O que é este blog?

Este blog trata basicamente de ideias, se possível inteligentes, para pessoas inteligentes. Ele também se ocupa de ideias aplicadas à política, em especial à política econômica. Ele constitui uma tentativa de manter um pensamento crítico e independente sobre livros, sobre questões culturais em geral, focando numa discussão bem informada sobre temas de relações internacionais e de política externa do Brasil. Para meus livros e ensaios ver o website: www.pralmeida.org. Para a maior parte de meus textos, ver minha página na plataforma Academia.edu, link: https://itamaraty.academia.edu/PauloRobertodeAlmeida

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sábado, 27 de agosto de 2016

I Semana Pela Liberdade da UnB: programacao dos Estudantes Pela Liberdade

O mais surpreendente, nessa programação, é que se trata da PRIMEIRA semana pela liberdade. Será que a liberdade estava tão esquecida assim?
Espero que seja a primeira de muitas, e sobretudo que ela produza rebentos na vida real.
Gostaria de complementar o título dado à minha palestra, no último dia, sexta-feira 16/09: " O populismo econômico e a ‘destruição destruidora’ na América Latina”
Paulo Roberto de Almeida

Programação:
Vem aí a primeira Semana pela Liberdade na UnB!!
Será uma semana voltada para debates, workshops e palestras sobre temas raramente vistos por perspectivas diferentes, com convidados excepcionais.
Uma parceria de diversos grupos liberais e conservadores para dar voz a visões de mundo diferente do que estamos acostumado na Universidade de Brasília.
Sua presença é muito importante, principalmente se for calouro. É através da disseminação de idéias que podemos transformar o ambiente que vivemos, tudo em prol do indivíduo, pois quando agimos para o bem dele, agimos para o bem da sociedade!

Dê uma olhada no nosso cronograma:

Segunda (12/09): das 18:15 as 20:00 no Auditório do Instituto de Ciência Política. --> Palestra com o Professor Roberto Ellery, sobre a soluções para a educação superior no Brasil.
Terça (13/09): das 18:30 as 20:00 no Auditório do Instituto de Ciência Política. --> Palestra com Professor Bráulio, sobre a doutrinação nas escolas e o sobre o que é o Escola Sem Partido.
--> Palestra com o Leandro Narloch!
Quarta (14/09): das 18 as 20:00 no Auditório do Instituto de Ciência Política. --> Mesa redonda sobre a CPI da UNE, com estudantes de diversos cursos e membros do Instituto Liberal do Centro Oeste (ILCO).
Quinta (15/09): das 18:00 as 20:30 no Auditório do Instituto de Ciência Política. --> O que é conservadorismo? Com Felipe Melo, aluno da Universidade de Brasília e membro do Instituto Conservador de Brasília.

Encerraremos com nossa CONFERÊNCIA!!!
Das 14 as 18 horas, sexta (dia 16/09), no auditório de Ciência Política.
--> Presença confirmada de Adolfo Sachsida, falando sobre a crise fiscal brasileira.
--> Presença confirmada de Paulo Roberto de Almeida, falando sobre o populismo na América Latina


VAGAS LIMITADAS

"Creio que, em qualquer época, eu teria amado a liberdade; mas, na época em que vivemos, sinto-me propenso a idolatrá-la." Alexis de Tocqueville

sábado, 14 de novembro de 2015

Nao existem falhas de mercado; se falhas existem, elas sao de governo - Paulo Roberto de Almeida


Não existem falhas de mercado; se falhas existem, elas são de governo

Paulo Roberto de Almeida
Com meus agradecimentos ao Arnaldo Barbosa Brandão

Adam Smith vai ao cerrado
Estou lendo um “romance” saboroso: Encaixotando Brasília, o segundo de uma trilogia do Arnaldo Barbosa Brandão (Brasília: Verbena, 2012), e chego ao capítulo V, “Uma certa Brasília”, que descreve, em tons literários, supostamente verdadeiros, mas com alguns traços de “macondianismo”, suas primeiras andanças e vivências na capital em construção:
“Foi em Brasília que vi, pela primeira vez, alguém comprando um produto insólito. A fila começava na W3 Sul na altura da 509... e ia até a 511, esticando-se por uns quinhentos metros, e o mais singular, só tinha homens. No princípio da fila notei um ajuntamento maior de pessoas e bem no centro um camelô, vendendo uns frasquinhos miúdos com algo dentro que não conseguia divisar de longe. Aproximei-me, curioso, tentando saber que produto precioso era aquele, que obrigava as pessoas interessadas a tanta espera e quando recebia saíam exultantes, correndo, dando pulinhos. Ouvi claramente o camelô gritar: “este é garantido!” Imaginei que fosse algum remédio popular feito de ervas, tinha uma cor amarronzada, acabei por perguntar a um dos compradores, que me olhou desconfiado e não respondeu, aguçando ainda mais minha curiosidade. Finalmente, a muito custo, cheguei ao bolo de gente e indaguei do dono do negócio, que me respondeu secamente:
– É fezes, mas é garantido, não tem qualquer tipo de lombriga, com nossa merda seu exame de fezes dá sempre negativo.
Aí entendi tudo! Os empregadores exigiam abreugrafia e exame de fezes..., se os candidatos ao emprego levassem suas próprias fezes certamente daria positivo para uma infinidade de lombrigas e eles perderiam a vaga.” (p. 63-64)

O que descreve Arnaldo Barbosa Brandão, o famoso a.b.b., em tom irônico, é a própria “mão invisível” de Adam Smith, em pleno e livre funcionamento no cerrado. Os microempresários do planalto central, consoante seu tino empreendedor, não estão fazendo nenhum favor aos sôfregos candidatos a um emprego qualquer na Brasília em construção: ao vender merda em frasco, eles estão apenas atendendo às demandas dos pretendentes que se confrontam a uma regra qualquer estabelecida pelo governo. Em face dessa “restrição indevida” das condições de mercado – laboral, neste caso – empresários atentos dão um jeito de contornar as obrigações oferecendo o produto desejado, merda engarrafada, confirmando assim, em toda a sua glória, a grande, talvez única, lei da economia, o encontro da demanda com a sua oferta.
Em outros termos, você não precisa enfrentar as 2.500 páginas escritas num inglês oitocentista do genial escocês fundador da economia política para entender como funciona a “mão invisível” de que falava Adam Smith: basta ler o saboroso romance de Arnaldo Barbosa Brandão, arquiteto de formação e homem de muitas outras artes e ofícios, para ter uma ideia exata de como funciona o mercado, o que também explica o título desta pequena crônica. O mercado está sempre aberto a todo e qualquer tipo de transação, mesmo as mais insólitas, como a descrita neste trecho do romance do a.b.b. São os governos que impõem determinas regras – restrições, seria a palavra exata – o que faz com que o mercado encontre, quase imediatamente, a “solução” para a falha criada por uma autoridade qualquer.
Meu objetivo aqui não é o de sugerir novas e imaginativas formas, sobretudo insólitas, como essa, para que empresários atentos contornem certas falhas de governo. Meu objetivo é justamente o de defender o argumento de que não existem falhas de mercado, como alegam, talvez, mais de 90% dos manuais de economia, sobretudo os de corte keynesiano, pois os mercados funcionam perfeitamente bem, sempre. Se falhas existem, elas são sempre de governo, como teremos oportunidade de mostrar em próxima crônica.
Salve a.b.b.! Vamos adiante no romance...

Brasília, 14 de novembro de 2015, 2 p.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Les dernieres nouvelles des manifs: notre correspondant a Brasilia...

O reporter itinerante deste blog, que está sempre andando entre França, Europa e Bahia (esta expressão é dos velhos tempos, se vocês já perceberam, quando também se dizia legal, broto, prafrentex...), nos manda seu despacho da capital federal, aquela que tem mais ladrão nos contratos governamentais do que vândalos nas manifestações, justamente, segundo o sábio das frases retumbantes, Elio Gaspari.
Não, não é ele o meu correspondente, e sim alguém muito melhor, que certamente concordaria comigo que seria bom, seria ótimo, se os vândalos conseguissem destruir aquele ovo horroroso do Niemeyer que se chama Museu Nacional. Mais passons, vejamos o que nos relata o nosso repórter voluntário...
Paulo Roberto de Almeida

Primeiro, as coisas boas da manifestação de hoje. Mesmo no horário do jogo já se contavam 5.000 pessoas, e esse número só cresceu à noitinha. A imensa maioria pacífica e civilizada, como de costume.

Não se confirmou a previsão alarmista de alguns que o evento seria tomado por pautas genéricas ou "de direita". Muitas bandeiras de arco-íris, e a Anel (rival da UNE) comparecendo em peso. Ninguém desfraldou suas bandeiras do Brasil, ao contrário do que vi em São Paulo. Na única vez em que se cantou o hino nacional, ele foi puxado por um maracatu afro. Alguns cartazes "contra a corrupção", mas uma maioria avassaladora pedindo a reforma política -- em geral e também com demandas pontuais e claras, como o fim do voto secreto no Congresso ou a redução no número de parlamentares. Muitos "fora Feliciano" e "contra PEC33". 

Alguns agitadores começaram a provocar a polícia de maneira estranhamente sincronizada, por volta das 21h, logo depois de os helicópteros da imprensa e da polícia terem parado de sobrevoar a área. Jogaram latas, garrafas cheias d'água e sinalizadores na tropa de choque. Pessoal coordenado e disciplinado, uniformizado com toucas e lenços cobrindo o rosto, agindo em pares, movimentando-se muito e misturando-se rapidamente à multidão. Pelo porte físico de pivetes, certamente não eram policiais, mas certamente também não agiram espontânea ou isoladamente. Será que vai haver interesse da imprensa ou do governo em expor quem os plantou ali?

O revide da polícia foi curiosamente organizado não de modo a dispersar imediatamente os manifestantes, mas como algo que parecia saído de um manual de terrorismo. Primeiro, algumas bombas de efeito moral lançadas no meio da multidão para desorientar. Em seguida, a primeira salva de gás lacrimogêneo caiu não na linha de frente nem no meio da massa, mas no fundo, cortando a rota de fuga. Depois disso é que fumigaram a vanguarda, de modo que a multidão fugindo de uma nuvem de gás era obrigada a atravessar outra. Viaturas policiais ainda bloquearam o caminho do grupo maior de manifestantes, que se retirava pelo mesmo caminho por onde chegou. A essa altura os pivetes já tinham sumido. 


Por tudo isso, conclamo os desanimados que achavam que o movimento virou "coxinha" ou guinou à direita, que voltem a comparecer às manifestações. Precisamos de números e de reflexão sobre as pautas para não deixar a apatia e os infiltrados tomarem conta do movimento.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Po! Catedral nao! Mas eu sei de outra obra de Niemeyer que, se destruir, nao vai fazer falta...

Indigno de uma turba civilizada (isso existe?).
Vândalos quebraram vitrais da Catedral de Brasília, que apesar de ter sido desenhada por um comunista idiota, é uma bela peça de arte (mas só por fora; por dentro, a despeito dos vitrais bonitos, que não são do arquiteto idiota, ela é pouco funcional, e terrivelmente desconfortável para quem frequenta missas ali dentro).
Sem dúvida, a Catedral precisa ser preservada dos novos bárbaros do cerrado central.
Mas se o pessoal anda descontente com a capital federal, eu poderia indicar, por exemplo, uma outra obra do mesmo arquiteto idiota, que, se destruíssem, melhoraria tremendamente o visual de Brasília.
Ali mesmo em frente à Catedral, do outro lado da rua, se ergue, ou melhor, se enterra no chão, um horrível, horroroso, tenebroso meio ovo de concreto, uma coisa disforme que atende pelo nome de Museu Nacional. Não é museu e não é nacional: é apenas um bolinho vagabundo de concreto, pesando algumas milhares de toneladas, que é a coisa mais feia, mais horrenda que já me foi dado contemplar na capital da República.
Aquela coisa, os vândalos poderiam destruir tranquilamente, que ajudaria a recompor, justamente, a vista da Catedral, hoje esmagada pelo ovo comunista do outro lado da rua.
Vândalos, por favor, voltai, mas com tratores, britadeiras, alguns bastões de dinamite, quem sabe uma bomba-arrasa quarteirão? (falem com o Pentágono, ele pode emprestar), pois vai ser difícil acabar com aquela porcaria.
Paulo Roberto de Almeida

Vândalos depredam a Catedral de Brasília
20/06/2013; 21:00
Depois de tentarem invadir o Itamaraty, manifestantes promovem um rastro de depredação na Esplanada dos Ministérios nesta quinta-feira (20). Nem mesmo a Catedral de Brasília, um dos principais cartões postais da capital federal reformada recentemente, foi poupada dos ataques.
Manifestantes jogaram pedras na Catedral trincando uma dos vitrais coloridos, picharam ministérios e placas, atearam fogo em diferentes pontos do gramado central e quebram vidros do Banco Central e do Itamaraty. Também enfrentaram a Polícia Militar com rojões. Os policiais reagiram com spray de pimenta, balas de borracha e bombas de gás.
Em Brasília cerca de 40 pessoas foram atendidas pelo SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) entre manifestantes e policiais. Onze pessoas foram levadas para diferentes hospitais. Três estão em estado grave.

A Secretaria de Saúde do DF, em coletiva de imprensa, informou que um homem morreu. Ele caiu de um viaduto próximo à rodoviária central de Brasília. O homem exalava álcool, mas ele não estava na manifestação, segundo o secretário-adjunto de Saúde do DF, Elias Fernando.

sábado, 15 de junho de 2013

Estadio de futebol representa o enterro de politicos: decididamente eles devem se abster de aparecer...

Vaias para a presidente (ou presidenta, à escolha...)

Em um estádio lotado, por dentro, de torcedores de classe média, com recursos suficientes para pagar até R$ 300,00 em um ingresso, e cercado pelo lado de fora por manifestantes que integram os movimentos sociais e protestavam contra o dinheiro gasto em obras para a Copa do Mundo e as Olimpíadas, a presidente Dilma Rousseff declarou aberta a Copa das Confederações deste ano. Nas arquibancadas, recebeu uma sonora vaias da torcida no recém-reformado Estádio Nacional Mané Garrincha, antes do jogo entre Brasil e Japão.
As vaias começaram quando o presidente da Fifa, Joseph Blatter, foi anunciado pelo locutor do estádio e ganharam força com o anúncio da presença da presidente. Durante as vaias, Blatter chegou a pedir respeito aos cerca de 70 mil torcedores presentes ao estádio.
– Amigos do futebol brasileiro, onde está o respeito e o fair play, por favor? – disse o presidente da Fifa.
O pedido do dirigente só fez as vaias aumentarem e Dilma declarou a abertura oficial do torneio sob o protesto da torcida em Brasília.
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(segundo se divulgou, entidades públicas, isto é, governamentais, compraram milhares de ingressos, previsivelmente para colocar funcionários amestrados...)
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Polícia impede acesso de manifestantes ao Estádio Mané Garrincha

15/6/2013 13:26
Por Redação - de Brasília

Bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha foram disparados contra a multidão que, ao final, oferece uma flor aos policiais da tropa de choque
Bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha foram disparados contra a multidão que, ao final, oferece uma flor aos policiais da tropa de choque
A tropa de choque do Distrito Federal tentava bloquear o acesso de manifestantes que protestavam contra a Copa das Confederações ao Estádio Mané Garrincha, em Brasília. Neste sábado, o Brasil abriu oficialmente o torneio, uma espécie de preparação para a Copa do Mundo, contra o selecionado japonês.
Enquanto os principais meios populares de comunicação, em rádios e canais públicos de TV, cobriam os preparativos para o jogo de abertura, o correspondente da agência britânica de notíciasBBC, em Brasília, João Fellet, seguiu para o local onde uma operação policial liberava a entrada dos torcedores que seguiam para o Estádio, onde duas entradas chegaram a ser fechadas pelos manifestantes, que protestam contra o dinheiro gasto na construção da infraestrutura destinada à Copa do Mundo de 2014 e às Olimpíadas, em 2016.
– Por enquanto, não houve confronto, mas a situação permanece tensa. Sem saber o que fazer, muitos torcedores permanecem aglomerados do lado de fora – disse Fellet, no início da tarde.
Imagens de TV mostravam que a Polícia Militar usou bombas de gás, tiros de balas de borracha e spray de pimenta para dispersar o protesto. Desde o início da manhã, grupos de manifestantes, concentravam-se no entorno do estádio.
Segundo o tenente-coronel e assessor de comunicação da Polícia Militar, Zilfrank Antero, a situação estava sob controle e o torcedor poderia se dirigir “tranquilo ao estádio”. Os torcedores têm sido orientados a entrar por outros portões que não estavam impedidos. Ao todo, foram vendidos 64.721 ingressos para a partida. No total, 3,2 mil policiais fazem a segurança no local, incluindo a Tropa de Choque e a Polícia Montada.
O protesto começou pela manhã na Rodoviária de Brasília. Depois, os manifestantes romperam barreiras colocadas pela polícia para controle de acesso ao estádio. Ao ultrapassarem o último obstáculo, a polícia usou bombas de gás como estratégia para “acalmar os ânimos” na ocasião, de acordo com o tenente-coronel. A Polícia Militar já tinha conhecimento da ocorrência da manifestação, segundo o assessor, por meio do monitoramento das redes sociais. Segundo ele, o ato não tem uma liderança única.
Nos últimos dias, inúmeros protestos foram realizados em cidades brasileiras. Na maioria deles, os manifestantes reivindicaram a revogação do aumento da tarifa do transporte público. Em São Paulo, houve quebra-quebra e confronto entre manifestantes e a polícia.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Debate-lancamento livros PRA: Brasilia, 1/12


Eu, Paulo Roberto de Almeida (sim, sou eu mesmo), uma das livrarias Cultura de Brasília (a do Shopping Casa Park), bem como as respectivas editoras, temos o prazer de convidar para lançamento de dois dos meus mais recentes livros:

Globalizando: ensaios sobre a globalização e a antiglobalização
(Rio de Janeiro: Lumen Juris Editora, 2011, xx+272 p.; Inclui bibliografia; ISBN: 978-85-375-0875-6; link: http://www.pralmeida.org/01Livros/2FramesBooks/107Globalizando.html). 


Relações Internacionais e Política Externa do Brasil: a diplomacia brasileira no contexto da globalização
(Rio de Janeiro: LTC, 2012, xx+308 p.; ISBN: 978-85-216-2001-3; link: http://www.pralmeida.org/301Livros/2FramesBooks/RelaIntPExt2011.html)

O evento se dará com um debate sobre a:

“Inserção internacional do Brasil: agendas e desafios”

 com a presença dos professores:
José Roberto Novaes de Almeida (Eco-UnB)
e Amado Luiz Cervo (UnB, apos.)
e a moderação do jornalista:
Cristiano Romero (Valor Econômico

Dia 1° de Dezembro de 2011, às 19:30hs