Regionalismo comercial, integração sul-americana, Mercosul
Trabalhos de Paulo Roberto de Almeida
(maiores informações no site www.pralmeida.org)
Livros e capítulos de livros:
“Acordos minilaterais de integração e de liberalização do comércio: Uma ameaça potencial ao sistema multilateral de comércio” in Sidney Guerra (org.), Globalização: Desafios e Implicações para o Direito Internacional Contemporâneo (Ijuí: Ed. Unijuí, 2006, 458 p.; ISBN: 85-7429-522-1; p. 187-203)
“O Brasil e o processo de formação de blocos econômicos: conceito e história, com aplicação aos casos do Mercosul e da Alca” in Eduardo Biacchi Gomes e Tarcísio Hardman Reis (orgs.), Globalização e o Comércio Internacional no Direito da Integração (São Paulo: Aduaneiras, 2005; ISBN: 85-7129-449-6, p. 17-38).
“Mercosul e Alca na perspectiva do Brasil: uma avaliação política sobre estratégias de atuação diplomática”, in Wagner Menezes (org.), O Direito Internacional no Cenário Contemporâneo (Curitiba: Editora Juruá, 2003, ISBN 85-362-0281-5, 326 p., p. 199-215).
“A Alca e o interesse nacional brasileiro: doze questões em busca de um debate racional”, in Wagner Rocha D’Angelis (org.), Direito Internacional do Século XXI: integração, justiça e paz (Curitiba: Ed. Juruá, 2003, 388 p.; p. 127-154).
“Trajetória do Mercosul em sua primeira década (1991-2001): uma avaliação política a partir do Brasil”, in Luiz Otávio Pimentel (org.), Direito da Integração: Estudos em Homenagem a Werter R. Faria (Curitiba: Juruá, 2001, 2 v., ISBN 85-7394-855-8; II, p. 305-362).
“Dez Anos de Mercosul: uma visão brasileira” in GEDIM (Globalização Econômica e Direitos no Mercosul) (org.), Anuário GEDIM 2001 (Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2001, v. 1, p. 127-174).
“O futuro do Mercosul: Os desafios da agenda interna e da liberalização hemisférica” in Marcos Costa Lima; Marcelo de Almeida Medeiros (orgs.), O Mercosul no limiar do século XXI (São Paulo-Buenos Aires: Cortez-Clacso, 2000, v. 1, p. 17-26).
Mercosud: un marché commun pour l’Amérique du Sud (Paris: L’Harmattan, 2000)
“O Brasil e o futuro do Mercosul: dilemas e opções” in Paulo Borba Casella (coord.), MERCOSUL: integração regional e globalização (Rio de Janeiro: Renovar, 2000, p. 13-38)
Mercosul, Nafta e Alca: a dimensão social (São Paulo: LTr, 1999, 272 p.; ISBN: 85-7322-635-8; co-organizado com Yves Chaloult).
“Problemas da Integração no Mercosul: Obstáculos Estruturais e Conflitos Negociais” in Araminta de Azevedo Mercadante; José Carlos de Magalhães (orgs.), Solução e Prevenção de Litígios Internacionais (Porto Alegre: Livraria do Advogado, 1999, v. 2, p. 469-492).
Mercosul: Fundamentos e Perspectivas (São Paulo: Editora LTr, 1998, 160 p.; ISBN: 85-7322-548-3)
“O Mercosul no contexto global” in Celso Ribeiro Bastos; Cláudio Finkelstein (orgs.), Mercosul. Lições do Período de Transitoriedade (São Paulo: Instituto Brasileiro de Direito Constitucional, 1998, p. 109-135).
“Mercosur y Unión Europea: de la cooperación a la asociación” in Georges Couffignal e Germán A. de la Reza. (org.). Los Procesos de Integración en América Latina: enfoques y perspectivas (Estocolmo: Institute of Latin American Studies, University of Stockholm, 1996, v. 1, p. 113-130).
L’Intégration latino-américaine et le Mercosud (Paris: Ambassade du Brésil, avril 1995, 68 pp.).
O Mercosul no contexto regional e internacional (São Paulo: Edições Aduaneiras, 1993, 204 p.; ISBN: 85-7129-098-9)
Artigos:
1844. “Integração regional e inserção internacional dos países da América do Sul: evolução histórica, dilemas atuais e perspectivas futuras”, Brasília, 12 dezembro 2007, 55 p. Em publicação.
1836. “Regionalismo Sul-Americano: uma visão a partir do Brasil”, Pontes entre o comércio e o desenvolvimento sustentável (ICTSD; Direto FGV; vol. 3, nr. 6, dezembro 2007; ISSN: 1813-4378; p. 10-11; link: http://www.ictsd.org/monthly/pontes/PONTES3-6.pdf).
1820. “Mercosul e América do Sul na visão estratégica brasileira: revisão histórica e perspectivas para o futuro”, Brasília, 7 outubro 2007, 32 p.
1786. “Tendências do regionalismo comercial: evolução histórica e perspectivas atuais”, Brasília, 22 agosto 2007, 30 p. Capítulo de livro sobre integração econômica regional, sob coordenação de Eduardo Lobo e Frederico Marchiori, a ser editado pela Saraiva.
1612. “América do Sul: rumo à desintegração política e à fragmentação econômica?”, Carta Internacional (São Paulo: Nupri-USP; vol. 1, n. 2, julho 2006, ISSN: 1413-0904; p. 6-10; link: http://www.usp.br/cartainternacional/modx/index.php?id=59; formato pdf: http://www.usp.br/cartainternacional/modx/assets/CartaInter_2006-02.pdf).
1596. “Benefícios econômicos da integração européia”, seminário sobre “Integração Regional: Experiências da União Européia e América Latina” (Brasília, Finatec, 10 maio; postado no site da Delegação da Comissão Européia no Brasil, link: http://www.delbra.ec.europa.eu/pt/downloads/PauloRobertoAlmeida_UE-AL.ppt).
1564. “O Mercosul aos quinze anos”, O Povo (Fortaleza: domingo, 26 março 2006, link: www.opovo.com.br; editoria de Economia).
1549. “Problemas conjunturais e estruturais da integração na América do Sul: a trajetória do Mercosul desde suas origens até 2006”, Meridiano 47 - Boletim de Análise da Conjuntura em Relações Internacionais (Brasília: Instituto Brasileiro de Relações Internacionais, ISSN 1518-1219, nº 68, março 2006, p. 4-9; link: links: http://www.relnet.com.br/cgi-bin/WebObjects/RelNet.woa/1/wo/q8MpTi97BtDaoz6uzO0by0/4.28.1.1.1.0.0).
1458. “O Mercosul não é para principiantes: sete teses na linha do bom senso”, Espaço Acadêmico (a. V, n. 53, out. 2005; http://www.espacoacademico.com.br/053/53almeida.htm).
1553. “La dimension sociale de l’intégration en Amérique du Sud: politiques stratégiques et options sociales”, Symposium de Haut Niveau sur les Dimensions Sociales des processus d’intégration régionale (Paris: Unesco, série Multilatéralisme régional, nº 6, 15 p.; SHS-2006/WS/MR/6; disponível no link: http://unesdoc.unesco.org/images/0014/001462/146221F.pdf).
1424. “Políticas de Integração Regional no Governo Lula”, revista Política Internacional (Lisboa, Portugal: nº 29, II série, dezembro 2005, p. 33-60; número especial “O Brasil de Lula: retrospectiva 2003-2005, perspectiva 2006”; orgs.: Clóvis Brigagão e Silvério Zebral).
1404. “O Plebiscito Impossível: Treze más razões para opor-se à Alca e uma boa para dizer não”, Brasília, 7 mar. 2005, 13 p. Comentários a texto circulando na Internet, intitulado “Plebiscito: Treze razões para dizer não à Alca”. Publicado na revista Espaço Acadêmico (a. IV, n. 48, mai. 2005; http://www.espacoacademico.com.br/048/48pra.htm).
1342. “Do afastamento à integração: as relações do Brasil com a América Latina, do século XIX ao século XXI” (“Laços Latinos”), Revista de História da Biblioteca Nacional (Rio de Janeiro: ano 1, nº 8, fevereiro-março 2006, p. 76-81; ISSN: 1808-4001).
1094. “Democracia e desenvolvimento: uma perspectiva hemisférica”, revista eletrônica Achegas (Rio de Janeiro, n. 13, 9 nov. 2003; ISSN: 1677-8855; www.achegas.net/numero/treze/pralmeida_13.htm).
1087. “A Alca e o interesse nacional brasileiro: doze questões em busca de um debate racional”, Espaço Acadêmico (Maringá, n. 27, ago. 2003; ISSN: 1519.6186; http://www.espacoacademico.com.br/027/27pra.htm).
1081. “A Alca Possível: Comentários a artigo do Ministro de Estado”, Washington, 17 jul. 2003, 9 p. Comentários ao artigo do Ministro de Estado, Celso Amorim, “A Alca Possível” (Folha de São Paulo, 8.07.03).
1079. “A Alca do gigante e a Alca dos anões: incompatibilidade de gênios?”, Resenha de Tullo Vigevani e Marcelo Passini Mariano, Alca: o gigante e os anões (São Paulo: Editora Senac-São Paulo, 2003; ISBN: 85-7359-305-9; 174 p.). Publicado em versão completa no site Parlata (http://www.parlata.com.br/parlata_indica_interna.asp?seq=15); e na revista Plenarium (Brasília: Câmara dos Deputados, a I, n. 1, nov. 2004, p. 255-264; http://www2.camara.gov.br/publicacoes/edicoes/plenarium1), disponível no site pessoal: http://www.pralmeida.org/06LinksColabor/04Plenarium.html).
1074. “A quem interessa a ALCA?: uma tentativa de resposta”, Washington, 5 jul. 2003, 15 p. Texto de comentários ao artigo “A quem interessa a ALCA?”, de Henrique Rattner (rattner@abdl.org.br; www.abdl.org.br/rattner/inicio.htm), publicado na revista Espaço Acadêmico, n. 26, jul. 2003; ISSN: 1519.6186; http://www.espacoacademico.com.br/026/26rattner.htm). Encaminhado em caráter particular ao autor, em 5/07/2003.
1009. “O Mercosul em crise: que fazer?”, Boletim de Comércio Internacional (Rio de Janeiro: Castro, Barros, Sobral e Gomes Advogados, a. I, n. 2, mai/jun. 2004, p. 3-14; http://www.cbsg.com.br/pdf_publicacoes/boletim_de_comercio_internacional_MAIO_JUNHO_04%20.pdf); “O Mercosur e a crise: ¿que facer?” na revista galega Tempo Exterior, revista de análise e estudios internacionales (Baiona: IGADI - Instituto Galego de Análise e Documentación Internacional (http://www.igadi.org); Segunda etapa; v. IV, n. 6, Xan/Xuño 2003, p. 111-122; http://www.igadi.org/arquivo/pdf/te_se06/te18_6_111paulo_roberto_almeida.pdf).
943. “Sinais Trocados na Alca: Teria a esquerda deixado de ser progressista e passado a trabalhar contra os interesses daqueles com quem supostamente se identifica?”, Revista Autor (a. II, n. 17, especial, nov. 2002); sob o título de “Sinais trocados na Alca” no website Gramsci e o Brasil, (11.11.02; http://www.artnet.com.br/gramsci/arquiv233.htm); incorporado ao livro (Relação de Trabalhos n. 976) A Grande Mudança: conseqüências econômicas da transição política no Brasil (São Paulo: Códex Editora, 2003).
940. “A Alca e os interesses do Brasil”, Washington, 3 set. 2002, 7 p. Comentários a propósito da síntese elaborada por D. Demétrio Valentini (CNBB) em torno do “Pronunciamento dos Bispos do Canadá sobre a Alca”, demonstrando equívocos e inconsistências na posição dos opositores da Alca, por ocasião do plebiscito nacional organizado pela CNBB (e outras organizações) para “rejeitar” a participação do Brasil nas negociações.
855. “Mercosul: da união alfandegária à união monetária”, revista Estratégia (Lisboa; Instituto de Estudos Estratégicos e Internacionais).
850. Mercosul em sua primeira década (1991-2001): uma avaliação política a partir do Brasil, INTAL-BID, (Buenos Aires: Documento de Divulgação n. 14, Série INTAL/ITD/STA, Divisão de Integração, Comércio e Assuntos Hemisféricos, Unidade de Estatística e Análise Quantitativa, abr. 2002, 64 p.; http://www.iadb.org/INTAL/aplicaciones/uploads/publicaciones/p_INTALITDSTA_DD_14_2002_deAlmeida.pdf); revista Impulso (Piracicaba, SP: Editora Unimep, ISSN: 0103-7676; v. 13, n. 31, mai/ago. 2002, p. 9-45).
811. “Uma Constituição para o Mercosul?: uma proposta modesta: recuar, para melhor saltar”, Washington, 12 set. 2001, 5 p. Comentários sobre a crise e proposta de nova arquitetura institucional para o Mercosul. Inédito.
791. “O Brasil e os blocos regionais: soberania e interdependência”, São Paulo em Perspectiva (São Paulo: Fundação SEADE, trimestral, v. 16, n. 1, jan/mar. 2002, número especial sobre o “Brasil e os blocos internacionais”; p. 3-16; http://www.scielo.br/pdf/spp/v16n1/12119.pdf (link: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-88392002000100002&lng=en&nrm=iso).
701. “A Experiência de Integração Européia e a Evolução do Mercosul”, Civitas, Revista de Ciências Sociais (Porto Alegre: Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da PUC-RS, ano I, nº 1, junho de 2001, pp. 37-53).
700. “Mercosul: problemas da coordenação de políticas macroeconômicas e de uma futura união monetária”, Brasília, 28 julho 1999, 19 pp. Palestra em seminário da Fundação Konrad Adenauer no Rio de Janeiro, em painel sobre integração monetária na UE e no Mercosul.
693. “A integração Brasil-Argentina e o Mercosul”, Brasília, 25 junho 1999, 27 pp. Apostila para curso de pós-graduação em Comércio Exterior e Câmbio, ministrado na Fundação Getúlio Vargas (Brasília), em 29-30.06.99 e 1º.07.99, em três módulos sucessivos: 1. O PICE e o Mercosul; 2. Tratado de Assunção e Protocolo de Ouro Preto e 3. Tarifa Externa Comum, listas de exceção, listas de adequação.
671. “Relações Brasil-Estados Unidos da União Americana à ALCA”, Brasília 16 março 1999, 9 pp. Comentários preliminares ao texto de Clodoaldo Bueno: “Relações Brasil-Estados Unidos na Primeira República: uma referência para a atual tensão Mercosul-Nafta”, em discussão em seminário no IEA-USP, em 17.03.99.
559. “O Mercosul e os processos de integração nas Américas no contexto do sistema econômico internacional: uma cronologia comentada”, Boletim de Diplomacia Econômica (Brasília: Ministério das Relações Exteriores, SGIE/GETEC: nº 20/21, 1996/97, pp. 70-76).
566. “A marcha da integração no MERCOSUL: vivace ma non troppo”, Brasília, 11 junho 1997, 12 p. Artigo-resenha cobrindo os seguintes livros: Felipe A. M. de la Balze (comp.): Argentina y Brasil: enfrentando el Siglo XXI (s.l. [Buenos Aires:] Consejo Argentino para las Relaciones Internacionales-Asociación de Bancos de la República Argentina, 1995, 487 p.); Hélio Zylberstain, Iram Jácome Rodrigues, Maria Silvia Portella de Castro, Tullo Vigevani (orgs): Processos de Integração Regional e Sociedade: o sindicalismo na Argentina, Brasil, México e Venezuela (Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1996, 381 p.); Haroldo Pabst: MERCOSUL: direito da integração (Rio de Janeiro: Forense, 1997, 278 p.); Ana Cristina Paulo Pereira: MERCOSUL: o novo quadro jurídico das relações comerciais na América Latina (Rio de Janeiro: Editora Lumen Juris, 1997, 208 p.); Luizella Giardino B. Branco: Sistema de Solução de Controvérsia no MERCOSUL: perspectivas para a construção de um modelo institucional permanente (São Paulo: Editora LTr, 1997, 180 p.); Deisy de Freitas Lima Ventura: A ordem jurídica do MERCOSUL (Porto Alegre: Livraria do Advogado editora, 1996, 168 p.); MERCOSUL: acordos e protocolos na área jurídica (Porto Alegre: Livraria do Advogado editora, 1996, 153 p.). Publicado, com cortes, na Revista Brasileira de Política Internacional (ano 40, nº 1, 1997, pp. 222-231).
535. “O Mercado Comum do Sul: histórico e estrutura institucional”, Brasília, 11 Setembro 1996, 47 p. Texto preparado, com base no livro sobre o Mercosul e trabalhos esparsos, para servir de suporte a duas palestras inaugurais no curso “Mercosul: estrutura e viabilização de negócios”, ministrado a convite da Gerência do Programa de Comércio Exterior da Secretaria Executiva do Ministério da Fazenda na Escola de Administração Fazendária, Brasília, nos dias 23 e 24 de setembro de 1996. Feita apostila (anexos: Tratado de Assunção e Protocolo de Ouro Preto) e transparências do curso.
518. “O Mercosul por quem o fez”, Brasília, 17 março 1996, 3 p. Resenha de Sérgio Abreu e Lima Florêncio e Ernesto Henrique Fraga Araújo: Mercosul Hoje (São Paulo: Editora Alfa-Omega, 1996). Inédito na versão completa. Publicado em versão resumida na Revista Brasileira de Política Internacional (vol. 39, n° 1, janeiro-julho 1996, p. 175-177).
477. “Cronologia da Integração Latino-Americana no Contexto do Sistema Econômico Internacional”, Boletim de Integração Latino-Americana (Brasília: n° 16, janeiro-abril de 1995, pp. 143-150).
441. “Mercosul e União Européia: Vidas Paralelas ?”, Boletim de Integração Latino-Americana (Brasília: n° 14, julho-agosto-setembro de 1994, pp. 16-25).
nº 1, junho-julho-agosto 1994, pp. 84-96).
Lista efetuada em 3 de maio de 2008
(trata-se de uma seleção de publicados, entre outros mais que permaneceram inéditos)
Temas de relações internacionais, de política externa e de diplomacia brasileira, com ênfase em políticas econômicas, viagens, livros e cultura em geral. Um quilombo de resistência intelectual em defesa da racionalidade, da inteligência e das liberdades democráticas. Ver também minha página: www.pralmeida.net (em construção).
sexta-feira, 2 de maio de 2008
domingo, 20 de abril de 2008
866) Trabalhos PRA sobre relacoes internacionais e politica externa do Brasil
Sou frequentemente solicitado, por estudantes, pesquisadores, jornalistas ou curiosos em geral a responder uma ou outra questão sobre a diplomacia brasileira, geralmente tocando em assuntos que eu já abordei em um ou outro de meus inúmeros trabalhos nessa área. Ainda hoje (20.04.2008) fui solicitado a dar minha opinião sobre o papel do Brasil enquanto "potência média" e "economia emergente", para um pesquisador italiano.
Para não ter de elaborar novamente uma longa resposta em torno de questões de que já tratei extensivamente em alguns desses trabalhos, resolvi elaborar uma lista consolidada de alguns dos meus trabalhos nessas duas vertentes, à exclusão, porém, das muitas resenhas de livros que também fiz nesses mesmos campos.
Apresento abaixo, portanto, essa lista seletiva de trabalhos, em princípio disponíveis online em meu próprio site ou nas páginas dos veículos que os publicaram, com exceção dos livros e capítulos de livros que têm de atender a critérios mercadológicos de direitos autorais cedidos a editoras.
Se houver interesse em algum, posso tentar atender.
Relações Internacionais e Política Externa do Brasil
Trabalhos de Paulo Roberto de Almeida (Artigos; Livros e capítulos de livros)
Artigos:
1868. “Brazil’s Integration into Global Governance: The rise of the Outreach-5 countries to a G-8 status”, Brasília, 9 março 2008, 29 p. Versão em inglês, ampliada, em colaboração com Denise Gregory, Diretora Executiva do Cebri, do trabalho 1866. Draft paper prepared for the project Dialogue on Global Governance with the “Outreach” countries - Konrad Adenauer Stiftung, para apresentação em seminário no Cebri, Rio de Janeiro, em 4 de abril.
1866. “O Brasil e o processo de ampliação do G-8: análise de uma arquitetura evolutiva”, Brasilia, 3 março 2008, 24 p. Paper elaborado para o projeto “Dialogue on Global Governance with the ‘Outreach’ countries” da Fundação Konrad Adenauer, para seminário no Rio de Janeiro. Revisto no Rio de Janeiro, em 4 de abril, sob o título de “O Brasil no cenário global: aspectos da política externa atual”, para submissão a número especial monográfico da Revista Española de Desarrollo y Cooperación, da Universidade Complutense de Madri, http://www.ucm.es/info/IUDC/REDC.htm , dedicado ao Brasil, na perspectiva da análise de questões de política externa, luta contra a pobreza e, principalmente, cooperação, sob a coordenação de Bruno Ayllon.
1858. “O Brasil nas relações internacionais do século 21: fatores externos e internos de sua atuação diplomática”, Brasília, 11 fevereiro 2008, 50 p. Ensaio de caráter analítico, baseado na apresentação efetuada em julho de 2007 no III curso de inverno de Direito Internacional, feito em contribuição ao III Anuário Brasileiro de Direito Internacional, editor: Leonardo Nemer Caldeira Brant, Presidente do Centro de Direito Internacional – CEDIN (www.cedin.com.br). Publicado .
1856. “Brazil and Global Governance”, Brasília, 30 janeiro 2008, 17 p. Colaboração a trabalho a ser apresentado pelo CEBRI para centro de estudos do Canadá.
1748. “O Brasil como ator regional e como emergente global: Estratégias de política externa e impacto na nova ordem internacional”, Brasília, 3 maio 2007, 23 p. Contribuição ao seminário Re-Ordering the World? Emerging Powers and Prospects for Global Governance, organizado pela Friedrich Ebert Stiftung - Stiftung Wissenschaft und Politik (Berlim, 15-16 de maio de 2007). Feita versão em inglês, sob o título “Brazil as a regional player and as an emerging global power: Foreign policy strategies and the impact on the new international order”. Versão reduzida em inglês para publicação pela FES-SWP, dia 7.07.07; publicado sob a forma de Briefing Paper, series Dialogue on Globalization (Berlin: Friedrich Ebert Stiftung, July 2007; link: http://library.fes.de/pdf-files/iez/global/04709.pdf). Revisão substantiva em 14.09.2007 (com comentários de João Victor Scherrer: jvscherrer@gmail.com), em 25 p., publicado, sob o título de “O Brasil como ator regional e global: estratégias de política externa na nova ordem internacional”, na revista Cena Internacional (Brasília: Instituto de Relações Internacionais da UnB (IREL), vol. 9, nr 1, 2007, p. 7-36; ISSN: 1982-3347; link: http://mundorama.net/2007/09/30/revista-cena-internacional-vol-9-no-1-2007/); em pdf: http://www.mundorama.info/Mundorama/Cena_Internacional_files/Cena_2007_1.pdf). Aproveitado para compor ensaio (sob nr. 1811) destinado a livro a ser editado por Joseph Love e Werner Baer, sobre a primeira administração Lula. Republicado em duas partes no periódico eletrônico Cenário Internacional (Brasília: 14.12.2007; ISSN: 1981-9102; link da parte 1: http://www.cenariointernacional.com.br/default3.asp?s=artigos2.asp&id=58; link da parte 2: http://www.cenariointernacional.com.br/default3.asp?s=artigos2.asp&id=57). Revisto em janeiro de 2008 (Marilia) a pedido da revista Digesto Economico e publicado sob o titulo de “O Brasil como ator regional e como emergente global: estratégias de política externa e impacto na nova ordem internacional”, Digesto Economico (São Paulo: Associação Comercial; ano 6x, nr. 446, jan-fev 2008, p. 46-61; ISSN: 0101-4218).
1733. “A diplomacia do governo Lula em seu primeiro mandato (2003-2006): um balanço e algumas perspectivas”, Brasília, 6 março 2007, 15 p. Ensaio preparado a partir dos trabalhos 1637 e 1696, para número especial da Carta Internacional, do NUPRI/USP, programado para março de 2007 e dedicado ao tema “A Política Externa Brasileira no primeiro mandato Lula”; Contato: Flávio Antonio Gomes de Azevedo, Editor Carta Internacional (fagaps@yahoo.com; nupri@usp.br). Publicado na Carta Internacional (São Paulo: Nupri-USP, vol. 2, nr. 1, jan-mar 2007, p. 3-10; ISSN: 1413-0904; link: http://www.usp.br/cartainternacional/modx/assets/docs/CartaInter_2007-01.pdf). Reproduzido na seção de artigos do boletim eletrônico Cenário Internacional (28.05.2007; link: http://www.cenariointernacional.com.br/ri/default2.asp?s=artigos2.asp&id=32).
1639. “A diplomacia do governo Lula: balanço e perspectivas”, Brasília, 15 julho 2006, 9 p. Avaliação qualitativa da política externa do governo, para fins de publicação em boletim da Fundação Konrad Adenauer. Enviado a Ivan Tiago Machado de Oliveira, com vistas a publicação dos anais do Ciclo de Conferências San Tiago Dantas do Instituto Rômulo Almeida de Altos Estudos (IRAE), realizada na UFBA, Salvador, em 20 de outubro de 2006.
1603. “Uma nova ‘arquitetura’ diplomática?: Interpretações divergentes sobre a política externa do Governo Lula (2003-2006)”, Brasília, 19 maio 2006, 24 p. Artigo de revisão bibliográfica sobre a diplomacia do governo Lula. Enviada para a revista História Actual (Espanha: Asociación de Historia Actual: aha@uca.es). Encaminhado para Wagner Menezes, para eventual publicação em volume do 4º Congresso Brasileiro de Direito Internacional, a realizar-se em Curitiba, de 23 a 26 de agosto de 2006 (www.congressobrasileirodip.com.br), com organização de Wagner Luiz Menezes Lino (wagner.lino@utp.br); publicado no VIII volume da obra: Estudos de Direito Internacional (Curitiba: Juruá, 2006, p. 196-213; ISBN: 85-3621-362-0). Traducido al español y publicado bajo el título: “¿Una nueva ‘arquitectura’ diplomática? Interpretaciones divergentes sobre la política exterior del Gobierno Lula (2003-2006)”, Entelequia: revista interdisciplinar (2, Otoño 2006. Págs. 21-36; ISSN: 1885-6985; link: http://www.eumed.net/entelequia/es.art.php?a=02a02; arquivo em pdf neste link: http://www.eumed.net/entelequia/pdf/e02a02.pdf); indexado en bases de datos internacionales: IDEAS (University of Connecticut), EconPapers (Örebro University) y Socionet (Ford Foundation-Rusia); link: http://econpapers.repec.org/article/ervancoec/y_3A2006_3Ai_3A2_3Ap_3A21-36.htm. Preparada versão resumida, sob o título de “Fim de consenso na diplomacia?” (Brasília, 22 outubro 2006, 2 p.), para fins de publicação na imprensa. Publicado no jornal O Estado do Paraná (Curitiba, sexta-feira, 27.10.2006, Opinião, p. 4; link: http://www.parana-online.com.br/noticias/colunista.php?op=ver&id=240153&caderno=13). Republicado no boletim eletrônico Via Política (Porto Alegre: nº 21, 30/10/2006; link: http://www.viapolitica.com.br/diplomatizando_view.php?id_diplomatizando=14). Disponível no site pessoal, ink: http://www.pralmeida.org/05DocsPRA/1603arquitetdiplom.pdf). Relação de Publicados n. 705 e 713.
1424. “Políticas de Integração Regional no Governo Lula”, Brasília, 6 mai. 2005, 32 p. Colaboração a número especial da revista Política Internacional (Lisboa, Portugal: n. 29, II série, dez. 2005, p. 33-60), “O Brasil de Lula: retrospectiva 2003-2005, perspectiva 2006”, organizada por Clóvis Brigagão e Silvério Zebral. Serviu de base para palestra no seminário “Colombia y sus regiones: retos a la internacionalización”, organizado pela Friedrich Ebert Stiftung em Colômbia e realizado na Universidad de Antioquia (Medellin, 13/05/2005). Publicada na Revista do Programa de Mestrado em Direito do UniCEUB (Brasília, v. 2, n. 1, p. 20-54, jan/jun. 2005; http://www.mestrado.uniceub.br/revistamestrado/pdf/Artigo%20Prof%20Paulo%20Roberto%20Almeida.pdf); pelo Centro Argentino de Estudios Internacionales sob a forma de work paper (Buenos Aires: CAEI; Working Papers Integración Regional n. 11; 11 dez. 2005. Ver tb: www.caei.com.ar; info@caei.com.ar). Relação de Publicados n. 567 e 608.
1382. “A política da política externa: os partidos políticos nas relações internacionais do Brasil, 1930-2004”, Brasília, 31 jan. 2005, 85 p. Revisão e complementação do trabalho publicado in José Augusto Guilhon de Albuquerque (org.), Sessenta Anos de Política Externa Brasileira (1930-1990), v. IV : Prioridades, Atores e Políticas (São Paulo: Annablume/Nupri/USP, 2000, pp. 381-447; nova edição em 2006). Encaminhado ao editor José Augusto Guilhon de Albuquerque através de Flávio Antonio Azevedo (fagaps@yahoo.com). Programado para ser publicado in Guilhon de Albuquerque, José Augusto; Seitenfus, Ricardo; Nabuco de Castro, Sergio Henrique (orgs.), Sessenta Anos de Política Externa Brasileira (1930-1990) (2. ed. v. IV: Prioridades, Atores e Políticas).
1337. “Duas diplomacias: FHC e Lula em visão comparada”, Brasília, 8 out. 2004, 16 p. Palestra efetuada no curso de relações internacionais da Unesp-Franca (22/10, das 11h às 12h), com base no trabalho comparativo sobre diplomacia de FHC e de Lula (Trabalho n. 1227).
1260. “Uma política externa engajada: a diplomacia do governo Lula”, Brasília, 19 mai. 2004, 24 p. Comparação ampliada e análise crítica das diplomacias do governo FHC e do governo Lula, com cronologia de viagens e visitas. Revisto em 27/05. Transcrito no boletim eletrônico do PT, Linha Aberta, n. 1.855, 8 jun. 2004, e colocado no site do PT, seção Artigos (http://www.pt.org.br/). Publicado na Revista Brasileira de Política Internacional (Brasília: IBRI, a. 47, n. 1, 2004, ISSN: 0034-7329; p. 162-184); em forma de resumo, em espanhol, sob o título “La política exterior de Lula”, no site Centro para la Apertura y el Desarrollo de América Latina, CADAL, (Buenos Aires: 16/10/2004; http://www.cadal.org/articulos/nota.asp?id_nota=764). Transcrito a partir da publicação na RBPI, em espanhol (tradução de Carlos Tirado Zavala, ministro mexicano), sob o título de “Una política exterior comprometida: la diplomacia del gobierno de Lula”, no Boletim eletrônico ForoSEM, do Servicio Exterior Mexicano, (México: link: http://www.forosem.net/index.php?option=com_content&task=view&id=95&Itemid=123 ). Relação de Publicados n. 501 e 521.
1010. “A política internacional do Partido dos Trabalhadores: da fundação do partido à diplomacia do governo Lula”, Washington 19 fev. 2003, 27 p. Análise das posições de política externa do Partido dos Trabalhadores e do candidato Luiz Inácio Lula da Silva, desde a fundação do partido e as eleições de 1989, até o pleito vitorioso de 2002, com destaque para os temas básicos e a evolução em direção de uma postura mais próxima da forma tradicional de atuação da diplomacia. Publicado na revista Sociologia e Política (Curitiba: UFPR; ISSN: 0104-4478; n. 20 jun. 2003, p. 87-102; Dossiê Relações Internacionais, Rafael A. D. Villa (org); http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-44782003000100008&lng=en&nrm=iso). Citado em matéria de Carlos Malamud, “El impacto de la elección de Lula en la Argentina”, publicada no site do Real Instituto Elcano (http://www.r-i-elcano.org/publicaciones/68.asp). Relação de Publicados n. 435.
Livros e capítulos de livros:
O estudo das relações internacionais do Brasil: um diálogo entre a diplomacia e a academia (2a. Edição; Brasília: LGE, 2006)
“A diplomacia do liberalismo brasileiro” in José Augusto Guilhon de Albuquerque, Ricardo Seitenfus e Sérgio Henrique Nabuco de Castro (orgs.), Sessenta Anos de Política Externa Brasileira (1930-1990), I volume: Crescimento, Modernização e Política Externa; 2a. ed.; Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2006, ISBN: 85-7387-909-2, p. 211-262.
“A política internacional do PT e a diplomacia do governo Lula”, in Guilhon de Albuquerque, José Augusto; Seitenfus, Ricardo; Nabuco de Castro, Sergio Henrique (orgs.), Sessenta Anos de Política Externa Brasileira (1930-1990) I volume: Crescimento, Modernização e Política Externa; 2a. ed.; Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2006, ISBN: 85-7387-909-2, p. 537-559.
Formação da diplomacia econômica no Brasil (2ª ed.; São Paulo: Senac, 2005)
“Finanças internacionais do Brasil: uma perspectiva de meio século (1954-2004)” in José Flávio Sombra Saraiva e Amado Luís Cervo (orgs.), O crescimento das relações internacionais no Brasil (Brasília: Instituto Brasileiro de Relações Internacionais, 2005, 308 p.; ISBN: 85-88270-15-3, pp. 231-270).
Relações Brasil-Estados Unidos: assimetrias e convergências (São Paulo: Saraiva, 2005)
Relações internacionais e política externa do Brasil (2ª ed.; Porto Alegre, 2004)
“A Alca e o interesse nacional brasileiro: doze questões em busca de um debate racional”, in Wagner Rocha D’Angelis (org.), Direito Internacional do Século XXI: integração, justiça e paz (Curitiba: Ed. Juruá, 2003, 388 p.; p. 127-154).
Os primeiros anos do século XXI: o Brasil e as relações internacionais contemporâneas (São Paulo: Editora Paz e Terra, 2002)
“O Mercosul e a Alca na perspectiva do Brasil: uma avaliação política sobre possíveis estratégias de atuação” in Marcos Cintra; Carlos Henrique Cardim (orgs.), O Brasil e a Alca: seminário (Brasília: Câmara dos Deputados, Coordenação de Publicações: Instituto de Pesquisa de Relações Internacionais, 2002, v. 1, p. 97-110).
“Relações Internacionais e política externa do Brasil: uma perspectiva histórica” in Atas do Simposio Brasil 500 anos depois (A Coruña: Imprenta da Deputación Provincial da Coruña, 2002, v. 1, p. 255-269).
Formação da diplomacia econômica no Brasil: as relações econômicas internacionais no Império (São Paulo: Editora Senac, 2001)
“A Política da Política Externa: os partidos políticos nas relações internacionais do Brasil, 1930-1990”, in José Augusto Guilhon de Albuquerque (org.), Sessenta Anos de Política Externa Brasileira (1930-1990), IV volume: Prioridades, Atores e Políticas (São Paulo: Annablume/Nupri/USP, 2000, p. 381-447).
O Brasil e o multilateralismo econômico (Porto Alegre: Livraria do Advogado Editora, 1999)
O estudo das relações internacionais do Brasil (São Paulo: Editora da Universidade São Marcos, 1999).
Relações internacionais e política externa do Brasil: dos descobrimentos à globalização (Porto Alegre: Editora da UFRGS, 1998)
Para não ter de elaborar novamente uma longa resposta em torno de questões de que já tratei extensivamente em alguns desses trabalhos, resolvi elaborar uma lista consolidada de alguns dos meus trabalhos nessas duas vertentes, à exclusão, porém, das muitas resenhas de livros que também fiz nesses mesmos campos.
Apresento abaixo, portanto, essa lista seletiva de trabalhos, em princípio disponíveis online em meu próprio site ou nas páginas dos veículos que os publicaram, com exceção dos livros e capítulos de livros que têm de atender a critérios mercadológicos de direitos autorais cedidos a editoras.
Se houver interesse em algum, posso tentar atender.
Relações Internacionais e Política Externa do Brasil
Trabalhos de Paulo Roberto de Almeida (Artigos; Livros e capítulos de livros)
Artigos:
1868. “Brazil’s Integration into Global Governance: The rise of the Outreach-5 countries to a G-8 status”, Brasília, 9 março 2008, 29 p. Versão em inglês, ampliada, em colaboração com Denise Gregory, Diretora Executiva do Cebri, do trabalho 1866. Draft paper prepared for the project Dialogue on Global Governance with the “Outreach” countries - Konrad Adenauer Stiftung, para apresentação em seminário no Cebri, Rio de Janeiro, em 4 de abril.
1866. “O Brasil e o processo de ampliação do G-8: análise de uma arquitetura evolutiva”, Brasilia, 3 março 2008, 24 p. Paper elaborado para o projeto “Dialogue on Global Governance with the ‘Outreach’ countries” da Fundação Konrad Adenauer, para seminário no Rio de Janeiro. Revisto no Rio de Janeiro, em 4 de abril, sob o título de “O Brasil no cenário global: aspectos da política externa atual”, para submissão a número especial monográfico da Revista Española de Desarrollo y Cooperación, da Universidade Complutense de Madri, http://www.ucm.es/info/IUDC/REDC.htm , dedicado ao Brasil, na perspectiva da análise de questões de política externa, luta contra a pobreza e, principalmente, cooperação, sob a coordenação de Bruno Ayllon.
1858. “O Brasil nas relações internacionais do século 21: fatores externos e internos de sua atuação diplomática”, Brasília, 11 fevereiro 2008, 50 p. Ensaio de caráter analítico, baseado na apresentação efetuada em julho de 2007 no III curso de inverno de Direito Internacional, feito em contribuição ao III Anuário Brasileiro de Direito Internacional, editor: Leonardo Nemer Caldeira Brant, Presidente do Centro de Direito Internacional – CEDIN (www.cedin.com.br). Publicado .
1856. “Brazil and Global Governance”, Brasília, 30 janeiro 2008, 17 p. Colaboração a trabalho a ser apresentado pelo CEBRI para centro de estudos do Canadá.
1748. “O Brasil como ator regional e como emergente global: Estratégias de política externa e impacto na nova ordem internacional”, Brasília, 3 maio 2007, 23 p. Contribuição ao seminário Re-Ordering the World? Emerging Powers and Prospects for Global Governance, organizado pela Friedrich Ebert Stiftung - Stiftung Wissenschaft und Politik (Berlim, 15-16 de maio de 2007). Feita versão em inglês, sob o título “Brazil as a regional player and as an emerging global power: Foreign policy strategies and the impact on the new international order”. Versão reduzida em inglês para publicação pela FES-SWP, dia 7.07.07; publicado sob a forma de Briefing Paper, series Dialogue on Globalization (Berlin: Friedrich Ebert Stiftung, July 2007; link: http://library.fes.de/pdf-files/iez/global/04709.pdf). Revisão substantiva em 14.09.2007 (com comentários de João Victor Scherrer: jvscherrer@gmail.com), em 25 p., publicado, sob o título de “O Brasil como ator regional e global: estratégias de política externa na nova ordem internacional”, na revista Cena Internacional (Brasília: Instituto de Relações Internacionais da UnB (IREL), vol. 9, nr 1, 2007, p. 7-36; ISSN: 1982-3347; link: http://mundorama.net/2007/09/30/revista-cena-internacional-vol-9-no-1-2007/); em pdf: http://www.mundorama.info/Mundorama/Cena_Internacional_files/Cena_2007_1.pdf). Aproveitado para compor ensaio (sob nr. 1811) destinado a livro a ser editado por Joseph Love e Werner Baer, sobre a primeira administração Lula. Republicado em duas partes no periódico eletrônico Cenário Internacional (Brasília: 14.12.2007; ISSN: 1981-9102; link da parte 1: http://www.cenariointernacional.com.br/default3.asp?s=artigos2.asp&id=58; link da parte 2: http://www.cenariointernacional.com.br/default3.asp?s=artigos2.asp&id=57). Revisto em janeiro de 2008 (Marilia) a pedido da revista Digesto Economico e publicado sob o titulo de “O Brasil como ator regional e como emergente global: estratégias de política externa e impacto na nova ordem internacional”, Digesto Economico (São Paulo: Associação Comercial; ano 6x, nr. 446, jan-fev 2008, p. 46-61; ISSN: 0101-4218).
1733. “A diplomacia do governo Lula em seu primeiro mandato (2003-2006): um balanço e algumas perspectivas”, Brasília, 6 março 2007, 15 p. Ensaio preparado a partir dos trabalhos 1637 e 1696, para número especial da Carta Internacional, do NUPRI/USP, programado para março de 2007 e dedicado ao tema “A Política Externa Brasileira no primeiro mandato Lula”; Contato: Flávio Antonio Gomes de Azevedo, Editor Carta Internacional (fagaps@yahoo.com; nupri@usp.br). Publicado na Carta Internacional (São Paulo: Nupri-USP, vol. 2, nr. 1, jan-mar 2007, p. 3-10; ISSN: 1413-0904; link: http://www.usp.br/cartainternacional/modx/assets/docs/CartaInter_2007-01.pdf). Reproduzido na seção de artigos do boletim eletrônico Cenário Internacional (28.05.2007; link: http://www.cenariointernacional.com.br/ri/default2.asp?s=artigos2.asp&id=32).
1639. “A diplomacia do governo Lula: balanço e perspectivas”, Brasília, 15 julho 2006, 9 p. Avaliação qualitativa da política externa do governo, para fins de publicação em boletim da Fundação Konrad Adenauer. Enviado a Ivan Tiago Machado de Oliveira, com vistas a publicação dos anais do Ciclo de Conferências San Tiago Dantas do Instituto Rômulo Almeida de Altos Estudos (IRAE), realizada na UFBA, Salvador, em 20 de outubro de 2006.
1603. “Uma nova ‘arquitetura’ diplomática?: Interpretações divergentes sobre a política externa do Governo Lula (2003-2006)”, Brasília, 19 maio 2006, 24 p. Artigo de revisão bibliográfica sobre a diplomacia do governo Lula. Enviada para a revista História Actual (Espanha: Asociación de Historia Actual: aha@uca.es). Encaminhado para Wagner Menezes, para eventual publicação em volume do 4º Congresso Brasileiro de Direito Internacional, a realizar-se em Curitiba, de 23 a 26 de agosto de 2006 (www.congressobrasileirodip.com.br), com organização de Wagner Luiz Menezes Lino (wagner.lino@utp.br); publicado no VIII volume da obra: Estudos de Direito Internacional (Curitiba: Juruá, 2006, p. 196-213; ISBN: 85-3621-362-0). Traducido al español y publicado bajo el título: “¿Una nueva ‘arquitectura’ diplomática? Interpretaciones divergentes sobre la política exterior del Gobierno Lula (2003-2006)”, Entelequia: revista interdisciplinar (2, Otoño 2006. Págs. 21-36; ISSN: 1885-6985; link: http://www.eumed.net/entelequia/es.art.php?a=02a02; arquivo em pdf neste link: http://www.eumed.net/entelequia/pdf/e02a02.pdf); indexado en bases de datos internacionales: IDEAS (University of Connecticut), EconPapers (Örebro University) y Socionet (Ford Foundation-Rusia); link: http://econpapers.repec.org/article/ervancoec/y_3A2006_3Ai_3A2_3Ap_3A21-36.htm. Preparada versão resumida, sob o título de “Fim de consenso na diplomacia?” (Brasília, 22 outubro 2006, 2 p.), para fins de publicação na imprensa. Publicado no jornal O Estado do Paraná (Curitiba, sexta-feira, 27.10.2006, Opinião, p. 4; link: http://www.parana-online.com.br/noticias/colunista.php?op=ver&id=240153&caderno=13). Republicado no boletim eletrônico Via Política (Porto Alegre: nº 21, 30/10/2006; link: http://www.viapolitica.com.br/diplomatizando_view.php?id_diplomatizando=14). Disponível no site pessoal, ink: http://www.pralmeida.org/05DocsPRA/1603arquitetdiplom.pdf). Relação de Publicados n. 705 e 713.
1424. “Políticas de Integração Regional no Governo Lula”, Brasília, 6 mai. 2005, 32 p. Colaboração a número especial da revista Política Internacional (Lisboa, Portugal: n. 29, II série, dez. 2005, p. 33-60), “O Brasil de Lula: retrospectiva 2003-2005, perspectiva 2006”, organizada por Clóvis Brigagão e Silvério Zebral. Serviu de base para palestra no seminário “Colombia y sus regiones: retos a la internacionalización”, organizado pela Friedrich Ebert Stiftung em Colômbia e realizado na Universidad de Antioquia (Medellin, 13/05/2005). Publicada na Revista do Programa de Mestrado em Direito do UniCEUB (Brasília, v. 2, n. 1, p. 20-54, jan/jun. 2005; http://www.mestrado.uniceub.br/revistamestrado/pdf/Artigo%20Prof%20Paulo%20Roberto%20Almeida.pdf); pelo Centro Argentino de Estudios Internacionales sob a forma de work paper (Buenos Aires: CAEI; Working Papers Integración Regional n. 11; 11 dez. 2005. Ver tb: www.caei.com.ar; info@caei.com.ar). Relação de Publicados n. 567 e 608.
1382. “A política da política externa: os partidos políticos nas relações internacionais do Brasil, 1930-2004”, Brasília, 31 jan. 2005, 85 p. Revisão e complementação do trabalho publicado in José Augusto Guilhon de Albuquerque (org.), Sessenta Anos de Política Externa Brasileira (1930-1990), v. IV : Prioridades, Atores e Políticas (São Paulo: Annablume/Nupri/USP, 2000, pp. 381-447; nova edição em 2006). Encaminhado ao editor José Augusto Guilhon de Albuquerque através de Flávio Antonio Azevedo (fagaps@yahoo.com). Programado para ser publicado in Guilhon de Albuquerque, José Augusto; Seitenfus, Ricardo; Nabuco de Castro, Sergio Henrique (orgs.), Sessenta Anos de Política Externa Brasileira (1930-1990) (2. ed. v. IV: Prioridades, Atores e Políticas).
1337. “Duas diplomacias: FHC e Lula em visão comparada”, Brasília, 8 out. 2004, 16 p. Palestra efetuada no curso de relações internacionais da Unesp-Franca (22/10, das 11h às 12h), com base no trabalho comparativo sobre diplomacia de FHC e de Lula (Trabalho n. 1227).
1260. “Uma política externa engajada: a diplomacia do governo Lula”, Brasília, 19 mai. 2004, 24 p. Comparação ampliada e análise crítica das diplomacias do governo FHC e do governo Lula, com cronologia de viagens e visitas. Revisto em 27/05. Transcrito no boletim eletrônico do PT, Linha Aberta, n. 1.855, 8 jun. 2004, e colocado no site do PT, seção Artigos (http://www.pt.org.br/). Publicado na Revista Brasileira de Política Internacional (Brasília: IBRI, a. 47, n. 1, 2004, ISSN: 0034-7329; p. 162-184); em forma de resumo, em espanhol, sob o título “La política exterior de Lula”, no site Centro para la Apertura y el Desarrollo de América Latina, CADAL, (Buenos Aires: 16/10/2004; http://www.cadal.org/articulos/nota.asp?id_nota=764). Transcrito a partir da publicação na RBPI, em espanhol (tradução de Carlos Tirado Zavala, ministro mexicano), sob o título de “Una política exterior comprometida: la diplomacia del gobierno de Lula”, no Boletim eletrônico ForoSEM, do Servicio Exterior Mexicano, (México: link: http://www.forosem.net/index.php?option=com_content&task=view&id=95&Itemid=123 ). Relação de Publicados n. 501 e 521.
1010. “A política internacional do Partido dos Trabalhadores: da fundação do partido à diplomacia do governo Lula”, Washington 19 fev. 2003, 27 p. Análise das posições de política externa do Partido dos Trabalhadores e do candidato Luiz Inácio Lula da Silva, desde a fundação do partido e as eleições de 1989, até o pleito vitorioso de 2002, com destaque para os temas básicos e a evolução em direção de uma postura mais próxima da forma tradicional de atuação da diplomacia. Publicado na revista Sociologia e Política (Curitiba: UFPR; ISSN: 0104-4478; n. 20 jun. 2003, p. 87-102; Dossiê Relações Internacionais, Rafael A. D. Villa (org); http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-44782003000100008&lng=en&nrm=iso). Citado em matéria de Carlos Malamud, “El impacto de la elección de Lula en la Argentina”, publicada no site do Real Instituto Elcano (http://www.r-i-elcano.org/publicaciones/68.asp). Relação de Publicados n. 435.
Livros e capítulos de livros:
O estudo das relações internacionais do Brasil: um diálogo entre a diplomacia e a academia (2a. Edição; Brasília: LGE, 2006)
“A diplomacia do liberalismo brasileiro” in José Augusto Guilhon de Albuquerque, Ricardo Seitenfus e Sérgio Henrique Nabuco de Castro (orgs.), Sessenta Anos de Política Externa Brasileira (1930-1990), I volume: Crescimento, Modernização e Política Externa; 2a. ed.; Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2006, ISBN: 85-7387-909-2, p. 211-262.
“A política internacional do PT e a diplomacia do governo Lula”, in Guilhon de Albuquerque, José Augusto; Seitenfus, Ricardo; Nabuco de Castro, Sergio Henrique (orgs.), Sessenta Anos de Política Externa Brasileira (1930-1990) I volume: Crescimento, Modernização e Política Externa; 2a. ed.; Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2006, ISBN: 85-7387-909-2, p. 537-559.
Formação da diplomacia econômica no Brasil (2ª ed.; São Paulo: Senac, 2005)
“Finanças internacionais do Brasil: uma perspectiva de meio século (1954-2004)” in José Flávio Sombra Saraiva e Amado Luís Cervo (orgs.), O crescimento das relações internacionais no Brasil (Brasília: Instituto Brasileiro de Relações Internacionais, 2005, 308 p.; ISBN: 85-88270-15-3, pp. 231-270).
Relações Brasil-Estados Unidos: assimetrias e convergências (São Paulo: Saraiva, 2005)
Relações internacionais e política externa do Brasil (2ª ed.; Porto Alegre, 2004)
“A Alca e o interesse nacional brasileiro: doze questões em busca de um debate racional”, in Wagner Rocha D’Angelis (org.), Direito Internacional do Século XXI: integração, justiça e paz (Curitiba: Ed. Juruá, 2003, 388 p.; p. 127-154).
Os primeiros anos do século XXI: o Brasil e as relações internacionais contemporâneas (São Paulo: Editora Paz e Terra, 2002)
“O Mercosul e a Alca na perspectiva do Brasil: uma avaliação política sobre possíveis estratégias de atuação” in Marcos Cintra; Carlos Henrique Cardim (orgs.), O Brasil e a Alca: seminário (Brasília: Câmara dos Deputados, Coordenação de Publicações: Instituto de Pesquisa de Relações Internacionais, 2002, v. 1, p. 97-110).
“Relações Internacionais e política externa do Brasil: uma perspectiva histórica” in Atas do Simposio Brasil 500 anos depois (A Coruña: Imprenta da Deputación Provincial da Coruña, 2002, v. 1, p. 255-269).
Formação da diplomacia econômica no Brasil: as relações econômicas internacionais no Império (São Paulo: Editora Senac, 2001)
“A Política da Política Externa: os partidos políticos nas relações internacionais do Brasil, 1930-1990”, in José Augusto Guilhon de Albuquerque (org.), Sessenta Anos de Política Externa Brasileira (1930-1990), IV volume: Prioridades, Atores e Políticas (São Paulo: Annablume/Nupri/USP, 2000, p. 381-447).
O Brasil e o multilateralismo econômico (Porto Alegre: Livraria do Advogado Editora, 1999)
O estudo das relações internacionais do Brasil (São Paulo: Editora da Universidade São Marcos, 1999).
Relações internacionais e política externa do Brasil: dos descobrimentos à globalização (Porto Alegre: Editora da UFRGS, 1998)
segunda-feira, 7 de abril de 2008
865) Curso sobre Negociacoes Economicas Internacionais
Curso de Especialização em Negociações Econômicas Internacionais
Unesp, 2008
[Como todos sabem, não sou de fazer propaganda de nada, sequer do que eu mesmo faço ou publico, mas de vez em quando abro uma ou outra exceção. Como por exemplo esse curso que vai ter início no próximo dia 9 de abril, em SP, que justamente contará com minha participação, nas três primeiras aulas de abertura. Depois da apresentação geral logo em seguida, coloco o esquema de minha apresentação, in fine. PRA]
Apresentação
O Curso de Especialização em Negociações Econômicas Internacionais, atualmente no seu quinto oferecimento, visa o atendimento da crescente demanda no Brasil por profissionais qualificados para interagir de maneira competente e criativa com os desafios de um contexto global marcado pela acelerada ampliação e sofisticação da agenda de decisões, proporcionando uma formação adequada ao atendimento das novas realidades:
- elaborar, avaliar e combinar informações sobre a conjuntura internacional;
- preparar recursos humanos para atuarem nas negociações bilaterais e multilaterais;
- ter a capacidade técnica, comunicativa e de liderança para estabelecer contatos entre Empresas, Câmaras de Comércio, Embaixadas, Associações, Organismos Internacionais e órgãos governamentais;
- avaliar os processos políticos, econômicos, sociais, culturais e jurídicos em países e/ou regiões;
- elaborar estratégias de ação visando à cooperação, integração, e interações dos mais variados tipos, no contexto internacional;
- identificar os objetivos, métodos de operação, padrões e regras de procedimento das Organizações Internacionais (governamentais e não-governamentais);
- analisar os principais tratados e acordos internacionais;
- compreender, propor e intervir em negociações que envolvam Estados, instituições, organizações e associações transnacionais.
Dirigido a:
Profissionais portadores de diploma superior oriundos do setor público, privado e de organizações não-governamentais que desenvolvam atividades vinculadas à negociação e tomada de decisões, análise de conjuntura, elaboração de cenários, formulação e avaliação de projetos, gestão e planejamento estratégico, jornalismo internacional.
Temáticas abordadas:
- Relações Internacionais Contemporâneas
- A Dinâmica da Economia Internacional a partir do pós-guerra: Processos de Globalização, Empresas
- Transnacionais e Cadeias Produtivas
- Análise de política externa
- Diplomacia Econômica
- Multilateralismo, Regionalismo e Comércio Internacional
- Economia Política Internacional
- Aspectos ambientais e cláusulas trabalhistas nas negociações multilaterais
- As organizações da sociedade civil nos processos de negociação
- O Mercosul, a ALCA e a União Européia
- Processos de Integração na Ásia
- Negociações Econômicas Internacionais
- Relações interamericanas: perspectiva histórica e problemática atual
- Mídia, Comércio e Negociações Internacionais
- Lógica aplicada à Negociação
- O fator emocional nos processos de Negociação
- Metodologia de pesquisa
- Exercícios de simulação de negociações
Abertura do curso: 9, 10 e 11 de abril, Paulo Roberto de Almeida
Tema:
A ordem política e econômica mundial no início do século XXI:
Questões da agenda internacional e suas implicações para o Brasil
Aulas: dias 9, 10 e 11 de abril de 2008
Paulo Roberto de Almeida
Sumário:
1) A ordem política mundial: novos problemas, velhas soluções? (9 de abril)
1.1. Segurança estratégica
1.2. Relações entre as grandes potências
1.3. Conflitos regionais
1.4. Cooperação política e militar nos hot-spots;
2) A ordem econômica mundial: velhos problemas, novas soluções? (10 de abril)
2.1. Regulação cooperativa das relações econômicas internacionais
2.2. Assimetrias de desenvolvimento
2.3. Cooperação multilateral e Objetivos do Milênio
3) A ordem política e econômica mundial e o Brasil (11 de abril)
3.1. Crescimento econômico
3.2. Investimentos
3.3. Acesso a mercados
3.4. Integração regional
3.5. Recursos energéticos
3.6. Segurança e estabilidade
Unesp, 2008
[Como todos sabem, não sou de fazer propaganda de nada, sequer do que eu mesmo faço ou publico, mas de vez em quando abro uma ou outra exceção. Como por exemplo esse curso que vai ter início no próximo dia 9 de abril, em SP, que justamente contará com minha participação, nas três primeiras aulas de abertura. Depois da apresentação geral logo em seguida, coloco o esquema de minha apresentação, in fine. PRA]
Apresentação
O Curso de Especialização em Negociações Econômicas Internacionais, atualmente no seu quinto oferecimento, visa o atendimento da crescente demanda no Brasil por profissionais qualificados para interagir de maneira competente e criativa com os desafios de um contexto global marcado pela acelerada ampliação e sofisticação da agenda de decisões, proporcionando uma formação adequada ao atendimento das novas realidades:
- elaborar, avaliar e combinar informações sobre a conjuntura internacional;
- preparar recursos humanos para atuarem nas negociações bilaterais e multilaterais;
- ter a capacidade técnica, comunicativa e de liderança para estabelecer contatos entre Empresas, Câmaras de Comércio, Embaixadas, Associações, Organismos Internacionais e órgãos governamentais;
- avaliar os processos políticos, econômicos, sociais, culturais e jurídicos em países e/ou regiões;
- elaborar estratégias de ação visando à cooperação, integração, e interações dos mais variados tipos, no contexto internacional;
- identificar os objetivos, métodos de operação, padrões e regras de procedimento das Organizações Internacionais (governamentais e não-governamentais);
- analisar os principais tratados e acordos internacionais;
- compreender, propor e intervir em negociações que envolvam Estados, instituições, organizações e associações transnacionais.
Dirigido a:
Profissionais portadores de diploma superior oriundos do setor público, privado e de organizações não-governamentais que desenvolvam atividades vinculadas à negociação e tomada de decisões, análise de conjuntura, elaboração de cenários, formulação e avaliação de projetos, gestão e planejamento estratégico, jornalismo internacional.
Temáticas abordadas:
- Relações Internacionais Contemporâneas
- A Dinâmica da Economia Internacional a partir do pós-guerra: Processos de Globalização, Empresas
- Transnacionais e Cadeias Produtivas
- Análise de política externa
- Diplomacia Econômica
- Multilateralismo, Regionalismo e Comércio Internacional
- Economia Política Internacional
- Aspectos ambientais e cláusulas trabalhistas nas negociações multilaterais
- As organizações da sociedade civil nos processos de negociação
- O Mercosul, a ALCA e a União Européia
- Processos de Integração na Ásia
- Negociações Econômicas Internacionais
- Relações interamericanas: perspectiva histórica e problemática atual
- Mídia, Comércio e Negociações Internacionais
- Lógica aplicada à Negociação
- O fator emocional nos processos de Negociação
- Metodologia de pesquisa
- Exercícios de simulação de negociações
Abertura do curso: 9, 10 e 11 de abril, Paulo Roberto de Almeida
Tema:
A ordem política e econômica mundial no início do século XXI:
Questões da agenda internacional e suas implicações para o Brasil
Aulas: dias 9, 10 e 11 de abril de 2008
Paulo Roberto de Almeida
Sumário:
1) A ordem política mundial: novos problemas, velhas soluções? (9 de abril)
1.1. Segurança estratégica
1.2. Relações entre as grandes potências
1.3. Conflitos regionais
1.4. Cooperação política e militar nos hot-spots;
2) A ordem econômica mundial: velhos problemas, novas soluções? (10 de abril)
2.1. Regulação cooperativa das relações econômicas internacionais
2.2. Assimetrias de desenvolvimento
2.3. Cooperação multilateral e Objetivos do Milênio
3) A ordem política e econômica mundial e o Brasil (11 de abril)
3.1. Crescimento econômico
3.2. Investimentos
3.3. Acesso a mercados
3.4. Integração regional
3.5. Recursos energéticos
3.6. Segurança e estabilidade
sábado, 5 de abril de 2008
864) O mercado de elaboracao de monografias, dissertacoes, teses (en douceur...)
Sempre achei que o mercado de "fabricação" de trabalhos acadêmicos é pujante e crescente, só perdendo, aqui em Brasilia, para o mercado de cursinhos preparatórios para concursos públicos. Deve ser pelo menos 15% do "PIB" educacional do DF, uma verdadeira indústria, com taxas de crescimento de dois dígitos ao ano.
Pois bem, a promoção abaixo se refere a um mercado mais restrito, mas não menos importante: os textos de besteirol e em bullshitês na área de ciências sociais.
Aproveitem (e depois me informem para que eu possa fazer algum trabalho, de mão própria, sobre esse vibrante mercado).
Gerador de textos pós-modernos - seus problemas acadêmicos acabaram!
A solução para mestrandos e doutorandos pós-modernos!
Seus problemas acabaram!
O "link" abaixo abre a página de um gerador de textos pós-modernos. Cada vez que você entra nele, você obtém um texto diferente, automaticamente gerado, com todo o jargão da pós-modernidade.
É só imprimir e entregar para a banca examinadora.
http://www.elsewhere.org/pomo/
Alan Sokal já havia demonstrado que é possível publicar textos absolutamente sem conteúdo e não dizendo absolutamente nada por trás de profusa verborragia pseudo-técnica mesmo nas mais conceituadas revistas pós-modernas ao submeter um texto nestas condições para os editores da revista estadunidense Social Text. Alguns meses após a publicação, Sokal revelou a "pegadinha" e escreveu, posteriormente, um livro, conjuntamente com Jean Bricmont, apontando os abusos de conceitos da Física e da Matemática efetuados por ilustres pensadores do pós-modernismo (demonstrou que estes autores não tinham a mais mínima idéia do que estes conceitos queriam dizer e tampouco tinham a preocupação de compreendê-los em seu contexto próprio antes de aplicá-los, levianamente, em suas teses).
Aproveitem o gerador de textos pós-modernos! Tornem-se acadêmicos hiperprodutivos instantaneamente!
Pois bem, a promoção abaixo se refere a um mercado mais restrito, mas não menos importante: os textos de besteirol e em bullshitês na área de ciências sociais.
Aproveitem (e depois me informem para que eu possa fazer algum trabalho, de mão própria, sobre esse vibrante mercado).
Gerador de textos pós-modernos - seus problemas acadêmicos acabaram!
A solução para mestrandos e doutorandos pós-modernos!
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É só imprimir e entregar para a banca examinadora.
http://www.elsewhere.org/pomo/
Alan Sokal já havia demonstrado que é possível publicar textos absolutamente sem conteúdo e não dizendo absolutamente nada por trás de profusa verborragia pseudo-técnica mesmo nas mais conceituadas revistas pós-modernas ao submeter um texto nestas condições para os editores da revista estadunidense Social Text. Alguns meses após a publicação, Sokal revelou a "pegadinha" e escreveu, posteriormente, um livro, conjuntamente com Jean Bricmont, apontando os abusos de conceitos da Física e da Matemática efetuados por ilustres pensadores do pós-modernismo (demonstrou que estes autores não tinham a mais mínima idéia do que estes conceitos queriam dizer e tampouco tinham a preocupação de compreendê-los em seu contexto próprio antes de aplicá-los, levianamente, em suas teses).
Aproveitem o gerador de textos pós-modernos! Tornem-se acadêmicos hiperprodutivos instantaneamente!
quarta-feira, 2 de abril de 2008
863) Joaquim Nabuco em Yale (sort of...)
JOAQUIM NABUCO HOMENAGEADO NOS EUA
Fonte: Diário de Pernambuco de 30.03.2008
EDUCAÇÃO // Universidade de Yale comemora o centenário da visita do abolicionista pernambucano à instituição de ensino americana
O abolicionista pernambucano Joaquim Nabuco será homenageado, no próximo mês, por uma das mais respeitadas universidades do mundo, a Yale University, de New Haven, Estados Unidos. Será realizado um simpósio, uma exposição sobre a visita de Nabuco à Universidade (em 1908) e haverá o lançamento pela Editora Bem-Te-Vi e pela Yale Press de algumas obras de Joaquim Nabuco traduzidas para o inglês. A família de Joaquim Nabuco (que viveu entre 1849 e 1910) prestigiará o evento nos EUA. Nabuco esteve em Yale em 1908 para fazer duas conferências. Falou sobre Camões, literatura brasileira e portuguesa, sentimento de nacionalidade e história do Brasil. Traçou uma associação entre os temas e o valor estratégico da amizade e da cooperação entre os países das Américas.
O seminário, que acontecerá no Sterling Memorial Library nos dias 4 e 5 de abril, tem como título "Joaquim Nabuco at Yale - Brazilian Statesman, Author, Embassador - A Centenary commemoration (1908 - 2008)" - Veja programação ao lado. Discutirá o pensamentode política estratégia de Joaquim Nabuco, além de celebrar o centenário da visita do pernambucano à Universidade de Yale, em 1908. Na época, o líder social recebeu o título de Doutor Honoris Causa em Letras e se tornou o primeiro brasileiro a conquistar a honraria de uma universidade estrangeira. O evento reunirá especialistas de países como a Inglaterra, Estados Unidos e Brasil. Representando a Fundação Joaquim Nabuco, de Pernambuco, estará o pesquisador Humberto França, chefe de projetos especiais do Museu do Homem do Nordeste da Diretoria de Documentação da Fundaj. O Museu abriga o Memorial de Joaquim Nabuco e o Centro de Literatura Mauro Mota.
A iniciativa de lembrar o centenário da visita de Nabuco é do professor David Jackson, coordenador do Departamento de Línguas Portuguesa e Espanhola e do Centro de Estudos Ibéricos da Universidade de Yale. Como parte das comemorações, o escritor Humberto França também fará uma palestra no auditório da biblioteca da União dos Escritores Brasileiros de Nova York, nodia 7 de abril às 19h. Recentemente, Nabuco foi objeto de uma extensa reportagem do Diario de Pernambuco. Em 13 de maio de 2005, o Diario publicou um caderno especial intitulado "Joaquim Nabuco, um radical do Império", de autoria do repórter especial Vandeck Santiago. Além de Humberto França, da Fundaj, estão entre os especialistas brasileiros que irão o professor e historiador Marco A. Nogueira, da Unesp (SP); o cônsul do Brasil em Chicago; o escritor João Almino; o professor da PUC (SP) Paulo Pereira e Jonh Schulz, da Brazilian Businnes School (SP).
Joaquim Nabuco foi nomeado embaixador do Brasil em Washington e exerceu a função entre 1905 e 1910. Tornou-se um líder informal dos diplomatas sul-americanos porque era o único embaixador entre eles. Era visto como um interlocutor privilegiado do presidente Theodore Roosevelt e era amigo do secretário de Estado Elihu Root.
Programação
Sexta- Dia 4/04
Palestras:
l Prof. K. David Jackson, "A statesman in the Academy: Joaquim Nabuco at Yale"
"Um estadista na Academia: Joaquim Nabuco em Yale"
l Stephanie Dennison, "A Aproximação das duas Américas: Joaquim Nabuco´s promotion of Brazil in US Universities"
"A aproximação das duas américas: Joaquim Nabuco e a promoção do Brasil nas universidades dos EUA"
l Leslie Bethell, "Joaquim Nabuco and the Abolition of Slavery in Brazil "Joaquim Nabuco e a Abolição da Escravatura no Brasil" - João Almino, "The Earthenware and the Iron Pot: Nabuco´s Utopia for the two Americas" "A Utopia de Nabuco para as duas Américas"
Fonte: Diário de Pernambuco de 30.03.2008
EDUCAÇÃO // Universidade de Yale comemora o centenário da visita do abolicionista pernambucano à instituição de ensino americana
O abolicionista pernambucano Joaquim Nabuco será homenageado, no próximo mês, por uma das mais respeitadas universidades do mundo, a Yale University, de New Haven, Estados Unidos. Será realizado um simpósio, uma exposição sobre a visita de Nabuco à Universidade (em 1908) e haverá o lançamento pela Editora Bem-Te-Vi e pela Yale Press de algumas obras de Joaquim Nabuco traduzidas para o inglês. A família de Joaquim Nabuco (que viveu entre 1849 e 1910) prestigiará o evento nos EUA. Nabuco esteve em Yale em 1908 para fazer duas conferências. Falou sobre Camões, literatura brasileira e portuguesa, sentimento de nacionalidade e história do Brasil. Traçou uma associação entre os temas e o valor estratégico da amizade e da cooperação entre os países das Américas.
O seminário, que acontecerá no Sterling Memorial Library nos dias 4 e 5 de abril, tem como título "Joaquim Nabuco at Yale - Brazilian Statesman, Author, Embassador - A Centenary commemoration (1908 - 2008)" - Veja programação ao lado. Discutirá o pensamentode política estratégia de Joaquim Nabuco, além de celebrar o centenário da visita do pernambucano à Universidade de Yale, em 1908. Na época, o líder social recebeu o título de Doutor Honoris Causa em Letras e se tornou o primeiro brasileiro a conquistar a honraria de uma universidade estrangeira. O evento reunirá especialistas de países como a Inglaterra, Estados Unidos e Brasil. Representando a Fundação Joaquim Nabuco, de Pernambuco, estará o pesquisador Humberto França, chefe de projetos especiais do Museu do Homem do Nordeste da Diretoria de Documentação da Fundaj. O Museu abriga o Memorial de Joaquim Nabuco e o Centro de Literatura Mauro Mota.
A iniciativa de lembrar o centenário da visita de Nabuco é do professor David Jackson, coordenador do Departamento de Línguas Portuguesa e Espanhola e do Centro de Estudos Ibéricos da Universidade de Yale. Como parte das comemorações, o escritor Humberto França também fará uma palestra no auditório da biblioteca da União dos Escritores Brasileiros de Nova York, nodia 7 de abril às 19h. Recentemente, Nabuco foi objeto de uma extensa reportagem do Diario de Pernambuco. Em 13 de maio de 2005, o Diario publicou um caderno especial intitulado "Joaquim Nabuco, um radical do Império", de autoria do repórter especial Vandeck Santiago. Além de Humberto França, da Fundaj, estão entre os especialistas brasileiros que irão o professor e historiador Marco A. Nogueira, da Unesp (SP); o cônsul do Brasil em Chicago; o escritor João Almino; o professor da PUC (SP) Paulo Pereira e Jonh Schulz, da Brazilian Businnes School (SP).
Joaquim Nabuco foi nomeado embaixador do Brasil em Washington e exerceu a função entre 1905 e 1910. Tornou-se um líder informal dos diplomatas sul-americanos porque era o único embaixador entre eles. Era visto como um interlocutor privilegiado do presidente Theodore Roosevelt e era amigo do secretário de Estado Elihu Root.
Programação
Sexta- Dia 4/04
Palestras:
l Prof. K. David Jackson, "A statesman in the Academy: Joaquim Nabuco at Yale"
"Um estadista na Academia: Joaquim Nabuco em Yale"
l Stephanie Dennison, "A Aproximação das duas Américas: Joaquim Nabuco´s promotion of Brazil in US Universities"
"A aproximação das duas américas: Joaquim Nabuco e a promoção do Brasil nas universidades dos EUA"
l Leslie Bethell, "Joaquim Nabuco and the Abolition of Slavery in Brazil "Joaquim Nabuco e a Abolição da Escravatura no Brasil" - João Almino, "The Earthenware and the Iron Pot: Nabuco´s Utopia for the two Americas" "A Utopia de Nabuco para as duas Américas"
862) Addendum ao 1ro de Abril: Confieso la broma...
...e espero não ter abusado da confiança de ninguém...
Meus caros leitores, colegas de lista, curiosos, passantes:
Gostaria de me desculpar, sinceramente, pela brincadeira de 1º de abril, que tinha, obviamente, um sentido de puro divertissement inocente, remetendo a uma das tradições mais antigas do nosso comportamento social: um dia devotado às mentiras, como todos sabem.
Sem habilidades jornalísticas para montar uma matéria crível, preferi bater na tecla do “grande prêmio de loteria” que leva o indivíduo a mudar de vida e desaparecer no mundo... (Não seria de todo despropositado se eu, por acaso, aderisse a jogos de azar, o que é virtualmente impossível.)
Ao mesmo tempo em que fico gratificado por ter recebido tantas mensagens pesarosas por minha partida repentina (todas elas registradas, como manifestações de atenção e carinho), guardo um sincero remorso por ter tentado (e conseguido, em parte) enganar colegas com essa mentira quase inocente.
Ficam, pois, apresentadas minhas desculpas formais, tanto pela brincadeira inicial, como por seu prolongamento indevido, através desse “advogado” que remete ao cavaleiro da triste figura, por demais óbvio para passar despercebido.
Tudo isso nos confirma, se ainda fosse preciso, que não devemos confiar na internet e, eventualmente, até em pessoas tão sérias que parecem incapazes de sair da linha traçada pelo “comitê central”.
Vamos dar por encerrado um assunto já fez muita gente perder tempo e nos desviou do foco pretendido por uma instância voltada para (nunca é demais lembrar) temas de relações internacionais e de política externa do Brasil.
Paulo Roberto de Almeida, 2 de abril de 2008
Meus caros leitores, colegas de lista, curiosos, passantes:
Gostaria de me desculpar, sinceramente, pela brincadeira de 1º de abril, que tinha, obviamente, um sentido de puro divertissement inocente, remetendo a uma das tradições mais antigas do nosso comportamento social: um dia devotado às mentiras, como todos sabem.
Sem habilidades jornalísticas para montar uma matéria crível, preferi bater na tecla do “grande prêmio de loteria” que leva o indivíduo a mudar de vida e desaparecer no mundo... (Não seria de todo despropositado se eu, por acaso, aderisse a jogos de azar, o que é virtualmente impossível.)
Ao mesmo tempo em que fico gratificado por ter recebido tantas mensagens pesarosas por minha partida repentina (todas elas registradas, como manifestações de atenção e carinho), guardo um sincero remorso por ter tentado (e conseguido, em parte) enganar colegas com essa mentira quase inocente.
Ficam, pois, apresentadas minhas desculpas formais, tanto pela brincadeira inicial, como por seu prolongamento indevido, através desse “advogado” que remete ao cavaleiro da triste figura, por demais óbvio para passar despercebido.
Tudo isso nos confirma, se ainda fosse preciso, que não devemos confiar na internet e, eventualmente, até em pessoas tão sérias que parecem incapazes de sair da linha traçada pelo “comitê central”.
Vamos dar por encerrado um assunto já fez muita gente perder tempo e nos desviou do foco pretendido por uma instância voltada para (nunca é demais lembrar) temas de relações internacionais e de política externa do Brasil.
Paulo Roberto de Almeida, 2 de abril de 2008
terça-feira, 1 de abril de 2008
861) AS 30 MENTIRAS MAIS CONTADAS
AS 30 MENTIRAS MAIS CONTADAS:
1. ADVOGADO: - Esse processo é rápido.
2. AMBULANTE: - Qualquer coisa, volta aqui que a gente troca.
3. ANFITRIÃO: - Já vai? Ainda é cedo!
4. ANIVERSARIANTE: - Presente? Sua presença é mais importante.
5. BÊBADO: - Sei perfeitamente o que estou dizendo.
6. CASAL SEM FILHOS: - Visite-nos sempre; adoramos suas crianças.
7. CORRETOR DE IMÓVEIS: - Em 6 meses colocarão: água, luz e telefone.
8. DELEGADO: - Tomaremos providências.
9. DENTISTA: - Não vai doer nada.
10. DESILUDIDA: - Não quero mais saber de homem.
11. DEVEDOR: - Amanhã, sem falta!
12. ENCANADOR: - É muita pressão que vem da rua.
13. FILHA DE 17 ANOS: - Dormi na casa de uma colega.
14. FILHO DE 18 ANOS: - Antes das 11 estarei de volta.
15. GERENTE DE BANCO: - Temos as taxas mais baixas do mercado.
16. INIMIGO DO MORTO: - Era um bom sujeito.
17. JOGADOR DE FUTEBOL: - Vamos continuar trabalhando e forte.
18. LADRÃO: - Isso aqui foi um homem que me deu.
19. MECÂNICO: - É o carburador.
20. MUAMBEIRO: - Tem garantia de fábrica.
21. NAMORADA: - Pra dizer a verdade, nem beijar eu sei.
22. NAMORADO: - Você foi a única mulher que eu realmente amei.
23. NOIVO: - Casaremos o mais breve possível!
24. ORADOR: - Apenas duas palavras…
25. POBRE: - Se eu fosse milionário espalhava dinheiro pra todo mundo.
26. RECÉM-CASADO: - Até que a morte nos separe.
27. SAPATEIRO: - Depois alarga no pé.
28. SOGRA: - Em briga de marido e mulher não me meto.
29. VAGABUNDO: - Há 3 anos que procuro trabalho mas não encontro.
30. VICIADO: - Essa vai ser a última.
1. ADVOGADO: - Esse processo é rápido.
2. AMBULANTE: - Qualquer coisa, volta aqui que a gente troca.
3. ANFITRIÃO: - Já vai? Ainda é cedo!
4. ANIVERSARIANTE: - Presente? Sua presença é mais importante.
5. BÊBADO: - Sei perfeitamente o que estou dizendo.
6. CASAL SEM FILHOS: - Visite-nos sempre; adoramos suas crianças.
7. CORRETOR DE IMÓVEIS: - Em 6 meses colocarão: água, luz e telefone.
8. DELEGADO: - Tomaremos providências.
9. DENTISTA: - Não vai doer nada.
10. DESILUDIDA: - Não quero mais saber de homem.
11. DEVEDOR: - Amanhã, sem falta!
12. ENCANADOR: - É muita pressão que vem da rua.
13. FILHA DE 17 ANOS: - Dormi na casa de uma colega.
14. FILHO DE 18 ANOS: - Antes das 11 estarei de volta.
15. GERENTE DE BANCO: - Temos as taxas mais baixas do mercado.
16. INIMIGO DO MORTO: - Era um bom sujeito.
17. JOGADOR DE FUTEBOL: - Vamos continuar trabalhando e forte.
18. LADRÃO: - Isso aqui foi um homem que me deu.
19. MECÂNICO: - É o carburador.
20. MUAMBEIRO: - Tem garantia de fábrica.
21. NAMORADA: - Pra dizer a verdade, nem beijar eu sei.
22. NAMORADO: - Você foi a única mulher que eu realmente amei.
23. NOIVO: - Casaremos o mais breve possível!
24. ORADOR: - Apenas duas palavras…
25. POBRE: - Se eu fosse milionário espalhava dinheiro pra todo mundo.
26. RECÉM-CASADO: - Até que a morte nos separe.
27. SAPATEIRO: - Depois alarga no pé.
28. SOGRA: - Em briga de marido e mulher não me meto.
29. VAGABUNDO: - Há 3 anos que procuro trabalho mas não encontro.
30. VICIADO: - Essa vai ser a última.
860) Despedida discreta (sem retorno, por favor)
Despedida discreta
(sem retorno, por favor)
Paulo Roberto de Almeida
Sem muito alarde, ou fanfarra, e também sem despedidas formais, como convém ao meu natural reservado, gostaria de comunicar aos amigos, conhecidos, aos colegas de trabalho, de academia, meus conhecidos em geral (e, talvez até, alguns desconhecidos), algo importante, no plano individual, mas provavelmente pouco importante no âmbito social e totalmente irrelevante no plano nacional: estou empreendendo um novo tipo de atividade, em função de acontecimento fortuito recentemente ocorrido, que implica em minha retirada completa dos circuitos até aqui freqüentados e percorridos. Ou seja: estou despedindo-me (sem tristeza, porém).
A razão é muito simples, mas em torno da qual eu pediria aos que receberem esta mensagem, absolutamente pessoal e reservada, a mais absoluta reserva: tive a sorte – que sempre me foi extremamente escassa nos meus anos bem vividos – de ter sido contemplado com um desses prêmios inesperados, em volume surpreendente para as minhas baixas expectativas em torno desse tipo de aposta, o que vai permitir-me uma retirada confortável (eu diria até luxuosa), sem qualquer tipo de preocupação financeira pelo tempo que me resta neste planeta insólito. Não apenas por isto, mas também pelo sempre acalentado desejo de dedicar-me integralmente ao que sempre gostei de fazer – ler e escrever – decidi, em família, que era chegada a hora de adotar, por uma vez, um estilo eremita e afastado (embora sempre ligado ao mundo).
Talvez não definitivamente, mas por um futuro ainda indefinível, decidi “liquidar” os poucos “negócios” que me atam à vida profissional atual, às atividades paralelas na academia, aos compromissos assumidos com instituições de ensino, de pesquisa, minha participação em pasquins de opinião, em folhas de discussão, listas de informação, grupos de debates, enfim, todos os vínculos existentes e obrigações auto-assumidas ou impostas por razoes orçamentárias, que sempre me tomaram um tempo excessivo, impedindo-me de me dedicar ao que realmente gosto: ler, refletir, escrever, eventualmente exercer alguma atividade dotada de impacto social, em geral na área da educação e da formação de jovens.
Não pretendo entrar em detalhes sobre a natureza exata desse inesperado golpe de sorte, sobre valores, ou decisões atuais e futuras, e até cogito, se me permitirem as circunstâncias e as possibilidades legais, adotar nova identidade, dando por terminada a que me acompanhou desde o berço, se ouso dizer. Será uma maneira discreta de dar partida a um novo estilo de vida, sem ter de explicar a conhecidos e outros curiosos por que, exatamente, decidi levar uma vida de usufruto discreto de uma renda mais do que razoável para os meus padrões de vida normalmente modestos. Vou partir...
Sim, vou poder fazer aquilo de que também mais gosto: viajar, conhecer outros lugares e pessoas, de preferência por terra, detendo-me onde me aprouver para usufruir de todos os benefícios que a civilização e a cultura construíram de magnífico nos últimos séculos (de fato, nos últimos dois ou três mil anos, para rendermos uma homenagem a povos da mais remota antiguidade). Viajar por onde for possível, entrar em quaisquer restaurantes e hotéis, de preferência os melhores, claro, ir a museus, entrar em livrarias, sentar em cafés, sem ter de contar os tostões, ou pensar na conta do cartão de crédito no final do mês, tudo isso representa uma felicidade imaginável para todos aqueles que apreciam o convívio com o que há de melhor na sociedade humana: não o dinheiro, não o poder, mas a cultura e a inteligência. Nem sempre é possível desfrutar desses bens normalmente escassos na vida diária, geralmente feita de trabalho rotineiro, compras regulares, pagamentos de contas, convivência social nem sempre escolhida mas determinada pelas nossas circunstâncias de trabalho, de vizinhança ou de obrigações familiares e outras chateações bem conhecidas de todos nós. Eu tive a sorte de poder, a partir de agora, determinar meu próprio destino, sem mais ter de prestar contas a ninguém, por necessidade financeira ou dever funcional.
Ser livre, finalmente, é isto: poder dispor de autonomia no emprego do tempo pessoal, decidir mudar de roteiro e de atividade quantas vezes se desejar, passar dias sem fazer absolutamente nada, a não ser aquilo que se escolhe fazer, sem maiores limitações do que aquelas impostas pela estúpida soberania dos Estados, que limitam a liberdade de locomoção e de estada de indivíduos livres, como agora passo a ser. Tudo isso, claro, só é possível quando se dispõe de franquias financeiras não disponíveis à maior parte dos indivíduos de minha condição, mas que doravante passa a ser minha condição “normal” em virtude dessa volta inesperada da “fortuna”.
Meu único desejo, agora expressamente formulado, seria o de não ter de me explicar, de responder a mensagens, de ter de atender a despedidas formais, enfim de voltar a me comunicar com todos aqueles que agora me lêem e que me conhecem, pessoalmente ou por este meio eletrônico tão corriqueiro. Não voltarei a comunicar-me com ninguém, como tampouco darei notícias unilaterais. Estarei bem, muito bem, melhor do que a maioria dos nossos concidadãos e até indivíduos mais abastados, com disposição para enfrentar minha nova profissão de “eremita da cultura” por muitos anos à frente. Eventualmente darei notícias, em algum momento indefinível do futuro, quando resolver adotar um outro estilo de vida do que aquele agora permitido pela minha repentina virada de sorte.
Levarei comigo poucos pertences: uma pequena mala de roupas, escova de dentes, um bom laptop para continuar lendo meus jornais preferidos, mas deixarei “congelados” meus meios de comunicação e penso até em cancelar a maior parte dos meus muitos endereços eletrônicos. Afinal de contas, não se imagina um “eremita” se comunicando com alguém, pelo menos não no sentido usual da palavra. Com o novo estilo de vida, talvez eu consiga ler pelo menos uma parte da imensa lista de livros que me aguardam silenciosamente em algum canto de minha biblioteca imaginária.
Fico por aqui, do contrário já falharei de partida na mudança prometida de estilo de vida, deixando de romper com um dos meus vícios mais notórios, que é o de escrever demais e prolixamente, defeito que só perde para outro, igualmente irritante, o de sempre estar lendo, em qualquer circunstância e lugar.
Mil perdões àqueles que vão se decepcionar com meu gesto inesperado, com essa retirada não prevista e unilateral, com este desaparecimento repentino, sem qualquer possibilidade de retorno e de resposta. Guardo boas lembranças de todos aqueles que comigo partilharam bons momentos de intercâmbio intelectual e de todos reterei gestos de carinho e de atenção que muito me confortaram e animaram, numa vida de ordinário solitária e voltada para os livros.
Je n’ai pas de regrets, como diria um poeta francês: não lamento nada do que fiz ou deixei de fazer. Acredito ter sido correto com todos aqueles que comigo se relacionaram e ter exercido minha proverbial honestidade intelectual em todas as atividades em que me engajei. Continuarei exercendo essas poucas qualidades no que me restar de tempo útil (e até inútil). Parto para a montanha do saber, com a vantagem de ser ela absolutamente móvel e múltipla, aonde me levar minha curiosidade e meu desejo de saber. Grato a todos pela consideração, uma última desculpa pela despedida sem retorno e meus bons votos a todos os que continuam sua caminhada em direção da felicidade. Creio que estarei “presente”, mesmo ausente...
Vale!
(sem retorno, por favor)
Paulo Roberto de Almeida
Sem muito alarde, ou fanfarra, e também sem despedidas formais, como convém ao meu natural reservado, gostaria de comunicar aos amigos, conhecidos, aos colegas de trabalho, de academia, meus conhecidos em geral (e, talvez até, alguns desconhecidos), algo importante, no plano individual, mas provavelmente pouco importante no âmbito social e totalmente irrelevante no plano nacional: estou empreendendo um novo tipo de atividade, em função de acontecimento fortuito recentemente ocorrido, que implica em minha retirada completa dos circuitos até aqui freqüentados e percorridos. Ou seja: estou despedindo-me (sem tristeza, porém).
A razão é muito simples, mas em torno da qual eu pediria aos que receberem esta mensagem, absolutamente pessoal e reservada, a mais absoluta reserva: tive a sorte – que sempre me foi extremamente escassa nos meus anos bem vividos – de ter sido contemplado com um desses prêmios inesperados, em volume surpreendente para as minhas baixas expectativas em torno desse tipo de aposta, o que vai permitir-me uma retirada confortável (eu diria até luxuosa), sem qualquer tipo de preocupação financeira pelo tempo que me resta neste planeta insólito. Não apenas por isto, mas também pelo sempre acalentado desejo de dedicar-me integralmente ao que sempre gostei de fazer – ler e escrever – decidi, em família, que era chegada a hora de adotar, por uma vez, um estilo eremita e afastado (embora sempre ligado ao mundo).
Talvez não definitivamente, mas por um futuro ainda indefinível, decidi “liquidar” os poucos “negócios” que me atam à vida profissional atual, às atividades paralelas na academia, aos compromissos assumidos com instituições de ensino, de pesquisa, minha participação em pasquins de opinião, em folhas de discussão, listas de informação, grupos de debates, enfim, todos os vínculos existentes e obrigações auto-assumidas ou impostas por razoes orçamentárias, que sempre me tomaram um tempo excessivo, impedindo-me de me dedicar ao que realmente gosto: ler, refletir, escrever, eventualmente exercer alguma atividade dotada de impacto social, em geral na área da educação e da formação de jovens.
Não pretendo entrar em detalhes sobre a natureza exata desse inesperado golpe de sorte, sobre valores, ou decisões atuais e futuras, e até cogito, se me permitirem as circunstâncias e as possibilidades legais, adotar nova identidade, dando por terminada a que me acompanhou desde o berço, se ouso dizer. Será uma maneira discreta de dar partida a um novo estilo de vida, sem ter de explicar a conhecidos e outros curiosos por que, exatamente, decidi levar uma vida de usufruto discreto de uma renda mais do que razoável para os meus padrões de vida normalmente modestos. Vou partir...
Sim, vou poder fazer aquilo de que também mais gosto: viajar, conhecer outros lugares e pessoas, de preferência por terra, detendo-me onde me aprouver para usufruir de todos os benefícios que a civilização e a cultura construíram de magnífico nos últimos séculos (de fato, nos últimos dois ou três mil anos, para rendermos uma homenagem a povos da mais remota antiguidade). Viajar por onde for possível, entrar em quaisquer restaurantes e hotéis, de preferência os melhores, claro, ir a museus, entrar em livrarias, sentar em cafés, sem ter de contar os tostões, ou pensar na conta do cartão de crédito no final do mês, tudo isso representa uma felicidade imaginável para todos aqueles que apreciam o convívio com o que há de melhor na sociedade humana: não o dinheiro, não o poder, mas a cultura e a inteligência. Nem sempre é possível desfrutar desses bens normalmente escassos na vida diária, geralmente feita de trabalho rotineiro, compras regulares, pagamentos de contas, convivência social nem sempre escolhida mas determinada pelas nossas circunstâncias de trabalho, de vizinhança ou de obrigações familiares e outras chateações bem conhecidas de todos nós. Eu tive a sorte de poder, a partir de agora, determinar meu próprio destino, sem mais ter de prestar contas a ninguém, por necessidade financeira ou dever funcional.
Ser livre, finalmente, é isto: poder dispor de autonomia no emprego do tempo pessoal, decidir mudar de roteiro e de atividade quantas vezes se desejar, passar dias sem fazer absolutamente nada, a não ser aquilo que se escolhe fazer, sem maiores limitações do que aquelas impostas pela estúpida soberania dos Estados, que limitam a liberdade de locomoção e de estada de indivíduos livres, como agora passo a ser. Tudo isso, claro, só é possível quando se dispõe de franquias financeiras não disponíveis à maior parte dos indivíduos de minha condição, mas que doravante passa a ser minha condição “normal” em virtude dessa volta inesperada da “fortuna”.
Meu único desejo, agora expressamente formulado, seria o de não ter de me explicar, de responder a mensagens, de ter de atender a despedidas formais, enfim de voltar a me comunicar com todos aqueles que agora me lêem e que me conhecem, pessoalmente ou por este meio eletrônico tão corriqueiro. Não voltarei a comunicar-me com ninguém, como tampouco darei notícias unilaterais. Estarei bem, muito bem, melhor do que a maioria dos nossos concidadãos e até indivíduos mais abastados, com disposição para enfrentar minha nova profissão de “eremita da cultura” por muitos anos à frente. Eventualmente darei notícias, em algum momento indefinível do futuro, quando resolver adotar um outro estilo de vida do que aquele agora permitido pela minha repentina virada de sorte.
Levarei comigo poucos pertences: uma pequena mala de roupas, escova de dentes, um bom laptop para continuar lendo meus jornais preferidos, mas deixarei “congelados” meus meios de comunicação e penso até em cancelar a maior parte dos meus muitos endereços eletrônicos. Afinal de contas, não se imagina um “eremita” se comunicando com alguém, pelo menos não no sentido usual da palavra. Com o novo estilo de vida, talvez eu consiga ler pelo menos uma parte da imensa lista de livros que me aguardam silenciosamente em algum canto de minha biblioteca imaginária.
Fico por aqui, do contrário já falharei de partida na mudança prometida de estilo de vida, deixando de romper com um dos meus vícios mais notórios, que é o de escrever demais e prolixamente, defeito que só perde para outro, igualmente irritante, o de sempre estar lendo, em qualquer circunstância e lugar.
Mil perdões àqueles que vão se decepcionar com meu gesto inesperado, com essa retirada não prevista e unilateral, com este desaparecimento repentino, sem qualquer possibilidade de retorno e de resposta. Guardo boas lembranças de todos aqueles que comigo partilharam bons momentos de intercâmbio intelectual e de todos reterei gestos de carinho e de atenção que muito me confortaram e animaram, numa vida de ordinário solitária e voltada para os livros.
Je n’ai pas de regrets, como diria um poeta francês: não lamento nada do que fiz ou deixei de fazer. Acredito ter sido correto com todos aqueles que comigo se relacionaram e ter exercido minha proverbial honestidade intelectual em todas as atividades em que me engajei. Continuarei exercendo essas poucas qualidades no que me restar de tempo útil (e até inútil). Parto para a montanha do saber, com a vantagem de ser ela absolutamente móvel e múltipla, aonde me levar minha curiosidade e meu desejo de saber. Grato a todos pela consideração, uma última desculpa pela despedida sem retorno e meus bons votos a todos os que continuam sua caminhada em direção da felicidade. Creio que estarei “presente”, mesmo ausente...
Vale!
terça-feira, 25 de março de 2008
859) Interesse Nacional, uma nova revista de debates
Informação sobre a nova revista Interesse Nacional
Chega ao mercado editorial brasileiro, em fins de março, uma publicação inédita com textos de economistas, diplomatas, sociólogos, políticos, jornalistas e especialistas em temas como meio ambiente, economia, política social, política industrial e inovação, educação, segurança pública, tráfico de drogas e de armas, cultura da transgressão e política externa.
A revista Interesse Nacional, que tem em seu conselho editorial 25 membros, circulará em fins de março e será lançada em São Paulo, no dia 15 de abril, num seminário sobre a Globalização e o Interesse Nacional do Brasil, no Instituto Norberto Bobbio. A revista também será apresentada em Belo Horizonte, no dia 6 de abril, com debate no Banco de Desenvolvimento do Estado de Minas Gerais.
Interesse Nacional, com periodicidade trimestral (quatro números ao ano), não terá uma linha editorial, não defenderá essa ou aquela visão e nem promoverá convergência de opiniões. A revista vem para ocupar um espaço ainda não preenchido no mercado editorial brasileiro, pois se trata de uma publicação que fica entre o jornalismo e o texto acadêmico, uma mistura que facilita o aprofundamento dos temas sem a necessidade de apresentá-los como uma tese acabada. De tal forma, que o leitor possa entender, em relação a cada uma das questões em pauta, o que está em jogo e quais as posições mais relevantes sobre o que fazer e como fazer para beneficiar o País numa perspectiva de longo prazo.
"Seu único compromisso é com o debate qualificado de idéias e com a relevância das questões levantadas, na intersecção crescente entre os assuntos domésticos e internacionais", explica o embaixador Rubens Barbosa, editor responsável da revista, que, inicialmente, terá uma tiragem de dois mil exemplares e será vendida em livrarias, algumas bancas e por meio de assinaturas.
A revista pretende atingir os meios político, acadêmico, empresarial e a mídia.
No Brasil, a idéia de se discutir os principais assuntos políticos e econômicos, do ponto de vista dos interesses nacionais, ainda não se firmou com a força necessária. "Em países mais ativos na definição de estratégias de inserção no mundo global, a noção de interesse nacional permeia os embates parlamentares, as disputas eleitorais, o debate público em geral", comenta Rubens Barbosa.
O primeiro número de Interesse Nacional trará oito artigos:
1e 2) "O que é o interesse nacional do Brasil hoje?" – textos de Luiz Gonzaga Belluzzo e Gustavo Franco.
3 e 4) "A política externa do Brasil na América do Sul e o ingresso da Venezuela no Mercosul" – textos de Marco Aurélio Garcia e Rubens Barbosa.
5) "A posição brasileira no pós-Kyoto" – Embaixador Everton Vargas.
6) "TV Pública ou TV Estatal?" – Eugênio Bucci.
7) "Capital estrangeiro no ensino superior: ameaça ou oportunidade?" – Cláudio Moura Castro.
8) "Judiciário: a reforma possível e relevante" – Joaquim Falcão.
São membros do Conselho Editorial:
André Singer, Berta Becker, Carlos Eduardo Lins da Silva, Cláudio Lembo, Cláudio Moura Castro, Daniel Feffer, Demétrio Magnoli, Eduardo Giannetti da Fonseca, Eliézer Rizzo de Oliveira, Eugênio Bucci, Fernão Bracher, Gabriel Cohn, Glauco Arbix, João Geraldo Piquet Carneiro, Joaquim Falcão, José Luis Fiori, Leda Paulani, Luiz Carlos Bresser Pereira, Raymundo Magliano, Renato Janine Ribeiro, Ricardo Carneiro, Ricardo Santiago, Roberto Pompeu de Toledo, Rubens Barbosa e Sérgio Fausto.
(O primeiro número circulará em fins de março de 2008, e o lançamento será em seminários em S. Paulo e Belo Horizonte)
Chega ao mercado editorial brasileiro, em fins de março, uma publicação inédita com textos de economistas, diplomatas, sociólogos, políticos, jornalistas e especialistas em temas como meio ambiente, economia, política social, política industrial e inovação, educação, segurança pública, tráfico de drogas e de armas, cultura da transgressão e política externa.
A revista Interesse Nacional, que tem em seu conselho editorial 25 membros, circulará em fins de março e será lançada em São Paulo, no dia 15 de abril, num seminário sobre a Globalização e o Interesse Nacional do Brasil, no Instituto Norberto Bobbio. A revista também será apresentada em Belo Horizonte, no dia 6 de abril, com debate no Banco de Desenvolvimento do Estado de Minas Gerais.
Interesse Nacional, com periodicidade trimestral (quatro números ao ano), não terá uma linha editorial, não defenderá essa ou aquela visão e nem promoverá convergência de opiniões. A revista vem para ocupar um espaço ainda não preenchido no mercado editorial brasileiro, pois se trata de uma publicação que fica entre o jornalismo e o texto acadêmico, uma mistura que facilita o aprofundamento dos temas sem a necessidade de apresentá-los como uma tese acabada. De tal forma, que o leitor possa entender, em relação a cada uma das questões em pauta, o que está em jogo e quais as posições mais relevantes sobre o que fazer e como fazer para beneficiar o País numa perspectiva de longo prazo.
"Seu único compromisso é com o debate qualificado de idéias e com a relevância das questões levantadas, na intersecção crescente entre os assuntos domésticos e internacionais", explica o embaixador Rubens Barbosa, editor responsável da revista, que, inicialmente, terá uma tiragem de dois mil exemplares e será vendida em livrarias, algumas bancas e por meio de assinaturas.
A revista pretende atingir os meios político, acadêmico, empresarial e a mídia.
No Brasil, a idéia de se discutir os principais assuntos políticos e econômicos, do ponto de vista dos interesses nacionais, ainda não se firmou com a força necessária. "Em países mais ativos na definição de estratégias de inserção no mundo global, a noção de interesse nacional permeia os embates parlamentares, as disputas eleitorais, o debate público em geral", comenta Rubens Barbosa.
O primeiro número de Interesse Nacional trará oito artigos:
1e 2) "O que é o interesse nacional do Brasil hoje?" – textos de Luiz Gonzaga Belluzzo e Gustavo Franco.
3 e 4) "A política externa do Brasil na América do Sul e o ingresso da Venezuela no Mercosul" – textos de Marco Aurélio Garcia e Rubens Barbosa.
5) "A posição brasileira no pós-Kyoto" – Embaixador Everton Vargas.
6) "TV Pública ou TV Estatal?" – Eugênio Bucci.
7) "Capital estrangeiro no ensino superior: ameaça ou oportunidade?" – Cláudio Moura Castro.
8) "Judiciário: a reforma possível e relevante" – Joaquim Falcão.
São membros do Conselho Editorial:
André Singer, Berta Becker, Carlos Eduardo Lins da Silva, Cláudio Lembo, Cláudio Moura Castro, Daniel Feffer, Demétrio Magnoli, Eduardo Giannetti da Fonseca, Eliézer Rizzo de Oliveira, Eugênio Bucci, Fernão Bracher, Gabriel Cohn, Glauco Arbix, João Geraldo Piquet Carneiro, Joaquim Falcão, José Luis Fiori, Leda Paulani, Luiz Carlos Bresser Pereira, Raymundo Magliano, Renato Janine Ribeiro, Ricardo Carneiro, Ricardo Santiago, Roberto Pompeu de Toledo, Rubens Barbosa e Sérgio Fausto.
(O primeiro número circulará em fins de março de 2008, e o lançamento será em seminários em S. Paulo e Belo Horizonte)
segunda-feira, 24 de março de 2008
858) Curso sobre politica externa Brasileria, RJ
Não costumo fazer publicidade, de qualquer espécie, neste blog, especificamente dedicado à informção e à discussão sobre temas de relações internacionais e de política externa do Brasil. Entendo, porém, que a nota abaixo se enquadre na categoria de informação, razão pela qual interpreto liberalmente minha regra não-publicidade...
CURSO SOBRE A POLÍTICA EXTERNA BRASILEIRA
Os professores Adriano de Freixo e Alvaro de Oliveira Senra, da Coordenação de Ciências Sociais do CEFET-RJ, darão curso com o tema: "O BRASIL NO MUNDO: CINCO DÉCADAS DA POLÍTICA EXTERNA BRASILEIRA (1960-2008)". O curso será dado no XIII Encontro Regional da Associação Nacional de História (ANPUH), que será realizado na
UFRRJ, entre os dias 4 a 7 de agosto próximo. Mais informações no site: www.encontro2008.rj.anpuh.org.
Adriano é doutor em História Social pela UFRJ; Alvaro é doutor em Ciências Sociais pela UERJ.
O BRASIL NO MUNDO: CINCO DÉCADAS DA POLÍTICA EXTERNA BRASILEIRA (1960-2008)
ADRIANO DE FREIXO E ALVARO DE OLIVEIRA SENRA
Resumo:
Este mini-curso tem como objetivo traçar um amplo painel da evolução da Política Externa Brasileira e da inserção internacional do Brasil nas últimas cinco décadas, tomando como ponto-de-partida a "Política Externa Independente", implementada nos governos Jânio Quadros e João Goulart. A partir daí, analisaremos a Política Externa implementada pelos governos militares e, posteriormente, pelos governos democráticos que os sucederam, até chegarmos à "Era Lula". Neste sentido, procuraremos apresentar as rupturas e as continuidades dessa política acontecidas ao longo dos vários
governos, bem como discutir as relações existentes entre "Política Externa" e "Política Interna". Pretendemos, também, refletir sobre o impacto das diversas determinantes da conjuntura internacional sobre a inserção do Brasil no mundo, ao longo do período estudado.
CURSO SOBRE A POLÍTICA EXTERNA BRASILEIRA
Os professores Adriano de Freixo e Alvaro de Oliveira Senra, da Coordenação de Ciências Sociais do CEFET-RJ, darão curso com o tema: "O BRASIL NO MUNDO: CINCO DÉCADAS DA POLÍTICA EXTERNA BRASILEIRA (1960-2008)". O curso será dado no XIII Encontro Regional da Associação Nacional de História (ANPUH), que será realizado na
UFRRJ, entre os dias 4 a 7 de agosto próximo. Mais informações no site: www.encontro2008.rj.anpuh.org.
Adriano é doutor em História Social pela UFRJ; Alvaro é doutor em Ciências Sociais pela UERJ.
O BRASIL NO MUNDO: CINCO DÉCADAS DA POLÍTICA EXTERNA BRASILEIRA (1960-2008)
ADRIANO DE FREIXO E ALVARO DE OLIVEIRA SENRA
Resumo:
Este mini-curso tem como objetivo traçar um amplo painel da evolução da Política Externa Brasileira e da inserção internacional do Brasil nas últimas cinco décadas, tomando como ponto-de-partida a "Política Externa Independente", implementada nos governos Jânio Quadros e João Goulart. A partir daí, analisaremos a Política Externa implementada pelos governos militares e, posteriormente, pelos governos democráticos que os sucederam, até chegarmos à "Era Lula". Neste sentido, procuraremos apresentar as rupturas e as continuidades dessa política acontecidas ao longo dos vários
governos, bem como discutir as relações existentes entre "Política Externa" e "Política Interna". Pretendemos, também, refletir sobre o impacto das diversas determinantes da conjuntura internacional sobre a inserção do Brasil no mundo, ao longo do período estudado.
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