Eleições democráticas
Paulo Roberto de Almeida
O Canadá vai votar para o próximo governo. O candidato melhor posicionado é um economista com doutorado por Oxford e que foi presidente do Bank of England. O México, “sorprevisamente”, elegeu uma física com doutorado em energia elétrica. Os EUA elegeram pela segunda vez um PhD em fraudes e trambiques imobiliários, que possui a inteligência de um nabo, segundo algums críticos radicais.
O Brasil já teve pelo menos um intelectual na presidência, com sucesso razoável, mas também já teve a chance de eleger, e quase reelegeu, um energúmeno completo, aliás admirador do nabo americano.
A democracia, segundo já desconfiavam os gregos (que a inventaram) e temia Tocqueville, permite eleger demagogos medíocres, populistas espertos, mas profundamente ignorantes, se ouso dizer.
Creio que continuará a ser assim, pelo futuro indefinido, pois a vida é um longo aprendizado, mas alguns se perdem pelo caminho.
Paulo Roberto de Almeida
Brasília, 30/03/2025
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