A próxima queda da ditadura de Putin na Rússia
Paulo Roberto de Almeida
Não sou tão velho ao ponto de ter assistido à construção da ordem mundial pós-IIGM, mas era pelo menos adolescente para ter assistido ao início da ditadura no Brasil, para ter lutado contra ela, depois ter partido para um autoexiliode sete anos, e ter voltado para assistir ao seu final, depois de 21 anos. Acompanhei atentamente a implosão do socialismo, escrevi sobre isso, incontáveis vezes, assim como sobre nossa permanente estagnação econômica e mediocridade politica.
Acompanho a guerra de agressão da Rússia contra a Ucrânia desde 2014, tendo escrito muito a partir de 2022, inclusive condenando a postura INACEITÁVEL do governo Bolsonaro e SOBRETUDO do governo Lula, vis-à-vis a Carta da ONU, o Direito Internacional e, mais do que tudo, do ponto de vista da MORAL diplomática.
Acho que agora é uma questão de meses, salvo se DJT, mais uma vez, vier em socorro de seu amigo Putin.
Paulo Roberto de Almeida
Brasilia, 23/04/2026
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Something BIG Is BREAKING In Russia Right Now… Even Putin KNOWS It’s OVER—The Collapse of His Empire Has Begun!
THIS IS A HISTORIC TURNING POINT. "Has Putin’s grip on power finally slipped?" In a shocking series of events unfolding within Russia, it’s clear that the regime’s stability is unraveling at an unprecedented pace. Secret internal reports are leaking, showing deep fractures within the Kremlin, with even Putin himself seemingly aware that his time in power is rapidly drawing to a close.
The military is in disarray, opposition factions are gaining ground, and Russia’s economic backbone is crumbling under the weight of international sanctions. As Russian citizens take to the streets and government officials are seen making covert moves to distance themselves from Putin, the world watches in stunned silence. Will this be the end of one of the longest-reigning autocrats in history?
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O presidente da Rússia, Vladimir Putin, adotou neste sábado, 5, uma retórica mais agressiva contra a resistência ucraniana à invasão do país e às sanções impostas pelo Ocidente. O chefe do Kremlin alertou o governo da Ucrânia que se continuar a luta contra os russos o país pode deixar de ser um estado independente.
Putin também afirmou que as sanções à economia russa são comparáveis a uma declaração de guerra. No front, a Ucrânia acusou os russos de violarem uma trégua negociada para retirar civis de Mariupol, que há dias sofre um cerco de tropas do Kremlin.
“A liderança atual da Ucrânia precisa entender que se continuarem a fazer o que estão fazendo, colocarão a existência do Estado ucraniano em risco”, disse Putin, em uma reunião em Moscou para homenagear o Dia da Mulher. “Se isso acontecer, a culpa será deles."
No pronunciamento, Putin pareceu resumir a estratégia militar russa na invasão. Ele ainda afirmou que a imposição de uma zona de exclusão aérea sobre a Ucrânia teria consequências catastróficas para a Europa e o mundo.
“Leva tempo para destruir sistemas de defesa aéreos e armazéns de arma, munição e aviação”, disse o líder russo. “Mas este trabalho está praticamente concluído.”
A Otan tem resistido aos pedidos da Ucrânia pra destruir aviões russos que atacam o país pois isso implicaria, na prática, a uma declaração de guerra ao Kremlin.
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From: yasminalombaert:
Russia’s Communist leader, Zyuganov, predicts a 1917-style revolution will occur later this year.
"I watched yesterday... there is this lady, her name is Bonya, Victoria. You shouldn’t be smiling; she addressed the President directly, but from Monaco. She listed all the questions that have been raised here, and you heard them.
Why is there this 'dirty spot,' and why didn't they react in time to help Dagestan and the Chechen Republic? We did everything to support Putin, his strategy, and his policy. But you are not listening! Why is it that a lady from Monaco was heard, and even Peskov commented?
We have told you ten times: the economy will collapse, inevitably. The entire first quarter has collapsed to the bottom. If you do not urgently take financial, economic, and other measures, then by autumn, what happened in 1917 awaits us. We do not have the right to let that repeat."



