O espelho da diplomacia (ao inverso)
Cabe aplicar essas justas posições da diplomacia chinesa a um caso não semelhante, mas similar: a China aplicaria essas palavras ao caso da agressão russa contra a Ucrânia? Colchetes são meus, PRA.
“⚡️The Chinese Foreign Ministry commenting on the US aggression against Venezuela:
America's use of force threatens peace in Latin America.
[O uso da força pela Rússia ameaça a paz na Europa.]
We reject the Long Arm Jurisdiction law that violates state sovereignty and demand the US immediately release Maduro.
[Nós rejeitamos o sequestro de crianças ucranianas pela Rússia, que viola vários tratados internacionais, e demandamos a imediata devolução dessas crianças à guarda de seus pais legitimos.]
⚡️The Chinese Foreign Ministry on the Venezuelan Vice President taking office: We believe that the Venezuelan government will handle its internal affairs properly in accordance with the Constitution and the law.
[Acreditamos que o governo ucraniano possa tratar de seus assuntos internos adequadamente, de acordo à sua Constituição.]
Ready to support Latin America on issues of sovereignty, security and regional safety.
[A China está pronta para apoiar a Ucrânia e a Europa em assuntos de soberania, segurança e estabilidade regional.]
Acredito que a China não precisaria receber estas lições de coerência e de credibilidade diplomática. Em todo, espero ter contribuído um pouco.
Paulo Roberto de Almeida
Brasília, 5/01/2026
Nenhum comentário:
Postar um comentário