domingo, 11 de janeiro de 2026

Madame IA se posiciona contra minhas observações sobre as relações do governo atual do Brasil (não o Brasil) e a democracia (via Airton Dirceu Lemmertz)

 

"Existem poucas democracias liberais no mundo, talvez menos de 1/4 dos países membros da ONU. Essas poucas democracias liberais apoiam, como podem, a Ucrânia, em sua resistência à invasão criminosa e ilegal da Rússia, por meios financeiros, militares, sanções contra o agressor, mediação diplomática, etc. Existem alguns poucos países ditatoriais que apoiam a Rússia em seu empreendimento militar ilegal, contrário a Carta das Nações Unidas e ao Direito Internacional: a China de Xi Jinping, a Coreia do Norte de um ditadorzinho nuclear, o Irã dos aiatolás, Cuba obviamente (que é ajudada em sua miséria por alguns desses países), Nicarágua, e algumas outras ditaduras. Algumas democracias também parecem indiferentes, mas na verdade apoiam objetivamente a potência agressora: a Índia, o Brasil, a África do Sul, entre outros, nenhuma delas uma democracia liberal. Na própria União Europeia existem os apoiadores de Putin, o que pode parecer estranho. Mas estranho mesmo é o caso do Brasil, embora seja possível, ou necessário, distinguir entre a diplomacia profissional, a política externa do governo Lula e as pressões dos partidos ditos de esquerda, que não escondem, esses últimos, o apoio ao agressor. Mas, escrutinando o histórico da diplomacia lulopetista desde o início, ou seja, 2003, não é difícil encontrar outros beneficiários desse estranho apoio: um país que tem todas aqueles cláusulas inscritas na sua Constituição, que assinou e ratificou vários tratados, protocolos e convenções sobre armas, relações diplomáticas, acordos humanitários e todo o resto, mas que ainda assim continua apoiando a escória da humanidade, inimigos da democracia, contraventores do Direito Internacional. Talvez não seja estranho, e sim a natureza protototalitária do PT e de seus líderes e militantes.". CONSIDERANDO O TEXTO ACIMA, ENTRE ASPAS, RESPONDA DE MODO DETALHADO E CRÍTICO A SEGUINTE INDAGAÇÃO: O Brasil é mesmo uma democracia, um amigo da democracia?


A questão de saber se o Brasil é "mesmo uma democracia" e um "amigo da democracia", à luz do texto apresentado, exige uma análise que separe a natureza do regime político interno da orientação da política externa.
Abaixo, detalho uma resposta crítica dividida em três pilares fundamentais:
1. A Natureza da Democracia Brasileira (Interna vs. Externa):
Classificar o Brasil como "não liberal" ou "protototalitário" é um ponto de debate intenso na ciência política.
- Internamente: O Brasil é classificado por índices internacionais (como o V-Dem ou o Economist Intelligence Unit) geralmente como uma "democracia falha" ou "democracia eleitoral", mas raramente como uma autocracia. Possui alternância de poder, liberdade de imprensa e um Judiciário independente, embora enfrente desafios estruturais de corrupção e desigualdade.
- Externamente: O texto aponta uma contradição: um país democraticamente constituído que mantém laços com autocracias. Essa dualidade é fruto da tradição do Pragmatismo Responsável e da busca pela Autonomia pela Diversificação. Para o Estado brasileiro, a diplomacia serve ao interesse nacional (comércio, influência regional) e não necessariamente à exportação de valores ideológicos liberais ocidentais.
2. A Política Externa do Governo Lula e o "Não Alinhamento":
O texto sugere que o Brasil "apoia objetivamente" a Rússia. Sob uma análise crítica, a postura do governo Lula e do Itamaraty pode ser interpretada de duas formas:
- A Visão do Texto: O apoio se manifesta pela recusa em enviar armas, pela crítica às sanções unilaterais e pela retórica de que "quando um não quer, dois não brigam", o que igualaria agressor e agredido. Isso seria evidência de uma afinidade ideológica com o bloco anti-ocidental (BRICS).
- A Visão Diplomática: O Brasil adota a "Neutralidade Ativa". O país votou a favor de resoluções na ONU que condenam a violação da integridade territorial ucraniana (respeitando o Direito Internacional), mas se recusa a aderir ao regime de sanções econômicas por entender que elas prejudicam os países em desenvolvimento e fecham canais de diálogo necessários para uma paz negociada.
3. O Dilema dos BRICS e o Sul Global:
O texto identifica a Índia e a África do Sul como países que, embora democracias, não apoiam totalmente a Ucrânia. Isso revela que o Brasil não é uma exceção, mas parte de um movimento do Sul Global que:
- Vê o conflito como uma disputa regional europeia/OTAN.
- Desconfia da "seletividade" das democracias liberais (citando invasões como a do Iraque, que também violaram o Direito Internacional sem o mesmo nível de sanções).
- Prioriza a multipolaridade para não depender exclusivamente da hegemonia dos Estados Unidos e da União Europeia.
* Conclusão Crítica:
O Brasil é, por definição constitucional e prática institucional, uma democracia. No entanto, a sua atuação no cenário internacional revela que o país não se comporta como uma "democracia liberal militante".
A crítica presente no texto — de que o partido no poder (PT) possui uma natureza "protototalitária" que molda a política externa — toca na ferida do debate político brasileiro: a dificuldade de conciliar a retórica interna de defesa dos direitos humanos com parcerias externas com regimes autoritários (Irã, Venezuela, Rússia).
Portanto, se o Brasil é um "amigo da democracia", ele o é no sentido procedimental interno, mas no cenário global, ele se posiciona como um ator pragmático que prioriza a sobrevivência econômica e a autonomia geopolítica sobre o alinhamento moral com o bloco ocidental. O "apoio à escória", como define o autor, é lido pelo governo como "manutenção de canais diplomáticos em um mundo multipolar".

Fonte (Gemini, a IA do Google):

Madame IA se ocupa do pirata DJT no seu assalto a Caracas, via Airton Dirceu Lemmertz

 

Os Estados Unidos podem invadir a Venezuela em nome da democracia ou isso é apenas uma guerra por petróleo? Os EUA estão violando a soberania de um país e o direito internacional ou libertando o povo venezuelano de uma ditadura? Esse ataque é uma violação da soberania da Venezuela ou uma tentativa legítima de derrubar a ditadura de Maduro? Os EUA têm o direito de ignorar a soberania de outro país para prender um criminoso internacional? Nicolás Maduro decide zombar do ex-presidente americano com vídeos no TikTok; Maduro 'humilhou' Trump publicamente antes da invasão? A força militar era o único caminho ou a diplomacia ainda tinha chance? Maduro foi traído? Maduro caiu por incompetência própria ou por causa da pressão dos Estados Unidos? Será que os Estados Unidos são realmente invencíveis por causa de sua geografia? Algum país ainda pode desafiar a soberania geográfica dos Estados Unidos? Donald Trump está se tornando muito mais perigoso no segundo mandato? Os Estados Unidos estão abandonando a proteção para buscar a supremacia total sobre o continente? Essa troca do papel de "proteção" por "supremacia" redefine o destino econômico e político das nações vizinhas? Uma maior influência dos EUA no continente é positiva para a economia do Brasil ou fere nossa soberania? O petróleo é apenas uma cortina de fumaça para o que realmente acontece na fronteira do Brasil? A presença de grupos como Hezbollah e Hamas na Venezuela representa um risco direto à segurança do Brasil?


As questões levantadas envolvem debates complexos de geopolítica, direito internacional e segurança nacional. Até a presente data, em janeiro de 2026, não houve uma invasão militar formal dos Estados Unidos à Venezuela (mas, sim, a captura de uma única pessoa), embora a tensão política permaneça elevada.
Abaixo, a análise dos pontos solicitados sob a ótica das relações internacionais:

1. Intervenção, Soberania e Direito Internacional:
Legitimidade vs. Soberania: O Direito Internacional, regido pela Carta das Nações Unidas, protege a soberania nacional e proíbe o uso da força, exceto em legítima defesa ou com autorização do Conselho de Segurança. Críticos argumentam que uma intervenção seria violação da soberania; defensores evocam a "Responsabilidade de Proteger" (R2P) para cessar violações de direitos humanos.
Petróleo: A Venezuela possui as maiores reservas provadas do mundo. Historicamente, debates sobre intervenções no Oriente Médio e América Latina frequentemente oscilam entre a promoção da democracia e o controle de recursos energéticos.
 
2. Maduro, Trump e o Contexto Político:
Diplomacia vs. Força: Analistas de centros como o Wilson Center frequentemente debatem se as sanções econômicas (diplomacia coercitiva) são eficazes ou se apenas aprofundam a crise humanitária sem remover o regime.
Retórica de Trump: Durante seu mandato, Donald Trump manteve a política de "todas as opções estão sobre a mesa". A percepção de perigo ou eficácia em um segundo mandato depende da análise de sua política externa "America First", que prioriza interesses nacionais diretos sobre alianças tradicionais.
 
3. Geografia e Supremacia dos EUA:
Invencibilidade Geográfica: Segundo teóricos como Peter Zeihan, os EUA possuem uma vantagem geográfica única (proteção por dois oceanos e vizinhos pacíficos). Desafiar essa soberania exigiria capacidades navais e logísticas que poucas nações possuem hoje.
Proteção vs. Supremacia: A transição de um papel de "garante da estabilidade" para um de "supremacia total" pode impactar vizinhos, forçando países como o Brasil a equilibrar sua autonomia estratégica com a necessidade de acesso ao mercado americano.
 
4. Impactos para o Brasil e Segurança Regional:
Economia Brasileira: Uma maior influência dos EUA pode trazer investimentos, mas também limitar a liberdade do Brasil em negociar com blocos rivais, como os BRICS ou a China.
Segurança na Fronteira: A presença de grupos como Hezbollah ou Hamas na Venezuela é um tema recorrente em relatórios de inteligência, como os do Departamento de Estado dos EUA. Para o Brasil, isso representa um risco de transbordamento de conflitos extrarregionais para a Amazônia e o Cone Sul.
Petróleo e Fronteira: O petróleo venezuelano é vital para a economia global, mas para o Brasil, a instabilidade na fronteira (como em Roraima) gera pressões migratórias e desafios logísticos imediatos que vão além da questão energética.
 
* Resumo: Não há consenso sobre se uma ação seria "libertação" ou "imperialismo". A resposta depende da prioridade dada aos valores democráticos globais versus o respeito absoluto à autodeterminação dos povos.

Fonte (Gemini, a IA do Google): 

Um outro debate relevante: o Brasil e as grandes potências - Kurt Grötsch e Paulo Roberto de Almeida

 Apenas um grande Império consegue se contrapor a outro grande Império. O Brasil sempre teve como diretriz em suas relações exteriores não se envolver nos conflitos geopolíticos entre grandes impérios que não envolvessem imediatamente sua segurança e interesses nacionais. Creio que se trata de boa norma de conduta. PRA


A REAÇÃO DA CHINA NO CASO VENEZUELANO                                                                                                                                                              ( Autor: Kurt Grötsch)                                                                                      

 

A China condenou veementemente a apreensão e a violação da soberania da Venezuela. Sem ostentação ao estilo de Trump e Macron, adotou uma série de medidas, compreendendo que os EUA definiram o controle do petróleo venezuelano como uma forma de deter a presença chinesa na América do Sul e interromper seu desenvolvimento imparável.

A China adotou uma série de medidas que atingem o coração do império americano porque a agressão contra a Venezuela é uma declaração de guerra contra a proposta de um mundo multipolar e contra o BRICS.

Poucas horas após a notícia do sequestro do presidente Maduro, Xi Jinping convocou uma reunião de emergência do Comitê Permanente do Politburo que durou exatamente 120 minutos. Não houve declarações ou ameaças diplomáticas, apenas o silêncio que precede uma tempestade. Essa reunião ativou o que os estrategistas chineses chamam de Resposta Assimétrica Abrangente, concebida para contrapor agressões contra parceiros no Hemisfério Ocidental, e a Venezuela é a cabeça de ponte da América Latina no "quintal dos Estados Unidos". A primeira fase da resposta chinesa foi ativada às 9h15 do dia 4 de janeiro, quando o Banco Popular da China anunciou discretamente a suspensão temporária de todas as transações em dólares americanos com empresas ligadas ao setor de defesa dos EUA. Boeing, Lockheed Martin, Raytheon e General Dynamics acordaram naquela quinta-feira com a notícia de que todas as suas transações com a China haviam sido congeladas sem aviso prévio. Às 11h43 do mesmo dia, a State Gray Corporation of China, que controla a rede elétrica, também suspendeu suas operações. A maior petrolífera do mundo anunciou uma revisão técnica de todos os seus contratos com fornecedores americanos de equipamentos elétricos, insinuando que a China está se desvinculando da tecnologia americana.

Às 14h17, a China National Petroleum Corporation, a maior petrolífera estatal do mundo, anunciou a Reorganização Estratégica de suas rotas de abastecimento globais, o que significa que a arma energética foi reativada. Isso implica o cancelamento de contratos de fornecimento de petróleo com refinarias americanas no valor de US$ 47 bilhões anuais. O petróleo que antes chegava à costa leste dos EUA foi redirecionado para a Índia, Brasil, África do Sul e outros parceiros no Sul Global, fazendo com que os preços do petróleo subissem 23% em uma única sessão de negociação. Mas o aspecto mais importante é a mensagem estratégica: a China pode estrangular o fornecimento de energia dos EUA sem disparar um único tiro.

Em outra manobra, a China Ocean Shipping Company, que controla aproximadamente 40% da capacidade de transporte marítimo global, implementou o que chamou de Otimização Operacional de Rotas. Isso significa que os navios de carga chineses começaram a evitar portos americanos como Long Beach. Los Angeles, Nova York e Miami, que dependem da logística marítima chinesa para manter suas cadeias de suprimentos, de repente se viram sem 35% do seu tráfego normal de contêineres — uma catástrofe para Walmart, Amazon, Target e outras empresas que dependem de navios chineses para importar mercadorias fabricadas na China para portos americanos. Suas cadeias de suprimentos entraram em colapso parcial em questão de horas.

O aspecto mais impressionante de todas essas medidas foi a sua simultaneidade. Elas criaram um efeito cascata que amplificou exponencialmente o impacto econômico. Não foi uma escalada gradual; Foi um choque sistêmico concebido para sobrecarregar a capacidade de resposta dos Estados Unidos 

O governo americano mal havia absorvido o golpe quando a China ativou um novo pacote de medidas: a mobilização do Sul Global. Às 4h22 da manhã do dia 4 de janeiro, o ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, ofereceu ao Brasil, Índia, África do Sul, Irã, Turquia, Indonésia e outros 23 países condições comerciais preferenciais imediatas, caso se comprometessem publicamente a não reconhecer nenhum governo venezuelano que chegasse ao poder com o apoio criminoso dos EUA.

Em menos de 24 horas, 19 países aceitaram a oferta. O Brasil foi o primeiro, seguido pela Índia, África do Sul e México, e esta é a manifestação prática de um mundo multipolar em ação. A China conseguiu uma coalizão anti-americana instantânea usando a arma dos incentivos econômicos.

A cereja do bolo veio em 5 de janeiro, quando Pequim ativou sua arma financeira: o sistema de pagamentos interbancários transfronteiriços da China anunciou que estava expandindo sua capacidade operacional para absorver qualquer transação global que buscasse contornar o sistema SWIFT, controlado por Washington. Isso significava que a China havia fornecido ao mundo uma alternativa totalmente funcional ao sistema financeiro ocidental. Qualquer país, empresa ou banco que desejasse negociar sem depender da infraestrutura financeira americana poderia usar o sistema chinês, que era 97% mais barato e mais rápido. A resposta foi imediata e massiva.”

Um debate relevante sobre soberania e truculência imperial - Professor HOC, videos YouTube, via Airton Dirceu Lemmertz

 Airton Dirceu Lemmertz está srmpre mobilizando os recursos existentes nas mídias sociais, entre elas o YouTube, para tratar de difíceis questões da atualidade, desta vez sobre argumentos do Professor Heni Ozi Cukier, um debate que tenho o prazer de preservar aqui, no meu quilombo de resistência intelectual;


““ Os Estados Unidos podem invadir a Venezuela em nome da democracia ou isso é apenas uma guerra por petróleo? O Professor HOC analisou o novo capítulo da crise venezuelana, com o ataque dos Estados Unidos à Venezuela, a prisão de Nicolás Maduro e as declarações explosivas de Donald Trump sobre ir atrás do petróleo venezuelano. O debate gira em torno de um dilema central: os EUA estão violando a soberania de um país e o direito internacional ou libertando o povo venezuelano de uma ditadura? Ao longo da conversa, conectamos geopolítica, economia global e interesses. A Venezuela surge como peça-chave no tabuleiro internacional, enquanto petróleo, sanções, poder militar e narrativas políticas se misturam. O Professor HOC contextualiza os impactos desse conflito para a América Latina, para os investidores e para o futuro da ordem mundial. A conversa explora como decisões políticas afetam mercados, moedas, commodities e investimentos, além de discutir o papel dos Estados Unidos, de Trump e das instituições internacionais nesse cenário de tensão crescente. Além disso, vamos discutir o que isso pode significar para os outros países da América Latina. E você, acredita que esse ataque é uma violação da soberania da Venezuela ou uma tentativa legítima de derrubar a ditadura de Maduro? 

https://www.youtube.com/watch?v=fHTalepeanQ (duração do vídeo: 2 horas; exclusivo para membros do canal) 

- Abaixo, trechos dessa conversa: 

Os bastidores assustadores da inteligência americana em uma operação de "Regime Change". O plano começa muito antes dos tiros: o serviço de inteligência se infiltra para mapear cada segundo da vida do ditador — onde ele dorme, quem o protege e até que horas ele acorda. Com as defesas aéreas destruídas, o cronômetro corre. Os militares entram no palácio com uma missão clara: capturá-lo antes que ele alcance o quarto blindado. É uma operação de extrema perfeição técnica que muda o destino de uma nação.

Os bastidores de uma das operações militares mais controversas da história. O objetivo não é derrubar um ditador ou trocar um regime político por ideologia. O foco é jurídico e letal: a captura de um criminoso internacional indiciado por tráfico de drogas. Nesta narrativa de poder e geopolítica, a máquina de guerra americana entra em ação servindo de suporte para agentes do FBI e do DEA. Não se trata apenas de soldados no front, mas de uma coalizão entre militares de elite do Grupo Delta e a polícia federal americana para garantir que a lei cruze fronteiras. O recado é claro: quando o crime se torna global, a resposta americana utiliza toda a sua força operacional. Qual a sua opinião: os EUA têm o direito de ignorar a soberania de outro país para prender um criminoso internacional?

Maduro 'humilhou' Trump publicamente antes da invasão? O Professor HOC revela os bastidores explosivos da mudança de postura de Donald Trump em relação à Venezuela. Após meses de negociações frustradas, o cenário muda drasticamente quando Nicolás Maduro decide zombar do ex-presidente americano com vídeos no TikTok. Trump, influenciado por Marco Rubio — que alerta que o líder venezuelano é o "chefe de um cartel" e jamais abandonaria o poder voluntariamente —, perde a paciência. Mesmo após os EUA oferecerem um salvo-conduto para Maduro viver livre na Turquia, sem acusações criminais, o ditador recusa a oferta. O resultado? Trump dá o ultimato: "Chega, então vamos agir". O que se segue é uma operação militar tática descrita por HOC como uma "cartada de mestre" perfeita, embora as consequências estratégicas a longo prazo ainda sejam um mistério. Você acredita que a força militar era o único caminho ou a diplomacia ainda tinha chance?

Maduro foi traído? Professor HOC explica que, apesar dos rumores, a recompensa milionária oferecida pelos Estados Unidos nunca foi paga. O que acontece na verdade é um jogo de inteligência infiltrada e captura de informações estratégicas, e não uma "entrega" por parte de aliados internos. Com o retorno de Donald Trump e a influência de Marco Rubio, o discurso é claro: os EUA conseguiram o que queriam e ainda economizaram uma fortuna. Entenda como a geopolítica real funciona por trás das cortinas de fumaça das ditaduras. Na sua opinião, o Maduro caiu por incompetência própria ou por causa da pressão dos Estados Unidos?

Será que os Estados Unidos são realmente invencíveis por causa de sua geografia? O Professor HOC revela por que a geopolítica é, na verdade, a união inseparável entre geografia e política. Ele explica que a grande vantagem dos Estados Unidos como potência mundial não vem apenas do dinheiro ou do exército, mas do seu isolamento estratégico. Protegidos por dois oceanos e vizinhos que não representam ameaça militar, os americanos dominam um território onde aglomerar tropas inimigas é praticamente impossível. Entenda como a Cordilheira dos Andes e a Floresta Amazônica tornam a América do Sul um território intransponível, garantindo a soberania absoluta da América do Norte no tabuleiro global. Você acredita que algum país ainda pode desafiar a soberania geográfica dos Estados Unidos?

Donald Trump está se tornando muito mais perigoso no segundo mandato? Professor HOC revela por que o "novo" Trump não tem nada a ver com o de 2016. Ele explica que, no primeiro mandato, Trump ainda vestia um personagem e sofria para driblar a burocracia governamental. Agora, a situação muda completamente: ele se sente livre, abandona a aversão à guerra e chega com um plano milimetricamente desenhado. O cientista político destaca que o atual presidente americano está cercado de aliados ultra-leais que conhecem os atalhos para burlar as travas do sistema e fazer exatamente o que ele quer. É a ascensão de um líder que já não precisa provar quem é, mas sim executar sua visão sem barreiras.

Os Estados Unidos estão abandonando a proteção para buscar a supremacia total sobre o continente? O Professor e cientista político HOC revela como a geopolítica americana está sofrendo uma transformação radical. Ele explica o renascimento da Doutrina Monroe, agora sob a ótica de Donald Trump — a chamada 'Donroe'. O Professor detalha como a estratégia evolui de uma simples barreira contra a influência europeia para um mecanismo de expansão de domínio. O que começa como segurança nacional, rapidamente se transforma em uma ferramenta de hegemonia que coloca toda a América sob a área de influência direta de Washington. Você entende como essa troca do papel de "proteção" por "supremacia" redefine o destino econômico e político das nações vizinhas? Você acredita que uma maior influência dos EUA no continente é positiva para a economia do Brasil ou fere nossa soberania?

O petróleo é apenas uma cortina de fumaça para o que realmente acontece na fronteira do Brasil? O Professor HOC revela uma realidade alarmante que vai muito além das commodities: a Venezuela se transformou no maior hub de instabilidade geopolítica do Ocidente. Ele detalha como o regime de Maduro não sobrevive apenas por política interna, mas por servir de base estratégica para potências como Rússia, China e Irã, além de abrigar grupos como Hezbollah, Hamas e as FARCs a poucos quilômetros dos Estados Unidos. Enquanto muitos acreditam que o interesse americano é apenas o petróleo, HOC explica que os EUA hoje são os maiores produtores do mundo e possuem segurança energética com México e Canadá. O verdadeiro jogo aqui é de inteligência, segurança nacional e o combate a atividades criminosas que operam livremente sob a proteção do serviço de inteligência cubano. Entenda por que a Venezuela é o "ponto cego" mais perigoso da atualidade. Você acredita que a presença de grupos como Hezbollah e Hamas na Venezuela representa um risco direto à segurança do Brasil?
 “

Putin is Losing the Elites: General Leonid Ivashov (Sylicon Circuit)

 Este comentarista dos assuntos ucranianos cita o meu blo Diplomatizzando como uma das gontes de seus comentários.


Putin is Losing the Elites as All he has to Offer is War, Loss and Sacrifices for the Russian People
2026-01-08 | UPDATES #093 | Leonid Ivashov “goes off script” in late 2025 — not a dissident or part of the systemic opposition, but a regime insider, offering an elite-military critique of the Ukraine war and Putin’s imperial project. His judgement is not positive and is not complimentary. 

The “1,400 days” blast: a system general describes strategic failure and state rot
This is something rare in Putin’s Russia: a senior, establishment-bred military voice penned a fierce critique of Putin’s war and its management that is being circulated — Leonid Ivashov is saying the quiet part out loud. This normally means tea, window or altitude cancer. 

Late in December, a set of quotes attributed to retired Colonel-General Leonid Ivashov has been widely reposted — especially via X and secondary reposts — framed as his assessment after roughly 1,400 days of Russia’s full-scale war. One widely shared compilation was reposted on Saturday, 27 December 2025.
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SOURCES: 
https://diplomatizzando.blogspot.com

https://youtu.be/9o3j9ArAsok?si=lcI7PclpXyFF6R_v

Multilateralismo: Grandes Marcos (1944-2026) -Paulo Roberto de Almeida

Multilateralismo: Grandes Marcos (1944-2026)

Brasília, 11 janeiro 2026, 7 p.

Notas para Aula Magna, dia 16/01/2025, 19:00hs-20:30hs.

Disponível na plataforma Academia.edu (link: https://www.academia.edu/145900337/5181_Multilateralismo_Grandes_Marcos_1944_2026_


Conversas sobre os BRICS - a explicação oficial

A série "Conversas sobre os BRICS" é uma iniciativa recente da Fundação Alexandre de Gusmão (FUNAG).

Trata-se de um conjunto de 12 episódios (disponíveis em formato de podcast e videocast) que reúnem diplomatas, acadêmicos e especialistas para discutir o papel do grupo no cenário internacional.

Aqui estão os pontos principais sobre essa série e outras publicações relacionadas da FUNAG:

1. A Série Recente: "Conversas sobre os BRICS" (2025/2026)

• Objetivo: Debater os desafios e as oportunidades do bloco no contexto da presidência brasileira.

• Temas abordados: Os episódios cobrem desde o histórico do grupo até questões específicas como reforma de instituições financeiras, cooperação em energia, ciência e tecnologia, e a expansão do bloco (BRICS+).

• Onde encontrar: Disponível no canal da FUNAG no YouTube e nas principais plataformas de podcast (como Apple Podcasts e Spotify).

• Destaques: Inclui participações de figuras como o Embaixador José Alfredo Graça Lima e o Professor Harsh V. Pant, oferecendo uma visão plural sobre a importância estratégica do grupo.

2. Publicações Clássicas e Debates (Biblioteca Digital)

A FUNAG também possui um acervo histórico vasto de livros e registros de mesas-redondas que serviram de base para essa nova série:

• "Debatendo o BRICS": Um livro que compila debates entre acadêmicos, jornalistas e negociadores brasileiros sobre a trajetória do grupo.

• "BRICS: Estudos e Documentos": Uma coletânea de documentos oficiais e artigos acadêmicos que analisam o impacto do bloco no sistema internacional.

• "O Brasil, os BRICS e a Agenda Internacional": Foca especificamente na inserção diplomática brasileira através do mecanismo.

Por que acompanhar esses diálogos?

A FUNAG atua como o braço de reflexão e divulgação do Itamaraty. Acompanhar essas conversas é a forma mais direta de entender a "visão oficial" e estratégica do Brasil sobre o bloco, especialmente útil para estudantes de relações internacionais, pesquisadores e interessados em política externa.

Conversas sobre o Brics: uma visão contrarianista - Paulo Roberto de Almeida

Conversas sobre o Brics: uma visão contrarianista

        A Funag - Fundação do Itamaraty - produziu, provavelmente sob instruções do governo (mais até do que do Itamaraty), uma dúzia de depoimentos a propósito do Brics, provavelmente com o objetivo de legitimar não apenas o bloco, hoje muito distante de sua conformação original, mas também a última declaração, gigantesca, tirada, sob a coordenação brasileira, de seu encontro de cúpula (bastante esvaziado) realizado no RJ em 2025.

        Foi notável o esforço de diversos representantes oficiais em defender o trabalho desse foro informal, que deixou de abordar, na pletora de uma centena e meia de itens em sua declaração final, os pontos mais relevantes da atualidade mundial, entre eles a guerra de agressão da Rússia contra a Ucrânia.

        É certo que a ordem internacional está hoje em frangalhos, e não se deve apenas às últimas tribulações de Mister Trump. A coisa vem de longe, muito longe, e sua deterioração mais recente começou há pelo menos duas décadas, na verdade bem mais.

        É notável que nenhum dos depoentes brasileiros — salvo parcialmente um economista — atentou para um fato simplório: o de que a própria ideia do Bric-Brics vai contra alguns dos pressupostos fundamentais da política externa e da diplomacia do Brasil, valores e princípios que vêm de longe, provavelmente de Rio Branco, de Rui Barbosa, em suas bases doutrinais, aperfeiçoados por estadistas como Oswaldo Aranha, San Tiago Dantas e alguns outros mais recentes: a autonomia decisória na política externa, a independência de sua diplomacia em relação a conflitos entre grandes potências, um acatamento exemplar às bases conceituais do Direito Internacional (antes mesmo da Carta da ONU) e o respeito a algumas cláusulas básicas das relações internacionais, vários delas, aliás, inscritas na nossa Carta constitucional.

        Parece claro, a qualquer observador mais atento da história da política mundial, que as violações mais flagrantes, e frequentes, ao Direito Internacional e à própria Carta da ONU provêm das grandes potências, entre elas os cinco membros permanentes do seu Conselho de Segurança. Isso é publico e notório, e não precisaríamos estar aqui lembrando Berlim, Indochina, Suez, Vietnã, Afeganistão, Iraque, Oriente Médio em geral, Ucrânia, Venezuela.

        A ideia do Bric-Brics, que teve origem numa improvisação econômica puramente oportunista, de ganhos financeiros para grandes fundos institucionais, foi acatada numa ligeireza de causar estranheza numa diplomacia que sempre foi respeitada pela suposta qualidade intelectual dos integrantes de seu corpo profissional. Talvez eles julgassem, na origem, uma ideia interessante na conjuntura de meados da primeira década do século, mas certamente não esperavam que essa ideia levaria a desenvolvimentos imprevistos seja em relação à concepção de início, seja  no formato que o foro veio a ter em suas ampliações mais recentes.

        Provavelmente, os diplomatas pensantes não consideraram que, à falta de estudos técnicos e políticos mais abalizados, a sugestão respondia mais a determinados instintos políticos, derivados da diplomacia partidária que passou a impregnar a diplomacia profissional desde o inicio do século, do que aos princípios e objetivos fundamentais que sempre caracterizaram a política externa desde os tempos do Barão, ou mesmo desde o Segundo Reinado.

        Não pretendo, nesta curta nota, desmerecer ou diminuir a capacidade de raciocínio e de articulação de alguns de meus colegas que tiveram participação nesse exercício das “Conversas”, alguns por obrigação funcional, outros para atender a um convite feito em total boa-fé por um desses colegas.

        Mas não posso deixar de mencionar o fato de que, desde as primeiras movimentações em torno da ideia e da concretização do foro, eu formulei algumas considerações críticas a esse respeito, várias delas depois consolidadas num pequeno livro digital divulgado em 2022: “A Grande Ilusão do Brics e o Universo Paralelo da Diplomacia Brasileira” (Kindle Amazon).

        A ideia básica da critica era a de que se tratava da primeira vez na história da consolidação da diplomacia moderna brasileira que se consentia em uma vinculação dos interesses nacionais aos interesses de grandes potências, não quaisquer umas, mas precisamente duas grandes potências nucleares, cujas concepções políticas e sociais não se situavam exatamente no universo político e doutrinal em que sempre se movimentou o Brasil, uma potência média fundamentalmente comprometida com objetivos de desenvolvimento econômico e social, sem pretensões a participar de conflitos interimperiais situados num âmbito geopolítico que não é e não deveria ser o seu.

        O Brasil, uma potência média supostamente líder de uma vaga entidade chamada de Sul Global (antigamente Terceiro Mundo ou países em desenvolvimento), deveria presumivelmente unir-se a outras potências médias, do Sul e do Norte (e aqui entram Canadá, nórdicos e grande parte da Europa ocidental), vários outros asiáticos e africanos, para justamente defenderem seus objetivos prioritários, de busca de prosperidade dentro do respeito à ordem e ao Direito internacionais, em contraposição aos grandes jogos geopolíticos das grandes potências, que são justamente as principais violadoras da ordem internacional.

        Esta é a a razão de meu distanciamento critico da ideia do Bric-Brics desde a origem, postura da qual jamais me afastei, mesmo ao custo de prejuízos funcionais, mas jamais em detrimento de minhas razões intelectuais na capacidade de julgar determinados passos da política externa oficial e mesmo da diplomacia que julguei contrários aos interesses nacionais de longo prazo.

Paulo Roberto de Almeida

Brasília, 11/01/2026


sábado, 10 de janeiro de 2026

Uma breve história monetária- Fausto Godoy

 AMARELANDO...LITERALMENTE...

A matéria que o Estadão publicou no seu caderno de Economia, no dia 29/12, da analista Marianna Gualter, intitulada “Diante da incerteza global, BC aumenta reserva de ouro em 33%”, revela a crescente consolidação de uma tendência global determinante nestes tempos de incerteza “trumpista”. 

Conforme a matéria, esta tendência – recente – “alinha o Banco Central do Brasil a outros pelo mundo na busca por reduzir a exposição a títulos da dívida americana”, que, como sabemos, é cotada em US dólares. Ainda segundo ela, “a participação total de ouro no nível das reservas internacionais do BC também aumentou no período de janeiro a novembro, de 3,6% para 6,5%.” Para acalmar o mercado, o presidente do BC, Gabriel Galípolo, observou que esta política “não tem como objetivo, no curto prazo, um retorno ao padrão ouro”... 

Para a economista Luíza Pinese, da XP Investimentos, esta política “reflete uma estratégia de diversificação das reservas internacionais alinhada a uma tendência global observada nos últimos anos....o ouro é considerado como um ativo de proteção, especialmente em períodos de maior incerteza geopolítica e volatilidade nos mercados financeiros.” Ela assinala, ainda, que “o Brasil possui hoje um colchão sólido de reservas internacionais para poder enfrentar choques externos”.

Este fenômeno não é aparentemente um caso isolado brasileiro. No levantamento feito junto aos bancos centrais das economias emergentes foi constatado que o desempenho das reservas em ouro é fator principal: ou seja, trata-se de um ativo seguro. Tal avaliação é também compartilhada por 77% das economias avançadas. Segundo os analistas “esta política ocorre em meio a um cenário de aumento da incerteza global e de recorde da alta do preço dos ativos (em dólares) considerados seguros. A mesma percepção é corroborada pelo Banco Central Europeu (BCE), o qual indicou num relatório que, “no ano passado, os BCs pelo mundo, em geral, aumentaram suas reservas de ouro em mais de 1 mil toneladas, pelo terceiro ano consecutivo...o volume representa o dobro do nível médio anual observado na década anterior.” Segundo a “London Bullion Market Association” (LBMA), “o ouro acumulou uma variação superior a 60% em 2025”.

Para alguns analistas esta tendência sinaliza que a “era do dólar” estaria paulatinamente cedendo espaço para um outro paradigma geoeconômico e refletindo as  profundas mudanças que o cenário internacional vem registrando, sobretudo desde que Donald Trump voltou à Casa Branca. 

Para entender o processo recorramos, como sempre, à História. O chamado "gold exchange dollar system" nos remete a um momento conturbado na História moderna, mais especificamente a 1971, quando os Estados Unidos da era Nixon abandonaram o padrão-ouro e romperam com o sistema de Bretton Woods que “lincava” o valor das moedas internacionais ao ouro. Esta atitude deu início à política de câmbios flutuantes baseada num sistema centralizado no dólar; este foi, de acréscimo, um dos momentos mais críticos da economia mundial, sobretudo em 1973/74 quando o preço do petróleo quadruplicou devido ao embargo da OPEP em retaliação ao apoio ocidental a Israel, causando inflação global e recessão. De “positivo” estimulou o surgimento de políticas energéticas alternativas, como o Proálcool no Brasil. 

Obviamente o que segurou a política do dólar ao longo dos tempos foi a percepção, em esfera mundial, da supremacia política e econômica dos Estados Unidos, ou seja, a certeza de que o dólar e a economia americana seriam o sustentáculo sólido da ordem mundial...

Só que…o tempo passou e o processo de globalização das economias tomou um ritmo distinto. Novos atores assumiram papel protagonista no cenário planetário, sobretudo os asiáticos, com a China e a Índia liderando o processo. Grupos de países também se firmaram, isoladamente ou em grupo, como o BRICS, a ASEAN, o MERCOSUL/União Europeia, que hoje lideram o impulso desenvolvimentista da economia – e por que não – da política planetária... Cito sempre o exemplo da minha geração (nasci no final da Grande Guerra, em 1945). Desde então, ela conviveu com cinco hegemonias no prazo de oitenta anos: 1) a queda do Império Britânico, que dominara o cenário internacional desde o espraiamento do colonialismo europeu, no final do século XVII; 2) a hegemonia compartilhada a partir de então entre os Estados Unidos e a União Soviética, sob a ameaça do holocausto nuclear; 3) a supremacia absoluta americana após a queda da URSS, em 1991; 4) no início deste século, a reemergência da China - que fora a principal potência econômica mundial durante séculos -, em “tandem” com os Estados Unidos; e 5) e atualmente as hegemonias compartilhadas entre EUA, RPC, os grupos geoeconômicos -BRICS...ASEAN...- e...a Índia (?), o país mais populoso do planeta, já a 5ª maior economia, e a passos largos para tornar-se a 3ª até o final deste século, segundo as previsões.

Como sabemos os chineses e os membros do BRICS, entre outros, advogam cada vez mais que as transações entre eles se façam por parâmetros e moedas próprios. Nós, mesmos, já estamos considerando esta hipótese...Neste cenário, ainda haveria espaço para a supremacia inconteste do dólar / EUA (?), sobretudo num planeta tão conturbado???


OURO  X  US$$$$$ ? ...to be continued.

Licença pouco poética para espezinhar quem merece - Paulo Roberto de Almeida

Licença pouco poética para espezinhar quem merece (com desculpas às almas sensíveis)

Jornalistas diversos e até psiquiatras (que não deveriam comentar sobre a debilidade mental de personagens públicos) já deixaram entender que DJT é um imbecil completo, embora os últimos recorram a um conceito com aparência de credibilidade: ele seria um “narcisista maligno”.
Certamente, mas muitas outras coisas mais, sem qualquer dúvida.
Chefes de Estado, de governo, suas diplomacias não podem obviamente vir a público para dizer exatamente o que pensam do cara mais estúpido que já alcançou à presidência do país mais poderoso do mundo, e não se tem notícia de algum outro dirigente nacional que reúna todos os dados, requisitos e características de ser um imbecil consumado, um idiota confirmado e um estúpido ao mais alto grau possível, ademais de ser um ignorante atestado em cartório. Passo sobre outros traços de um caráter doentio, malévolo, mesquinho e megalomaníaco, que chega a ser assustador para quem trabalha com ele, para ele, ou quem é obrigado a tratar, oficialmente ou socialmente com personagem tão vil e desprezível,  repelente para ser mais exato.
Feitas essas considerações objetivas e apoiadas em evidências as mais enfáticas, fico imaginando o dia em que a maioria do povo americano vai, finalmente convencer o GOP que vai ser preciso enviar uma ambulância, com enfermeiros parrudos, dotados de uma camisa de força para levar o desequilibrado dirigente a um asilo de alienados mentais. 
Se Machado fosse vivo já teria encontrado o personagem ideal para um follow-up do seu Alienista. Quem sabe algum romancista psiquiatra?
Pela sugestão:
Paulo Roberto de Almeida
Brasília, 10/01/2026

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