Uma nota aos leitores, visitantes, curiosos, comentaristas em geral
(Aliás, colocada na seção de comentários, apesar de que muitos não prestam atenção)
Comentários são sempre bem-vindos, desde que se refiram ao objeto mesmo do post em questão. Outras questões podem ser encaminhadas através de meu site (www.pralmeida.org).
De preferência, formule seus comentários em linguagem concisa, objetiva, com um Português aceitável para os padrões da língua coloquial.
Retirei, a pedido, mas me arrependi, a confirmação manual para os comentários; como previa, aumentou enormemente o número de junks e spams, e fui, portanto, obrigado a restabelecer o antigo sistema; desculpo-me desde já pelo incômodo, mas a propaganda e as bobagens que tenho de apagar a cada vez, tornam necessário o controle...
Acho que o recado está dado, mas ele se aplica a muito pouca gente. A maioria se encaixa nos padrões normalmente aceitos para participar de um debate saudável.
Os que não se encaixam, podem ser classificados numa das categorias seguintes:
1) Super-concisos: "genial", "gostei", "muito bem", "de acordo", e por aí vai...
2) Os que tem raiva deste blog e deste blogueiro, anônimos, por definição, e que aproveitam qualquer oportunidade (ainda que seja por uma questão ridícula como erro de redação, dada a rapidez da postagem, várias vezes sonolenta) para atacar a postagem e o autor; algumas vezes posto, se for pertinente, mesmo atacando este blogueiro que não tem poder sobre nada (e muito menos para abalar o poder atual); outras não, se não contribuir em nada para o debate;
3) Os "oportunistas", ou seja, que aproveitam qualquer postagem para simplesmente enviar um link, por vezes obscuro, sem dizer nada, apenas querendo usar da oportunidade para "descarregar" o que acabam de ver ou ler; eles provavelmente não dispõem de blog, ou de leitores e querem usar o meu como veículo; por vezes posto, se é pertinente, outra vez não, se é irrelevante;
4) Os "outros": todos os que não se encaixam nas categorias acima, ou talvez caibam em todas, como se faz em certas respostas de múltipla escolha: "todas as opções acima".
Ficamos assim, então?
Paulo Roberto de Almeida
Temas de relações internacionais, de política externa e de diplomacia brasileira, com ênfase em políticas econômicas, viagens, livros e cultura em geral. Um quilombo de resistência intelectual em defesa da racionalidade, da inteligência e das liberdades democráticas. Ver também minha página: www.pralmeida.net (em construção).
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2 comentários:
Prezado professor Paulo, gostaria que comentasse sobre a situação dos haitianos no Brasil, especificamente com relação ao conteúdo dessa publicação - http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,em-busca-da-brasileia-prometida-,1020729,0.htm - ou que pudesse me indicar leituras sobre a ação diplomática brasileira à respeito dos refugiados no Brasil. Obrigada pela atenção.
Sinto muito Thalita, mas nunca trabalhei nessa área e meu conhecimento fica também ao nível do que leio nos jornais.
Pelo que vi do artigo da ex-ministra Marina Silva, ela continua praticando a demagogia supostamente humanitária, querendo que alguém, no caso a viúva federal, pague a conta do problema criado pelo próprio governo federal que tentou ser bonzinho a baixo custo.
Na verdade, o governo queria mesmo im bilhete de ingresso no Conselho de Segurança e resolveu engajar o Brasil na operação Haiti, que não tem muito a ver com o Brasil, e sim com os EUA e a França. Praticou a chamada "diplomacia da generosidade" sem ter condições de sustentar a conta. Os haitianos, coitados, pensavam que o Brasil fosse recebê-los de braços abertos, e se precipitaram nas selvas peruanas (já que a embaixada do Brasil não concede vistos a eles). E agora se concentraram no Acre, esperando poder ficar no Brasil.
Essa é mais uma das demagogias diplomáticas do Lula, que deixam o Brasil muito mal na cena internacional. Tenta ser grande sem ter condições de sê-lo.
Paulo Roberto de Almeida
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