Sorry, gourmands e gourmets que por acaso frequentam este blog.
Não resisti a esta oportunidade para tripudiar sobre alguns famintos e desnutridos, publicando esta foto com meu esporte atual favorito: praticar gastronomia diferente a cada dia.
Ontem foi num restaurante japonês ao lado do hotel: sopa, salada japonesa, brochete de frutos do mar (vieira, camarão, salmão), cerveja japonesa Asahi.
Hoje foi num restaurante chamado justamente
Restaurant de Haute Mer (bar a huitres de St. Germain)
no número 33 da rue Saint Jacques, próximo ao boulevard St. Germain, perto do Metro Maubert-Mutualite, quase na esquina da rua Dante (sim, o poeta).
Começamos com uma bisque de crevette, como entrada, depois enfrentei as ostras de Noumoutier (dentre as muitas outras qualidades oferecidas, grandes, pequenas, gigantes); apenas no limão e com uma pequena vinaigrette rose, com cebolas. Posto aqui a foto de um momento culminante (não conseguia olhar para a câmera), feita por Carmen Lícia.
Depois fui de Saumon a la planche, e Carmen Lícia de Dourade grillé, ambos com um molho insuperável e purée de pommes de terre, que é o nosso purê simples.
O vinho foi um blanc Macon-Villages Geoges Dubeuff 2007, bem geladinho, e uma garrafa de Perrier bleue.
Terminei com um meio abacaxi (mas não foi o melhor), e um café.
Preço final, no cartão: Euros 98,40.
Existem, obviamente, muitos outros lugares para se comer frutos do mar, e especificamente ostras em Paris, inclusive o Grand Café des Capucines, no boulevard do mesmo nome, perto da Opera (onde pretendemos ir uma noite), mas este restaurante é um dos melhores que vi.
A carta está todo no iPad2, e você vai clicando e tendo fotos de cada prato, escolhendo dentre as muitas variedades de vinhos, etc.
Dois velhotes ao nosso lado tinham alguma dificuldade com a tecnologia, mas o garçon foi ajudando-os a clicar nos lugares certos...
Fica a dica (mas a conta pode desequilibrar orçamentos mais reduzidos).
Temas de relações internacionais, de política externa e de diplomacia brasileira, com ênfase em políticas econômicas, viagens, livros e cultura em geral. Um quilombo de resistência intelectual em defesa da racionalidade, da inteligência e das liberdades democráticas. Ver também minha página: www.pralmeida.net (em construção).
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