Teoria do capital bibliográfico
Teses marxianas sobre relações de leitura e modo de redação
Paulo Roberto de Almeida
Arriscando-me a decepcionar alguns amigos – que por vezes me advertem que eu acabo escrevendo mais rápido do que eles conseguem ler minha produção – confesso que não tenho nenhuma receita particular sobre como e o quê fazer para ler bastante, digerir o máximo de informação possível e depois destilar esses insumos acumulados no conta-gotas da produção ensaística de pequeno porte ou no torrencial mais forte da elaboração livresca. Ou talvez eu tenha, sim, mas não sei se isso conforma um método muito efetivo ou aplicável em outros casos de atração pelos livros e pela arte da “escrevinhação”. Vejamos em todo caso o meu “modo peculiar de produção”.
(...)
OK, interrompo aqui a leitura, pois se trata de um texto antigo, bem maior, que desapareceu de seu site original (e único) de publicação, tendo por isso recebido uma reclamação de um leitor de meus artigos.
Para satisfazer a curiosidade, coloquei-o provisoriamente em meu site, até encontrar destinação mais apropriada em outro lugar.
Em todo caso, trata-se de um simples divertissement, ou seja, uma brincadeira em torno de leituras, livros e escritos.
Boa leitura, a quem pretender se arriscar...
O texto encontra-se neste link.
Temas de relações internacionais, de política externa e de diplomacia brasileira, com ênfase em políticas econômicas, viagens, livros e cultura em geral. Um quilombo de resistência intelectual em defesa da racionalidade, da inteligência e das liberdades democráticas. Ver também minha página: www.pralmeida.net (em construção).
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