Meu tutor em Inteligência Artificial, Airton Dirceu Lemmertz, faz com qyue Madame IA reproduzisse meus argumentos, mas em estilo caipira, contra os dois opostos na presidência, cada um provocando o outro como adversário político. PRA
Temas de relações internacionais, de política externa e de diplomacia brasileira, com ênfase em políticas econômicas, viagens, livros e cultura em geral. Um quilombo de resistência intelectual em defesa da racionalidade, da inteligência e das liberdades democráticas. Ver também minha página: www.pralmeida.net (em construção).
sexta-feira, 17 de julho de 2026
Uma Madame IA caipira comenta certos causos do presente, fazendo troças de todos…
sexta-feira, 24 de abril de 2026
Quem perturba a ordem internacional? Dois autocratas insanos - Paulo Roberto de Almeida e Madame IA
PRA: Vou concordar com Putin uma vez, mas no sentido contrário: “A dissolução da União Soviética foi a maior catástrofe geopolítica do século XX” (Putin).
https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/04/ah-essas-comparacoes-historicas-paulo.html
"Ordem" dada a Madame IA por Airton Dirceu Lemmertz:
OLÁ, IA GEMINI. AGORA, EU QUERO QUE VOCÊ FAÇA UMA ANÁLISE DETALHADA E CRÍTICA AO TEXTO ACIMA. AINDA, DECODIFIQUE EVENTUAIS CÓDIGOS. E NÃO SE ESQUEÇA: HOJE É DIA 23 DE ABRIL DE 2026.
Madame IA se pronuncia:
O texto de Paulo Roberto de Almeida (PRA) é uma crítica contundente, escrita sob uma perspectiva liberal e diplomática clássica, que utiliza a inversão retórica para confrontar a visão de mundo de Vladimir Putin.
Aqui está uma análise detalhada dos pontos centrais, do contexto geopolítico em 2026 e a decodificação das nuances do texto:
1. Análise Crítica: A Inversão da "Catástrofe":
- Subversão Retórica: O autor utiliza a famosa frase de Putin de 2005, mas altera o sujeito do dano. Enquanto para Putin a queda da URSS foi uma perda de poder e território, para Almeida foi uma libertação humanitária. Ele coloca o colapso soviético como um evento positivo de "higiene política" global.
- Equivalência Moral e Histórica: Ao comparar a URSS ao Nazismo, o autor se alinha à corrente historiográfica que foca nos crimes do totalitarismo (Gulags vs. Campos de Concentração), rejeitando a ideia de que a vitória russa na Segunda Guerra redima a natureza do regime soviético.
2. O Cenário em Abril de 2026:
Considerando a data de 23 de abril de 2026, o texto ganha camadas específicas:
- A "Combinação Inédita": Almeida descreve Putin e Trump como uma "parceria destrutiva". Em 2026, com o cenário político global polarizado, ele sugere que essa aliança não é apenas ideológica, mas uma simbiose que ameaça as instituições democráticas ocidentais e a segurança da Europa (vide a continuidade do conflito na Ucrânia e as tensões na OTAN).
- Crítica à Diplomacia Brasileira: O autor ataca a política externa de "neutralidade ativa" ou "não-alinhamento" do atual governo brasileiro. Ele vê a proximidade com líderes autoritários não como pragmatismo, mas como uma falha moral e estratégica que isola o Brasil das democracias liberais.
3. Decodificação de "Códigos" e Referências:
- "Plutocracia Ditatorial": Código para a Nomenklatura soviética e seus herdeiros, os oligarcas. Ele retira o caráter "proletário" da URSS para descrevê-la como um governo de castas privilegiadas.
- "Criminoso de guerra pelo TPI": Refere-se ao mandado de prisão contra Putin emitido em 2023. Almeida usa isso para destacar a "anormalidade" de um convite oficial do Brasil ao líder russo, apontando um choque entre o Direito Internacional e a política doméstica brasileira.
- "Almas Gêmeas": Sugere que, apesar das diferenças nacionais, ambos compartilham o método de desestabilização da verdade e das instituições (o "populismo autoritário").
- "Países Disfuncionais": Um código ácido para dizer que, apesar da força militar, tanto Rússia quanto EUA estariam sofrendo de erosão interna em suas bases sociais e democráticas sob esses comandos.
* Conclusão:
O texto é um manifesto de desilusão. Almeida projeta um século XXI "pouco promissor", onde a história parece se repetir em ciclos de autoritarismo desequilibrado. Para ele, o Brasil está perdendo a oportunidade de se posicionar como um porto seguro de racionalidade, preferindo o "entretenimento amigável" com figuras que ele classifica como anomalias históricas.
Fonte (IA Gemini):
https://share.google/aimode/TLQaVvGSZkp9K1YCI
quinta-feira, 12 de março de 2026
A estrutura da polarização: Lula, Flávio Bolsonaro e o empate técnico que organiza a disputa presidencial brasileira - Paulo Baía (Agenda do Poder)
A estrutura da polarização: Lula, Flávio Bolsonaro e o empate técnico que organiza a disputa presidencial brasileira
* Sociólogo, cientista político, ensaísta e professor da UFRJ
segunda-feira, 26 de janeiro de 2026
A ilusão das “regras” e o risco estratégico para o Brasil - DefesaNet
A ilusão das “regras” e o risco estratégico para o Brasil
Editor DefesaNet, 22 de janeiro de 2026A ilusão das regras nos artigos de Lula e Celso Amorim e o risco estratégico para o Brasil
Nota DefesaNet
https://www.defesanet.com.br/gh/a-ilusao-das-regras-e-o-risco-estrategico-para-o-brasil/
O Presidente Lula publicou um artigo no jornal The New York Times , edição de18 de janeiro de 2026. O texto original em inglês e tradução em português.
Tanto o artigo de Lula, no dia 18JAN2026, no The New York Times como o de Celso Amorim na revita The Economist seguem uma linha que merece ser analisada,
Claramente texto saidos da pena de Celso Amorim que ao longo de 25 anos, tantop no comando da Diplomacia, Defessa ou eminência parda sempre obteve resultados ou confrontos contestáveis.
1 – The New York Times – 18 Janeiro 2026, edição web, e 20 Janeiro edição impressa
Lula: Este Hemisfério Pertence a Todos Nós
Lula: This Hemisphere Belongs to All of Us
2 – The Economist – 19 Janeiro 2026 edição online
Celso Amorim – Como podemos viver em um mundo sem regras?
Celso Amorim – How can we live in a world without rules?
A ilusão das “regras” e o risco estratégico para o Brasil
Observador DefesaNet
O artigo “How can we live in a world without rules”, assinado por Celso Amorim, não é apenas um exercício acadêmico ou diplomático. Ele expressa uma visão de mundo que, aplicada como política de Estado, representa risco concreto à segurança nacional brasileira. Ao insistir em uma leitura normativista das relações internacionais, o texto ignora a realidade do poder e empurra o Brasil para uma posição de ambiguidade estratégica perigosa, especialmente diante dos Estados Unidos sob Donald Trump.
O problema não é defender regras. O problema é acreditar que regras sobrevivem sem poder — e, pior, moldar a política externa brasileira como se o mundo ainda operasse sob consensos que já não existem.
Regras não protegem países fracos — poder protege.
A tese central de Amorim parte de uma premissa falsa: a de que a crise internacional decorre do abandono de normas multilaterais. Não decorre. A crise decorre da ruptura do equilíbrio de poder que sustentava essas normas.
China e Rússia e – agora os Estados Unidos – não desafiam a ordem internacional porque ela é “imperfeita”, mas porque não lhes interessa. E não há nenhum indício de que aceitarão regras que limitem seus objetivos estratégicos. Defender regras universais nesse contexto não é idealismo — é desarmamento intelectual.
Ao adotar essa visão, o Brasil:
• substitui estratégia por retórica;
• confunde desejo com realidade;
• e abdica da lógica do poder em um ambiente internacional brutalmente competitivo.
Neutralidade moral é sinônimo de irrelevância estratégica
A diplomacia defendida por Amorim insiste na ideia de que o Brasil pode ocupar o papel de mediador moral, equidistante entre grandes potências. Esse espaço não existe mais.
No mundo atual:
• quem não se alinha claramente é visto como não confiável;
• quem evita nomear ameaças é tratado como ambíguo;
• quem prega equilíbrio sem poder vira arena, não ator.
A neutralidade defendida no artigo não preserva autonomia. Ela a corrói, pois retira do Brasil capacidade de barganha, previsibilidade estratégica e credibilidade como parceiro de segurança.
Conflito direto com os EUA sob Donald Trump
A visão de Amorim colide frontalmente com a lógica estratégica dos Estados Unidos sob Donald Trump. Washington opera de forma simples e dura: interesses primeiro, alinhamentos claros, reciprocidade concreta.
Nesse contexto, o discurso do “multilateralismo como fim em si mesmo” é interpretado como:
• resistência aos interesses americanos;
• relativização das ameaças centrais (China e Rússia);
• falta de compromisso estratégico.
Para Trump, ambiguidade equivale a oposição potencial. Um Brasil que insiste nessa postura se coloca, voluntariamente, sob suspeita.
Os custos não são teóricos — são práticos
A adoção dessa visão como política de Estado tem consequências diretas:
• restrições ao acesso a tecnologias sensíveis, sobretudo em defesa, aeroespacial, cibernética e inteligência;
• redução da cooperação militar e industrial, com impactos diretos na Base Industrial de Defesa;
• pressões econômicas indiretas, travestidas de exigências regulatórias ou comerciais;
• perda de credibilidade como parceiro estratégico no hemisfério ocidental.
Nenhuma grande potência confia sua segurança a um país que se recusa a definir prioridades estratégicas.
O erro conceitual fatal: confundir ordem com justiça
Amorim confunde ordem internacional com justiça normativa. Ordem não nasce de consenso moral; nasce da capacidade de impor custos a quem a viola. Regras vêm depois — e apenas quando sustentadas por poder.
Ao insistir nessa inversão, o Brasil:
• defende uma ordem que já colapsou;
• antagoniza parceiros estratégicos reais;
• e se aproxima retoricamente de potências revisionistas que não oferecem garantias de segurança, tecnologia ou desenvolvimento autônomo.
Isso não é política externa independente. É exposição estratégica
Conclusão: diplomacia sem poder é risco à soberania
O artigo de Celso Amorim pode soar elegante, coerente e moralmente confortável. Mas, no mundo real, é estrategicamente inadequado e potencialmente danoso.
Persistir nessa linha:
• enfraquece a posição do Brasil diante dos Estados Unidos;
• aumenta desconfiança em Washington, especialmente sob Trump;
• reduz margem de negociação dura;
• e transforma o país em variável passiva da disputa entre grandes potências.
No século XXI, quem não escolhe claramente seus interesses tem seus interesses escolhidos por outros.
Diplomacia sem poder não protege soberania.
E soberania não se sustenta com retórica.
DefesaNet
sábado, 24 de janeiro de 2026
Diplomatizzando sobre Lula e os petistas, entre 2006 e 2015 - Paulo Roberto de Almeida
Airton Dirceu Lemmertz selecionou postagens minhas no Diplomatizzando sobre Lula, o PT e as aventuras petistas no poder, de 2009 até 2015. PRA
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- No blog Diplomatizzando, relembre algumas postagens atreladas a Lula e/ou aos companheiros:
https://diplomatizzando.blogspot.com/2012/05/frase-da-semana-falta-alguem-em.html
sexta-feira, 5 de dezembro de 2025
Diplomacia telefônica - Rubens Barbosa (Editorial Interesse Nacional)
Diplomacia telefônica
Rubens BarbosaEditorial Interesse Nacional, 5/12/2025
https://interessenacional.us17.list-manage.com/track/click?u=b838fc839fc674ae04ae9e142&id=0334867663&e=42320605d3
Nos últimos dias, noticiou-se que conversas telefônicas entre presidentes tentaram avançar interesses concretos nas políticas externas dos EUA em relação à Venezuela e do Brasil em relação aos EUA.
No fim de semana, o presidente Donald Trump ligou para o presidente venezuelano e deu um ultimato para Nicolás Maduro deixar o poder em Caracas. A conversa teria sido intermediada por Brasil, Catar e Turquia.
No telefonema, talvez a última tentativa de Washington de mudar o regime sem uma ação militar, Trump ofereceu uma saída da família de Maduro para um terceiro país, onde ficaria exilado, em troca da renúncia de seu cargo presidencial e a volta da democracia à Venezuela.
Do ponto de vista do Brasil, a iniciativa de Lula de ligar para Trump foi oportuna e pragmática
Por Rubens Barbosa, presidente do Grupo Interesse Nacional
Clique aqui para ler o editorial da semana:
quinta-feira, 16 de outubro de 2025
As frases mais polêmicas ditas por nossos líderes políticos: Lula, Bolsonaro, FHC, Dilma, Ciro Gomes - Airton Dirceu Lemmertz
Sobre alimentos e consumo
"Não compre, force os produtores a baixar o preço": Em fevereiro de 2025, Lula declarou que a população deveria parar de comprar alimentos caros, argumentando que isso forçaria os produtores a reduzir os preços. A declaração gerou críticas e debate sobre a efetividade da sugestão e a realidade do poder de compra da população.
"Comam ovos": Na mesma ocasião, em um contexto de preços altos da carne, Lula sugeriu que as pessoas poderiam comer ovos, contando que, no palácio, ele comia ovos de diferentes aves, incluindo ovos de ema.
Sobre política interna e Justiça
"Que porra que é essa?": Em 2016, em áudio divulgado, Lula criticou o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, e a investigação da Receita Federal sobre o Instituto Lula.
Críticas ao STF: Ao longo de sua carreira, Lula fez declarações que geraram críticas por seu tom confrontador em relação ao Supremo Tribunal Federal. Em 2017, foi desmentida uma frase atribuída a ele que ameaçava o STF, mas outras falas geraram controvérsia.
Declarações sobre a guerra na Ucrânia: Durante a guerra, Lula fez declarações que causaram repercussão internacional e que, segundo analistas, demonstraram falta de alinhamento com a postura de outros líderes ocidentais.
Comentário sobre a ministra Gleisi Hoffmann: Em um evento em 2025, a fala de Lula sobre a ministra ser "bonita", ao invés de destacar sua competência profissional, foi considerada machista e gerou críticas nas redes e na mídia.
Declarações consideradas capacitistas e gordofóbicas: Em julho de 2024, falas de Lula consideradas capacitistas e gordofóbicas também geraram críticas.
Algumas das frases mais polêmicas de Jair Bolsonaro foram ditas ao longo de sua trajetória política, antes e durante a sua presidência. As declarações geraram controvérsia em relação a temas como homossexualidade, tortura, democracia, minorias e, mais recentemente, a pandemia de COVID-19.
"Não sou coveiro": Em abril de 2020, ao ser questionado sobre o aumento no número de mortes causadas pela COVID-19, Bolsonaro respondeu: "Não sou coveiro, tá?".
"E daí?": Após ser perguntado sobre o Brasil ter ultrapassado a marca de 5 mil mortos pela doença, em abril de 2020, Bolsonaro disse: "E daí? Lamento. Quer que eu faça o quê?".
"Histórico de atleta": Em março de 2020, Bolsonaro minimizou a gravidade do vírus, afirmando que, se fosse infectado, não precisaria se preocupar, pois tinha um "histórico de atleta".
"Gripezinha": Em uma de suas primeiras manifestações sobre a pandemia, Bolsonaro referiu-se à COVID-19 como uma "gripezinha" ou "resfriadinho".
"País de maricas": Em novembro de 2020, ao abordar as preocupações com o vírus, ele declarou: "Tem que deixar de ser um país de maricas, pô".
Ameaça a uma deputada: Em 2003, durante uma discussão com a deputada Maria do Rosário, Bolsonaro afirmou: "Eu não te estupro porque você não merece".
Ataques a quilombolas: Em uma palestra em 2017, ele descreveu os quilombolas de forma preconceituosa, dizendo: "O afrodescendente mais leve lá pesava sete arrobas. Não fazem nada. Eu acho que nem para procriador servem mais".
Comentários sobre a homossexualidade: Em entrevista à revista Playboy em 2011, ele afirmou: "Prefiro que meu filho morra num acidente do que apareça com um bigodudo por aí".
"Fraquejada" ao ter uma filha: Durante um evento do PSL em 2017, ele declarou que tem cinco filhos: "Foram quatro homens, a quinta eu dei uma fraquejada e veio uma mulher".
Comentários sobre indígenas: Em 1999, o então deputado lamentou que a cavalaria brasileira não tivesse sido tão "eficiente" quanto a norte-americana, que "dizimou os índios".
Elogio à ditadura e à tortura: Em 1999, em entrevista, ele defendeu a ditadura militar e a tortura, dizendo: "Eleições não vão mudar nada neste país. Só vai mudar no dia em que nós partirmos para uma guerra civil aqui dentro e fizermos o trabalho que o regime militar não fez: matando uns 30 mil".
Elogio a coronel da ditadura: Em 2016, na votação do impeachment de Dilma Rousseff, Bolsonaro dedicou seu voto ao coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, que foi chefe do DOI-Codi e é considerado torturador.
Ameaças ao STF: Em manifestação em setembro de 2021, Bolsonaro afirmou que não mais cumpriria decisões do ministro Alexandre de Moraes e declarou: "Nós vamos para o campo da batalha".
Ataques à imprensa: Em julho de 2019, questionado sobre uma reportagem que o criticava, Bolsonaro questionou a jornalista Miriam Leitão sobre a tortura que ela sofreu durante a ditadura militar.
Algumas das frases mais polêmicas ditas por Ciro Gomes ao longo de sua trajetória política incluem comentários sobre a ex-esposa, Patrícia Pillar, falas direcionadas ao ex-presidente Lula e declarações sobre questões sociais.
"A Patrícia é a mulher que eu amo, que eu respeito... O papel dela é de uma mulher de um candidato, e de uma bela mulher, e que me apoia" (2002): A frase, dita durante uma entrevista, foi alvo de muitas críticas e acusada de machismo por reduzir a figura de Patrícia Pillar ao papel de "mulher de candidato" e de "bela mulher", em vez de reconhecer sua própria trajetória e valor. Ciro se desculpou publicamente várias vezes pela declaração.
"Lula é um enganador profissional" (2019): A crítica ao antigo aliado foi feita em uma entrevista exclusiva ao Congresso em Foco e expressa o rompimento político entre os dois. A declaração reforçou a rivalidade entre Ciro e o Partido dos Trabalhadores (PT).
"Se eu prometesse o indulto ao Lula, ele me mandaria para o Pakiparu" (2018): Em um vídeo, Ciro Gomes ironiza a situação legal de Lula, que na época apelava contra a condenação, indicando que um perdão seria para condenados em última instância. A fala gerou repercussão na imprensa.
"Moro em Paris, mas sou do Brasil" (2018): Ciro Gomes fez essa afirmação durante sua campanha eleitoral, causando polêmica por sugerir um certo distanciamento da realidade brasileira ao morar na França.
Declarações sobre a população em situação de rua (2022): Em um evento com empresários, Ciro Gomes fez comentários sobre a população em situação de rua que foram interpretados por muitos como elitistas. Depois da repercussão negativa, ele se defendeu nas redes sociais e culpou a "má-fé" por trás da interpretação de sua fala.
"Vão trabalhar, vagabundos" (2025): Ciro Gomes publicou uma foto em suas redes sociais com um boné amarelo com a frase, em meio a uma disputa simbólica com
Acusações de agressão (2023): Ao longo de sua carreira, Ciro Gomes foi acusado algumas vezes de comportamento agressivo. O jornal O Globo publicou um levantamento de cinco ocasiões em que Ciro Gomes foi acusado de agressão.
Dados falsos e exagerados (2018): A Agência Pública publicou uma checagem de fatos apontando que Ciro Gomes usou dados falsos e exagerados ao falar sobre a situação do Brasil em diversas ocasiões.
Algumas das frases mais polêmicas de Dilma Rousseff, que se tornaram alvo de debates e memes, incluem:
"Quem ganhar ou quem perder, nem quem ganhar nem perder, vai ganhar ou perder. Vai todo mundo perder".
Contexto: Esta frase, dita antes do resultado das eleições de 2014, gerou confusão por sua construção complexa e foi interpretada como uma análise equivocada do processo eleitoral.
"Estocar vento".
Contexto: Ao defender investimentos em energia eólica em um discurso, Dilma usou a expressão para explicar a dificuldade de armazenar energia gerada pelo vento. A frase foi amplamente satirizada, embora alguns analistas mais tarde tenham apontado que a ideia de armazenar energia intermitente não era totalmente irracional.
"Saudação à mandioca".
Contexto: Durante a abertura dos Jogos Mundiais Indígenas, em 2015, Dilma afirmou que a mandioca era "uma das maiores conquistas do Brasil" e que, por isso, estava "saudando a mandioca". A frase foi vista como peculiar e gerou memes e críticas.
"Mulheres sapiens".
Contexto: No mesmo discurso sobre a mandioca, Dilma fez uma analogia sobre a evolução humana, afirmando que ao lidar com a mandioca, "nós nos transformamos em homo sapiens ou mulheres sapiens". A expressão gerou críticas e piadas, por parecer desassociar "mulheres" de "homo sapiens".
"A figura oculta do cachorro".
Contexto: Ao falar sobre o Dia das Crianças em 2015, Dilma se referiu ao cachorro que uma criança ganha, mencionando que "a figura do cachorro é uma figura oculta". A frase, embora tenha sido uma tentativa de metáfora, acabou gerando confusão.
Diversas frases e declarações de Fernando Henrique Cardoso ao longo de sua carreira política causaram polêmica e repercussão. Algumas das mais notórias incluem:
"Esqueçam o que eu escrevi"
Contexto: Esta frase, frequentemente atribuída a ele, teria sido dita em um almoço com empresários, ainda durante a sua atuação como Ministro da Fazenda, antes da implementação do Plano Real.
Polêmica: A declaração gerou controvérsia, pois soou como um rompimento com suas ideias acadêmicas de esquerda, que criticavam o sistema capitalista. FHC sempre negou ter dito a frase, que, segundo a Folha de S.Paulo, tornou-se parte do folclore político brasileiro.
"Tenho um pé na cozinha"
Contexto: Durante a campanha presidencial de 1994, FHC, em um esforço para se aproximar da população mais simples, disse que tinha um "pé na cozinha".
Polêmica: A frase, considerada de cunho racista e paternalista, foi mal recebida e rendeu críticas da oposição. FHC se retratou, afirmando que a expressão não deveria ter sido interpretada de forma preconceituosa.
"Vagabundos"
Contexto: Em 1998, durante a campanha de reeleição, FHC comentou sobre aposentadorias antecipadas, referindo-se aos aposentados antes dos 50 anos como "vagabundos".
Polêmica: A declaração causou grande reação, especialmente porque alguns de seus próprios aliados e membros do governo se encaixavam na descrição. FHC teve que se explicar em rede nacional para amenizar o desgaste.
"Nosso sistema político deu cupim nele, está todo podre, ele bichou"
Contexto: Em 2017, FHC se referiu à corrupção sistêmica na política brasileira em uma declaração à revista Época.
Polêmica: Embora muitos concordassem com a crítica, a frase gerou debate sobre o papel do próprio PSDB e de FHC na manutenção desse sistema político "apodrecido".
Crítica a Lula com erro gramatical
Contexto: Em 2007, FHC, ao criticar o governo do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, cometeu um erro de concordância verbal ao dizer que "ele tem que saber que as coisas não se faz assim".
Polêmica: O erro de português, vindo de um ex-presidente intelectual, foi ironizado por adversários e virou tema de debate político, ofuscando a crítica que ele pretendia fazer.
"Nunca se roubou tanto em nome de uma causa"
Contexto: Em 2015, FHC disse essa frase em referência aos escândalos de corrupção envolvendo a Petrobras e os governos do PT.
Polêmica: A declaração foi criticada por defensores do PT, que argumentaram que a frase minimizava os casos de corrupção ocorridos em governos anteriores, inclusive os do próprio FHC.
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