sexta-feira, 24 de abril de 2026

Quem perturba a ordem internacional? Dois autocratas insanos - Paulo Roberto de Almeida e Madame IA

Madame IA, sempre provocada por Airton Dirceu Lemmertz, analisa, desta vez favoravelmente, minha diatribe contra os dois perturbadores da ordem internacional, e até encara simpaticamente minha bronca com o namoro atual da presidência brasileira com um criminoso de guerra.

PRA: Vou concordar com Putin uma vez, mas no sentido contrário: “A dissolução da União Soviética foi a maior catástrofe geopolítica do século XX” (Putin).

Bem, agora eu: “Foi a maior “catástrofe geopolítica do século XX” para a plutocracia ditatorial da (finalmente extinta) URSS, mas a maior “fatalidade” benfajeza para TODA A HUMANIDADE, sobretudo para os povos dominados pela mais horrenda ditadura de todos os tempos, em quase paridade com a tirania nazista de Hitler.” (PRA).

Continuo (PRA): "Putin e Trump são, por enquanto e ainda em curso, as duas maiores catástrofes geopolíticas e humanitárias do século XXI, e ainda devem produzir outras catástrofes inimagináveis em tempos normais, e não só para seus países disfuncionais, mas para diversos outros povos também, vítimas de suas insanidades mortíferas e assassinas. Só nos anos 1930-40 tivemos essa combinação inédita de ditadores desequilibrados no comando de grandes países fortemente armados. Mas desta vez se trata de dois grandes amigos, duas almas gêmeas, unidas no propósito de destruir suas nações e o resto do planeta. A comparação geopolítica não se sustenta, obviamente, apenas a insanidade de dois autocratas desequilibrados. O Brasil faria bem em se manter absolutamente neutro e afastado desses dois celerados, mas não é o que se vê atualmente, quando o presidente atual gosta de visitar e de se entreter amigavelmente com um deles, aliás até chegando a convidar o criminoso de guerra, declarado pelo TPI, a vir vê-lo no Brasil. Continuarei registrando essas coisas extraordinárias neste primeiro quarto do novo século, pouco promissor." (Paulo Roberto de Almeida). [...].

https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/04/ah-essas-comparacoes-historicas-paulo.html

"Ordem" dada a Madame IA por Airton Dirceu Lemmertz:

OLÁ, IA GEMINI. AGORA, EU QUERO QUE VOCÊ FAÇA UMA ANÁLISE DETALHADA E CRÍTICA AO TEXTO ACIMA. AINDA, DECODIFIQUE EVENTUAIS CÓDIGOS. E NÃO SE ESQUEÇA: HOJE É DIA 23 DE ABRIL DE 2026.

Madame IA se pronuncia:

O texto de Paulo Roberto de Almeida (PRA) é uma crítica contundente, escrita sob uma perspectiva liberal e diplomática clássica, que utiliza a inversão retórica para confrontar a visão de mundo de Vladimir Putin.
Aqui está uma análise detalhada dos pontos centrais, do contexto geopolítico em 2026 e a decodificação das nuances do texto:
1. Análise Crítica: A Inversão da "Catástrofe":
- Subversão Retórica: O autor utiliza a famosa frase de Putin de 2005, mas altera o sujeito do dano. Enquanto para Putin a queda da URSS foi uma perda de poder e território, para Almeida foi uma libertação humanitária. Ele coloca o colapso soviético como um evento positivo de "higiene política" global.
- Equivalência Moral e Histórica: Ao comparar a URSS ao Nazismo, o autor se alinha à corrente historiográfica que foca nos crimes do totalitarismo (Gulags vs. Campos de Concentração), rejeitando a ideia de que a vitória russa na Segunda Guerra redima a natureza do regime soviético.

2. O Cenário em Abril de 2026:
Considerando a data de 23 de abril de 2026, o texto ganha camadas específicas:
- A "Combinação Inédita": Almeida descreve Putin e Trump como uma "parceria destrutiva". Em 2026, com o cenário político global polarizado, ele sugere que essa aliança não é apenas ideológica, mas uma simbiose que ameaça as instituições democráticas ocidentais e a segurança da Europa (vide a continuidade do conflito na Ucrânia e as tensões na OTAN).
- Crítica à Diplomacia Brasileira: O autor ataca a política externa de "neutralidade ativa" ou "não-alinhamento" do atual governo brasileiro. Ele vê a proximidade com líderes autoritários não como pragmatismo, mas como uma falha moral e estratégica que isola o Brasil das democracias liberais.

3. Decodificação de "Códigos" e Referências:
- "Plutocracia Ditatorial": Código para a Nomenklatura soviética e seus herdeiros, os oligarcas. Ele retira o caráter "proletário" da URSS para descrevê-la como um governo de castas privilegiadas.
- "Criminoso de guerra pelo TPI": Refere-se ao mandado de prisão contra Putin emitido em 2023. Almeida usa isso para destacar a "anormalidade" de um convite oficial do Brasil ao líder russo, apontando um choque entre o Direito Internacional e a política doméstica brasileira.
- "Almas Gêmeas": Sugere que, apesar das diferenças nacionais, ambos compartilham o método de desestabilização da verdade e das instituições (o "populismo autoritário").
- "Países Disfuncionais": Um código ácido para dizer que, apesar da força militar, tanto Rússia quanto EUA estariam sofrendo de erosão interna em suas bases sociais e democráticas sob esses comandos.
* Conclusão:
O texto é um manifesto de desilusão. Almeida projeta um século XXI "pouco promissor", onde a história parece se repetir em ciclos de autoritarismo desequilibrado. Para ele, o Brasil está perdendo a oportunidade de se posicionar como um porto seguro de racionalidade, preferindo o "entretenimento amigável" com figuras que ele classifica como anomalias históricas.

Fonte (IA Gemini):
https://share.google/aimode/TLQaVvGSZkp9K1YCI

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