segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Mudam as bebidas, permanecem os hábitos...

Trecho de um editorial do Estado de S.Paulo da última semana:

"De volta ao hotel onde estava hospedada em Nova York, depois de pronunciar, como compete ao Brasil, o discurso de abertura de nova sessão da Assembleia-Geral das Nações Unidas, a presidente Dilma Rousseff fez uma breve pausa antes de se preparar para a etapa seguinte de sua agenda - encontros bilaterais com os chefes de governo do Chile, Colômbia, França e Grã-Bretanha - e compartilhou uma Veuve Clicquot com membros de sua comitiva. Havia, de fato, o que comemorar."

Apenas um comentário: nós devemos pagar, também, pelos costumes etílicos dos nossos governantes?
Paulo Roberto de Almeida

2 comentários:

Léo disse...

Se é pra pagar pelos hábitos etílicos do governante, prefiro pagar a cachaça do Lula que as bebidas caras da Dilma.

Paulo Roberto de Almeida disse...

O problema é que o Lula deixou a caninha barata para trás e só consumia wiskhey 12 years old...
Paulo Roberto de Almeida

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