso… O Brasil, à diferença dos países europeus, não quer investigação de nenhuma denúncia, nada!!!

O governo do Irã reagiu às críticas recebidas na ONU - não às do Brasil, que aquilo nem crítica foi. Acusou o Ocidente de usar a questão dos direitos humanos para enfraquecê-lo e disse que o país é um dos mais democráticos da região. É a velha história de resumir a democracia ao processo eleitoral - que, de resto, foi fraudado por lá. A “democracia” iraniana censura a imprensa, prende opositores, mata-os nas ruas, enforca-os depois de farsas judiciais clamorosas, em que o acusado não tem direito de defesa. Para Amorim, está quase bom.

Hillary Clinton não lê este blog, claro, mas disse ontem o que se escreveu há alguns dias: o regime iraniano tem lá a tal liderança espiritual dos aiatolás, mas já é um ditadura militar, conduzida pela Guarda Revolucionária, que consolidou no país o clepto-islamismo. Trata-se de uma formidável máquina de corrupção e de repressão. O aiatolá Ali Khamnei poderia muito pouco hoje contra Mahmoud Ahmadinejad ainda que quisesse. E Ahmadinejad pode muito - ao menos enquanto for “o” homem da Guarda Revolucionária na Presidência. Foi ela que armou a fraude eleitoral, admitida até pelo Conselho da Revolução.

EUA e Inglaterra censuraram duramente o Irã. Nas ruas de Genebra, manifestantes pediam a libertação de prisioneiros, condenavam as execuções, protestavam contra a repressão às mulheres, às minorias… Lá dentro, cega para as violações dos direitos humanos, surda para os protestos da oposição do país, muda para dizer uma palavra mais dura, Dona Maria Nazareth fazia o seu discurso pífio, alinhado com uma tirania.

Foi a coisa mais estúpida do dia, mas esteve longe de ser a mais patética. Faltava Celso Amorim dar a sua contribuição em pessoa. E ele o fez.

Em reunião com representantes da União Européia, pediu, calculem!, a volta de Manuel Zelaya a Honduras. Até aí, isso é com o chapeludo. Anistiado, ele já está. Mas o Megalonanico quer também que ele “participe” da vida política do país. Santo Deus!!! Imaginem Amorim como chanceler de uma potência como os EUA… Iria depor e entronizar presidentes todos os dias!!! Os tanques soviéticos do Pacto de Varsóvia seriam Amorim perto de Amorim… Custa a este senhorzinho deixar que hondurenhos, que vivem num regime democrático, decidam seu próprio destino?

Não, ele ainda não mostra disposição de reconhecer o novo governo, não! Quer esperar, sabem? Já quanto ao Irã , nem dúvidas nem hesitações: é preciso negociar com aquele governo pacífico.

Nessa miséria toda, uma coisa há de bastante positivo: começa a cair a ficha da Casa Branca em relação ao Brasil e sua política externa, sempre vista como bastante distinta daquela posta em prática por Hugo Chávez. Os EUA e o mundo começam a ver que a retórica do Itamaraty pode até ser mais esperta. Mas a essência é a mesma. E qualquer pessoa sensata acabaria concluindo que, seguindo nesse rumo, o Brasil poderia ser mais pernóstico à segurança regional e global do que, obviamente, a quase irrelevante (na comparação com o Bananão) Venezuela.

Lula é hoje um dos grandes aliados de um governo que prende e mata os opositores, que financia o terrorismo internacional e que ameaça o mundo com um conflito nuclear.

Por quê? Continuamos sem saber. Só para secretar antiamericanismo vigarista e se comportar como líder regional? Seria tolo demais! Jamais desistam desta pergunta: que laços secretos unem o governo Lula à tirania do Irã?

Quem sabe um dia se abra também esse arquivo e se tenha uma Comissão da Verdade.

1668) Iran-direitos humanos: a visao dos paises ocidentais

West Criticizes Iran Rights Record At UN Council Meeting
By Golnaz Esfandiari
Radio Free Europe, Radio Liberty, February 15, 2010

The United States criticized the violent crackdown on postelection protests last summer.

Western countries expressed concern today at the UN Human Rights Council over the violent methods employed by Iran against protests over the country's disputed presidential election.

The countries, including Britain and France, also called for an international probe into the violence that followed the election in June 2009.

French Ambassador Jean Baptiste Mattei said during the meeting in Geneva that the human rights situation has worsened in the Islamic republic since the election, in which President Mahmud Ahmadinejad was named the winner in the first round just hours after polls closed.

"The situation has seriously deteriorated over the past eight months. The authorities are waging a bloody repression against their own people, who are peacefully claiming their rights," Mattei said.

The United States condemned the "unjust" repression of "innocent Iranian citizens" that was seen after opposition supporters protested the outcome of the election.

U.S. Assistant Secretary of State Michael Posner called on Iran to lift restrictions on free speech, end the reported torture of political prisoners, and stop "show trials" of dissidents.

"We're deeply concerned also about status of detainees in Iran, including foreign nationals, American citizens, and lack of due process accorded them," Posner said. "In addition of last year's improper show trials there are credible reports of torture and cruel, inhuman, or degrading treatment."

Call For UN Investigation
The announcement of Ahmadinejad as the winner led to mass protests in Tehran and other Iranian cities, as the president and other top officials rejected accusations that the election result was engineered through massive fraud.

The ensuing and continuing crackdown against the opposition has resulted in the arrest of more than 2,000 activists and human rights defenders, a number of whom have faced trial. Two people have been executed after being found guilty in connection with the unrest, although at least one was arrested before the election.

Germany said today it was deeply concerned about the way the Islamic republic treated those who took part in the protests that followed the election.

Britain voiced similar concerns. Britain's ambassador in Geneva, Peter Gooderham, recommended that Iran invite UN Secretary-General Ban Ki-moon to "investigate the postelection violence and independently assess the human rights situation."

Senior diplomat Seyed Hossein Rezvani, a member of the Iranian delegation, told reporters that an international investigation was "totally out of the question," since the country's own judicial system was capable of examining allegations of wrongdoing.

But he claimed Iran had issued an open invitation to all of the UN's independent investigators to visit the country.

Deadly Prison Closed
Other members of the Iranian delegation defended the country's human rights records and accused Western countries of a double standard. One attendee described the June vote as an epic poem of democracy.

The head of the delegation, Mohammad Javad Larijani, said Iran "has taken a genuine and long-term approach to safeguarding human rights."

As an example, Larijani noted the closure of the Kahrizak detention center, where at least three postelection detainees are known to have died after being tortured.

"The minute that we discovered that there was some wrongdoing over there [in Kahrizak], it was closed in less than 24 hours," Larijani said. "Please compare that with Guantanamo and Abu Ghraib prisons. Whether they were closed in such a rapid procedure, or not?"

Religious Persecution
Aside from the postelection crackdown, a number of countries expressed concern over death sentences handed down to juvenile offenders and political prisoners in Iran. Canada called on Iran to stop issuing such sentences.

Discrimination and pressure on religious minorities, including the Baha'is and Sufis in Iran, was also criticized today by Western countries, including the United States.

Iran reacted by saying that all recognized minorities in the Islamic republic enjoy the same rights. Larijani said no Baha'i in Iran has been prosecuted because of his or her faith.

"Baha'is [who] are pursued in Iran through legal structure are those who are indulged in cult type of activity -- cult type of activity is against all the basic human rights of the people," Larijani said.

The UN representative of the Baha'i International Community, Diane Ala'i, however, told RFE/RL's Radio Farda that the Iranian delegation's claims about the Baha'is were untrue. "Baha'is have no rights in Iran and they get persecuted only because of their religion," she said.

Several countries, including Cuba and Venezuela, defended Iran's human rights record. Brazil's representative said Iran's presence in Geneva demonstrates its commitment to human rights, and Russia's representative praised Iran for its fight against illiteracy.

"Iran's intention to develop a national strategic action plan in the area of human rights deserves support, as well as does the development of the question of creating in Iran a national human rights organ," the Russian envoy said. "We note the progress Iran has made in fighting illiteracy."

'Human Rights Tragedy'
Today's three-hour debate before the Geneva-based council was eagerly anticipated by human rights groups who have strongly criticized rights abuses in the Islamic republic, particularly the execution of minors, mistreatment of postelection detainees, and the jailing of journalists.

On February 12 Iranian Nobel Peace Prize laureate Shirin Ebadi called on the world to help before it is too late. "If this situation continues in Iran, I must warn that the day will come when the young Iranian people will no longer be able to endure government violence. They will reach the end of their rope," Ebadi said, warning of a "human rights tragedy" in Iran.

The UN Rights Council is due to issue its report of today's session on February 17. Media watchdog Reporters Without Borders has called for the Iranian government to be censured "for its serious human rights violations."

But Larry Cox, the executive director of Amnesty International in the United States, told RFE/RL on February 11 that he didn't expect much from today's session.

"The hopes are that because precisely of what's been happening in the last months and even in the last days, that if ever there's a moment when governments should find the ability to ask hard questions -- this should be it," Cox said.

"But I am afraid that I will be, as I often am, disappointed in the performance at the council."

RFE/RL correspondent Nikola Krastev contributed to this report from New York

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

1667) Itaucard -- NÃO é feito para você (pelo menos não para mim)


O logo que você vê aí do lado vem acompanhado dos dizeres "Feito para Você".
Bem, não é o caso, pelo menos não para mim. Trata-se de uma MENTIRA. Posso dizer que
estou em campanha, não oficialmente, mas ainda assim em uma campanha pessoal contra um banco e uma administradora de cartões irresponsável, inatingível, e capaz de colocar seriamente em risco a vida creditícia (se ouso dizer) de pessoas como eu e você.

O Banco Itaú, e sua Administradora de cartões NÃO SÃO CONFIÁVEIS
As simple as that.
Não preciso relatar todos os detalhes da história, que é longa, todas as horas que perdi ao telefone, tentando falar com alguém responsável (e não consegui), e JAMAIS, repito JAMAIS, recebi uma explicação para os problemas que tive de enfrentar por CULPA exclusiva da administradora do Itaú.

Tudo começou em 13 de janeiro, à noite, quando meu cartão Master, dessa Administradora irresponsável, parou de funcionar. Tudo bem, são muitos os casos em que um cartão não passa num estabelecimento: defeitos na máquina, problemas de comunicação, enfim, isso acontece. O problema persistiu no dia seguinte. Como tenho outros cartões, usei-os.
No terceiro dia, persistindo o problema, liguei para o número 0800-728-4469

Bem, todos aqueles que ja tiveram de usar um 0800 dessas companhias de telefone ou de cartao, sabem como é irritante ter de resolver um problema, qualquer problema, com atendentes que manifestamente não estão preparadas para nada, sequer para passar a ligacao a um supervisor. Irritantemente longas ligacoes, cortadas, caidas, delongadas.

Vou resumir e depois dizer: ACAUTELAI-VOS...

A história é a seguinte: supostamente a meu pedido, provavelmente por uma fraude (mas a segurança do Banco não checou), o Banco cancelou meu cartão, por perda, roubo ou extravio, não importa.
O que importa é que a mesma pessoa que fez essas declarações, provavelmente usando meus dados reais, pediu para entregar um outro cartão, num outro endereço do Brasil, que eu não sabia qual era, e os atendentes não me diziam, nada, apenas que os meus dados não conferiam. Irritantemente assim.
Como eu nunca telefonei comunicando perda ou roubo, e nunca pedi para mudar endereço nenhum, pude apenas constatar que o Banco, ou a Administradora do cartão, não importa, resolveu, sem checar nada, atender a esse pedido.

Pois então, sem que eu soubesse, eles estavam entregando um cartão novo a outra pessoa, em outro endereço.
Alertados do engano, me pediram 48hs para resolver o problema, sendo que eu exigi que me contatassem da segurança do cartão,
Esperei UMA SEMANA inteira, sem absolutamente nenhum contato, NADA.
Se eu não tivesse telefonado duas ou três vezes mais, jamais teria tido qualquer consideração, como JAMAIS TIVE, sequer UMA EXPLICACÃO para o que ocorreu, NUNCA.

Quando eu já estava telefonando para cancelar tudo, misteriosamente me chegaram cartões novos, em casa, ou seja, no meu endereço de sempre, e não no suposto, que nunca me informaram qual era.
Exigi uma explicação, e até hoje NADA.

Por isso, CANCELEI TUDO, mas ainda não me deram qualquer explicação para o ocorrido.

Só posso concluir disso tudo, QUE OS SISTEMAS DE SEGURANÇA DO ITAUCARD SÃO EXTREMAMENTE FALHOS, E QUE OS SERVIÇOS DE ATENDIMENTO FICAM ABAIXO DA CRITICA.

Como até hoje não tive sequer a consideração de uma explicação, SÓ POSSO RETALIAR DESTA FORMA: AVISANDO DOS PERIGOS EM QUE INCORREM OS CLIENTES DO ITAUCARD, E DO PESSIMO ATENDIMENTO A CLIENTES.

TODO O TEMPO QUE PERDI COM ESSE SERVIÇO VAGABUNDO E COM UMA SEGURANÇA LAMENTÁVEL MERECE ESTE MEU POST DE CRITICA.

Paulo Roberto de Almeida (16.02.2010)

1666) As voltas que o mundo dá: um leitor deste blog no alto Mato Grosso

Um pouco de prospecção geográfica com a ajuda do Google Earth.
Como podem ter notado os mais atentos observadores deste blog, eu coloquei, na coluna da direita, um identificador de visitantes, por meio do Geovisite, não que eu fique grudado nessas coisas, mas como sou louco por geografia e atento leitor de mapas, o instrumento me serve, também, para aprender um pouco do mundo.
Pois bem, numa dessas olhadas casuais, verifiquei que tinha um ponto verde piscando no meio do mato, ou melhor no centro do Brasil. Cliquei em cima e só apareceu mato mesmo, mas pelo menos veio com as coordenadas geográficas:
LON -55.025
LAT -9.960833333 (enfim, dizima periódica...)

Aí abri o Google Earth e fui verificar: mato mesmo, mas pelo menos deu para identificar o local: um minusculo ponto situado numa variante da BR 163, a MT419, numa pequena localidade, cujo nome não sei precisar neste momento, mas que nao deve ser difícul descobrir, que fica entre Guarantã do Norte, quase no limite de MT e PA, e Peixoto de Azevedo.
O lugarejo tem hotel (Sedna Palace Hotel), várias igrejas (de todas essas denominações que engrandecem o Brasil), posto, horta, e até uma "árvore que deu nome à cidade", que eu ainda não sei qual é, mas que pode ser Nova Guarantã.

Bem, eu desejo ao meu perdido leitor do norte do Mato Grosso, que continue atento às novidades do mundo e do Brasil, e gostaria de lhe dizer que muito me honra ter um leitor em cantos tão recuados do Brasil.
Talvez um dia eu apareça por lá, de carro...

Paulo Roberto de Almeida (16.02.2010)

1665) O racismo de certos afrodescendentes: o afrobrasileirismo

Por falta de tempo ou por concentração em temas de natureza mais econômica ou de relações internacionais, não tenho me dedicado a um assunto que me preocupa sobremaneira, como cidadão (não do Brasil, pois não tenho esses acessos patrioteiros, mas do mundo), que é o da ascensão do racismo, no Brasil e no mundo, favorecido por todos esses militantes de causas meritórias que acabam descambando para o racismo inverso, que consiste em promover a alteridade como valor absoluto.
Ora, como acredito -- ops, tenho certeza -- que somos essencialmente iguais, e que a humanidade só conseguirá superar esse mal terrivel que é o racismo caminhando para a mistura total dos povos, minha tendência é a de recusar absolutamente essa plataforma da promoção dos "direitos dos negros", pois isso é racismo ao reverso.
Sei que existe racismo, e que ele faz muito mal às pessoas assim discriminadas, mas acredito que ele poderá ser combatido pela promoção da mistura, como aliás fez e faz o Brasil e outros povos naturalmente.
A despeito de toda a militância negra racista, a sociedade brasileira e a humanidade caminharão inevitavelmente, irremediavelmente, em direção da mistura, qualquer que sejam os esforços dos racistas oficiais, brancos, negros, amarelos, whoever...
Eles apenas conseguem criar um pouco mais de intolerância e de racismo no caminho dessa mistura, que vai passar por cima deles e de todas as suas teorias racistas.
Bem, como não tenho tipo tempo de me dedicar a esses temas, como dizia ao início, permito-me postar aqui a referência a um antigo trabalho meu que trata, perifericamente dessas questões, ao discutir, de um ponto de vista essencialmente antropológico, a questao do afrobrasileirismo, que me parece uma mistificação tremenda.
Atenção: não nego a realidade dos afrodescendentes, uma realidade para mais da metade dos brasileiros. O que nego é essa mistificação construída do afrobrasileirismo, uma ideologia nefasta para o futuro do Brasil.

Rumo a um novo apartheid?: sobre a ideologia afrobrasileira
(Brasília, 29 ago. 2004, 11 p. Originais: 1322; Publicados: 512)

Ensaio sobre a possibilidade de uma separação “mental” dos grupos raciais no Brasil, com base na promoção das diferenças entre a etnia negra e as demais.

Publicado na revista:
Espaço Acadêmico (a. IV, n. 40, set. 2004)
http://www.espacoacademico.com.br/040/40pra.htm

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