quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Desindustrializacao do Brasil: nada a ver com politicas entreguistas...

O jornalista responsável por esta nota, está completamente errado. Vejamos: 



Política econômica entreguista desindustrializa o Brasil
Jornalista Políbio Braga, 13/09/2011

Os governos Lula e Dilma Roussef, do PT, fizeram a economia brasileira retornar à condição de exportadora de produtos agropecuários e minérios,  e importadora de produtos e serviços de valor agregado modernos.
. Os números são cada vez mais assustadores.
. A desindustrialização da economia brasileira é clara e cristalina como as imagens HD da Sky.
. Nem se trata mais de viajar para a China em busca de insumos mais baratos, como percebeu o editor ao viajar para Taipei, Bangkok, Hong Kong e Xangai, acompanhando a primeira missão empreendida pela Fiergs para a região, no início da década de 90.
. Empresas brasileiras como a gaúcha Digistar, que naqueles anos buscou identificar
fornecedores capazes de remeter-lhes peças, passaram a importar produtos prontos com sua marca ou implantaram fábricas na China.
. "Eu importo da minha própria fábrica chinesa ou exporto de lá mesmo para outros mercados", disse ao editor o presidente da Digistar, Oldemar Plantikow, há poucos dias, quando apresentei-o ao ex-prefeito José Fogaça, num encontro casual na churrascaria Barranco.
. Há mais tempo os calçadistas gaúchos fazem isto.
. Esta semana, a Sociedade Brasileira Pró-Inovação Tecnológica, Protec, revelou que no primeiro semestre os segmentos de alta e média-alta tecnologia, mais serviços, contratados pela indústria brasileira,  acumularam déficit comercial de R$ 50 bilhões. O valor é 33% maior do que o total de 2010 e poderá chegar a R$ 100 bilhões em dezembro.
. É uma calamidade.

Comento (PRA):
O jornalista está completamente equivocado. Os governos Lula e Dilma se pretendem nacionalistas, soberanistas, protecionistas, antineoliberais. Eles são tudo aquilo que a esquerda atrasada, e o velho nacionalismo econômico, consegue ser, de maneira equivocada, claro, mas não são entreguistas (ou se o são, são inconscientemente, sem o saber, de forma totalmente ingênua e esquizofrênica).
O que está desindustrializando o Brasil (na verdade inviabilizando a competitividade do que restou da indústria brasileira) é a extorsão tributária de um Estado famélico por impostos e por gastos inúteis.
Enquanto as pessoas não se derem conta de que esse ogro pantagruélico inviabiliza completamente qualquer atividade empresarial neste país, não há possibilidade de correção de rumo.
O que acontece é que os brasileiros, drogados no "dez vezes sem juros", consentem em pagar o dobro para empresários e entregar 40% (ou mais) do que ganham para esse Estado extorsivo.
Enquanto isso funciona bem no mercado interno (pois se trata de simples transferência de renda, dos passivos, para os ativos e espertos), não consegue funcionar, obviamente, no plano externo e do comércio exterior. As empresas não conseguem concorrer e perdem mercado.
É isso, não o entreguismo que está destruindo a indústria no Brasil.
Paulo Roberto de Almeida 

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Eu voto Distrital; vote você também (uma boa campanha)

Por princípio, e como regra de conduta pessoal, eu nunca sigo correntes, não faço campanhas coletivas, não sigo nenhum grupo, partido, igreja, movimentos, não faço parte de nenhum clube (a não ser um totalmente virtual, o clube filosófico-racionalista dos bem-pensantes e dos céticos saudáveis, que na verdade não compõem um movimento, tão somente uma orientação intelectual e um modo de vida).
Mesmo não fazendo parte de nenhuma campanha, não hesito em apoiar as boas causas, aquelas que podem, eventualmente, transformar o Brasil em um país melhor do que ele é.
E o que é o Brasil, atualmente?
Posso estar sendo injusto com os justos, mas eu vejo uma classe política dominada por "espertos", no sentido mais negativo da palavra, quando não são desonestos intelectuais ou transgressores pura e simplesmente. Transgressores da lei e dos bons costumes, da ética e da moralidade, e de muitas coisas mais.
Vejo um país cuja educação se degrada todos os dias, que constrói para si mesmo um roteiro de decadência, de baixo crescimento e de gastos irracionais, cujos custos serão assumidos por esta e pelas duas gerações seguintes.
Temos, sim, muitos problemas sociais, econômicos, educacionais, e temos sobretudo um problema de disfuncionalidade da vida pública.
Por isso creio que, mesmo sem ser o remédio milagre, sequer a solução ideal, o sistema de voto distrital pode representar um início de moralização da vida política nacional.
Por isso me associo a esta campanha e acredito que todas as pessoas de boa vontade, pessoas inteligentes que desejam um país melhor, deveriam também se associar a esta campanha.
Paulo Roberto de Almeida


Oi
O NOVO VÍDEO DO #EUVOTODISTRITAL ESTÁ NO AR

Agora mesmo passamos de 70 mil pessoas que apóiam o voto distrital. Isto só aconteceu por causa do seu empenho em divulgar. É muito importante que cada um de nós mobilize mais pessoas para assinarem a petição do #EuVotoDistrital e juntos mudarmos o Brasil.

Se você queria uma nova maneira para divulgar o voto distrital, agora ela existe. Os apoiadores do movimento criaram um vídeo incrível sobre o movimento com a intenção de divulgar ainda mais essa causa de uma forma fácil e rápida. Ele é a nossa cara: vivo, diverso e traduz o sonho de mudança.

Nosso desafio é espalhar esse vídeo e fazer com que cada brasileiro também sinta esse sonho

DIVULGUE JÁ PARA TODOS OS SEUS AMIGOS, FAMILIARES... PARA TODA A SUA REDE! PEÇA PARA ELES ASSINAREM A PETIÇÃO


Até mais!
Beatriz, Emygdio, Pablo e Vinícius

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Movimento #EuVotoDistrital
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Remover pralmeida@me.com desta lista de envio:

Baleias preciosas - Felipe A. P. L. Costa


MUNDO MARÍTIMO AMEAÇADO

Por uma vida menos atormentada

Por Felipe A. P. L. Costa 

Observatório da Imprensa, ISSN: 1519-7670, ano 16, n. 659, Terça-feira, 12/09/2011



Há uma moratória mundial contra a caça às baleias (baleação). O Brasil, que já foi um grande promotor da atividade, ratificou o acordo e, desde 1986, a baleação foi banida das águas territoriais brasileiras. Nem todos, porém, agiram do mesmo modo, de sorte que alguns países ainda ignoram a moratória, enquanto outros pressionam pela sua suspensão. Cabe registrar que nenhum desses países é “subdesenvolvido” ou abriga populações esfomeadas – ao contrário, entre eles estão algumas das nações mais ricas e poderosas do mundo. O caso mais notório é o do Japão.
O governo japonês sempre encobriu a caça às baleias com a desculpa esfarrapada de que os indivíduos abatidos seriam usados em pesquisas científicas. Em 2008, após o governo australiano ter divulgado imagens de navios japoneses matando baleias de modo indiscriminado (mães e filhotes, por exemplo), o governo do Japão decidiu remover o véu da hipocrisia – embora, claro, não tenha se pronunciado contra a matança (ver matéria “Caça às baleias abre crise entre Japão e Austrália”, publicada pela Folha de S.Paulo, em 8/2/2008).
Atualmente, além do Japão, a Noruega e a Islândia também promovem a matança de baleias (ver matéria “Reunião internacional sobre caça a baleias reacende debate sobre ações de Japão, Noruega e Islândia”, publicada pelo Globo, em 12/7/2011). Enquanto isso, países como a Coreia do Sul, Rússia e China pressionam a Comissão Baleeira Internacional (CBI ou IWC, na sigla em inglês) em favor da liberação de cotas para abate.
O poder destrutivo do ecoturismo
A baleação é uma atividade covarde e grotesca, assim como é a caça de um modo geral. Cabe ressaltar, no entanto, que outras atividades humanas atormentam a vida dos cetáceos (baleias, botos, golfinhos etc.). Algumas dessas ameaças são relativamente óbvias e fáceis de detectar, como o derramamento de óleo e o acúmulo de lixo não-biodegradável em alto mar (ver matéria “Comissão Baleeira Internacional discute ameaça do lixo plástico nos oceanos”, publicada pela Folha de S.Paulo, em 11/7/2011). Mas nem sempre é assim, pois algumas ameaças são perigosamente “crípticas e silenciosas” (para nós!), como é o caso do turismo e do uso do sonar. Não é de estranhar, portanto, que a grande imprensa dificilmente reporte o impacto negativo dessas atividades – para uma exceção recente, ver a matéria “Ecoturismo afeta recifes de corais em Porto de Galinhas”, de Renato Castroneves, publicada pela Folha de S.Paulo, em 30/7/2011.
O número de ecoturistas interessados no avistamento de cetáceos aumentou muito nos últimos anos. Todavia, diferentemente do que ocorre com o avistamento de aves, uma atividade bem mais antiga, a observação ao ar livre de baleias, botos ou golfinhos tende a se concentrar em algumas poucas áreas. Isso decorre, em boa medida, de certas particularidades biológicas desses animais, como o hábito migratório e o estilo de vida exclusivamente aquático. No caso brasileiro, uma das áreas mais importantes é o litoral de Santa Catarina, embora o litoral sul da Bahia, o arquipélago de Fernando de Noronha e o rio Negro, nas proximidades de Manaus, entre outros lugares, também atraíam visitantes (ver artigo “Baleias jubarte no litoral baiano e em Abrolhos”, de Diana Gonçalves Simões, publicado pela revista Eco-21, em julho de 2005).
Ainda em oposição ao que se passa com os observadores de aves, muitos dos quais são verdadeiros naturalistas amadores (ver o caso do sítio eletrônico WikiAves, idealizado por amadores e que representa hoje um dos exemplos mais impressionantes de empreendimento cooperativo mantido por voluntários), os aficionados pelo avistamento de cetáceos são quase sempre turistas comuns e ocasionais. Como tal, eles parecem mais interessados em “aventura e adrenalina” do que em registrar os hábitos de vida dos animais, como acontece com frequência entre os observadores de aves.
O caso da APA Baleia Franca
O aumento no número de ecoturistas tende a gerar conflitos, seja em unidades de conservação terrestres ou marinhas. O problema se agrava quando os agentes econômicos envolvidos (agências de viagem, donos de hotéis e restaurantes etc.) procuram maximizar os lucros no curto prazo. Com isso em mente, os agentes pressionam em favor de cotas cada vez mais altas (algo do tipo “quanto mais gente, melhor”) e licenças de visitação e permanência ainda mais frouxas e tolerantes (afinal, “a satisfação do cliente vem em primeiro lugar”). Não custa lembrar: o aumento no número de visitantes tem impactos fortemente negativos sobre qualquer habitat (terrestre, marinho ou de água doce), podendo resultar em degradação e perda de atrativos. A ironia dessa história é que o excesso de hoje costuma resultar em decadência e perda de visitantes em futuro próximo. Uma lição que muitos agentes econômicos insistem em ignorar.
Como uma tentativa de compatibilizar a visitação com a proteção à vida selvagem, o governo federal tem procurado (ainda que tímida e tardiamente) disciplinar o ecoturismo. Em termos formais, isso inclui a promulgação de medidas que visam a ordenar e regulamentar a atividade. Foi o caso, por exemplo, da Instrução Normativa nº 102, de 19/6/2006, que o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) promulgou visando a disciplinar o turismo de avistamento dentro dos limites da Área de Proteção Ambiental (APA) da Baleia Franca, uma unidade de conservação federal situada no litoral de Santa Catarina.
O principal objetivo da medida era tentar compatibilizar a atividade turística com certas necessidades vitais dos cetáceos, os quais, é bom que se diga, não estão ali propriamente a passeio – as baleias-francas migram até o litoral catarinense para fins reprodutivos. Com a medida, o Ibama simplesmente estabeleceu algumas restrições às atividades náuticas e recreativas durante a estação reprodutiva das baleias, entre junho e novembro. A visitação continua permitida; pede-se apenas que as embarcações motorizadas com turistas não transitem por determinados setores da APA. O objetivo da medida não foi proibir a visitação, apenas colocar um pouco de ordem na casa.
Ondas sonoras letais
Os problemas que atormentam os cetáceos não são causados apenas por brasileiros nem advêm apenas da indústria do turismo. Ainda em 2006, pouco depois da publicação da referida instrução normativa do Ibama, uma decisão judicial promulgada nos Estados Unidos chamou a atenção da opinião pública internacional para um problema ainda mais grave: o uso indiscriminado de sonar por embarcações militares (ver matéria “Sonar banned in U.S. Navy exercise to protect Hawaii whales”, publicada pela National Geographic, em 6/7/2006). De acordo com a decisão, a Marinha dos EUA deveria suspender o uso desse tipo de equipamento durante a realização de exercícios militares, em especial o chamado sonar ativo de baixa frequência (sonar LFA, na sigla em inglês).
O sonar é um equipamento que emite ondas sonoras capazes de percorrer dezenas ou mesmo centenas de quilômetros, revelando a presença de objetos ao longo do trajeto – um submarino inimigo, por exemplo. O sonar LFA emite ondas particularmente danosas. Pesquisas de campo têm mostrado que as baleias, golfinhos e outros cetáceos – animais que se orientam e se comunicam por meio da emissão de ondas sonoras – podem perder o senso de direção ou ter problemas graves de saúde, como hemorragias na cabeça, depois de expostos às ondas emitidas por um sonar. Isso talvez explique por que a presença de cetáceos encalhados na praia é observada com maior frequência em regiões que pouco antes serviram de palco para exercícios militares.
Ao usar o sonar LFA em uma região que sabidamente abriga populações desses animais, a Marinha dos EUA estaria, ainda de acordo com o parecer judicial, violando de modo “arbitrário e caprichoso” a legislação do próprio país. A decisão foi fruto de um processo jurídico movido pelo Conselho de Defesa dos Recursos Naturais (NRDC, na sigla em inglês), entidade ambientalista estadunidense que luta pelo bem-estar animal (ver artigo “Protecting whales from dangerous sonar”, publicado no sítio do NRDC, em 10/6/2008).
Medidas simples podem surtir efeito
De acordo com a decisão judicial de 2006, as partes envolvidas (isto é, a Marinha dos EUA e o NRDC) deveriam buscar um acordo definitivo sobre a questão. Cabe ressaltar que os ambientalistas apresentaram várias sugestões, uma das quais simplesmente pedia que os exercícios militares não fossem mais conduzidos nas proximidades dos sítios reprodutivos de cetáceos. Uma sugestão, cá entre nós, bastante razoável. Mas a Marinha não gostou e recorreu. Em 2008, uma nova decisão judicial deu-lhe ganho de causa, sob a alegação de que a suspensão do uso do sonar prejudicaria os exercícios navais e, portanto, o treinamento dos marinheiros (ver matéria “Supremo dos EUA analisa uso de sonar pela marinha”, publicada pelo portal Terra em 8/10/2008). A esperança de quem luta pelo bem-estar animal é que, com o fim do obscurantismo que caracterizou o governo de George W. Bush (2001-2009), acordo satisfatório e inteligente possa vir a ser costurado em futuro próximo.
E no Brasil, como será que estão as coisas? Por um lado, vale notar que praticamente inexistem matérias publicadas na imprensa que chamem a atenção para qualquer tipo de barbeiragem ambiental envolvendo setores das Forças Armadas. (Em sentido amplo, isso inclui, além de tropas federais, como Exército, Aeronáutica e Marinha, tropas estaduais e municipais, como os bombeiros e as chamadas polícias ambientais.) Não que tais barbeiragens não existam, pois existem, mas talvez por inépcia da imprensa. Com relação especificamente ao uso de sonar, é fato que a frota da Marinha do Brasil é de dimensões bem inferiores à frota dos Estados Unidos; ainda assim, no entanto, cabem algumas perguntas – por exemplo, os comandantes dos navios brasileiros têm noção dos impactos negativos que podem provocar? Mais especificamente, será que os exercícios da frota brasileira são realizados tendo-se em mente a preocupação de minimizar os impactos ambientais negativos associados a tais atividades?
Para quem não está acostumado a fazer perguntas, não custa repetir: pensar e discutir sobre os problemas pavimenta o caminho em direção a soluções duradouras. E nem sempre essas soluções são caras e complexas. Na verdade, medidas simples e acessíveis podem evitar muitas barbeiragens provocadas por atividades humanas insensatas, desde o afundamento de submarinos atracados (ver matéria “Escotilha aberta ajudou a afundar submarino Tonelero no Natal”, publicada pela Folha de S.Paulo, em 7/2/2001) à morte desnecessária de baleias, botos, golfinhos e tantos outros animais que dividem o planeta conosco.
***
[Felipe A. P. L. Costa é biólogo e autor de Ecologia, evolução & o valor das pequenas coisas (2003)]

Uma carreira de futuro interrompida: espiao da KGB...

Bem, não teria sido muito destoante de outros casos na Grã-Bretanha, cujos intelectuais e funcionários de Estado sempre fizeram excelentes espiões para o KGB soviético...



ASSÉDIO SOVIÉTICO

Cameron diz que KGB tentou recrutá-lo na década de 1980

Presidente russo brincou dizendo que 'Cameron teria sido um bom agente da KGB'

Opinião e Notícioa, 13/09/2011
Em visita à Rússia, o primeiro-ministro britânico, David Cameron, disse que a KGB, serviço secreto da antiga União Soviética, tentou recrutá-lo para suas fileiras em 1985 durante uma viagem que fez ao país comunista.
“Dois russos que falavam inglês muito bem me deram comida e me perguntaram sobre a vida na Inglaterra e o que eu pensava sobre política. Na volta, contei o que aconteceu ao meu tutor na universidade e ele me perguntou se tinha sido uma entrevista. Se foi uma entrevista, parece que não consegui o posto”, disse Cameron durante uma conferência na faculdade de Relações Internacionais da Universidade de Moscou.

Medvedev: ‘Teria sido um bom agente da KGB’

Perguntado por um jornalista britânico sobre as possíveis tentativas da KGB de recrutar Cameron, o presidente da Rússia, Dmitri Medvedev, disse:
“Tenho certeza de que Cameron teria sido um bom agente da KGB. Mas nunca teria chegado a ser primeiro-ministro do Reino Unido”.
Terra - Premiê britânico afirma que KGB tentou recrutá-lo em 1985

O Mundo SEM o Onze de Setembro - Paulo Roberto de Almeida

O mundo sem o Onze de Setembro: explorando hipóteses
Paulo Roberto de Almeida 
Mundorama (boletim n. 48, 12/09/2011; ISSN: 2175-2052; link: http://mundorama.net/2011/09/12/o-mundo-sem-o-onze-de-setembro-explorando-hipoteses-por-paulo-roberto-de-almeida/; Twitter: http://t.co/0cLk2qk). 

Postagem em destaque

Pensamento brasileiro em Relações Internacionais: proposta preliminar para um projeto de trabalho - Paulo Roberto de Almeida

Eis a origem do Pensamento Diplomático Brasileiro, um projeto que eu tinha concebido originalmente numa abordagem temática, e que depois der...