terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Albert Hirschman by Jeremy Adelman, CUNY, March 13th

Hirschman and Latin America

Reform, Development and Possibilism
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Jeremy Adelman
Professor of History
Princeton University
Moderator
Mauricio Font
Bildner Center for Western Hemisphere Studies


Thursday, March 13, 2014, 4PM
The Graduate Center, Room 9205/06
365 Fifth Avenue (@ 34th Street)
Born in Berlin in 1915, Albert O. Hirschman grew up during the Weimar era and fled Germany when the Nazis seized power in 1933. Amid hardship and personal tragedy, he volunteered to fight against the fascists in Spain and helped many of Europe's leading artists and intellectuals escape to America after France fell to Hitler. His intellectual career led him to Paris, London, and Trieste, and to academic appointments at Columbia, Harvard, and the Institute for Advanced Study in Princeton. He was an influential adviser to governments in the United States, Latin America, and Europe, as well as major foundations and the World Bank. He studied Latin America and addressed fundamental issues about development and social change in the region. Along the way, he wrote some of the most innovative and imoprtant books in economics, the social sciences, and the history of ideas. Throughout, he remained committed to his belief that reform is possible, even in the darkest of times. See below for list of publications.
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Jeremy Adelman studies the history of Latin America in comparative and world contexts. Worldly Philosopheris the first major account of Hirschman's remarkable life, and a tale of the twentieth century and Latin America as seen through the story of an astute and passionate observer. After graduating from the University of Toronto, he earned a master’s degree in economic history at the London School of Economics (1985) and completed a doctorate in modern history at Oxford University (1989). He has been teaching at Princeton since 1992. The recipient of the Guggenheim Memorial Foundation Fellowship and the ACLS Frederick Burkhardt Fellowship, he was the chair of the History Department for four years and occupies the Walter Samuel Carpenter III Professor in Spanish Civilization and Culture. At present, he is the Director of the Council for International Teaching and Research at Princeton University. See below for publications.
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Publications by Albert Hirschman: National Power and the Structure of Foreign Trade (1945), Colombia; Highlights of a Developing Economy (1955), The Strategy of Economic Development (1958), Latin American Issues; Essays and Comments (1961), Journeys Toward Progress: Studies of Economic Policy-Making in Latin America (1963), Development Projects Observed (1967), Exit, Voice, and Loyalty: Responses to Decline in Firms, Organizations, and States(1970), A Bias for Hope: Essays on Development and Latin America (1971), The Passions and the Interests: Political Arguments for Capitalism Before Its Triumph(1977), National Power and the Structure of Foreign Trade (1980), Essays in Trespassing: Economics to Politics and Beyond (1981), Shifting Involvements: Private Interest and Public Action (1982), Getting Ahead Collectively: Grassroots Experiences in Latin America (1984), Rival Views of Market Society and Other Recent Essays (1986), The Rhetoric of Reaction: Perversity, Futility, Jeopardy(1991), A Propensity to Self-Subversion (1985), Crossing Boundaries: Selected Writings (1998).
Publications by Jeremy Adelman: Worldly Philosopher: The Odyssey of Albert O. Hirschman (2013), Frontier Development: Land, Labour, and Capital on the Wheatlands of Argentina and Canada (1994), Republic of Capital: Buenos Aires and the Legal Transformation of the New World (1999), and Sovereignty and Revolution in the Iberian Atlantic (2006). Professor Adelman is the editor of The Essential Hirschman (2013) and coauthor of Worlds Together, Worlds Apart(2008), a history of the world from the beginning of humankind. He is currently working on two books. The first studies the history of Latin America since 1492, analyzing the ways in which the region was a human laboratory for global change from the moment of European-American contact to the present. The second explores how intellectuals grappled with social crises over the past century.
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Eleicoes 2014: Eduardo Campos lanca programa do PSB-Rede

“O Brasil saiu dos trilhos”, diz Campos ao lançar plano de governoPor Marcela Mattos, na VEJA.com, 4/02/2014


Ao lançar nessa terça-feira o plano de governo do PSB-Rede, o governador de Pernambuco e pré-candidato à Presidência Eduardo Campos dedicou parte dos 35 minutos de discurso para fazer duras críticas ao governo da presidente Dilma Rousseff. Campos afirmou que o país “saiu dos trilhos” e atacou a estagnação econômica um dia após a presidente ter enviado mensagem aos Congresso Nacional pedindo socorro aos parlamentares para conter o desequilíbrio fiscal. “É possível, necessário e imperativo melhorar o país e fazer com que ele não saia dos trilhos, que é essa a percepção brasileira. Onde vamos temos a clara percepção de que o Brasil parou, de que saiu dos trilhos, que estava avançando no sentido de acumular conquistas e mais do que de repente teve a sensação de freada e de desencontro”, disse Campos em auditório na Câmara dos Deputados. Antes, o PPS recebeu as diretrizes do partido e reafirmou o apoio nas eleições deste ano.

Campos passou a subir o tom com o governo no início do ano, após texto divulgado na página do PT no Facebook tê-lo chamado de ‘playboy’ e afirmar que o governador de Pernambuco não tem programas claros de governo. Nesta manhã, o presidenciável voltou a dizer que não vai entrar no jogo de quem quer baixar o nível do debate político, mas não poupou críticas: “Não há nenhum canto nesse país onde passamos e alguém ache que mais quatro anos do que está aí vai fazer bem ao povo brasileiro. Até os que estão lá hoje contam a hora de estarem aqui conosco, essa é a verdade que vai se revelar”.
Durante o evento, a ex-senadora Marina Silva voltou a colocar Campos como o cabeça da chapa. Uma das condições para Marina aceitar entrar na disputa na vice-presidência foi o veto do PSB ao apoio ao governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), uma exigência feita durante a aliança PSB-Rede. “Eduardo tem vantagens em relação a mim: não tem a metade dos preconceitos que muitas vezes eu tenho de enfrentar. Eu não sou muito boa para ganhar votos para mim mesma, mas sou muito boa para pedir voto para outras pessoas”, disse, ao colocar as mãos sobre o ombro do pernambucano. “Vice é o candidato quem define, e o candidato é ele [Campos]. Vocês têm ainda alguma dúvida disso?”
Também estiveram na mira dos presidenciáveis o inchaço da máquina pública – o governo Dilma atingiu número recorde de ministérios, com 39 pastas – e as estratégias utilizadas para acomodar partidos políticos em troca de tempo de televisão. “O Estado não pode ser apropriado pela estrutura, pelos partidos políticos. Não adianta vir com o currículo de um incompetente debaixo do braço para servir ao povo porque é amigo. Esse padrão está esgotado”, afirmou Campos. Marina Silva concluiu: “É por isso que a educação figura como um dos maiores problemas do país. E mesmo com o diagnóstico de que temos graves problemas em educação, as reformas ministeriais não são feitas para resolvê-los. São feitas para acomodar aliados pensando nas eleições”. Dilma iniciou na semana passada as trocas ministeriais. O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, foi alçado à Casa Civil para melhorar a articulação política do governo.
Programa

A educação está entre os principais eixos da campanha da parceria PSB-Rede. Nas diretrizes para a elaboração de programa de governo, está a proposta de ensino integral e o compromisso com o fim do analfabetismo. O programa sugere um método de atuação “radicalmente novo” e com base no diálogo permanente com a sociedade.

Após ver a criação do Rede Sustentabilidade, partido em construção de Marina Silva, barrado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em setembro do ano passado, o programa da parceira entre socialistas e sustentáveis traz a possibilidade de candidaturas avulsas, extinguindo a exigência de filiação partidária. Também como parte de uma reforma política, a cartilha sugere a revisão do financiamento eleitoral para baratear as campanhas e “diminuir a influência do poder econômico”.
A apresentação do programa foi intercalada por performances artísticas. Os principais pontos foram explicados no formato de poesia. Em seguida, um músico tocou no pandeiro o som do frevo pernambucano.

Maioria dos municipios gasta mais do que arrecada - UGT Press

Do boletim da União Geral dos Trabalhadores, de 4/02/2014:
UGTpress 0381: MAIORIA DOS MUNICÍPIOS GASTA MAIS DO QUE ARRECADA

MUNICÍPIOS: se você considerar o total das receitas municipais (dados de 2011), encontrará um montante de 612 bilhões de reais. Agora, se você considerar o total das despesas, encontrará 576 bilhões de reais (dados do IBGE). Aparentemente, seria motivo para comemorar, afinal os municípios brasileiros apresentam um superávit de quase 50 bilhões de reais. Nesse cálculo, segundo a metodologia do IBGE, estão todos os recursos das três esferas aplicados nos município, o que deforma um pouco a percepção e não informa a verdadeira capacidade dos municípios na administração dos recursos próprios. A preocupação salta aos olhos quando se verifica quais são os municípios que gastam mais do que arrecadam: nada menos do que mais de 90% (noventa por cento mesmo!) dos municípios estão em situação praticamente falimentar. Somente 7,8% dos municípios estão em situação regular. Esses cálculos e essas preocupações podem ser transferidos para os estados, onde a situação é semelhante e alguns sustentam a ineficiência de outros. Quando se fala em déficit público ou lei de responsabilidade fiscal, há que se olhar individual e coletivamente as instâncias de governo. No Brasil, não há fiscalização e nem punição para aqueles municípios que não cumprem a lei e o sistema político, paternalista, de todos conhecido por sua ineficácia, é um guarda-chuva a proteger as más administrações.

EUA: um modo inventivo de producao - Scientific American

In today's excerpt -- in the first half of the 1800s, the Industrial Revolution was in full swing, and America had become a nation of inventors. In 1845, a new publication -- Scientific American -- was founded to take advantage of this new fever to invent.  

"Alfred Ely Beach was born into a prestigious family on September 1, 1826, in Springfield, Massachusetts, an hour west of Boston. ... He dreamed of striking out on his own. In 1845, another young man from Massachusetts named Rufus Porter presented him with that chance. Porter had just published the very first issue of a weekly magazine he created called Scientific American. Four pages long, it sold for a subscription rate of two dollars a year. The first edition included a note from Porter explaining how useful he believed his publication could be. 'As a family newspaper,' Porter wrote, 'it will convey more useful intelligence to children and young people, than five times its cost in school instruction.'

"Scientific American was published every Thursday morning and filled with original engravings of new inventions, improvements, or ideas, along with scientific essays, poems, and even things completely unrelated to science, like moral and religious musings. But Porter ... quickly lost interest in a magazine devoted to science, and, barely ten months after, he founded Scientific American, [he] went looking for a buyer.

Click to read Scientific American Series 1, Volume 1, Issue 1
  
"Beach was twenty years old and ... [with friend] Orson Desaix Munn who moved to New York, in July 1846 the two of them paid $800 for the tiny, obscure technical magazine and its subscription list of two hundred names. ...

"Scientific American had only a few hundred subscribers under Rufus Porter. But as Alfred Beach and Orson Munn learned once they took it over, inventors of the day saw real value in the magazine. The inventors wanted help from like-minded dreamers who saw the potential in their ideas. Beach and Munn had barely settled into their offices in 1846 when they were besieged with letters from inventors, or sometimes with unannounced visits. The requests were always the same: Help me apply for a patent and secure it, and I'll pay whatever it takes. Beach and Munn realized that Scientific American was more than a magazine. It was a trusted brand. ...

"Beach and Munn were able to quickly resurrect the magazine by focusing its content less on the highly technical science stories and more on what they knew best: curious inventions and practical, interesting patents. Simply by printing a weekly list of patents given to them directly from the U.S. Patent Office, Beach and Munn increased the number of subscriptions to Scientific American, and it took off: by 1848, not even two years after they bought it, the circulation exceeded ten thousand readers." 



The Race Underground: Boston, New York, and the Incredible Rivalry That Built America's First Subway
Author: Doug Most
Publisher: St. Martin's Press

From Delanceyplace, February 4, 2014

Um livro libertario, por Murray Rothbard

No site do Instituto Mises Brasil:

Por uma nova liberdade - O Manifesto Libertário
Murray N. Rothbard

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Murray N. Rothbard (1926-1995) foi um decano da Escola Austríaca e o fundador do moderno libertarianismo. Também foi o vice-presidente acadêmico do Ludwig von Mises Institute e do Center for Libertarian Studies. 

O segredo e a (falta de) transparencia - Ricardo Noblat


A escapada de Dilma

Ricardo Noblat


No sábado 31 de março de 2012, depois de uma visita à Índia, Dilma Rousseff embarcou de volta sem a imprensa saber que o avião presidencial faria uma escala para reabastecimento no sul da Itália. Não tem autonomia para voar direto de tão longe.
Durante cinco horas, por decisão de Dilma, somente as cúpulas do governo, das Forças Armadas e dos órgãos de segurança sabiam onde ela estava, e o que fazia.
Um mês antes, o chefe do cerimonial da presidência da República telefonara para José Viegas, embaixador do Brasil em Roma, pedindo uma sugestão: de volta da Índia, onde o avião deveria abastecer?
Viegas respondeu na hora: em Palermo, capital da ilha da Sicília, parte da Itália. Ali existe um dos bens mais preciosos da humanidade – a Capela Palatina, recoberta de mosaicos do século XII.

Foto: Roberto Stuckert Filho / PR

Viegas foi avisado de que deveria recepcionar Dilma em Palermo no dia 31.
Os que cuidam da segurança da presidente haviam inspecionado os locais por onde ela passaria – o centro da cidade, a capela e o restaurante reservado para o jantar da comitiva de 18 pessoas, o quatro estrelas “Tratoria Piccolo Napoli” (telefone: +39 091 320431).
“Não quero seguranças ao meu lado”, ordenara Dilma. Que desembarcou em Palermo reclamando da companhia do fotógrafo da presidência. Ao seu lado, Helena Chagas, então ministra da Comunicação Social, nada disse. Ninguém ousaria.
Viegas consultou Dilma sobre o jantar. A “tratoria” fica em um bairro popular de Palermo. De varais com roupas estendida entre as casas. O lugar lembra o bairro do Brás, no centro de São Paulo.
Havia outra opção: um cinco estrelas à beira-mar posto de prontidão pelos agentes de segurança brasileiros.
“Vamos para o Brás”, respondeu Dilma.
O jantar custou cerca de mil dólares.
Dilma gosta de pizza. Em um domingo, há mais de ano, faltou pizza no Palácio do Alvorada. Seus assessores entraram em pânico. Foi aberta uma pizzaria para servi-la.
O que ela jantou em Palermo é “segredo de Estado”.
Fora os presidentes-generais da ditadura militar de 1964, presidente algum foi tão autoritário quanto Dilma é. Nem mesmo Fernando Collor de Melo, o primeiro a ser eleito pelo voto direto em 1989.
Ministros deixaram o governo Dilma por não suportá-lo (atenção: sem desmentidos, prefeito Fernando Haddad). Outros recusaram convites.
O cozinheiro de Palermo foi aplaudido de pé.
Certa vez, o encarregado dos bichos que vivem no Palácio da Alvorada foi chamado à presença de Dilma. Jamais esquecerá o que ela lhe disse por que um avestruz bicara um cão.
Palermo da Capela Palatina foi a primeira viagem de Dilma mantida em segredo. Salvo em ocasiões especiais, presidentes de países democráticos como o nosso nunca procederam assim.
Na semana passada, de volta da Suíça, sabia-se que Dilma iria à Cuba.
O jornal O Estado de S. Paulo descobriu o que fora omitido do público por ordem dela: o avião presidencial faria uma escala em Lisboa.
A informação parece irrelevante? De novo: em democracias não é.
O distinto público tem o direito de saber onde seu presidente está.
Omissão equivale a mentira.
O que você pensa a respeito?
Mensagens para a seção de cartas do jornal. Ou para o site Globo Online.

Guia politicamente incorreto da esquerda e do socialismo - Kevin D. Williamson

Blogs e Colunistas


03/02/2014
 às 21:51 \ HistóriaSocialismo

O livro politicamente incorreto da esquerda e do socialismo

O socialismo já apanhou tanto da história, que inventariar os seus podres pode parecer chute em cachorro morto. O problema é que o fantasma do cachorro está vivo. E morde.
O autor americano Kevin D. Williamson resolveu fazer a autópsia da utopia que mobilizou as melhores intenções no século XX – o sonho da igualdade que, para as almas boas e os corações solidários, representou praticamente o casamento da política com a poesia. Williamson mostra pacientemente com quantos pecados mortais se constrói uma utopia paradisíaca. 
O mais impressionante não é o proverbial fracasso do socialismo como experiência, mas o seu renitente sucesso como poesia para incautos e propaganda enganosa. A publicação deste livro no Brasil é mais uma chance – quantas outras haverá? – para a opinião pública despertar de longa letargia populista. E para entender de uma vez por todas os truques ideológicos da esquerda.
Se a impostura socialista continuar governando boa parte dos bem-intencionados no planeta, pelo menos este livro divertirá os que já entenderam o golpe. Margaret Thatcher dizia que o socialismo dura até acabar o dinheiro dos outros. O economista Ludwig von Mises, um dos expoentes do liberalismo, completou: “O socialismo não é apenas um parasita econômico da propriedade capitalista, mas também um parasita intelectual do capitalismo.”
Se a doutrina lunática da esquerda ainda serve bem a políticos medíocres, entre os intelectuais ela é uma festa – como sintetizou Dwight Lee: “A existência de um enorme governo dá aos acadêmicos a possibilidade real de colocar em prática suas fantasias.”
Os lunáticos do bem vão muito além do campus de Harvard, esgrimindo por aí a sua bondade letal, como na defesa dos genocídios do Khmer Vermelho pelo novaiorquino Noam Chomsky, o “padroeiro da esquerda”. [...] o socialismo conseguiu se tornar a maior mentira da história: promete a felicidade estatal coletiva para obter vantagens privativas, comercializa a solidariedade, industrializa a boa fé. [...] a essência do socialismo não era a igualdade, mas o controle.
Ria com moderação e divirta-se se for capaz – porque o que dá para rir, dá para chorar.
Acima, trechos do excelente prefácio escrito pelo jornalista Guilherme Fiuza para O livro politicamente incorreto da esquerda e do socialismo, que recebi hoje de presente e, naturalmente, já estou louco para devorar!
Rodrigo Constantino

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Livro Marxismo e Socialismo finalmente disponível - Paulo Roberto de Almeida

Meu mais recente livro – que não tem nada a ver com o governo atual ou com sua diplomacia esquizofrênica, já vou logo avisando – ficou final...