Um internacionalista veterano, autor de muitos livros e praticante das relações internacionais, inclusive como representante da OEA no Haiti durante uma das fases mais dramáticas da vida do país. Ricardo Seitenfus discorrerá sobre sua carreira acadêmica, diplomática e como pensador das relações internacionais do Brasil. Tive a satisfação de colaborar com um ou outro de seus livros.
Temas de relações internacionais, de política externa e de diplomacia brasileira, com ênfase em políticas econômicas, viagens, livros e cultura em geral. Um quilombo de resistência intelectual em defesa da racionalidade, da inteligência e das liberdades democráticas. Ver também minha página: www.pralmeida.net (em construção).
domingo, 15 de março de 2026
domingo, 2 de junho de 2024
Uma escolha reveladora quanto aos princípios: Lula fica do lado da Rússia- Paulo Roberto de Almeida
Uma escolha reveladora quanto aos princípios
Na guerra de agressão da Rússia contra a Ucrânia, o governo Lula preferiu ficar do lado do agressor
Paulo Roberto de Almeida
O fato de Lula-Amorim terem praticamente alinhado o Brasil ao campo das duas grandes autocracias que pretendem construir, com o apoio já declarado de Lula, uma “nova ordem global” (mal definida, mas claramente orientada contra o Ocidente), pode não trazer retaliações diretas dos principais países ocidentais, mas já delimita uma postura diplomática, que será levada em conta em outros campos da agenda mundial.
A brutalidade, todos os dias revelada, da agressão russa contra a Ucrânia, vai pesar na percepção interna e externa da política externa do governo Lula como sendo um elemento a mais numa posição que não é de estrita neutralidade, como alegado, mas de apoio objetivo aos interesses russos.
Paulo Roberto de Almeida
Brasília, 2/06/2024
domingo, 24 de maio de 2020
Dez coisas que aprendi ao longo da vida (2003) - Paulo Roberto de Almeida
terça-feira, 15 de agosto de 2017
Valores e principios (apenas alguns) - Paulo Roberto de Almeida
quinta-feira, 29 de janeiro de 2015
Indonesia e seus principios de poder: soberania, independencia economica, carater cultural distinto - comentários
Eles são três, e eu indico abaixo com simples comentários a respeito:
1) Soberania política: creio ser absolutamente dispensável tal tipo de declaração, tal manifestação principista, sequer a invocação da questão. Tem-se como dado inerente a qualquer Estado, mesmo o mais humilde, o mais pobre, o mais periférico, o exercício da soberania, que se exerce na prática, naturalmente, e dispensa qualquer declaração ou repetição. Reiterações dessa "coisa" pode ser um desconforto psicológico ou uma dúvida quanto a seus atributos próprios.
2) Independência econômica: Algo inatingível, irracional, e até prejudicial, a qualquer país, em qualquer época, e qualquer circunstância. A melhor situação, de maior bem-estar, é sempre a interdependência econômica, segundo velhos princípios ricardianos, de acordo com a total liberdade dos agentes diretos da prosperidade nacional. Qualquer obrigação estatal de "independência" é ilusória e constrangedora das liberdades econômicas, ou seja, torna o Estado e os cidadãos mais pobres, e menos inseridos na riqueza e na diversidade da economia global. Por definição primária, a soma de realizações, inovações e acumulação de riqueza no plano mundial é, e sempre será, bem maior e mais diversificada do que qualquer desempenho nacional, certo? Então, esqueça isso.
3) Caráter cultural distinto: Todo país é resultado de uma história complexa e contraditória, com aportes de seu próprio povo -- o que sempre será distinto de qualquer outra identidade cultural -- e de outros povos, via importações, imigrantes, turismo, internet, etc. Afirmações culturais são próprias do povo, da comunidade, não atributos do Estado. Ele não precisa se meter com cultura, pois não é o seu terreno próprio. Dispensável a afirmação, portanto...
Paulo Roberto de Almeida
quarta-feira, 19 de junho de 2013
Aviso aos navegantes (deste blog) - Paulo Roberto de Almeida
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