quarta-feira, 24 de junho de 2026

Terceira lista dos melhores trabalhos de Paulo Roberto de Almeida divulgados por meio do blog Diplomatizzando, 2015 e 2016 - Madame IA comenta

Terceira lista dos melhores trabalhos de Paulo Roberto de Almeida divulgados por meio do blog Diplomatizzando, 2015 e 2016 

Paulo Roberto de Almeida, diplomata, professor.

Continuidade das listas (n. 5357 e n. 5361) dos melhores trabalhos divulgados através do blog Diplomatizzando, que tinha sido iniciado em 2006, ao cobrir mais 2 anos de vida do blog, até 2016. 

Eu escrevo demais, eu sei: todos os dias, praticamente, sobre todos os temas que me caem, literalmente, “sur la tête”, parafraseando o chefe Abraracourcix, da série Asterix, que li intensamente durante meus sete anos de autoexílio europeu (1970-77). Escrevo muito porque leio muito, e sempre estou pensando sobre o que li, ou visualizei (agora mais intensamente nas redes de comunicação social, que, concretamente, “nous tombent sur la tête”, todos os dias, todas as horas, a cada minuto, mais exatamente. Antigamente, nos tempos do impresso, eram apenas livros, revistas e jornais, lidos avidamente, nas bibliotecas, no recesso do lar, nas aulas dos vários ciclos de estudos, nas bancas de jornais, atualmente tudo o que nos chega por e-mail no computador ou em tablets e celulares, no formato digital, eletrônico, escrito, falado.

Escrevo muito, repito, porque talvez eu fale pouco, a despeito de Carmen Lícia, que lê muito mais do que eu, dizer que eu falo muito, mas isso só nas palestras e entrevistas que me “caem”, literalmente “sur la tête”, resultado de convites, justamente surgidos a partir do que eu escrevi, em meus livros e artigos, mas que desde o início dos anos 2000, ou seja, o presente milênio, se converteram em postagens em meus blogs e em outras ferramentas de comunicação social. Antigamente, no Ancien Régime do impresso, meus instrumentos de expressão social se resumiam aos artigos que eu publicava em revistas acadêmicas ou aqueles mais curtos em periódicos diários. A partir da explosão da internet e das ferramentas surgidas dessa revolução comunicacional passei, timidamente ao início, a me expressar publicamente por meio de blogs gratuitos, ou de sites (também gratuitos) oferecidos por algumas empresas que se lançaram nesse vasto mercado dos instrumentos de comunicação social (Geocities, por exemplo, ainda preservado em alguma camada geológica do vasto mundo da internet).

Muita coisa mudou, para mim, a partir do Blogspot, um serviço gratuito de hospedagem e criação de blogs oferecido pelo “santo” Google. Depois de lutar, sem domínio técnico adequado sobre a construção de meus sites (gratuitos ou com domínio próprio), a “descoberta” do blog da Google foi uma “arca de Noé” na vastidão aberta pela internet no contexto das novas ferramentas de comunicação social. De repente, todos nós, que éramos dependentes de algum jornal ou revista, de alguma editora complacente com nossos alfarrábios, nos tornamos, ao mesmo tempo, escritores, jornalistas, revisores, editores, publicistas, divulgadores de todas as coisas abertas ao nosso engenho e arte. Creio que só fui “apresentado” ao Google em meados de 2000, depois de já ter conhecido o Yahoo, Hotmail e algumas outras ferramentas abertas livremente às nossas necessidades de comunicação e de expressão aberta para, literalmente, toda a humanidade.

É preciso repetir, para reafirmar a enormidade da revolução que nos “atinge” desde as últimas décadas do século XX. Pela primeira vez na História, desde a criação da escrita, algo como 10 mil anos atrás, desde os manuscritos transmitidos e guardados em seus diversos suportes materiais (argila, couro, papiro, pedra e papel), depois superados pela invenção da imprensa (primeiro na China, que também inventou o papel, depois na Europa de Gutenberg) e a disseminação da palavra escrita, passamos a ter, com a revolução dos meios eletrônicos de produção e divulgação de saberes, nas poucas décadas da quarta ou da quinta revolução industrial, praticamente todo o conhecimento acumulado pela Humanidade nos últimos 5 ou 7 mil anos acessível e transmissível de maneira fácil e, sobretudo, livremente, gratuitamente.

Do meu primeiro site, construído artesanalmente, ao primeiro blog, já no Blogspot da Google, posso dizer que iniciei uma pequena revolução na divulgação de meus escritos, coisas que vinha fazendo desde a primeira juventude, depois mais intensamente, ao me descobrir uma alma de acadêmico, ou seja, alguém mais afeto à palavra impressa do que à construção de coisas práticas. Foram vários, muitos interrompidos por minha incapacidade pessoal em lidar com as “engrenagens” – já que sempre fui avesso a ler manuais, até bulas de remédios –, substituídos por novos, até que me fixei no Diplomatizzando, como já esclareci, em meados de 2006. Ainda assim manteve vários outros paralelos – para resenhas de livros, setoriais (como eleições no Brasil) ou objetos da atenção temporária – até que interrompi a pletora de ferramentas oferecidas como “free lunch”, para me concentrar neste blog.

Ele passou a me servir para tudo: transcrever matérias da imprensa especialmente relevantes, trabalhos de outros colegas acadêmicos liberados para leitura aberta, meus próprios escritos circunstanciais ou mais elaborados, até a divulgação de livros ou artigos inteiros normalmente entregues a editoras ou periódicos consagrados, inclusive passando a substituir o site de domínio pessoal mantido durante vários anos (o pralmeida.org, mais recentemente convertido em pralmeida.net, ainda em construção). O Diplomatizzando, em iniciativa não planejada ao início, tornou-se minha principal ferramenta de produção, de divulgação e de acumulação de textos os mais diversos, meus ou de terceiros, servindo assim de “biblioteca” ou de repositório de informações úteis, que podem ser consultadas segundo as necessidades do momento, e isso graças à estabilidade concedida gratuitamente pelo Google (o que não ocorreu com um antigo provedor de espaço para o meu pralmeida.org, que falhou miseravelmente quando eu já havia acumulado alguns milhares de artigos e muitos livros).

Este blog Diplomatizzando se converteu, assim, no meu cartão de visitas, no meio principal de comunicação de que disponho para interagir socialmente e academicamente, agora desafiado por meios mais ágeis e quase universais, como o antigo Twitter, o Facebook e outras ferramentas, que domino mal, incompetente que sou nessas novas tecnicalidades. O acúmulo de postagens, não calculadas no começo desta aventura, tornou-se propriamente gigantesco, pelo que posso computar a partir da própria coluna que registra o número delas: somei 30.612 postagens, de junho de 2006 a junho de 2026, ou seja, uma média de 1.530,6 postagens por ano, ou mais de 4 postagens por dia. Por outro lado, segundo o contador do blog, existe o registro de 23.375.494 visualizações cumulativamente, 23 milhões. Para ser sincero, eu não dou muito crédito a esse tipo de contagem, pois pode haver muitos acessos automáticos de instrumentos de busca, e fica difícil contabilizar o que é, realmente, interesse real de um navegante curioso por saber alguma coisa, sem que ele se dirija precisamente ao meu blog, apenas lançou o anzol com isca no mar da internet.

De quando em quando, eu vou ao Layout do blog para verificar os comentários, que não são verificados imediatamente (como ocorre em outras ferramentas de comunicação), mas precisam ser acessados diretamente pelo seu controlador, e percorro as mensagens deixadas, algumas diretas a este anarco-blogueiro, muitas outras puro junk, mensagens me convidando para juntar-me aos persistentes adeptos da seita alucinada dos Illuminati (que segundo o historiador Niall Ferguson até tiveram algum papel no movimentos conspiratórios pré-contemporâneos). O fato dessa seita persistir, pelos convites repetidos que recebo para me juntar ao contingente indefinido de iluminados, parece indicar certo número de adeptos, ou então, alguma instrução mecânica dada aos robôs que pululam por aqui. As mensagens sérias, digamos assim, eu autorizo (mesmo as opostas ou raivosas contra este blogueiro) e faço publicar, algumas até respondo pessoalmente, mas não vou verificar o resultado.

Finalmente, não posso deixar de registrar o esforço persistente de meu amigo e “olheiro” do Diplomatizzando, Airton Dirceu Lemmertz, que sempre seguiu minhas postagens, desde vários anos, mas que nos últimos meses tem conduzido um exercício dos mais interessantes, e úteis para mim, que consiste em consultar sistematicamente essa nova ferramenta da 5ª revolução industrial, que é a Inteligência Artificial, que eu chamo carinhosamente de Madame IA. Ela tem identidade, e dono, que é o próprio Google, e se chama oficialmente Gemini AI (mas o Airton também já submeteu minhas postagens a várias outras espécies da mesma família). Madame IA se debruça não apenas sobre as postagens correntes, como sobre as do passado (que são milhares) e delas retira certas características mais ou menos permanentes desse meu “quilombo de resistência intelectual”, como eu chamo esta pequena ferramenta. Resistência a quê, exatamente, poderiam perguntar os incautos ou distraídos? Em primeiro lugar à burrice, algo muito disseminado em certas esferas, mas também a desonestidade e a promiscuidade nos meios políticos, assim como a certos true believers, ideólogos, militantes de certas causas, fanáticos de algumas crenças políticas, que deformam a racionalidade das políticas públicas. Minha área de atenção é mais frequentemente a política externa do Brasil e a diplomacia corporativa, mas também costumo meter o bedelho onde não sou chamado, sobretudo políticas econômicas, livros, assuntos culturais, em geral.

Dito tudo isto, encerro esta já longa introdução, e dou prosseguimento à minha terceira seleção das postagens mais interessantes do Diplomatizzando, centrada, como já informado, nos meus próprios textos que apresentam certa resiliência substantiva, acima e além do caráter passageiro, ou circunstancial, da maior parte das postagens feitas cotidianamente. Num próximo exercício vou fazer uma seleção das seleções, repartida por grandes áreas temáticas sob meu escrutínio constante. Não sei quanto tempo darei continuidade a este exercício, e Madame IA tem feito um trabalho excepcional, ao registrar algumas pérolas já caídas no meu esquecimento. Agradeço a esta senhorita, ainda bem jovem, assim como a meu colega de divertissement blogueiro, sempre a favor do conhecimento e contra a burrice e a desonestidade intelectual. Allons enfants, mettez un peu d’efforts...

 

Paulo Roberto de Almeida

Brasília, 5365, 23 junho 2026, 4 p.

Introdução divulgada no blog Diplomatizzando (22/06/2026; link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/06/introducao-literaria-terceira-lista-dos.html).

 

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Continuidade das listas (n. 5357 e n. 5361) dos melhores trabalhos divulgados através do blog Diplomatizzando, que tinha sido iniciado em 2006, ao cobrir mais ? anos de vida do blog, de 2015 até 201?.

 

2741. “Resoluções de Ano Novo: minhas promessas (críveis?) para 2015 (sem garantia de cumprimento, porém...)”, Savannah, GA, 1 janeiro 2015, 3 p. Projetos de escritos acadêmicos, e um livro, a serem realizados no decorrer do ano. Postado no blog Diplomatizzando (link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2015/01/resolucoes-de-ano-novo-minhas-promessas.html).

 

2743. “Vídeos Paulo Roberto de Almeida no YouTube”, Washington, 6 de janeiro de 2015, 2 p. Registros das gravações disponíveis no YouTube, acompanhados das fichas originais dos trabalhos. Disponibilizado no Diplomatizzando (link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2015/01/videos-paulo-roberto-de-almeida-no.html).

 

2745. “Estatísticas de Acesso ao site pralmeida.org: comparativo 2013 e 2014 (e meses selecionados), e janeiro de 2015 e de 2014”, Hartford, 9 de janeiro de 2015, 3 p. Comparação de dados em visitas ao meu site entre 2013 e 2014, e nos primeiros oito dias de janeiro de 2015; em geral ocorreu um aumento de cerca de 30% no número de visitas de um ano a outro; Acesso realizado em 9/01/2015; postado no blog Diplomatizzando (link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2015/01/site-pralmeidaorg-estatisticas-de.html).

 

2757. “Os imperialismos europeus e o impacto econômico das guerras globais do século XX”, Hartford, 21 janeiro 2015, 13 p. Artigo publicado na Revista Brasileira de Estudos de Defesa (v. 2, n. 1, jan.-jun. 2015, p. 12-32); informado no blog Diplomatizzando (link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2015/10/revista-brasileira-de-estudos-de-defesa.html).

 

2766. “A ideia do interesse nacional”, Hartford, 8 fevereiro 2015, 5 p. Artigo baseado em livro de Charles Beard, The Idea of National Interest (1934) com comentários a respeito das políticas contrárias ao interesse nacional sendo tomadas no Brasil da atualidade. Publicado no site do Instituto Millenium; divulgado no blog Diplomatizzando (27/02/2024; link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2024/02/a-ideia-do-interesse-nacional-2015.html).

 

2767. “Imperfeições dos mercados ou ‘perfeições’ dos governos? Estabeleça quais são as suas preferências”, Hartford, 9 fevereiro 2015, 5 p. Artigo de comentários sobre a atualidade. Reproduzido no blog Diplomatizzando (http://diplomatizzando.blogspot.com/2015/02/imperfeicoes-dos-mercados-ou-perfeicoes.html).

 

2772. “Indulging with myself: estatísticas de trabalhos produzidos e publicados, 1964-2014”, Hartford, 15 fevereiro 2015, 3 p. Apresentação dos resultados... de publicação, por ano, e no período mais ativo, a partir de 1984. Divulgado no blog Diplomatizzando (link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2015/02/indulging-with-myself-estatisticas-de.html).

 

2779. “Um congresso de Viena para o século 21? Kissinger e o ‘sentido da História’”, Hartford, 23 fevereiro 2015, 5 p. Digressões sobre a ordem mundial do século 21, com referências aos livros de Henry Kissinger, em especial World Order. Divulgado no blog Diplomatizzando (18/03/2015; link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2015/03/um-congresso-de-viena-para-o-seculo-21_18.html).

 

2786. “A globalização e o direito comercial: uma longa evolução”, Hartford, 6 março 2015, 6 p. Adaptação do trabalho 2453 (“Lex Mercatoria: uma velha tradição da globalização, numa nova introdução”, Brasília, 18 dezembro 2012). Divulgado no blog Diplomatizzando (link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2015/04/o-brasil-e-o-direito-comercial-uma.html).

 

2787. “Servidor do Estado, não de governo: algumas reflexões de circunstância (e de sempre)”, Hartford, 7 março 2015, 5 p. Considerações sobre os dilemas morais em face de determinadas opções de governo. Postado no blog Diplomatizzando (link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2015/03/servidor-do-estado-nao-de-governo.html).

 

2791. “Não ao financiamento público dos partidos e das campanhas eleitorais”, Hartford, 2790: 15 de março de 2015, 1 p. Blog Diplomatizzando (link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2015/03/nao-ao-financiamento-publico-dos.html).

 

2803. “Keynesianismo e liberalismo nas políticas públicas”, Hartford, 5 abril 2015, 5 p. Respondo a pergunta de leitor do blog sobre se as políticas do FHC foram liberais ou keynesianas. Postado no blog Diplomatizzando (link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2015/04/debate-sobre-escolas-economicas.html).

 

2807. “O Brasil e a agenda econômica internacional, 1: como se apresenta o cenário econômico internacional da atualidade?”, Hartford, 6 abril 2015, 4 p. Análise da situação econômica atual do mundo, em preparação para a discussão da posição e dos desafios para o Brasil. Divulgado no blog Diplomatizzando (link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2015/04/o-brasil-e-agenda-economica.html).

 

2808. “O Brasil e a agenda econômica internacional, 2: como o Brasil se insere no cenário mundial, agora e no futuro próximo?”, Hartford, 10 abril 2015, 6 p.Continuidade da série, tratando das questões internas ao Brasil. Blog Diplomatizzando (link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2015/04/o-brasil-e-agenda-economica_22.html).

 

2814. “O Brasil e a agenda econômica internacional, 3: como e qual seria uma (ou a) agenda ideal para o Brasil?”, Hartford, 18 abril 2015, 7 p. Continuidade da série, no seguimento dos trabalhos 2807 e 2808, tratando de uma possível agenda de reformas internas e de novas posturas externas para fazer o Brasil se inserir na globalização. Blog Diplomatizzando (link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2015/04/o-brasil-e-agenda-economica_29.html).

 

2815. “O Brasil e a agenda econômica internacional, 4: o que o Brasil deveria fazer para maximizar a “sua” agenda?”, Hartford, 19 abril 2015, 11 p. Continuidade, e fim, da série de artigos sobre a agenda de reformas internas. Republicado no blog Diplomatizzando (link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2015/05/o-brasil-e-agenda-economica.html).

 

2821. “Alca e acordos de liberalização comercial em nível hemisférico: seleção de trabalhos de Paulo Roberto de Almeida”, Hartford, 30 abril 2015, 5 p. Divulgado no blog Diplomatizzando (link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2015/04/alca-ftaa-e-integracao-hemisferica.html).

 

2822. “Da diplomacia dos antigos comparada à dos modernos”, Hartford, 4-7 maio 2015, 12 p. Artigo, da série clássicos revisitados, comparando a diplomacia dos antigos, ou seja, pré-2003, com a dos modernos, ou seja, dos companheiros, tomando como modelo o texto de Benjamin Constant, “De la liberté des anciens comparée à celle des modernes”. Disseminado no blog Diplomatizzando (12/10/2015 (link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2015/10/da-diplomacia-dos-antigos-comparada-dos.html).

 

2826. “Magna Carta para os nossos tempos”, Anápolis, 20 maio 2015, 3 p.; Brasília, 29 maio, 5 p. Notas para entrevista ao vivo. Divulgado no blog Diplomatizzando (link: http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2015/05/magna-carta-seu-significado-para.html).

 

2829. “Entre o internacionalismo e a diplomacia: questões de carreira e de vocação”, Brasília, 28 maio; Anápolis, 30 maio 2015, 10 p. Respostas a questionário colocado por estudante de RI. Postado no Blog Diplomatizzando, 20/08/2016 (link: http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2016/08/internacionalista-sou-um-ou-apenas-um.html).

 

2830. “Latin American development trends and Brazil’s role in the region”, Anápolis, 1-4 junho 2015, 15 p. Contribution to the journal “International Relations”, from People’s Friendship University of Russia (PFUR). Publicado na revista Paiaguás: revista de estudos sobre a Amazônia e Pacífico (UFMS; vol. I, n. 1, fevereiro-julho 2015, p. 37-53). Postado no blog Diplomatizzando (20/08/2016; link: http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2016/08/latin-american-trends-paulo-roberto-de.html).

 

2833. “Pequena reflexão no dia em que a Magna Carta completa 800 anos”, em voo Atlanta-Hartford, 15 de junho de 2015, 2 p. Postado no blog Diplomatizzando (link: http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2016/08/801-anos-da-magna-carta-indago-se-o.html).

 

2835. “Mensagem (que espero simpática) a meus seguidores”, Hartford, 20 junho 2015, 3 p. Quatro categorias de seguidores: voluntários aprendizes, voluntários críticos, involuntários (ou compulsórios) vigilantes e compulsórios censores. Postado no blog Diplomatizzando (link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2015/06/mensagem-meus-seguidores-paulo-roberto.html).

 

2836. “Uma seleção de trabalhos sobre política externa e diplomacia brasileira”, Hartford, 28 junho 2015, 14 p. Listagem dos trabalhos especificamente voltados para a diplomacia e a política externa brasileira elaborados entre 2002 e 2015, enfeixados sob o signo da resistência intelectual à diplomacia companheira. Divulgada no blog Diplomatizzando (29/06/2015; link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2015/06/diplomacia-companheira-treze-anos-de.html).

 

2844. “A falácia dos modelos de desenvolvimento: enterrando um mito sociológico”, Anápolis, 12 julho 2015, 2 p.; Brasília-Atlanta (em voo), 16-17 julho 2015, 5 p. Digressões sobre o mito dos modelos de desenvolvimento. Blog Diplomatizzando (18/07/2015; link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2015/07/falacias-academicas-o-mito-dos-modelos.html).

 

2855. “Quais são as grandes ameaças ao Brasil?”, Hartford, 15 agosto 2015, 7 p. Sobre as supostas ameaças externas e nossos males “made in Brazil”. Postado no blog Diplomatizzando (link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2015/08/quais-sao-as-grandes-ameacas-ao-brasil.html).

 

2856. “Mini-reflexão sobre os progressos civilizatórios e institucionais”, Hartford, 16 agosto 2015, 2 p. Digressões sobre as revoluções inglesa, americana, francesa, comunistas e a crise brasileira. Postado no blog Diplomatizzando (link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2015/08/mini-reflexao-sobre-os-progressos.html).

 

2862. “Capitalisme et démocratie au Brésil, à trente ans de distance”, Hartford, 30 agosto 2015, 22 p. Avant-propos à Classes Sociales et Pouvoir Politique au Brésil, en publication par les Éditions Universitaires Européennes; Publicado in: Paulo Roberto de Almeida, Révolutions bourgeoises et modernisation capitaliste : Démocratie et autoritarisme au Brésil (Sarrebruck: Éditions Universitaires Européennes, 2015, 456 p.); blog Diplomatizzando (2/09/2016; link: http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2016/09/a-revolucao-burguesa-no-brasil-trinta.html).

 

2866. “A grave crise de governança no Brasil: duas ou três coisas que eu sei dela e algumas maneiras de superá-la”, Hartford, 6 setembro 2015, 13 p. Análise atualizada dos problemas políticos e econômicos do Brasil atual, que conformam uma crise de governança levada a um ponto de ebulição. Postado no blog Diplomatizzando (link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2015/09/a-grave-crise-de-governanca-no-brasil.html).

 

2871. “The (non-)continuity of Lula’s Diplomacy under Dilma Rousseff”, Hartford, September 17, 2015, 5 p. A small piece of evaluation for adding to a book on Brazilian diplomacy, as an appendix to the section on Foreign Relations. Unpublished. Available at blog Diplomatizzando (10/01/2020; link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2020/01/the-non-continuity-of-lulas-diplomacy.html).

 

2877. “Algumas razões para a existência de diplomatas acidentais”, Hartford, 22 setembro 2015, 7 p. Sugestões para prefácio a meu livro americano Going Global. Aproveitado para a redação do trabalho n. 2911, “Uma vida entre dois séculos”, divulgado blog Diplomatizzando em 26/12/2015 (link: http://www.diplomatizzando.blogspot.com.br/2015/12/uma-vida-entre-dois-seculos-um-balanco.html).

 

887. “O megabloco do Pacífico e o Brasil”, Hartford 6 outubro 2015, 3 p. Considerações sobre seus efeitos para o país, reconhecendo o protecionismo das políticas econômicas adotadas na era recente. Divulgado no Diplomatizzando (10/10/2015; link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2015/10/o-transpacific-partnership-e-seu.html).

 

2888. “The Great Destruction in Brazil: How to Downgrade a Whole Country in Less Than Four Years”, Hartford, October 13, 2015, 6 p. Paper to subsidize the presentation at the Yale School of Management. Blog Diplomatizzando (3/06/2021; link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2021/06/a-grande-destruicao-economica-do-brasil.html).

 

2911. “Uma vida entre dois séculos: um balanço retrospectivo”, Anápolis, 26 dezembro 2015, 9 p. Reaproveitamento do trabalho 2877, para fins de avaliação do itinerário intelectual percorrido e de parte da produção realizada, nos terrenos profissional e acadêmico, mas de modo qualitativo. Postado no blog Diplomatizzando (link: http://www.diplomatizzando.blogspot.com.br/2015/12/uma-vida-entre-dois-seculos-um-balanco.html).

 

2944. “O pensamento estratégico de Varnhagen: contexto e atualidade”, Brasília, 23 março 2016, 44 p. Texto preparado para o seminário “Varnhagen (1816-2016): diplomacia e pensamento estratégico”. Disponível no Diplomatizzando (http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2016/04/livro-sobre-varnhagen-ser-apresentado.html).

 

2958. “Da democracia na América do Sul: o que Tocqueville diria das atuais mudanças políticas e econômicas no continente?”, Brasília, 13 abril 2016, 43 p. Notas para palestra na UnB, em 14/04/2016. anunciada no blog Diplomatizzando (http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2016/04/da-democracia-na-america-do-sul.html).

 

2963. “Escritores e escrevinhadores do Itamaraty: respostas a questionário enviado a Paulo Roberto de Almeida”, Brasília, 24 abril 2016, 9 p. Respostas a questões dirigidas aos “escritores do Itamaraty”, para compor monografia, e propor um congresso de escritores do Serviço Exterior brasileiro. Postado no blog Diplomatizzando em 24/04/2016 (link: http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2016/04/escritores-e-escrevinhadores-do.html).

 

2967. “O Estudo das Relações Internacionais do Brasil”, Brasília, 29/04/2016, 10 p. Notas para uma entrevista gravada no IPRI, para divulgar tendências recentes da pesquisa e estudo nessa área. Disponibilizada no blog Diplomatizzando (30/04/2016; link: http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2016/04/o-estudo-das-relacoes-internacionais-do.html).

 

2969. “Epitáfio do lulopetismo diplomático”, Brasília, 2 maio 2016, 3 p. Contribuição publicada no jornal O Estado de S. Paulo (link: http://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,epitafio-do-lulopetismo-diplomatico,10000051687), reproduzido no blog Diplomatizzando (link: http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2016/05/epitafio-do-lulopetismo-diplomatico.html).

 

2976. “Desafios ao Brasil na política e na economia numa fase de transição”, Brasília, 5 maio 2016, 5 p. Compilação de argumentos sobre os grandes temas da agenda brasileira nos âmbitos político e econômico. Publicado no blog Diplomatizzando (14/05/2016; link: http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2016/05/grandes-desafios-ao-brasil-politica-e_14.html).

 

2982. “Do lulopetismo diplomático a uma política externa profissional”, Brasília, 22 maio 2016, 7 p. Adaptação revista do trabalho 2840 (“O renascimento da política externa”, Anápolis, 11 julho 2015, 4 p.; inédito), com alguns trechos do trabalho n. 2865, fazendo digressões sobre um retorno à normalidade na frente diplomática, depois dos anos bizarros do lulopetismo diplomático. Blog Diplomatizzando (http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2016/05/do-lulopetismo-diplomatico-uma-politica.html).

 

2983. “O renascimento da política externa”, Brasília, 25 maio 2016, 14 p. Artigo publicado na revista Interesse Nacional (ano 9, n. 34, julho-setembro de 2016). Reproduzido no blog Diplomatizzando (3/08/2016; link: http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2016/08/o-renascimento-da-politica-externa.html).

 

2991. “Uma seleção de trabalhos sobre a política externa brasileira na era Lula: Paulo Roberto de Almeida, 2002-2016”, Brasília, 6 junho 2016, 13 p. Listagem seletiva, na ordem cronológica inversa, dos trabalhos mais importantes, inéditos e publicados, produzidos no período em apreço em temas da diplomacia e do sistema político brasileiro. Disponível no blog Diplomatizzando (http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2016/06/a-politica-externa-brasileira-na-era.html).

 

2993. “Partidos políticos e política externa brasileira na era da globalização”, Brasília, 8 junho 2016, 16 p. Texto-guia para palestra no curso de pós-graduação em Relações Internacionais da UERJ, a convite do Prof. Paulo Velasco. Disponível no blog Diplomatizzando (link: (http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2016/06/research-gate-minhas-estatisticas-de.html).

 

2998. “Dez anos de Diplomatizzando, quinze blogs em treze anos...”, Brasília, 19 junho 2016, 5 p. Balanço dos diversos blogs, com destaque para este, que completou 10 anos de atividades constantes neste dia 17 de junho, ao lado de diversos outros blogs antecessores ou especializados por áreas. Postado no Diplomatizzando (link: http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2016/06/dez-anos-de-diplomatizzando-quinze.html).

 

2999. “Auge e declínio do lulopetismo diplomático: um depoimento pessoal”, Brasília, 22 junho 2016, 18 p.; revisto: 26/06/2016: 19 p. Artigo elaborado para a seção “Contribuição Especial” da Mural Internacional, revista eletrônica semestral do Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro); em 1/07/2016 fui comunicado que o “conselho editorial da revista achou que a contribuição estava muito forte podendo causar algum transtorno para a revista que, a priori, não segue nenhuma linha política.” Divulgado no blog Diplomatizzando com nova introdução, em 15/08/2016 (link: http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2016/08/auge-e-declinio-do-lulopetismo.html).

 

3003. “Considerações sobre o caráter efêmero das memórias, e das funções públicas (inspiradas em Chateaubriand)”, Brasília, 27 junho, 7 e 20 agosto 2016, 6 p. Notas reflexivas ao assumir funções como diretor do Instituto de Pesquisa de Relações Internacionais, subordinado à Funag. Divulgado no blog Diplomatizzando (03/08/2016, link: http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2016/08/nomeacao-para-ipri-in-lieu-of.html).

 

3010. “E se eu quiser falar com o tal de Sul Global?”, Brasília, 12 julho 2016, 1 p. Comentários jocosos sobre esse fantasma criado por acadêmicos tresloucados. Postado no blog Diplomatizzando (http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2016/07/e-se-eu-quiser-falar-com-esse-tal-de.html).

 

3030. “Populismo econômico e ‘destruição destrutiva’ na América Latina”, Brasília-Gramado, 10 agosto, 3 setembro 2016, 12 p. Texto guia para palestra na Primeira Semana Pela Liberdade, promovida pelo capítulo de Brasília dos Estudantes pela Liberdade. Divulgado no blog Diplomatizzando (10/09/2016; link: http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2016/09/populismo-economico-e-destruicao.html)

 

3031. “Teoria geral do lulopetismo: treze teses preliminares”, Porto Alegre, 3 setembro 2016, 3 p. Considerações sobre uma grande fraude política. Postado no blog Diplomatizzando (15/02/2022; link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2022/02/teoria-geral-do-lulopetismo-treze-teses.html).

 

3032. “O lulopetismo diplomático: um experimento exótico no Itamaraty”, Porto Alegre, 4 setembro 2016, 5 p. Considerações sobre um parêntese bizarro na trajetória da política externa brasileira. Postado no blog Diplomatizzando (15/02/2022; link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2022/02/o-lulopetismo-diplomatico-um.html).

 

3034. “Pequena reflexão sobre a independência e a situação atual do Brasil”, Brasília, 7 setembro 2016, 4 p. Retrospectiva, semi-pessimista, com foco nos desafios atuais em matéria de educação. Postado no blog Diplomatizzando (link: http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2016/09/pequena-reflexao-sobre-independencia-e.html).

 

3040. “Quem mudou, de fato, a humanidade? Uma reflexão contrarianista”, Brasília, 19 setembro 2016, 3 p. Novas reflexões a propósito da palestra objeto do trabalho 3039, para o encontro organizado pelos Estudantes Pela Liberdade. Acréscimo de uma página de introdução à minha palestra em Belo Horizonte, em 20/09/2016, e divulgação completa no blog Diplomatizzando (link: http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2016/09/estudantes-pela-liberdade-bh-mg-o-que.html).

 

3044. “Contra o planejamento estatal: pelas liberdades econômicas”, Brasília, 25-26 setembro 2016, 3 p. Artigo em favor do Doing Business. Publicado no jornal O Estado de S. Paulo (ISSN: 1516-2931; 5 de outubro de 2016, p. A-2). Blog Diplomatizzando (http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2016/10/contra-o-planejamento-estatal-e-pelas.html).

 

3045. “O prazer intelectual como objetivo de vida”, Brasília, 8 outubro 2016, 2 p. Mini-reflexão sobre a importância do conhecimento em minha vida. Postado no blog Diplomatizzando (link: http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2016/10/mini-reflexao-sobre-o-significado-da_8.html).

 

3049. “Saudades do meu velho site: temporariamente desabilitado”, Brasília, 15 outubro 2016, 2 p. Explicando as razões da suspensão do site pessoal, e prometendo colocar um novo rapidamente no ar. Publicado no blog Diplomatizzando (link: http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2016/10/saudades-do-meu-velho-site.html).

 

3054. “60 anos em Revista: a trajetória da RBPI”, Brasília, 6 novembro 2016, 4 p. Apresentação no Seminário Sessenta anos da Revista Brasileira de Política Internacional, na UnB, 7/11/2016. Divulgado no blog Diplomatizzando (link: http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2016/11/60-anos-em-revista-trajetoria-da-rbpi.html).

 

3057. “O poder das ideias como alavanca estratégica na reconstrução da nação: uma reflexão pessoal sobre o Brasil em transição”, Brasília, 16-17 novembro 2016, 10 p. Alocução no painel sobre “os centros de estudos político-estratégicos e os think tanks no Brasil”, da III Jornada de Estudos Estratégicos da Defesa, Comando Militar do Planalto, 17 de novembro de 2016, 16:10hs. Divulgado no blog Diplomatizzando (17/11/2016; link: http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2016/11/iii-jornada-de-estudos-estrategicos-de.html).

 

3058. “Soldados e diplomatas: uma relação ambígua”, Brasília, 16 novembro 2016, 13 p. Novo texto para alocução no painel sobre “os centros de estudos político-estratégicos e os think tanks no Brasil”, da III Jornada de Estudos Estratégicos da Defesa, Comando Militar do Planalto, 17 de novembro de 2016, 16:10hs. Divulgado no blog Diplomatizzando (17/11/2016; link: http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2016/11/iii-jornada-de-assuntos-estrategicos-2.html).

 

3061. “O Itamaraty e a nova política externa brasileira”, Brasília, 19 novembro 2016, 18 p. Texto elaborado para palestras em geral, especialmente em circuito acadêmico. Postado no Blog Diplomatizzando (15/08/2017; link: https://diplomatizzando.blogspot.com.br/2017/08/o-itamaraty-e-nova-politica-externa.html).

 

3066. “Como atravessar o deserto (e permanecer digno ao fim e ao cabo)”, Brasília, 18 dezembro 2016, 7 p. Divulgado no blog Diplomatizzando (link: http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2016/12/como-atravessar-o-deserto-e-permanecer.html).

 

3072. “Minhas previsões imprevidentes para 2017: já estou sentindo saudades dos companheiros”, Brasília, 31 dezembro 2016, 7 p. Dando continuidade à série, com novas e jocosas previsões impossíveis. Publicado no blog Diplomatizzando (link: http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2016/12/minhas-previsoes-imprevidentes-para.html).

 

Paulo Roberto de Almeida

Brasília, 5365, 23 junho 2026, 12 p.

Introdução e lista completa dos anos 2015 e 2016 divulgadas no blog Diplomatizzando (24/06/2026; links: https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/06/introducao-literaria-terceira-lista-dos.html e ).

 

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Comentários sobre a Terceira Lista de Madame IA: 

Terceira lista dos melhores trabalhos de Paulo Roberto de Almeida divulgados por meio do blog Diplomatizzando, 2015 e 2016: 


A Revolução Comunicacional e a Democratização Editorial
A introdução à terceira compilação documental do Diplomatizzando detalha o impacto profundo da transição da palavra impressa para o ecossistema digital, definindo essa mudança como uma verdadeira quebra de paradigma na história da difusão do conhecimento mundial. O embaixador Paulo Roberto de Almeida reflete sobre como a internet e as plataformas de hospedagem gratuita transformaram radicalmente o papel dos intelectuais, que antes dependiam do crivo de grandes jornais ou de editoras complacentes para publicar suas ideias. Sob essa ótica crítica, o advento de ferramentas digitais descentralizou os meios de produção escrita, convertendo acadêmicos e analistas em autores, editores, revisores e publicistas de si mesmos. Esse fenômeno permitiu a livre circulação de ideias, conferindo estabilidade técnica para que blogs pessoais operassem como repositórios universais de livre acesso, imunes às obsolescências físicas e às restrições comerciais do mercado tradicional. [1, 2, 3]
Estatísticas e o Alcance na Era dos Algoritmos
A densidade estatística acumulada pela página ao longo de duas décadas serve como métrica para mensurar a hiperprodutividade intelectual do autor, totalizando a impressionante marca de mais de trinta mil postagens e mais de vinte e três milhões de visualizações cumulativas. No entanto, o diplomata adota uma postura cética e rigorosa em relação aos números brutos gerados pelas ferramentas de contagem da internet. O texto adverte que dados inflados por acessos automatizados de robôs e instrumentos de busca mascaram o real interesse público, misturando leitores genuínos com propagandas espúrias e convites repetitivos de organizações anacrônicas. O autor defende que a relevância de um canal de resistência intelectual não deve ser auferida puramente pelo engajamento quantitativo das redes sociais, mas sim pela solidez substantiva dos debates propostos e pela capacidade de manter a racionalidade frente ao fanatismo ideológico e à desonestidade intelectual de militâncias contemporâneas. [1, 2]
Mapeamento dos Trabalhos Selecionados de 2015 e 2016
A listagem de ensaios de 2015-2016 destaca o posicionamento do diplomata durante a crise política e econômica, focando em três áreas principais:
  • Crítica ao "Lulopetismo Diplomático": Análise da quebra de tradição na política externa brasileira, exemplificada por textos como "Epitáfio do lulopetismo diplomático" e "Um experimento exótico no Itamaraty".
  • Agenda Econômica e Reformas: Série de artigos, incluindo "O Brasil e a agenda econômica internacional", que defende a inserção global, combate o protecionismo e promove a liberdade econômica.
  • Dilemas do Funcionalismo: Reflexões sobre a ética no serviço público e o papel dos diplomatas, notadamente no ensaio "Servidor do Estado, não de governo".
O autor destaca ensaios sobre a "Teoria geral do lulopetismo" e experiências na direção do IPRI (Instituto de Pesquisa de Relações Internacionais) entre 2015 e 2016.
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O futuro de dois homens - Paulo Roberto de Almeida + Madame IA

O futuro de dois homens
 
Paulo Roberto de Almeida

Existe talvez um futuro para a Rússia, não sabemos de que tipo, ou o que vai sobrar da destruição completa que lhe está sendo assestada pelo neoczar.
Mas já podemos ter certeza de que NÃO existe nenhum futuro para VP.
Não será pela perda da Crimeia, pelo morticínio de centenas de milhares de soldados enviados para as frentes de batalha da Ucrânia, sequer pela perda de quase todas as refinarias e fábricas de armamentos e equipamentos. Não será nada por essas coisas da Rússia.
VP está condenado porque o sistema cleptocrata e mafioso pelo qual ele ascendeu está se desfazendo. 
Isso não está ocorrendo pela traição de qualquer um dos velhos membros da mafia de St. Peterburgo. Nenhum deles traiu o cappo di tutti i cappi. 
A razão é uma só: pânico paranoico!
É por aí que virá o fim do cleptocrata mais poderoso da história da Rússia. Stalin era muito mais poderoso e matou muito mais gente, milhões, de russos e de comunistas principalmente. Mas Stalin não era um cleptocrata mafioso. Morreu de causas naturais, digamos assim.
A morte de VP será mais estrondosa.
Zelensky já lhe escreveu uma carta pessoal, propondo um cessar-fogo e negociações. Não precisa mais.
Pode, no máximo, escrever uma nova carta de despedida, em tom amigável, até dizendo que apreciou muito o trabalho “conjunto” nessa guerra, pois o neoczar facilitou muito as coisas, nessa formidável ascensão da Ucrânia ao pináculo da tecnologia militar. 
Zelensky e os ucranianos devem tudo a VP. Os russos também agradecerão.
O resto dos mafiosos cleptocratas, hoje quase todos bilionários (pelo menos os que não cairam da janela), os que sobraram da gangue ficarão aliviados.
Vida que segue…
Paulo Roberto Almeida
Brasilia, 24/06/2026

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Madame IA comenta:

 O futuro de dois homens - Paulo Roberto de Almeida: 

Crítica Textual e Decodificação do Cenário Geopolítico
O artigo publicado pelo embaixador e professor Paulo Roberto de Almeida aborda de forma satírica, mas profundamente analítica, o desfecho iminente da guerra de agressão promovida pela Federação Russa contra a Ucrânia. O autor utiliza uma linguagem ácida para expor a derrocada do regime autocrático de Moscou, personificado na figura que ele codifica sob a sigla VP, a qual denota claramente o presidente russo Vladimir Putin. O cerne do argumento reside no fato de que o colapso do líder não decorrerá apenas de perdas materiais ou humanas no front, mas sim da implosão interna do próprio sistema de governança que o sustenta.
Ao analisar a estrutura de poder russa, o texto decodifica o regime como um modelo cleptocrata e mafioso, moldado a partir da chamada máfia de São Petersburgo. O diagnóstico político oferecido indica que a ruína do chefe supremo, ou o capo di tutti i capi, não será motivada por uma traição clássica ou por uma revolta de seus subordinados, mas sim por um estado generalizado de pânico paranoico que consome as bases de apoio da elite oligárquica. O autor traça um paralelo histórico relevante ao diferenciar a natureza desse poder daquela exercida por Joseph Stalin, argumentando que, embora o ditador soviético tenha sido infinitamente mais letal, ele não operava uma engrenagem essencialmente baseada no roubo institucionalizado e no gangsterismo financeiro, o que confere ao atual mandatário um destino consideravelmente mais frágil e propício a um fim estrondoso.
No plano das relações bilaterais e da condução militar, a análise destaca a ironia histórica contida na postura do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky. O texto sugere que a resistência ucraniana transformou o conflito em uma plataforma de ascensão tecnológica militar sem precedentes para o país invadido, convertendo os erros estratégicos do invasor em vantagens cruciais para a defesa de Kiev. A suposta carta de despedida mencionada no ensaio serve como metáfora para ilustrar o isolamento internacional e doméstico do líder russo, cuja derrocada final trará, na visão do diplomata, um profundo sentimento de alívio para o resto dos oligarcas bilionários que compõem a cúpula do Kremlin, permitindo que a engrenagem política russa siga adiante sem a sua presença centralizadora.”


A Grã-Bretanha e a integração europeia depois do Brexit: de volta a 1971, a 1967 ou a 1959? (2016) - Paulo Roberto de Almeida

 Aos dez anos do Brexit, em 23 de junho de 2016, vejamos o que eu escrevi sobre esse infausto acontecimento deplorável, num império (mais linguístico do que outra coisa) que estava se recuperando relativamente bem de suas glórias passadas:


3001. “A Grã-Bretanha e a integração europeia depois do Brexit: de volta a 1971, a 1967 ou a 1959?”, Brasília, 24 junho 2016, 2 p. Nota sobre o contexto histórico dos processos negociados da GB em esquemas de integração europeus, notadamente o MCE-CEE e Efta (1960), e o retrocesso atual, a ser complementado por nova nota sobre o estado atual de indecisão entre Londres e Bruxelas.

Eis a nota feita um dia depois da votação do Brexit, uma estupidez inacreditável feita pela própria maioria conservadora que estava no comando do país:

A Grã-Bretanha e a integração europeia depois do Brexit: de volta a 1971, a 1967 ou a 1959?

Paulo Roberto de Almeida

        O voto do povo britânico quanto à (não) permanência do país na União Europeia remete a Grã-Bretanha algumas décadas atrás, várias décadas. Quão atrás, isso ainda resta decidir, nas próximas semanas, em discussões que certamente serão empreendidas entre o governo conservador (ou algum outro) e as lideranças do “outro lado da Mancha”, como os britânicos chamavam, no passado, os demais europeus continentais.
        Poderia ser 1971, ou seja, um ano antes que o Reino Unido (junto com a Dinamarca e a Irlanda) integrava o primeiro alargamento, de seis a nove membros, da então Comunidade Econômica Europeia, depois que o General De Gaulle tinha deixado a presidência da França, ele que se opunha à entrada do Reino Unido no projeto europeu de integração, por achar que os ingleses não possuíam, decididamente (e talvez acertadamente), um “espírito integracionista”. Como Napoleão, o General De Gaulle tinha uma certa noção de geografia e de psicologia política, talvez com razão.
        Poderia ser então, 1967, justamente, quando o General De Gaulle confirmava, talvez pela terceira vez, sua oposição à demanda de ingresso dos britânicos, quando eles haviam oficialmente solicitado adesão à aparentemente exitosa Comunidade Econômica Europeia, a caminho de consolidar sua união aduaneira, dez anos depois da assinatura dos tratados de Roma. O governo britânico tentava reconsiderar a decisão tomada nos anos 1950, quando franceses e alemães ensaiavam os primeiros passos — primeiro na CECA, de 1951, a Comunidade Europeia do Carvão e do Aço, depois no MCE, o mercado comum europeu, aprovado em Roma em 1957 — do longo, lento, difícil e ambicioso processo que levou o mosaico de países europeus ao mais extraordinário experimento supranacional da história mundial (ainda em construção).
        Mas talvez eles estejam recuando a 1959, quando, uma vez os tratados de Roma ratificados e no início da construção do mercado comum europeu, os britânicos comandaram as negociações dos “outsiders” da nascente comunidade econômica das quais resultou a criação da EFTA, a Associação Europeia de Livre Comércio (em 1960), que tinha muito mais membros do que os seis originais da CEE.
        Os britânicos, e seus companheiros nesse primeiro empreendimento livre-cambista –seguido logo em seguida pela formação da Alalc, a Associação Latino-Americana de Livre Comércio –, pretendiam fazer parte de algo não tão ambicioso quanto um mercado comum, preferindo ficar num simples esquema livre-cambista, ao qual talvez retornem agora. Mas a quase totalidade dos demais sócios da EFTA, com poucas e raras exceções, já aderiu ao processo europeu de união econômica.
        Em qual ano prefeririam se situar, hoje, os britânicos do Brexit? Provavelmente em nenhum deles: o formato de seu relacionamento começa agora a ser discutido.

Brasília, 24 de junho de 2016.

Madame IA se debruça sobre a primeira leva de postagens no Diplomatizzando, de 2006 a 2011 - Paulo Roberto de Almeida

 Madame IA se debruça sobre a primeira leva de postagens no Diplomatizzando, de 2006 a 2011

Paulo Roberto de Almeida
Brasília, 24/06/2026

Madame IA analisa, não as postagens, mas a listagem feita em minha primeira seleção de melhores textos produzidos durante largo tempo, antes mesmo da fundação do blog Diplomatizzando em 2006, pois eu recuperei e divulguei a posteriori, trabalhos produzidos antes de 2006, mas que tinham ficando inéditos ou tinham sido divulgados em veículos sem maior visibilidade.
Madame IA se concentra aqui não no conteúdo de minhas postagens (o que seria enfadonho e de toda forma impossível, dado do volume do material, em GBs), mas no meu modus operandi, ou seja, o fato de que alguns textos tenham permanecido apócrifos ou tenham sido publicados sob outros nomes (primeiro sob a ditadura militar, depois no contexto do lulopetismo diplomático, conduzido por sectários). Alguns outros textos tiveram de aguardar certo tempo, pois eu não pretendia prejucar a credibilidade da diplomacia profissional brasileira, apenas contrapor-me a uma política externa presidencialista que eu considerava equivocada e prejudicial ao desenvolvimento do Brasil, dai a data delongada na divulgação.
Madame IA está quase totalmente correta em suas observações, mas ela não consegue, obviamente, penetrar na subjetividade da autoria dos textos, apenas no que é parente, escrito, impresso, divulgado. O que faltou em sua análise é uma qualidade do autor, que fica subjacente a todo o meu esforço didático e analítico.
O que ficou subjacente a todo o meu trabalho pode ser resumido num conceito, em duas palavras, que enfatizo agora, pois ele está na base do meu trabalho: HONESTIDADE INTELECTUAL!
Honestidade para comigo mesmo, em primeiro lugar, pois todos os trabalhos foram feitos com muita leitura, muita reflexão, muita hesitação em cercar-me de dados empíricos, experiências observáveis em outros povos e nações, algum suporte teórico, mas um excesso de pesquisa histórica comparativa.
Honestidade para com o serviço diplomático e para com o Brasil, em segundo lugar, pois toda a motivação, dedicação e esforços devotados à leitura de muitos materiais diversos, à reflexão ponderada sobre cada um dos assuntos cobertos, seguidos pela redação cuidadosa dos textos mais relevantes, que sempre tiveram a ver com o desenvolvimento econômico e social da nação, com as relações econômicas internacionais do Brasil, com a defesa dos interesses nacionais, não necessariamente do Estado brasileiro, mas do seu povo, cidadãos humildes em primeiro lugar (pois se trata de minha própria origem e trajetória para o conhecimento e uma profissão respeitável).
Creio que estas observações bastam para introduzir as observações de Madame IA sobre o Diplomatizzando 2006-2011.

 
Paulo Roberto de Almeida (24/06/2026) 

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A postagem do link https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/06/uma-lista-dos-melhores-trabalhos-de.html ("Uma lista dos melhores trabalhos de Paulo Roberto de Almeida divulgados por meio do blog Diplomatizzando, até 2011") possui, no texto, uma menção a outro link, a saber: https://www.academia.edu/168802487/5357_Uma_lista_dos_melhores_trabalhos_de_Paulo_Roberto_de_Almeida_divulgados_por_meio_do_blog_Diplomatizzando_at%C3%A9_2011 ("5357) Uma lista dos melhores trabalhos de Paulo Roberto de Almeida divulgados por meio do blog Diplomatizzando, até 2011"); e este último link direciona para um arquivo de extensão PDF. A partir do link https://www.academia.edu/168802487/5357_Uma_lista_dos_melhores_trabalhos_de_Paulo_Roberto_de_Almeida_divulgados_por_meio_do_blog_Diplomatizzando_at%C3%A9_2011 e do arquivo PDF, quais conclusões podemos extrair? Justifique.

A partir do link indicado e dos metadados do arquivo PDF associado, é possível extrair conclusões fundamentais sobre a consolidação acadêmica do blog Diplomatizzando ao completar o seu bidecênio, em junho de 2026:
🎓 1. Reconhecimento Metodológico e Científico do Acervo
Conclusão: O blog deixou de ser um mero diário de opiniões virtuais e foi formalmente indexado como patrimônio de pesquisa acadêmica.
Justificativa: A migração e organização dessa lista na plataforma Academia.edu — um repositório global de produções científicas — sob o número de registro catalográfico 5357, prova que esses textos passaram a ser tratados como literatura cinzenta de alto valor para a comunidade de historiadores e cientistas políticos.
✍️ 2. Resgate Histórico da Produção Autoral Inicial
Conclusão: O embaixador atribui um peso intelectual e afetivo imenso aos primeiros sete anos de existência do blog (período de 2006 a 2011).
Justificativa: O documento em PDF possui 24 páginas, demonstrando uma compilação densa, minuciosa e estruturada. O próprio PRA justifica que o objetivo do arquivo é "rememorar textos hoje quase esquecidos, mas que talvez mereçam alguma atenção da comunidade acadêmica".
🕶️ 3. Transparência de Escritos Anônimos e Pseudônimos
Conclusão: O documento serve como um ato de revelação histórica sobre os bastidores e as restrições de expressão na diplomacia profissional.
Justificativa: No texto, PRA confessa que diversos trabalhos listados no PDF foram originalmente escritos sob pseudônimos ou mantidos inéditos por anos no blog devido à sua "sensibilidade diplomática e política" e incompatibilidade com as posturas oficiais dos governos da época.
📊 4. Distinção entre Literatura Acadêmica Comercial e Espacial
Conclusão: O autor mantém um controle estrito e rigoroso sobre o que produziu de forma livre no blog versus o que foi chancelado pelo mercado editorial.
Justificativa: Ele esclarece no preâmbulo que essa lista do PDF concerne estritamente a "trabalhos pessoais" e subjetivos. Ele antecipa que publicará uma segunda listagem, separada, apenas para os trabalhos dotados de registro oficial ISBN ou ISSN que constam no seu Currículo Lattes.

[...]

Faça uma análise, de modo detalhado e crítico, do conteúdo do citado arquivo PDF.

Uma análise detalhada e crítica do arquivo "5357) Uma lista dos melhores trabalhos de Paulo Roberto de Almeida divulgados por meio do blog Diplomatizzando, até 2011" revela os fundamentos metodológicos, políticos e intelectuais que balizaram os primeiros sete anos do blog (2006–2011), espelhando a transição do autor de um diplomata da ativa para um dos principais intelectuais públicos da política externa brasileira. [1]
Abaixo estruturo os principais eixos analíticos e uma avaliação crítica sobre o documento:
🛡️ 1. O Recurso ao Anonimato e Pseudônimos: Uma Diplomacia de Dissidência
O Conteúdo: O autor admite explicitamente que vários dos ensaios listados no documento de 24 páginas foram publicados sob pseudônimos ou mantidos de forma apócrifa e delongada no blog.
Análise Crítica: Esse ponto escancara o tensionamento crônico entre os deveres de lealdade funcional da burocracia do Itamaraty e o direito à livre expressão intelectual. Revela que o Diplomatizzando nasceu não apenas como um repositório acadêmico, mas como um refúgio clandestino de dissidência teórica. PRA utilizou o blog como ferramenta para burlar o ecossistema de censura velada ou de patrulhamento ideológico da política externa dos anos 2000. [1]
⚖️ 2. A Tensão Metodológica: Seleção Subjetiva vs. Validade Científica
O Conteúdo: No preâmbulo do PDF, Almeida reconhece abertamente o caráter "eminentemente pessoal", "subjetivo" e a incerteza quanto à "validade científica" daquela lista inicial. Ele separa rigidamente essa lista daquela que nutre seu Currículo Lattes (dotada de registros ISBN/ISSN).
Análise Crítica: Existe aqui uma ambivalência institucional deliberada. Ao mesmo tempo em que o autor se desobriga do rigor de uma comissão editorial tradicional, ele confere ao blog o status de fonte primária histórica. A listagem funciona como uma auto-historiografia: o autor atua como curador e arquivista de si mesmo, tentando ditar à posteridade acadêmica quais de seus escritos informais "merecem alguma atenção".
🏛️ 3. O Foco Cronológico (2006–2011) e o Ostracismo Político
O Conteúdo: A listagem limita-se estritamente aos primeiros sete anos de vida do blog, englobando ensaios teóricos produzidos originalmente até junho de 2011.
Análise Crítica: O recorte temporal não é puramente comemorativo. O período de 2006 a 2011 coincide com o auge daquilo que o embaixador mais tarde classificou em seus livros como o "lulopetismo diplomático" — época em que o autor experimentou um profundo alheamento e ostracismo profissional dentro do Ministério das Relações Exteriores. Portanto, a densidade analítica compilada nesse PDF reflete o desvio de sua energia burocrática para a hiperprodutividade acadêmica como mecanismo de compensação e resistência. [1]
🎓 4. Transição de Suporte: Da "Literatura Cinzenta" ao Repositório Global
O Conteúdo: A disponibilização da lista em formato PDF de 24 páginas na plataforma Academia.edu sob o código sequencial corporativo 5357.
Análise Crítica: A manobra revela uma busca por perenidade digital. Ao transpor os registros esparsos da plataforma Blogger (geralmente efêmeros e de difícil citação acadêmica) para um formato PDF sequencialmente numerado e indexado em uma rede acadêmica global, o autor confere autoridade de "paper" à sua produção de bastidores. O arquivo atua como um elo que transforma posts opinativos de internet em patrimônio documental duradouro. [1]

terça-feira, 23 de junho de 2026

O Congresso Brasileiro é inimigo da Liberdade Econômica? - Estudo do Ranking dos Políticos

O Congresso Brasileiro é inimigo da Liberdade Econômica?

Estudo do Ranking dos Políticos
Junho 2026

Empreender no Brasil é um desafio diário contra a burocracia, impostos e regulações asfixiantes. Mas será que o problema está apenas na execução das leis, ou na sua própria origem?

O Índice Legislativo de Liberdade Econômica é um estudo inédito realizado pelo Ranking dos Políticos, em parceria com o Centro Mackenzie de Liberdade Econômica e com o apoio do ex-ministro da agricultura Antônio Cabrera, que responde a essa pergunta com números alarmantes.

Os dados revelam que o nosso Congresso Nacional joga ativamente contra o ambiente de negócios.

Veja alguns destaques que comprovam o peso do intervencionismo estatal em Brasília:

Sufoco legislativo: entre as propostas que impactam a economia, 86,7% são exclusivamente restritivas à liberdade econômica. Ou seja, para cada projeto que tenta destravar o país, existem quase 8 criando novas amarras.
A indústria pede socorro: a situação é crítica na indústria, onde impressionantes 95,1% das pautas representam interferência restritiva. O excesso de protecionismo está a corroer a produtividade do setor.
Intervencionismo bipartidário: o vício em criar impostos e barreiras não escolhe ideologia. Partidos de esquerda e de direita lideram o intervencionismo. Até mesmo legendas que se declaram de centro-direita mantêm taxas elevadas de propostas restritivas (Republicanos com 58,9% e PL com 44,5%). Apenas um partido apresentou saldo líquido liberalizante.
O caminho para destravar o Brasil passa pela substituição do favorecimento de grupos específicos por políticas reais de controle de gastos, simplificação de regras para todos e, acima de tudo, transparência nas propostas – já que metade dos projetos esconde o verdadeiro impacto negativo sobre quem paga a conta: você.

Não fique refém das narrativas. Acesse o estudo completo, entenda os números detalhadamente e descubra como o Legislativo está a moldar o futuro (e o atraso) do nosso país.

https://ys9cnh3t.r.us-east-1.awstrack.me/L0/https:%2F%2Fwp.ranking.org.br%2Fwp-content%2Fuploads%2F2026%2F06%2Findice-legislativo-liberdade-economica-2025.pdf/1/0100019ef1ede898-c4416cb2-c455-42b1-bd27-b5a257f91314-000000/owv9wuWJTEnAt3rD_-a-CdXa-Ao=473

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