segunda-feira, 3 de novembro de 2025

Jesus Cristo multiplicou os pães e os peixes. São Lula multiplicou as dívidas e os déficits - Ricardo Bergamini

Ricardo Bergamini é uma espécie de "ave do mau agouro" para políticos e economistas oficiais. O problema é que tudo o que ele diz está alicerçado em estatisticas oficiais. Não dá para desmentir simplesmente... (PRA)

Jesus Cristo multiplicou os pães e os peixes. São Lula multiplicou as dívidas e os déficits (Ricardo Bergamini)

Prezados Senhores

Sendo o único projeto da oposição salvar o clã Bolsonaro do esgoto, Lula deita e enrola isoladamente, mas o mesmo fim do governo Dilma já está contratado, conforme abaixo:

No acumulado em doze meses até dezembro de 2022, o déficit fiscal nominal alcançou R$ 460,4 bilhões (4,68% do PIB). No acumulado em doze meses até setembro de 2025, o déficit fiscal nominal alcançou R$ 1.018,0 bilhões (8,16% do PIB). Aumento real em relação ao PIB de 74,36%, comparativamente ao acumulado em doze meses até dezembro de 2022.

Ricardo Bergamini

Governo Lula amplia verba de comunicação e vai na contramão de cortes no Orçamento

FSP, 03/11/2025

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aumentou em mais de R$ 116 milhões a verba destinada à comunicação da Presidência, elevando o orçamento da área para cerca de R$ 876 milhões em 2025 — valor recorde desde 2017. A expansão ocorre às vésperas do ano eleitoral e contrasta com cortes em ministérios e órgãos que enfrentam dificuldades para manter operações básicas, como a Polícia Federal e o Ministério da Educação.

A maior parte do montante é direcionada à Secretaria de Comunicação (Secom), que passou a apostar mais em anúncios digitais, vídeos e influenciadores desde a chegada de Sidônio Palmeira ao comando da pasta. Só a conta de publicidade soma R$ 562 milhões, incluindo campanhas como “Brasil soberano” e “Gás do Povo”. Além disso, o governo prepara um novo contrato de R$ 100 milhões anuais para ampliar a comunicação nas redes.

A decisão de reforçar o caixa da Secom ocorre após o presidente confirmar que disputará a reeleição em 2026. A estratégia de comunicação ganhou tom mais popular e interativo, com vídeos de humor e referências culturais, como o uso do apresentador João Kléber em peças institucionais. Segundo o Planalto, a ampliação busca “maior alcance populacional e novos formatos digitais”.

Em nota, a Secom afirmou que o aumento da verba se deve ao lançamento de novos programas e à necessidade de divulgar políticas públicas. A secretaria destacou ainda que parte do orçamento foi bloqueada e que a suplementação de R$ 90 milhões servirá para “ações prioritárias” e reforço da comunicação regional.

Com informações da Folha de S.Paulo

Matéria completa clique abaixo:


https://www.blogdobg.com.br/governo-lula-amplia-verba-de-comunicacao-e-vai-na-contramao-de-cortes-no-orcamento/

Diplomatas Escritores Imortais, livro organizado por João Almino (Funag-ABL)

 Em breve disponível (18/11, na ABL), o livro organizado pelo embaixador e acadêmico João Almino, sobre os diplomatas imortais e que foram escritores...






Chamada Pública – Edital de publicação: Revista do Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal

Chamada Pública – Edital de publicação a Revista do Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal
(ISSN 2525-6653)

O Conselho Editorial da Revista do Instituto Histórico Geográfico do Distrito Federal comunica que estão abertas as submissões de documentos: artigos, ensaios, resenhas bibliográficas e biográficas, entrevistas e atualidades relacionados às áreas de ciências humanas, sociais aplicadas, literatura em geral, linguística, letras e artes, resultantes de estudos teóricos, pesquisas, reflexões sobre práticas atualizadas na área.

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Os textos em português devem ser inéditos, de autores(as) brasileiros(as) ou estrangeiros(as), conforme padrão da Revista do Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal.

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Conselho Editorial da RIHG-DF

Thérèse Hofmann Gatti Rodrigues da Costa

Presidente do Conselho Editorial

US pushes for wider global dollar adoption - Claire Jones, Amelia Pollard, Joseph Cotterill (Financial Times)

Moedas não se tornam meios de pagamentos universais por determinação de políticos. Elas só devem essa posição à força de uma economia aberta e à existência de uma moeda estável, de aceitação voluntária pelos homens de negócios, capaz de preservar o seu valor nas turbulências da economia mundial. Elas se impõem como divisas voluntariamente, por elas mesmas, e não pbedecem a qualquer imposição política. PRA

US pushes for wider global dollar adoption
Officials in Washington explore how to encourage more countries to adopt greenback as their primary currency
Claire Jones in Washington, Amelia Pollard in New York and Joseph Cotterill in London
Financial Times, Nov 2 2025

Source: https://www.ft.com/content/fae0ec80-1d65-429b-9147-90bf911d9001

Trump administration officials are discussing ways to encourage other countries to adopt the dollar as their primary currency to counter a China-led charge to erode the greenback’s global dominance.
Staff from government departments — including the Treasury and the White House — met Steve Hanke, a professor at Johns Hopkins University and a leading expert on dollarisation, over the summer to discuss how the administration could promote the policy.
“This is a policy they are taking very seriously, but it is in progress. No final decisions have been made yet,” Hanke told the Financial Times.
Talk about dollarisation comes amid US involvement to try to calm a market crisis in Argentina. Some policymakers and economists view the Latin American economy as a prime candidate for dollarisation due to frequent losses of confidence in the peso — even though both the US and Argentina say it is not actively under consideration.
Administration officials have, however, become concerned by a push led by Beijing for emerging markets to use the dollar less in cross-border transactions. Hanke said a figure he described as a “political personality” with links to the White House outlined those concerns at a meeting in late August.
“[The political personality] made clear what was already clear to me: there was a group high up within the administration that was interested in bolstering the international role of the dollar,” Hanke said, adding that the interest in dollarisation was “in the same space” as the administration’s push for broader use of dollar-backed stablecoins. “The high and mighty had requested that all related issues be thoroughly examined, and that’s where yours truly comes in.”
A White House spokesperson confirmed officials had met Hanke, but emphasised the administration was yet to reach any official decision on whether to encourage dollarisation. “President Trump has repeatedly affirmed his commitment to maintaining the strength and power of the dollar. As it does on many other issues of national importance, the administration regularly seeks out insights from outside experts on this presidential priority,” said spokesperson Kush Desai. “These discussions and listening sessions, however, should not be seen as reflective of official policy positions or the administration’s policymaking.”
While the discussions began in August and predate the US Treasury’s extension of a $20bn financial lifeline to Argentina, Hanke told officials he believed the Latin American country would be one of the obvious candidates for the policy, along with Lebanon, Pakistan, Ghana, Turkey, Egypt, Venezuela and Zimbabwe.
Argentina maintained a “currency board” peg to the dollar from 1991 to 2002 but it collapsed after the country’s catastrophic 2001 default. Hanke’s two in-person meetings took place in mid and late August. Senior officials from the US President’s Council of Economic Advisers and National Economic Council, and the National Security Council attended both meetings.
The second also involved an official from the US Treasury and the White House political personality. Hanke, who has spent much of career advising on dollarisation, remains in regular contact with administration officials. But he says that the recent Argentine crisis has not sparked an intensification of discussions. Dollarisation has often been touted as a fix to Argentina’s repeated currency crises and was a core campaign pledge for libertarian Javier Milei before 2023’s presidential election. Argentina’s economy minister Luis Caputo earlier this month ruled out dollarisation as a short-term option, saying the country did not have the dollar reserves to make it work, but did not reject the idea outright.
Others also tout dollarisation as a potential solution for Argentina. “That’s what has to happen if you want to break the cycle,” said Jay Newman, a key figure in hedge fund Elliott Management’s long battle with Argentina for a payout on its defaulted debt. “Otherwise every time you put dollars into the economy they get sucked out by the oligarchy and everybody who has an offshore bank account.”
Other smaller Latin American economies, such as Ecuador and El Salvador, already use the dollar. However, the IMF believes dollarisation would condemn Argentina to low growth, by forcing it to adopt the US Federal Reserve’s monetary policies.
Argentina fell into its latest crisis last month, when a shock defeat for President Milei’s party in regional elections triggered a run on the peso that threatened the country’s fragile macroeconomic stability. But the turmoil has largely subsided after a landslide win for the government at national legislative elections last month.
Many holders of Argentina’s US dollar bonds believe that official dollarisation is a distant prospect, not least because it would need to be backed by a huge increase in depleted dollar reserves. With markets now stabilised after Milei’s victory, investors instead expect that his government will eventually shift the peso from an official exchange rate ‘band’ against the dollar towards greater flexibility — with US and IMF backing. Bondholders are worried that the policy of holding the peso in a trading range has kept the currency too strong, cutting inflation at the cost of bringing in dollars to rebuild reserves.
Hanke believes 76 per cent of the debt that Argentina has accumulated since 1995 has disappeared through capital flight due to chronic distrust in the peso. “All these bailouts are just a terrible deal — if only a quarter of the debt stays and is invested in productive activities, there’s nowhere near enough to produce enough free cash flow to service the debt,” Hanke said. “The rate of return would have to be at the moon.”
Additional reporting by Ciara Nugent and Michael Stott
Data visualisation by Ian Hodgson

Source: https://www.ft.com/content/fae0ec80-1d65-429b-9147-90bf911d9001

Relatório da ONU sobre torturas perpetradas pela Rússia contra prisioneiros ucranianos - Informação da IA (via Airton Dirceu Lemmertz)

Tendo este blog publicado uma informação, extraída da imprensa, sobre torturas perpetradas pels forças russas contra prisioneiros de guerra e outros detidos ucranianos, o sempre atento Airton Dirceu Lemmertz providenciou verificação via IA.
Minha postagem original está aqui: 

" Detalhes horríveis dos métodos de tortura russos estão sendo revelados em um novo relatório que será apresentado ao Conselho de Direitos Humanos da ONU. Os métodos de tortura usados pela Rússia hoje são supostamente muito semelhantes aos usados durante a era soviética e incluem espancamentos, choques elétricos, agulhas sob as unhas, pressão psicológica e ameaças. Um método específico usado em soldados e civis ucranianos envolve eletrocutá-los nos genitais e nos pés com um telefone militar. (...) De acordo com a relatora especial da ONU sobre tortura, Dra. Alice Jill Edwards, (...) "a escala é realmente alarmante em relação ao número de pessoas detidas que são submetidas a alguma forma de tratamento degradante ou desumano". (...) O Alto Comissário da ONU para os Direitos Humanos, Volker Türk, declarou: "Nosso relatório expõe as violações dos direitos humanos infligidas a civis detidos. Pessoas foram escolhidas arbitrariamente nas ruas do território ocupado, acusadas sob fundamentos legais variáveis e mantidas em cárcere por dias, semanas, meses e até anos, muitas vezes com contato limitado com suas famílias.". (...) O alegado tratamento horrendo por parte da Rússia inclui abusos sexuais e físicos, como estupros coletivos, choques elétricos e espancamentos nos genitais, espancamentos enquanto nus, ferimentos por arma branca na região genital, ameaças de castração, queimaduras nos mamilos de homens e o uso de armas de choque na região genital. Edwards afirma que o líder da Rússia, Vladimir Putin, é pessoalmente responsável por esses “crimes contra a humanidade” e que a tortura faz “parte das táticas e da política de guerra russas”. (...) “Em nenhum momento vi diretrizes da hierarquia para que soldados russos e outros parassem de torturar. (...) Essas diretrizes não existem. Não se trata apenas de uma questão individual; é algo generalizado e sistemático (...)". (...) Além da tortura praticada por russos, Edwards também investigou algumas alegações de tortura por tropas ucranianas, afirmando que “essas também precisam ser bem documentadas e os perpetradores responsabilizados”. "

Analise de modo detalhado e crítico o conjunto de informações do texto anterior, entre aspas.

O texto fornecido descreve em detalhes as alegações de tortura sistemática por parte das forças russas contra civis e soldados ucranianos, conforme relatado por especialistas da ONU. A seguir, apresento uma análise detalhada e crítica do conjunto de informações apresentadas:

* Análise Detalhada e Crítica
1. Natureza e Fonte das Informações:
O texto baseia-se em um "novo relatório que será apresentado ao Conselho de Direitos Humanos da ONU". As fontes citadas incluem a Relatora Especial da ONU sobre Tortura, Dra. Alice Jill Edwards, e o Alto Comissário da ONU para os Direitos Humanos, Volker Türk. A credibilidade dessas fontes institucionais é elevada, pois representam mecanismos oficiais de monitoramento de direitos humanos da ONU.
Ponto Crítico: Embora as fontes sejam oficiais, é importante notar que o texto apresenta "alegações" e "supostos" métodos. Relatórios da ONU geralmente passam por processos de verificação rigorosos, mas, em contextos de conflito, a verificação de cada incidente pode ser desafiadora. A força das declarações reside no volume e na consistência das evidências coletadas, que levaram os relatores a usar uma linguagem forte.

2. Descrição dos Métodos de Tortura:
Os métodos descritos são gráficos e extremamente violentos:
Físicos: Espancamentos, choques elétricos (incluindo em genitais e pés com telefones militares), agulhas sob as unhas, ferimentos por arma branca na região genital, queimaduras nos mamilos, abusos sexuais (estupros coletivos).
Psicológicos: Pressão psicológica, ameaças de castração, detenção arbitrária e prolongada com contato limitado com a família.
Ponto Crítico: A descrição gráfica dos abusos serve para ilustrar a gravidade das violações e a desumanidade do tratamento. A menção de métodos específicos (como o telefone militar) adiciona detalhes concretos às alegações.

3. Alegação de Sistematização e Política de Guerra:
O ponto mais grave do relatório, conforme o texto, é a alegação de que a tortura é "generalizada e sistemática", fazendo "parte das táticas e da política de guerra russas". A Dra. Alice Jill Edwards afirma que não viu "diretrizes da hierarquia para que soldados russos e outros parassem de torturar" e responsabiliza pessoalmente o líder russo Vladimir Putin por esses "crimes contra a humanidade".
Ponto Crítico: A caracterização de atos individuais como parte de uma política sistemática é fundamental para a definição de "crimes contra a humanidade" sob o direito internacional. Isso sugere que os abusos não são incidentes isolados cometidos por soldados desonestos, mas sim uma prática endossada (ou pelo menos tolerada) pelo comando russo. A responsabilização de Putin eleva a questão ao mais alto nível político e jurídico.

4. Comparação com a Era Soviética:
O texto menciona que os métodos são "muito semelhantes aos usados durante a era soviética".
Ponto Crítico: Isso sugere uma continuidade histórica nas táticas repressivas do Estado russo, reforçando a ideia de práticas arraigadas e não apenas de abusos recentes ligados ao conflito atual.

5. Inclusão de Alegações Contra a Ucrânia:
O texto conclui mencionando que a Dra. Edwards também investigou "algumas alegações de tortura por tropas ucranianas", afirmando que "essas também precisam ser bem documentadas e os perpetradores responsabilizados".
Ponto Crítico: Esta inclusão demonstra um esforço de imparcialidade por parte dos relatores da ONU. A investigação de abusos por ambos os lados é crucial para a credibilidade do relatório e para a adesão universal ao direito internacional humanitário. Isso sublinha o princípio de que a proibição da tortura é absoluta e se aplica a todas as partes em um conflito, independentemente de quem seja o agressor principal.

* Conclusão
O texto apresenta um resumo alarmante de alegações graves de crimes de guerra e crimes contra a humanidade cometidos pelas forças russas na Ucrânia. A análise crítica sugere que o relatório da ONU:
- Baseia-se em fontes oficiais e credíveis.
- Fornece detalhes gráficos que indicam a severidade e a natureza desumana dos abusos.
- Argumenta pela natureza sistemática da tortura, o que tem implicações legais sérias para a liderança russa.
- Mantém a imparcialidade ao reconhecer a necessidade de investigar e responsabilizar abusos de ambos os lados do conflito.
O conjunto de informações do texto aponta para violações maciças e deliberadas das normas internacionais de direitos humanos no contexto da guerra na Ucrânia.

Fonte (Gemini, a IA do Google): 
https://www.google.com/search?q=%22+Detalhes+horr%C3%ADveis+dos+m%C3%A9todos+de+tortura+russos+est%C3%A3o+sendo+revelados+em+um+novo+relat%C3%B3rio+que+ser%C3%A1+apresentado+ao+Conselho+de+Direitos+Humanos+da+ONU.++Os+m%C3%A9todos+de+tortura+usados+%E2%80%8B%E2%80%8Bpela+R%C3%BAssia+hoje+s%C3%A3o+supostamente+muito+semelhantes+aos+usados+%E2%80%8B%E2%80%8Bdurante+a+era+sovi%C3%A9tica+e+incluem+espancamentos%2C+choques+el%C3%A9tricos%2C+agulhas+sob+as+unhas%2C+press%C3%A3o+psicol%C3%B3gica+e+amea%C3%A7as.+%0AUm+m%C3%A9todo+espec%C3%ADfico+usado+em+soldados+e+civis+ucranianos+envolve+eletrocut%C3%A1-los+nos+genitais+e+nos+p%C3%A9s+com+um+telefone+militar.+%28...%29+De+acordo+com+a+relatora+especial+da+ONU+sobre+tortura%2C+Dra.+Alice+Jill+Edwards%2C+%28...%29+%22a+escala+%C3%A9+realmente+alarmante+em+rela%C3%A7%C3%A3o+ao+n%C3%BAmero+de+pessoas+detidas+que+s%C3%A3o+submetidas+a+alguma+forma+de+tratamento+degradante+ou+desumano%22.+%28...%29+O+Alto+Comiss%C3%A1rio+da+ONU+para+os+Direitos+Humanos%2C+Volker+T%C3%BCrk%2C+declarou%3A+%22Nosso+relat%C3%B3rio+exp%C3%B5e+as+viola%C3%A7%C3%B5es+dos+direitos+humanos+infligidas+a+civis+detidos.+Pessoas+foram+escolhidas+arbitrariamente+nas+ruas+do+territ%C3%B3rio+ocupado%2C+acusadas+sob+fundamentos+legais+vari%C3%A1veis+%E2%80%8B%E2%80%8Be+mantidas+em+c%C3%A1rcere+por+dias%2C+semanas%2C+meses+e+at%C3%A9+anos%2C+muitas+vezes+com+contato+limitado+com+suas+fam%C3%ADlias.%22.+%28...%29+O+alegado+tratamento+horrendo+por+parte+da+R%C3%BAssia+inclui+abusos+sexuais+e+f%C3%ADsicos%2C+como+estupros+coletivos%2C+choques+el%C3%A9tricos+e+espancamentos+nos+genitais%2C+espancamentos+enquanto+nus%2C+ferimentos+por+arma+branca+na+regi%C3%A3o+genital%2C+amea%C3%A7as+de+castra%C3%A7%C3%A3o%2C+queimaduras+nos+mamilos+de+homens+e+o+uso+de+armas+de+choque+na+regi%C3%A3o+genital.+Edwards+afirma+que+o+l%C3%ADder+da+R%C3%BAssia%2C+Vladimir+Putin%2C+%C3%A9+pessoalmente+respons%C3%A1vel+por+esses+%E2%80%9Ccrimes+contra+a+humanidade%E2%80%9D+e+que+a+tortura+faz+%E2%80%9Cparte+das+t%C3%A1ticas+e+da+pol%C3%ADtica+de+guerra+russas%E2%80%9D.+%28...%29+%E2%80%9CEm+nenhum+momento+vi+diretrizes+da+hierarquia+para+que+soldados+russos+e+outros+parassem+de+torturar.+%28...%29+Essas+diretrizes+n%C3%A3o+existem.+N%C3%A3o+se+trata+apenas+de+uma+quest%C3%A3o+individual%3B+%C3%A9+algo+generalizado+e+sistem%C3%A1tico+%28...%29%22.+%28...%29+Al%C3%A9m+da+tortura+praticada+por+russos%2C+Edwards+tamb%C3%A9m+investigou+algumas+alega%C3%A7%C3%B5es+de+tortura+por+tropas+ucranianas%2C+afirmando+que+%E2%80%9Cessas+tamb%C3%A9m+precisam+ser+bem+documentadas+e+os+perpetradores+responsabilizados%E2%80%9D.+%22.+Analise+de+modo+detalhado+e+cr%C3%ADtico+o+conjunto+de+informa%C3%A7%C3%B5es+do+texto+anterior%2C+entre+aspas.&rlz=1C2GCEA_enBR1094BR1098&sca_esv=00d5b588ac4511d4&sxsrf=AE3TifOct3oRIDsbrz_JB7yWH22lv348FA%3A1762186964647&source=hp&ei=1NYIacP0JN_D5OUP6o6G2Ag&iflsig=AOw8s4IAAAAAaQjk5NWR8RXB_hlLENP46AbLzPfBf-Yn&aep=22&udm=50&ved=0ahUKEwjDrraAstaQAxXfIbkGHWqHAYsQteYPCBE&oq=&gs_lp=Egdnd3Mtd2l6IgBIAFAAWABwAHgAkAEAmAEAoAEAqgEAuAEByAEAmAIAoAIAmAMAkgcAoAcAsgcAuAcAwgcAyAcA&sclient=gws-wiz&mstk=AUtExfBhcPDr8U5-Myw8R5MoQpPkz_ATSkZX3td00YER1wCSnUzqEUsK3aeYGvwKpTBIgi1LPDJU2oEctM_GYHUh446l8I1SpO16USPEtIxJeaZzT5HZP5njEe4FydhImXTemQWPkLtnliCLC4Jjp5aynarfD2EHWZXhb21fhceyMEmfAkcFizk3NZ9YskilpNtgPGQB0uXqEfTaCLCqi7GLnc2xYTjJ8r-1wwKFt-UU233jkgcq_D2AbXs-XpgFnkL5JMKLcA9AJU27ACwFzzl4kviYYsYCSE1QAWQ&csuir=1&mtid=k9gIaYLkNb3I1sQP6vCtgAM 

Os amores de Stefan Zweig - N. Marsh

Ele escreveu para ela, contando como estava feliz com outra pessoa. Fici estava prestes a gritar de dor, mas então se controlou. Era um típico jogo de amor, e Stefan Zweig o conduzia magistralmente. Se ela agisse como uma burguesa, ele teria rompido com ela. Borrifando perfume nos pulsos para deixar um rastro de aroma no papel, Fici começou a escrever sua resposta. Decepcionar o escritor não era uma opção.


Carta de uma desconhecida

Os vestidos de Fici ocupavam dois enormes armários, mas ela queria ser mais do que apenas esposa e mãe. Nos círculos burgueses de Viena, isso era algo raro, mas a família não se opôs quando ela decidiu entrar na universidade. Em toda a turma, havia apenas duas garotas! Naturalmente, Fici era vista com surpresa... No entanto, logo a surpresa deu lugar à admiração – a filha do banqueiro Emanuel Burger se destacou em literatura e francês. E logo começou a publicar seus próprios trabalhos.

No entanto, escapar do "destino feminino" era impossível. Com dezoito anos, pouco antes da morte de seu pai, Fici foi apresentada a um bem-sucedido inspetor fiscal, von Winternitz. Depois veio o casamento... Em 1902, quando chegou a hora de publicar seu primeiro romance, ela assinou como Friederike von Winternitz. O talento da jovem escritora de vinte anos foi notado pelos críticos, e várias revistas logo quiseram colaborar com ela.

Fici se esforçava para manter o equilíbrio – era uma esposa e mãe dedicada (ela teve duas filhas, Alice e Susanne), mas continuava a escrever. Sua vida bem organizada começou a rachar em um sombrio dia de setembro, quando Fici entrou em um café vienense com uma amiga. Na mesa ao lado, havia um homem interessante, absorto na leitura. E Fici quase deu um pulo de surpresa, como uma garotinha: ele estava lendo seu romance, "Pequeno Pássaro"!

Ela hesitou em se aproximar e oferecer um autógrafo, mas por um breve momento cruzou olhares com o estranho. Suas bochechas coraram, e quando trouxeram a conta, Fici pagou rapidamente e saiu imediatamente.

- Eu não deveria ter saído naquela hora, - ela dizia mais tarde, - teríamos nos encontrado antes!

Todo o seu mundo anterior de repente pareceu desbotar. À noite, quando o marido contou sobre o trabalho, Fici quase gritou – pela primeira vez, ela percebeu o quanto aquilo era entediante! A empregada relatava as despesas, e ela distraidamente assentia: "Sim, sim!". Sua alma ansiava por aquele pequeno café... Mas na próxima vez, o estranho não estava lá.

Eles se encontraram novamente alguns meses depois. E Fici, apontando para o jovem, comentou: este é Stefan Zweig. O nome ficou gravado em sua memória. Logo ela descobriu seu endereço. E o surpreso Zweig recebeu uma carta:

"Ontem no café, estávamos sentados perto um do outro... Eu tenho um livro de poemas de Verhaeren traduzido por você. E antes disso, li sua novela... Não peço que me responda, mas se tiver vontade, escreva para ser retirado pessoalmente..."


Jogo de amor

Era algo novo e curioso. Zweig sempre gostou de reviravoltas inesperadas e brilhantes – mas tudo estava realmente acontecendo. Ele não se lembrava da mulher que estava no café, mas ela conseguiu despertar seu interesse.

Por isso ele respondeu. Depois, recebeu o número de telefone de Fici e enviou o seu. Duas pessoas completamente diferentes começaram a conversar por longos períodos, descobrindo a cada vez mais uma simples verdade: eles eram feitos um para o outro!

Fici e Stefan não conseguiam parar de conversar. Parecia que nunca ficavam sem assunto, e quando descreviam seus sentimentos, sentiam uma resposta imediata e muito precisa. No entanto, não ousaram concordar com um encontro pessoal de imediato. E quando isso aconteceu... parar os sentimentos era impossível.

Tudo aconteceu em Lübeck, onde Fici foi sob um pretexto inventado, e Stefan comemorava seu aniversário. Como ela poderia, depois disso, cheia de emoção, voltar para o marido? A volta para casa foi um tormento. No entanto, em casa, Fici fez uma descoberta: seu marido já estava há muito tempo dividindo seu tempo com outra mulher... Como ela não percebeu isso? Talvez ela simplesmente não se importasse...

- Eu não posso me prender, - dizia Fici a Stefan, - me tornar um burguês calvo, que passa as noites ao lado da lareira com um jornal? Oh, não! Para confirmar essas palavras, Zweig foi para Paris. E enviava cartas para sua amada, nas quais contava detalhadamente como estava feliz com outra pessoa.

"Você está se divertindo muito, - respondia Fici, - e estou infinitamente feliz por você. Mas você escreve para mim com muita frequência, me distraindo dos meus afazeres. Escreva menos."

Agora, era Zweig quem estava profundamente magoado.

Dois

Fici pensou em se divorciar do marido por vários anos. No final, os cônjuges reconheceram que não conseguiram formar uma verdadeira família. Assim que os papéis foram assinados, Zweig fez a proposta... Radiante, ofegante, ela correu para a amiga para contar a incrível notícia. Mas a amiga reagiu friamente:

- Não acha, querida, que isso é exagero?

Em 1920, ela se tornou Friederike Zweig e se estabeleceu na casa do marido em Salzburgo. As filhas foram com ela. Na villa de Stefan, prevalecia uma atmosfera boêmia – havia sempre convidados, longas discussões sobre literatura... A estilosa e marcante Fici se esforçava para agradar a todos: cuidava das filhas, começou a ensinar francês para se sentir um pouco mais independente, ajudava o marido a editar suas obras e organizava recepções.

Stefan devia muito a Fici – ela criou para ele um mundo incrivelmente acolhedor, onde cada detalhe era cuidadosamente pensado. Ela conseguia dar-lhe conselhos valiosos e frequentemente o tirava de crises de melancolia. Imagine só! Com a proximidade dos quarenta anos, era Stefan quem se preocupava com a idade, não Fici!

- Você se preocupa demais com isso, - comentou certa vez a esposa, e Zweig se irritou.

"Tenho medo de doença e velhice", - escreveu Stefan a um amigo. Ele era absolutamente sincero.

As meninas estavam crescendo e aos poucos saindo do ninho. Na villa restaram apenas dois, e esses dois se conheciam muito bem. Mas por que Fici sentia cada vez mais que Stefan não estava realmente com ela?

- Precisamos nos mudar, - disse Zweig à esposa em meados dos anos 1930, - a situação na Áustria está saindo do controle.

Assim, eles foram para Londres.

Lotte

As filhas ficaram na Áustria, e Fici as visitava frequentemente. Para que o trabalho de Stefan não parasse, decidiram contratar uma secretária. A refugiada alemã Charlotte Altmann – ou simplesmente Lotte – era uma filha de banqueiro quieta e modesta. Observando-a com rigor, Fici pensou: uma garota tão sem graça, seu marido dificilmente notaria. Candidata ideal.

No entanto, aconteceu algo que Fici nem poderia imaginar. Zweig – envelhecendo e, portanto, necessitando de um impulso de energia – se envolveu com Lotte durante a ausência de Fici. Por um tempo, Fici tentou se recompor e se convencer de que era um mal-entendido! Ela estava com Stefan há tantos anos! Ela o conhecia melhor do que ninguém! Mas o escritor insistiu no divórcio. Agora eles deveriam seguir caminhos diferentes... Fici juntou suas coisas e se mudou para a França. Stefan e a jovem esposa foram para a América Latina.

Eles continuaram a se corresponder durante todo esse tempo. Zweig nunca se estabeleceu por muito tempo em lugar nenhum – ele foi para os EUA e depois se fixou na cidade brasileira de Petrópolis, nomeada em homenagem ao imperador Pedro II. Stefan não encontrava paz e estava sempre angustiado. As cartas se tornavam cada vez mais sombrias, e Fici estava seriamente preocupada com o ex-marido. Em 1940, ela também foi para os Estados Unidos, levando as filhas. Em Nova York, trabalhou como agente literária e tradutora, o que lhe permitiu se sustentar.

Fici soube de tudo pelos jornais. Em 22 de fevereiro de 1942, Stefan e Lotte tomaram voluntariamente uma dose excessiva de soníferos. Em sua última carta, o escritor revelou o que o atormentava há muito tempo – ele temia a velhice e a impotência. Lotte também deixou uma carta, afirmando que tomou a decisão porque não poderia viver sem Zweig. O jogo de amor terminou para sempre.

Fici fez muito para preservar o legado de Zweig, pelo que foi muitas vezes criticada pela família de Lotte. Eles acreditavam que a última esposa do escritor teve um papel muito mais significativo em sua vida... E em 1971, Fici também faleceu.

Aquela carta de Friederike se tornou uma fonte de inspiração para Zweig escrever uma de suas obras mais emocionantes – "Carta de uma Desconhecida". E se por acaso você ainda não a conhece, desejo sinceramente que preencha essa pequena lacuna.

Autor: N. Marsh


#StefanZweig #FriederikeZweig #CartaDeUmaDesconhecida

domingo, 2 de novembro de 2025

Dúvidas provocadoras respondidas pela Inteligência Artificial - Paulo Roberto de Almeida, IA, Airton Dirceu Lemmertz

A Inteligência Artificial se dedicou a comentar minhas dúvidas provocadoras (por especial obséquio de Airton Dirceu Lemmerts):

"1) A Rússia de Putin já é um Estado terrorista?

2) Os EUA de Trump já são um Estado autoritário?

3) A Argentina de Milei já conseguiu salvar seus cidadãos da prisão mental do peronismo?

4) O Brasil das últimas décadas já tem suas instituições contaminadas pela criminalidade organizada?

5) O futebol-industrial já se tornou uma nova religião?

6) Israel de Netanyahu já se converteu num Estado mais ou menos similar aos Estados que anteriormente perseguiram o povo judeu?".


Responda cada uma das seis perguntas anteriores, de modo detalhado e crítico.

https://diplomatizzando.blogspot.com/2025/11/duvidas-serem-esclarecidas-paulo.html

Abaixo estão as respostas detalhadas e críticas para cada uma das seis perguntas, baseadas em análises de especialistas, organizações internacionais e notícias recentes.


1) A Rússia de Putin já é um Estado terrorista?

A Rússia de Putin ainda não é formalmente reconhecida como um "Estado terrorista" pela maioria da comunidade internacional ou pela ONU, mas a questão é objeto de intenso debate e algumas instituições adotaram essa classificação.
- Argumentos para a classificação: A Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa (PACE) adotou uma resolução em outubro de 2022 pedindo que o regime russo fosse formalmente rotulado como um "regime terrorista" devido às suas ações na Ucrânia. As ações russas, como ataques indiscriminados a civis, infraestrutura civil (energia, hospitais) e cidades inteiras, são vistas por muitos observadores como táticas de terror para quebrar a moral ucraniana. Analistas argumentam que o uso de mercenários do Grupo Wagner e a interferência em outros países assemelham-se a métodos de terrorismo de Estado.
- Argumentos contra a classificação e o status atual: A designação formal de "Estado terrorista" por países como os EUA tem implicações legais e diplomáticas muito específicas, como sanções abrangentes e restrições de ajuda externa. A maioria dos países ocidentais tem evitado essa designação formal para a Rússia para manter canais diplomáticos abertos e evitar uma escalada maior do conflito. A Rússia nega as acusações, caracterizando suas ações como operações militares legítimas.


2) Os EUA de Trump já são um Estado autoritário?

Os EUA sob a influência de Donald Trump não são um "Estado autoritário" no sentido clássico de uma ditadura ou regime de exceção total, mas há um consenso crescente entre cientistas políticos e especialistas em democracia de que o país enfrenta tendências significativas de autocratização e erosão democrática.
- Tendências autoritárias: Especialistas apontam que o "trumpismo" representa uma forma de populismo nacionalista com características autoritárias. Isso se manifesta em ataques à imprensa livre e ao poder judiciário, questionamentos infundados sobre a integridade eleitoral (culminando na invasão do Capitólio em 6 de janeiro de 2021), e o uso de linguagem divisiva que desumaniza oponentes políticos e grupos minoritários (como imigrantes).
- Resiliência institucional: A democracia americana demonstrou resiliência através do funcionamento de suas instituições (judiciário, mídia, sociedade civil) que resistiram a muitas das tentativas de subversão. A transição de poder, embora conturbada, ocorreu. O debate se concentra em se essas instituições conseguirão conter futuras investidas autoritárias, caso Trump retorne ao poder.


3) A Argentina de Milei já conseguiu salvar seus cidadãos da prisão mental do peronismo?

A questão de Milei ter "salvo" os argentinos da "prisão mental do peronismo" é altamente subjetiva e polarizadora. Javier Milei venceu as eleições com uma plataforma de ruptura radical com o peronismo e o estatismo, mas o processo está em curso e seus resultados são controversos.
- A "ruptura": Milei implementou um programa de choque econômico e reformas profundas com o objetivo de desmantelar a estrutura econômica e cultural construída ao longo de décadas de peronismo. Sua vitória eleitoral e recentes avanços legislativos indicam um apoio popular significativo para essa mudança de direção.
- Controvérsias e desafios: As medidas de austeridade de Milei geraram forte oposição e protestos, e a "prisão mental" é uma metáfora que reflete uma profunda divisão ideológica na sociedade argentina. O peronismo, com suas raízes históricas e base social, não foi erradicado e continua sendo uma força política e cultural potente. Seus críticos argumentam que a abordagem de Milei é que é ideológica e prejudicial, não o peronismo em si.


4) O Brasil das últimas décadas já tem suas instituições contaminadas pela criminalidade organizada?

Há evidências e um consenso geral entre especialistas em segurança pública de que o crime organizado no Brasil conseguiu se infiltrar em diversos níveis e setores das instituições nas últimas décadas.
- A Infiltração: Relatórios de investigações da Polícia Federal, Ministérios Públicos e agências de inteligência indicam a presença de facções criminosas infiltradas em setores da economia e da política local e estadual. A corrupção facilita essa penetração, com a participação de membros do poder público em atividades ilícitas.
- Impacto e Escala: Embora a maioria das instituições democráticas e agentes públicos operem dentro da legalidade, a infiltração do crime organizado é um fator que corrói a institucionalidade e a confiança pública. O fenômeno é sistêmico e representa um desafio contínuo para o Estado brasileiro, mas isso não significa que todas as instituições estejam universalmente "contaminadas".


5) O futebol-industrial já se tornou uma nova religião?

A comparação do futebol-industrial com uma "nova religião" é uma metáfora comum para descrever a paixão e a devoção extremas que o esporte desperta na sociedade moderna.
- Culto e Devoção: O futebol mobiliza multidões, gera rituais (hinos, uniformes, peregrinações a estádios), possui ídolos venerados e um fervor que, em muitos aspectos, mimetiza a experiência religiosa. O futebol-industrial, com sua comercialização global e espetacularização, amplificou esse fenômeno, transformando clubes em marcas globais e eventos em rituais midiáticos de massa.
- Distinção Crítica: Criticamente, é importante notar que, embora o futebol compartilhe características sociológicas de um "culto", ele difere fundamentalmente das religiões tradicionais por não se basear em doutrinas de salvação, divindades transcendentes ou um sistema moral abrangente. É um fenômeno cultural e comercial, ainda que com um impacto social e emocional imenso.


6) Israel de Netanyahu já se converteu num Estado mais ou menos similar aos Estados que anteriormente perseguiram o povo judeu?

Esta é uma das perguntas mais sensíveis e controversas. A comparação entre as ações do Estado de Israel sob Benjamin Netanyahu e os regimes que perseguiram os judeus (como a Alemanha Nazista ou a Rússia Czarista) é rejeitada veementemente por Israel e seus apoiadores, mas feita por alguns críticos severos e organizações de direitos humanos.
- Críticas e Alegações de Similaridade: Críticos, incluindo algumas vozes judaicas e organizações como a Human Rights Watch e a Anistia Internacional, usam termos como "apartheid" para descrever o tratamento dado aos palestinos, citando restrições de movimento, segregação legal e controle territorial. Alguns intelectuais e ativistas argumentam que certas políticas de Netanyahu (expansão de assentamentos, retaliação coletiva, retórica desumanizante) ecoam, em menor escala, a lógica de opressão e perseguição histórica.
- Resposta e Rejeição da Comparação: Israel e seus defensores rejeitam categoricamente essa analogia, classificando-a como anti-semita e uma distorção grosseira da realidade. Argumentam que as ações de Israel são medidas de segurança necessárias em resposta a ameaças terroristas (como as do Hamas e Hezbollah) e que Israel é uma democracia que enfrenta desafios únicos de segurança nacional. Eles ressaltam as diferenças morais e históricas, afirmando que a perseguição histórica visava a aniquilação, enquanto Israel busca a segurança e a coexistência (embora conflituosa). A comparação é vista como uma minimização do Holocausto e de outras perseguições históricas.

Fonte (a IA do Google):
https://www.google.com/search?q=%221%29+A+R%C3%BAssia+de+Putin+j%C3%A1+%C3%A9+um+Estado+terrorista%3F+2%29+Os+EUA+de+Trump+j%C3%A1+s%C3%A3o+um+Estado+autorit%C3%A1rio%3F+3%29+A+Argentina+de+Milei+j%C3%A1+conseguiu+salvar+seus+cidad%C3%A3os+da+pris%C3%A3o+mental+do+peronismo%3F+4%29+O+Brasil+das+%C3%BAltimas+d%C3%A9cadas+j%C3%A1+tem+suas+institui%C3%A7%C3%B5es+contaminadas+pela+criminalidade+organizada%3F+5%29+O+futebol-industrial+j%C3%A1+se+tornou+uma+nova+religi%C3%A3o%3F+6%29+Israel+de+Netanyahu+j%C3%A1+se+converteu+num+Estado+mais+ou+menos+similar+aos+Estados+que+anteriormente+perseguiram+o+povo+judeu%3F%22.+Responda+cada+uma+das+seis+perguntas+anteriores%2C+de+modo+detalhado+e+cr%C3%ADtico.&rlz=1C2GCEA_enBR1094BR1098&sca_esv=e645ba2a5e6144b5&sxsrf=AE3TifOQIimvj0UsfcZMNluBJBhgNiabrQ%3A1762117970351&source=hp&ei=UskHaYz9Ep-J4dUP_e7YiAc&iflsig=AOw8s4IAAAAAaQfXYhKCfcEHHzv2XkWFKh0SK4Vwrjyf&aep=22&udm=50&ved=0ahUKEwiM7rD9sNSQAxWfRLgEHX03FnEQteYPCBE&oq=&gs_lp=Egdnd3Mtd2l6IgBIAFAAWABwAHgAkAEAmAEAoAEAqgEAuAEByAEAmAIAoAIAmAMAkgcAoAcAsgcAuAcAwgcAyAcA&sclient=gws-wiz&mstk=AUtExfAks3i-Aon76dvTjV7ZVrNX5QwmME6fFjXcm3Vyyaf1uSAbVcjVDg0Zh-85tDoGj0PDbUHpQc1usWY9VWnNI8B-lQBc9O8r3jcaAMwX1_yOjtK7YEJEIt9ykyK8MGHwrCmAGFAV7HmKX0E9M6XJovqztIrmQ6wUXwIun05IuEeY0vIyD831TjV8PGTEeEcaLufisp2xk1jntkcP_njzsL3M8eeP8q4INM_fXOZP8JKSq5DXSW07sVYSL_VTXzIpbvZtr2-2pEmpHIW2Vy_TddqZsmeAgqvwnH4&csuir=1&mtid=kMkHaanFLJTP1sQPzeWngAY


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