Aquela coisa do too big to pay the costs já não funciona mais ao que parece.
Da coluna diária do American Banker, o boletim dos banqueiros americanos:
Citi Settles: In a story that will sound familiar, Citigroup has agreed to pay $730
million to settle claims that it misled its bond and preferred stock
investors about possible exposure to losses on securities backed by
subprime mortgages. The settlement is now the second-largest class
action settlement related to the financial crisis. Bank of America's
$2.4 billion payout to shareholders over the health of Merrill Lynch
still takes the top spot. Citi, which maintains it did nothing wrong and
merely settled "to eliminate the uncertainties, burden and expense of
further protracted litigation," plans to cover the costs with "existing litigation reserves," the FT
reports. One analyst told the Journal he thinks "we're starting to see the light at the end of the
tunnel" in terms of the litigation, "which is one reason why these
stocks have been trading better." New York Times, American Banker
Temas de relações internacionais, de política externa e de diplomacia brasileira, com ênfase em políticas econômicas, viagens, livros e cultura em geral. Um quilombo de resistência intelectual em defesa da racionalidade, da inteligência e das liberdades democráticas. Ver também minha página: www.pralmeida.net (em construção).
terça-feira, 19 de março de 2013
Quem disse que os grandes bancos nunca perdem?
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Postagem em destaque
A diplomacia brasileira numa nova conjuntura política - Paulo Roberto de Almeida (boletim Mundorama)
Divulgando no blog pessoal dada a descontinuidade das postagens em Mundorama. A diplomacia brasileira numa nova conjuntura política Paulo R...
-
Minha entrevista desta sexta-feira 25/02/2022, sobre a dramática situação da Ucrânia no canal +BrasilNews. 1437. “ Entrevista sobre a Ucrân...
-
Carreira Diplomática: respondendo a um questionário Paulo Roberto de Almeida ( www.pralmeida.org ) Respostas a questões colocadas por gradua...
-
Uma preparação de longo curso e uma vida nômade Paulo Roberto de Almeida A carreira diplomática tem atraído número crescente de jovens, em ...
-
Personagens Bíblicos / História do Profeta Samuel: Quem foi Samuel na Bíblia? https://estiloadoracao.com/historia-do-profeta-samuel/ Histó...
-
Materiais para leitura de Candidatos à Carreira Diplomática Compilação: Paulo Roberto de Almeida Blog Diplomatizzando - Discurso do...
-
FAQ do Candidato a Diplomata por Renato Domith Godinho TEMAS: Concurso do Instituto Rio Branco, Itamaraty, Carreira Diplomática, MRE, Diplom...
-
6º Workshop de História Econômica Brasileira 6th Brazilian Economic History Workshop Programação do 6º Workshop de História Econômica...
-
MENU Diálogos Internacionais Diálogos Internacionais é uma série de palestras seguidas de debates organizadas pelo IPRI, com diversas per...
-
Minha manifestação pessoal a propósito de recente "entrevero" causado pelo presidente argentino no Brasil: Brasil e Arge...
-
Podcasts e video-entrevistas com Paulo Roberto de Almeida (disponíveis seletivamente nos canais abaixo do YouTube: https://www.youtube...
Um comentário:
Esse cenário todo é terrivelmente complexo de se analisar. Achei um site interessante que tenta "seguir" o dinheiro do bailout. Entretanto, não saberia determinar sua credibilidade.
Aqui é a parte do Citigroup: http://projects.propublica.org/bailout/entities/96-citigroup
Afirma que o governo saiu com lucro da operação de resgate, o que, neste caso, faria Bernanke merecer os elogios do mestre.
Este trecho é interessante:
"That $50 billion in aid came mostly in the form of large capital investments, but also through government guarantees to limit losses from a $301 billion pool of toxic assets. Treasury made those guarantees alongside the Fed and FDIC. In addition to the Treasury's $5 billion commitment, the FDIC committed $10 billion and the Federal Reserve up to about $220 billion."
Ou seja, o governo prestou um serviço de "seguro" (que somente ele e o Fed poderiam prestar) que foi fundamental para a operação ser bem-sucedidas e resultar em " lucro" para o governo. Agora, utilizando o critério de economia de mercado, qual seria o "valor" desse serviço prestado pelo governo (e pelos contribuintes)? Posso estar enganado, mas pelo que me recordo, em meio ao pânico, nenhuma seguradora privada estava disposta prover o serviço. Daí fica claro o valor inestimável da intervenção.
É muito difícil dizer se o Citigroup "perdeu" ou não quando consideramos o processo como um todo. Só sei que se eu tivesse uma empresa que se encontrasse "mal das pernas" eu tb gostaria que o governo acalmasse meus credores até eu me recompor.
Postar um comentário