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segunda-feira, 24 de junho de 2019

Novamente Machado de Assis- pela Penguin

Uma nova postagem, atrasada, do dia 21, e diretamente publicitária, mas ainda assim válida, para homenagear o grande escritor brasileiro universal.

Hoje é Dia do Machado!

Joaquim Maria Machado de Assis nasceu em 21 de junho de 1839, no Morro do Livramento, nos arredores do centro do Rio de Janeiro. Seu pai, Francisco José de Assis, era neto de escravos alforriados; sua mãe, Maria Leopoldina Machado, era açoriana. Ainda criança, perdeu a mãe e uma irmã, e, em 1851, o pai. Muito cedo mostrou inclinação para as letras.
Foto colorizada pelo projeto Machado de Assis Real
Começou a publicar poesia aos quinze anos, na Marmota Fluminense, e no ano seguinte entrou para a Imprensa Nacional, como aprendiz de tipógrafo. Aí conheceu Manuel Antônio de Almeida e mais tarde Francisco de Paula Brito, livreiro, para quem trabalhou como revisor e caixeiro. Passou então a colaborar em diversos jornais e revistas.
Publicou seu primeiro livro de poesias, Crisálidas, em 1864. Contos fluminenses, sua primeira coletânea de histórias curtas, saiu em 1870. Dois anos depois, veio a lume o primeiro romance, Ressurreição. Ao longo da década de 1870, publicaria mais três: A mão e a luva, Helena e Iaiá Garcia. Seu primeiro grande romance, no entanto, foi Memórias póstumas de Brás Cubas, publicado em 1881. Papéis avulsos, de 1882, foi sua primeira coletânea de contos dessa fase. Em 1899, publicou Dom Casmurro.
Em dezembro de 1881, com “Teoria do medalhão”, começou a colaboração na Gazeta de Notícias. Ao longo de dezesseis anos, escreveria mais de quatrocentas crônicas para o periódico. Em 1897, foi eleito presidente da Academia Brasileira de Letras, instituição que ajudara a fundar no ano anterior.
Morreu em 29 de setembro de 1908, aos 69 anos de idade.

Conheça os títulos publicados pela Penguin

    

    
  

  

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