Fui a New York exclusivamente para resolver um problema bancário, que os funcionários e a assistência técnica incompetente do Banco do Brasil não conseguiu me resolver à distância: terminar de credenciar meu novo iPhone para o sistema BB Code, mais seguro para transferências eletrônicas do que o teclado, mas exigindo uma segunda fase em terminal bancário (que ainda não instalaram aqui em Hartford).
Mas, aproveitando a ida e vinda no mesmo dia, que ninguém é de ferro para penetrar em NY impunemente, ainda almoçamos num restaurante belga (meus velhos tempos belgicanos...) e depois fomos, Carmen Lícia e eu, ao Metropolitan Museum of Art, na altura da 83 com o parque. Desta vez quase exclusivamente as galerias islâmicas, maiores, melhores, muito melhor apresentadas do que as do Museu Britânico e do Louvre (onde estivemos um ano atrás). Excepcional seria a palavra correta, pela diversidade de peças, riqueza do mostruário, abundância pletórica (se ouso a redundância) das informações, em todas as formas disponíveis. E ainda com a facilidade de ter um parking embaixo do museu. Sábado de sol, museu cheio, ruas apinhadas de gente, carro para todo lado, todo mundo fazendo compras e dando uma banana para a crise, o Obama e o Congresso.
Antes de voltar, ainda uma passagem pelo Rubin Museum of Art, especializado no Nepal e no Tibet, na altura da rua 16, no Soho.
Tranquilidade nas estradas e vias de acesso e saída, uma hora e meia de viagem. Absolutamente possível de ir almoçar, visitar um museu, e voltar para casa, até melhor que trem e ônibus. Claro, desde que se disponho de um motorista hábil como este que aqui escreve...
Modéstia à parte, desde que pegamos o carro, duas semanas atrás, viajamos pouco: só 800 milhas, entre Massachusetts (duas vezes) e New York, o resto pelos museus da região.
Paulo Roberto de Almeida
Temas de relações internacionais, de política externa e de diplomacia brasileira, com ênfase em políticas econômicas, viagens, livros e cultura em geral. Um quilombo de resistência intelectual em defesa da racionalidade, da inteligência e das liberdades democráticas. Ver também minha página: www.pralmeida.net (em construção).
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Postagem em destaque
Madame IA se debruça sobre minhas diabruras no blog Diplomatizzando (que eu considero um divertissement) - Airton Dirceu Lemmert como agencidador, Paulo Roberto de Almeida como escrevinhador
Apenas transcrevo, sem qualquer comentário, mas acho que Madame IA está me tratando bem... PRA No primeiro semestre de 2026, o blog Diplom...
-
Minha entrevista desta sexta-feira 25/02/2022, sobre a dramática situação da Ucrânia no canal +BrasilNews. 1437. “ Entrevista sobre a Ucrân...
-
History If the Ottoman Empire had not collapsed Sultans of spring The Economist, THE WORLD IF 2017 Jul 6th 2017, 12:07 https://worldif.ec...
-
Nada de coadjuvantes: historiador revê papel da mulher na História do Brasil Biógrafo da Marquesa de Santos e da Imperatriz Leopoldina,...
-
Um professor catedrático convidado numa universidade portuguesa consultou-me sobre a dívida externa do Brasil na interação com Portugal na é...
-
Golpe contra a democracia Hermes Rodrigues Nery https://www.youtube.com/watch? v=LDspWPatQSs Exmo. Senador Anibal Diniz, que pre...
-
Personagens Bíblicos / História do Profeta Samuel: Quem foi Samuel na Bíblia? https://estiloadoracao.com/historia-do-profeta-samuel/ Histó...
-
FAQ do Candidato a Diplomata por Renato Domith Godinho TEMAS: Concurso do Instituto Rio Branco, Itamaraty, Carreira Diplomática, MRE, Diplom...
-
Aprenda a ser um ditador Veja, 14/01/2012 Para os cientistas políticos americanos Bruce Bueno de Mesquita e Alastair Smith, a política...
-
Transcrevo aqui uma mensagem por e-mail de Mauricio David, sobre um artigo de Rana Mitter, um especialista na China moderna, que li desde 20...
-
Mal comparando… Quem manda na Mafia americana? Nos anos da Lei Seca (1919-1934), resultado do puritanismo idiota dos evangélicos americanos,...
Nenhum comentário:
Postar um comentário